A rotina de ser o brinquedinho secreto de um harém de coroas cobrava o seu preço em adrenalina, mas o meu cuzinho guloso parecia nunca estar plenamente satisfeito. Uma semana após o meu encontro intenso com o professor Cléber no depósito da escola, eu estava voltando para casa no fim da tarde quando a corrente da minha bicicleta estourou bem em frente à borracharia que ficava na avenida principal perto do meu bairro. Quando parei ali, meio desamparado, o dono saiu de trás de uns pneus empilhados: um coroa loiro de 42 anos, extremamente másculo, com o peito peludo aparecendo pela regata suja de graxa e umas coxas grossas que pareciam dois troncos de árvore saltando do short. Ao me ver ali, branquinho, de short curto e com cara de garoto indefeso, os olhos dele brilharam com uma fascinação imediata que me fez arrepiar da cabeça aos pés. Ele se apresentou, me disse que seu nome era Carlos e eu sendo uma putinha já fiquei todo ouriçado, mas mantive a compostura porque não sabia se o borracheiro me daria condição. — Problemas com a magrela, moleque? — perguntou o Carlos, aproximando-se com passos firmes, a voz tão grave que parecia vibrar no meu peito. Eu fiquei um pouco surpreso com o jeito e a desenvoltura dele, mas dei aquele meu sorrisinho manhoso, ajeitando o short para marcar bem a minha bundinha redonda enquanto respondia: — Pois é, seu Carlos, a corrente quebrou e eu fiquei na mão. O senhor consegue dar um jeito para mim? Ele deu uma risada curta, limpando as mãos sujas num pano velho, sem tirar os olhos azuis e predatórios da minha cintura. — Para você eu dou um jeito em qualquer coisa, garoto. Deixa ela aí no canto que eu ajeito num segundo, mas enquanto isso entra ali no escritório que o sol está de rachar — ele disse, apontando para uma salinha com porta de vidro nos fundos da oficina. Agradeci e entrei, do escritório dava pra ver ele trabalhando e num instante ele tinha consertado a corrente da bicicleta. Enquanto ele trabalhava eu só conseguia imaginar aquele coroa fazendo parte do meu harém e me fazendo de cadelinha igual os outros. Contudo eu não dei nenhuma investida, pois tinha medo dele interpretar errado e acabar me dando mal, o que eu não sabia é que eu estava redondamente enganado. Aquele encontro casual foi o início de uma perseguição implacável, pois sem que eu notasse o borracheiro tinha ficado encantado comigo. Nos dias que se seguiram, comecei a notar a presença do Carlão (como passei a chamá-lo depois) em locais muito estranhos; ele passou a me seguir de longe, fascinado pela minha figura, e com a sua astúcia de homem vivido, acabou descobrindo toda a minha rede de safadezas. O borracheiro me vigiou saindo do boteco do tio Valdo com o short amarrotado, me viu pegando carona escondido com o Antônio e, para piorar, conseguiu espiar pela fresta da janela do depósito da escola num dia que ele foi chamado para consertar o carro do diretor justamente no dia em que o professor Cléber me botou de quatro na mesa de chamadas. Ele juntou todas as peças do quebra-cabeça e percebeu que o neto inocente da dona Laura era, na verdade, a putinha adolescente mais devassa da região, e usou isso como a arma perfeita para conseguir o que mais desejava: ter o meu corpinho branquinho inteiramente para ele. Na tarde seguinte, recebi uma mensagem de um número desconhecido no WhatsApp com uma foto minha de costas, conversando com o professor Cléber na saída da escola, seguida de um texto direto: "Me encontra na borracharia às 19h, depois que fechar. Se não for, o Valdo, o Antônio e a sua avó vão saber exatamente o tipo de lição que você anda levando no depósito da escola, sua cadelinha". Meu coração quase disparou de pânico e adrenalina; a possessividade do Valdo e do Antônio era perigosa, e a chantagem do Carlão me encurralou de um jeito que eu nunca imaginei. Às 19h em ponto inventei uma desculpa pra minha avó de que ia estudar com um colega de escola e segui em direção à borracharia, bati na porta de ferro, que já estava fechada. O Carlão abriu logo em seguida, ainda vestindo aquela regata justa que mostrava os pelos loiros do peito, e me puxou para dentro com brutalidade, trancando o cadeado logo atrás de nós. — O senhor está louco, seu Carlos? O que significa aquela mensagem? Me deixa em paz, eu não tenho nada com o senhor! — eu disse, tentando manter uma recusa inicial e fingindo uma indignação que o meu corpo, já amolecido de tesão pelo perigo, desmentia completamente. Ele deu um sorriso sacana, caminhando na minha direção e me encurralando contra uma pilha de pneus novos. — Deixa de drama, Jeffinho. Eu vi tudo. Vi o Cléber te arrombando naquela mesa e sei que o Valdo e o Antônio dividem esse teu cuzinho de puta. Você achou que ia rodar a banca com os coroas da cidade e eu ia ficar de fora? Eu fiquei fascinado por você desde o primeiro dia, moleque, e agora você vai ter que me servir se quiser manter o teu segredinho a salvo — ele rosnou, passando a mãozona calejada direto na minha bunda por cima do tecido e colocando sua pica pra fora, quando me deparei com o tamanho eu me assustei. Estava ali o motivo do estabelecimento se chamar “borracharia do Carlão”. — Não, por favor... o seu dote é muito grande, só olhando assim deve ter uns 21cm, eu não vou aguentar, vai me rasgar todo! — implorei, fazendo um charme manhoso e empurrando o peito dele, embora a menção ao tamanho do membro dele já estivesse fazendo a minha própria pica latejar dentro do short. O borracheiro deu uma risada gostosa, gostando de ver a minha resistência desmoronar. — Aguenta sim, sua putinha. Se você aguenta aquela trolha de pedreiro do Antônio, vai engolir a rola do borracheiro com gosto. Agora chega de conversa e mostra para o que você veio — ordenou ele, pegando-me pelo braço e me arrastando para o escritório, onde havia um sofá de couro antigo e desgastado. Ele se sentou no sofá e terminou de tirar a calça sem pressa, libertando o verdadeiro monstro de 21cm, grosso, venoso e com uma cabeça enorme que fez meus olhos azuis saltarem de verdadeira antecipação e medo. — Anda, Jeffinho, ajoelha e mama mais um dos teus donos. Deixa bem babada porque eu quero entrar rasgando nesse rabo que nunca experimentou um borracheiro — ordenou. Cedi completamente aos meus instintos de cadelinha de coroa; ajoelhei-me entre as coxas grossas do Carlão e segurei aquela peça imensa, levando a boca direto na coroa do monstro, soltando um gemido abafado pelo tamanho absurdo que mal cabia na minha boquinha. — Isso, sua putinha, chupa tudo... engole a rola do Carlão — ele gemia alto, jogando a cabeça para trás enquanto enterrava os dedos calejados nos meus cabelos pretos, forçando o quadril para frente e fazendo a pica bater no fundo da minha garganta, me obrigando a babar por toda a extensão do mastro loiro. O gosto dele era puro suor de homem bruto e graxa, uma mistura incrivelmente excitante que me transformava por completo. Eu olhava para ele por baixo, com os olhos lacrimejando pelo esforço, mostrando que eu já aceitava totalmente a minha nova condição de propriedade daquele borracheiro gostoso. Antônio e Valdo disseram que eu era exclusividade deles, mas a fome do meu cuzinho era maior que qualquer fidelidade, e o Carlão sabia exatamente como domar um veadinho sem vergonha. Ele me puxou pelos ombros, fazendo-me levantar, e me virou de costas, jogando o meu corpo de bruços sobre o sofá de couro. Com um movimento rápido, ele arrancou o meu short e a minha cueca, deixando a minha bunda branquinha e depilada totalmente exposta sob a luz fraca do escritório. — Caralho, agora eu entendi porque os machos ficam pirados... que rabo perfeito, que cuzinho elástico — murmurou o Carlão, passando a mão pesada nas minhas nádegas, enfiando dois dedos no meu buraquinho e dando um tapa estalado que deixou a marca vermelha dos seus dedos na minha pele clara. Ele pegou um frasco de lubrificante que guardava na gaveta da mesinha do escritório, estava lacrado, o que me fez pensar que ele comprou especialmente para o dia em que me foderia. Espalhou uma quantidade absurda na pica e na minha entrada, massageando as minhas preguinhas com o dedão até eu começar a rebolar pedindo por mais. — Vai doer um pouco, Jeffinho, mas você quis brincar com fogo, agora vai levar a carga do Carlão todinha aí dentro — avisou ele, posicionando a cabeça gigante bem na portinha do meu cuzinho e empurrando com determinação. Soltei um grito agudo que ecoou pela borracharia vazia, sentindo a dor do esticamento máximo enquanto aquela tora entrava rasgando e preenchendo cada centímetro do meu interior. — Ai, Carlão! Pelo amor de Deus, vai devagar... está me partindo ao meio, é muito grande! — gritei, segurando firme no encosto do sofá enquanto derramava algumas lágrimas de puro delírio. Ele não parou, segurou os meus quadris com força total e enterrou o resto do mastro até os pelos loiros do seu saco baterem contra a minha bunda. — Aguenta, minha cadelinha safada! Relaxa esse cu de puta que a rola do borracheiro já entrou toda. Agora chora e rebola no dote do teu macho — respondeu ele, começando um vaivém bruto, pesado e ritmado que fazia o sofá velho ranger alto a cada estocada. A dor foi se transformando naquele prazer primitivo que eu conhecia tão bem. Comecei a empinar ainda mais o rabo, acompanhando o ritmo alucinante do Carlão, sentindo as veias da pica dele massageando o fundo do meu buraquinho. — Isso, Jeffinho... você é uma verdadeira putinha de coroa, olha como o teu cuzinho aperta a minha rola a cada metida — ele rosnava no meu ouvido, enquanto o peito peludo dele ralava nas minhas costas suadas, me deixando completamente em transe. Eu não conseguia mais formular palavras, apenas soltava gemidos manhosos e safados: — Isso, Carlão... me fode... me arromba com essa pica gostosa... sou a sua putinha... vai, enche de porra aí dentro! O ritmo dele ficou ainda mais violento; ele me puxou pela cintura e me colocou de quatro no chão do escritório, sobre um tapete velho, e continuou o castigo de uma posição ainda mais profunda. Cada estocada parecia atingir a minha alma, fazendo a minha própria pica pingar de tesão no chão de cimento sem que ninguém sequer tocasse nela. Carlão estava completamente entregue ao prazer de ter domado o garoto que tanto cobiçava, e as suas coxas grossas impulsionavam o quadril com uma força brutal que me fazia ver estrelas. — Vou gozar, Jeffinho! Vou encher esse teu buraquinho com o leite de borracheiro... você agora é meu brinquedo também, ouviu? — ele gritou, a voz rouca de puro ápice. Ele deu as últimas três estocadas até o talo e descarregou uma quantidade cavalar de esperma quente e grosso bem no fundo do meu cuzinho. Senti cada jatada inundar o meu interior, transbordando pelas minhas pernas enquanto eu também atingia o orgasmo sozinho, sujando a minha barriga e o chão com o meu próprio sêmen. Olhamos no relógio e já passava das 20h30 e eu tinha que voltar pra casa. Mas ainda ficamos ali deitados no chão do escritório por alguns minutos, ofegantes e cobertos de suor e porra. O Carlão me puxou para o peito peludo dele, dando um sorriso vitorioso enquanto passava a mão no meu cuzinho que estava abertinho. — Você foi maravilhoso, meu veadinho. O segredo está guardado, mas você já sabe: sempre que eu chamar quero que você venha prontinho pra levar pica e satisfazer teu borracheiro. Eu não quero exclusividade feito os outros porque sei que tu já é uma putinha viciada em rola, mas não me deixa na mão. Se falhar, os seus outros machos vão saber — disse ele, com aquele tom de chantagem que agora só servia para me deixar ainda mais excitado. Eu apenas sorri, exausto e completamente satisfeito com mais uma gala de macho guardada dentro de mim, sabendo que o meu harém de coroas estava crescendo e que eu era, definitivamente, a maior putinha adolescente daquela cidade.
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