O Fruto do Tabu: Como Jeffinho foi Concebido

      Para compreender a fundo a trajetória de Jefferson e sua herança de luxúria, é preciso voltar quase duas décadas no tempo, mergulhando nas memórias de outrora, onde os segredos de família eram guardados a sete chaves. A história de como Jeffinho foi concebido explica muito sobre sua própria natureza atual; há um fio invisível, moldado pelo desejo e pela transgressão, que une o passado de sua mãe, Fernanda, “a Nandinha”, ao presente do jovem.
    Naquela época, Nandinha era uma jovem de 18 anos exuberante, cabelos longos pretos, seios médios e firmes e uma bundinha tão arrebitada que mesmo que tentasse esconder não conseguiria, por conta disso seu corpo despertava olhares por onde passava, tinha também uma malícia juvenil que ela tentava, sem muito sucesso, esconder sob uma fachada de moça recatada.
      Ela namorava Jonas, um rapaz de 21 anos, alto, forte, com um físico que despertava o desejo de todas as menininhas da cidade, mas ele era completamente apaixonado por pela namorada. O namoro dos dois era intenso, marcado por hormônios à flor da pele, mas Nandinha impunha uma regra rígida para a época: para se manter "virgem" para o casamento, ela se negava terminantemente a deixar Jonas meter na sua bucetinha.
       Contudo, para manter o namoro e de alguma maneira tentar segurar o namorado, a rigidez de Nandinha era seletiva. Para saciar o desejo ardente que partilhavam, ela permitia que Jonas a possuísse de outra forma. Os encontros do jovem casal aconteciam frequentemente nos fundos da casa de Jonas ou em cantos escuros da cidade, onde Nandinha entregava com entusiasmo o seu cuzinho para o namorado. Ela se deliciava em ver o desespero de Jonas, guiando as mãos do namorado pelas suas curvas até que ele a penetrasse por trás. Jonas se contentava com o arranjo, fascinado pelo aperto do cuzinho da namorada e pela sua disposição em ser sua "safadinha" particular naquela modalidade, acreditando piamente que estava preservando a pureza de sua futura esposa.
       O grande ponto de virada na vida de Nandinha atendia pelo nome de Júlio. Aos 38 anos, Júlio era o pai de Jonas, um homem maduro, de presença imponente, braços fortes e um olhar predador que imediatamente percebeu a vibração sexual que emanava da nora. Júlio não respeitava os limites do namoro do filho. Ele começou um sutil, mas implacável, jogo de sedução. Sempre que Jonas não estava por perto, Júlio encontrava pretextos para tocar em Nandinha: um abraço demorado demais, uma mão que deslizava "sem querer" pela sua cintura ao passar por um corredor estreito, ou elogios sussurrados com uma voz grave que faziam a jovem estremecer por dentro.
    Nandinha, apesar de se esquivar no início, sentia-se profundamente excitada pela audácia do sogro. O perigo da situação agia como um afrodisíaco. Júlio percebia o impacto de suas investidas; ele notava como a respiração de Nandinha acelerava e como ela demorava a se afastar de seus toques. O jogo de gato e rato durou meses, alimentando uma tensão sexual insuportável na casa daquela família.
    A consumação dessa tensão ocorreu em uma tarde chuvosa, quando Jonas havia saído para resolver problemas fora da cidade. Júlio e Nandinha ficaram sozinhos na residência, uma vez que a mãe de Jonas havia saído para trabalhar e os dois irmãos de Jonas estavam na escola. O sogro não perdeu tempo. Ao encontrar Nandinha na cozinha, ele se aproximou por trás, envolvendo-a com seus braços fortes e colando seu corpo maduro contra as nádegas da jovem. Ela até tentou recuar, mas aquela altura e depois de resistir a meses de investidas, Nandinha apenas soltou um suspiro pesado, entregando-se ao calor daquele abraço proibido.
Júlio a virou de frente, segurando seu queixo com firmeza, e a beijou de forma violenta, explorando sua boca com uma intensidade que Jonas jamais demonstrara.
    --- Eu sei que você quer isso tanto quanto eu, Nandinha. Você não engana ninguém com essa pose de santa, - sussurrou Julio, com os lábios colados ao ouvido dela. Nandinha, trêmula e com as pernas bambas, apenas conseguiu gemer em resposta:
    --- Júlio, por favor... o Jonas... isso é pecado. Mas a menção ao filho apenas instigou ainda mais o desejo do homem mais velho.
    Ele a guiou até o quarto dos fundos, despindo-a com urgência. Ao ver o corpo jovem de Nandinha completamente nu, Julio ficou ainda mais excitado. Sabendo pelos sussurros da casa e pela intuição masculina o tipo de relação que a nora mantinha com seu filho, Júlio resolveu ir além. Ele a deitou de bruços na cama, elevando o quadril dela, e começou a massagear a região que Jonas tanto cobiçava.
    A bucetinha virgem de Nandinha começou a babar demonstrando o tesão que a nora sentia e sinalizando ao sogro que ela desejava aquilo tanto quanto ele. Com a sua experiência de macho vivido e fodedor Júlio logo percebeu que aquela parte do corpo de Nandinha nunca havia sido usada. Percebendo isso Júlio exclamou:
   --- Pelo que eu tô vendo meu filho nunca experimentou essa xaninha.
   --- A gente tem um acordo, ele só vai meter aí quando a gente casar – disse Nandinha entre gemidos.
   --- Então tu só bate punheta e mama o banana do Jonas? - perguntou Júlio dando uma risadinha.
   --- Não...eu deixo ele meter no meu cuzinho, além de mamar e punhetar.
   --- Então pelos barulhos que eu ando ouvindo há tempos aqui em casa, posso imaginar que você já tá experiente em dar esse cuzinho né safadinha? - Nandinha não respondeu, mas pelas piscadas do seu rabinho e a quantidade de baba que saia da sua buceta Júlio não precisou de resposta.
    Sem usar qualquer lubrificante além da própria saliva, Julio posicionou seu membro ereto e robusto na entrada do ânus de Nandinha. Com uma pressão firme e impiedosa, ele empurrou de uma vez, invadindo o rabo da jovem. Nandinha soltou um grito abafado contra o travesseiro, sentindo a dor misturada ao prazer extremo daquela penetração brutal.
    --- Gosta assim, não gosta? O meu filho faz assim com você? - provocou Júlio, desferindo estocadas profundas e ritmadas que faziam o corpo de Nandinha balançar na cama. Nandinha choramingava e gemia alto, completamente dominada pela virilidade do sogro.
    --- Ah, Julio... dói, mas é bom... vai mais fundo - implorava ela, virando o rosto para trás para encontrar o olhar sádico do homem.
      Júlio segurava a cintura da nora com força, deixando marcas roxas na pele alva, enquanto se deliciava com o aperto do rabo dela, que parecia sugar cada centímetro de sua carne. O som dos corpos batendo um contra o outro ecoava pelo quarto, num ritmo frenético de pura luxúria.
    Após saciar seu desejo pelo sexo anal, Júlio virou Nandinha de costas na cama, abrindo bem suas pernas. Foi nesse momento que o jogo mudou definitivamente. Ignorando os apelos fracos da jovem para que não tirasse sua virgindade, Júlio se posicionou e, com um impulso certeiro, rompeu a última barreira que restava em Nandinha. O rompimento a fez dar um grito agudo, mas a dor logo foi substituída por uma onda de calor avassaladora. Júlio começou a bombar dentro de sua bucetinha com força e autoridade, preenchendo-a de uma forma que ela nunca havia experimentado.
    --- Agora você é minha, Nandinha. Esquece o garoto. Você é a mulher do pai agora - dizia Julio entre dentes, acelerando os movimentos.
    Nandinha cravava as unhas nas costas do sogro, completamente entregue ao prazer proibido, rebolando contra ele e implorando por mais. O ato sexual atingiu o ápice quando Júlio, sentindo a iminência do orgasmo, segurou as pernas de Nandinha contra o peito dela e descarregou uma quantidade enorme de porra quente bem no fundo de sua buceta, selando ali o destino daquela família.
    O prazer, no entanto, transformou-se em tragédia pouco tempo depois. Jonas retornou para casa mais cedo do que o esperado e, ao entrar na residência silenciosa, ouviu os gemidos ecoando do quarto dos fundos. Ao abrir a porta, deparou-se com a cena devastadora: seu próprio pai despido, terminando de se deitar ao lado de sua namorada, ambos ofegantes e cobertos de suor.
O choque inicial de Jonas rapidamente se transformou em uma fúria cega.
    --- O que é isso?! Pai? Nandinha?! Vocês estão loucos?! - gritou o jovem, com as lágrimas já escorrendo pelos olhos. Júlio, mantendo a postura arrogante, levantou-se calmamente e disse:
    --- Cala a boca, rapaz. Você é muito moleque para uma mulher como ela. Ela precisava de um homem de verdade.
    Aquelas palavras foram o estopim para uma briga violenta. Jonas avançou contra o pai com os punhos cerrados, desferindo um soco que atingiu o rosto de Júlio. Os dois homens rolaram pelo chão do quarto, quebrando móveis e trocando agressões brutais, enquanto Nandinha, desesperada e chorando, tentava se cobrir com os lençóis no canto da cama. A briga terminou com Júlio jogando o filho para fora de casa, ensanguentado e de coração partido.
    A descoberta da traição destruiu a estrutura familiar. Para piorar a situação, semanas depois, Nandinha confirmou o que todos temiam: ela estava grávida. A certeza de que o filho era de Júlio decorria do fato de que Jonas jamais havia tocado em sua vagina, deixando claro que o fruto daquela traição era o bebê que crescia em seu ventre.
    Diante do escândalo insustentável na vizinhança e da fúria da esposa legítima de Júlio, que apesar de continuar vivendo com o marido nunca o perdoou, a família legítima tomou uma decisão drástica. Júlio, sua esposa e seus dois filhos adolescentes arrumaram suas coisas e se mudaram definitivamente para outra cidade distante, cortando qualquer tipo de laço ou comunicação com Nandinha, condição que foi imposta pela esposa.
    Jonas, muito abalado pelo acontecido foi morar em uma cidade diferente com sua tia-avó que também era sua madrinha, se afastando de vez de Nandinha e de seu pai por quem passou a nutrir um ódio e um rancor. Nandinha deu à luz a Jefferson e passou a criá-lo sozinha, contando apenas com o apoio de sua mãe e, anos mais tarde, estabilizando sua vida ao se tornar enfermeira. Devido a esse afastamento abrupto e total, Jeffinho cresceu sem jamais ter contato com o pai biológico ou com seus três irmãos mais velhos.
    As implicações temporais e familiares desse evento são complexas e ironicamente tristes. Hoje, enquanto vivo minha adolescência, meus três irmãos mais velhos já são homens maduros e casados, tendo construído suas próprias famílias na cidade para onde se mudaram. Isso significa que possuo sobrinhos de sangue que têm quase a minha idade, adolescentes que sequer sabem da existência do tio jovem. Jonas, que um dia foi o namorado apaixonado da minha mãe, transformou-se em seu irmão por parte de pai, uma ironia do destino que permanece oculta nas sombras do passado.
    Ao analisar a minha vida atual, torna-se evidente que a maçã não caiu longe da árvore. Há um paralelo inegável entre a juventude da minha mãe e o meu comportamento atual. Nandinha, em sua época, cedeu ao charme e à imponência de um homem mais velho, experimentando o prazer da submissão e da brutalidade nos braços de um coroa maduro como Júlio, revelando uma faceta extremamente devassa e viciada no perigo.
    Agora, anos depois, eu replico exatamente esse mesmo padrão de comportamento. Com minha aparência indefesa e bundinha redonda, acabei desenvolvendo o mesmo apetite por homens mais velhos, rudes e dominantes. A forma como me entrego a figuras de autoridade e homens maduros no presente, como o próprio Seu Genivaldo ou o filho deste, Pepê, reflete diretamente a mesma busca pelo proibido e pelo domínio que minha mãe experimentou nos braços de Júlio. A luxúria que gerou Jefferson no passado parece correr em suas veias hoje, perpetuando o ciclo de segredos, submissão e prazer carnal que definiu a história de sua origem.
    Essa história foi contada pra mim pelo Valdo em um dia depois que fizemos muito sexo e ele disse que eu devia ter puxado a minha mãe, fiquei curioso e ele narrou os acontecimentos. Por isso resolvi escrever em terceira pessoa apesar de ser parte integrante da história.

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Ficha do conto

Foto Perfil desejoescrito
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Nome do conto:
O Fruto do Tabu: Como Jeffinho foi Concebido

Codigo do conto:
263780

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
06/06/2026

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