Sendo depósito no Depósito

   O dia do casamento da minha mãe com o Léo finalmente chegou. O hotel era lindo, daqueles casarões antigos reformados com jardim enorme, salão de festas cheio de luzes e uma decoração que parecia saída de revista. Todo mundo estava elegante: minha mãe radiante no vestido branco, Léo todo orgulhoso de terno, minha vó emocionada... e eu, de camisa social clara e calça social justa que marcava bem minha bundinha redonda.
   Mas o que ninguém sabia é que, desde a saída da igreja, meu celular vibrou no bolso. Mensagem do Renato:
   “Jeffinho, tô louco pra te comer. O hotel é do meu padrinho Rodrigo, velho amigo do meu pai. Desce pro depósito do subsolo, porta verde no fim do corredor depois da cozinha. Te espero lá em 10 minutos. Traz esse cu guloso pra mim.”
   Só de ler já fiquei ouriçado. O perigo de foder com o filho do noivo, no dia do casamento da minha mãe, dentro do próprio hotel... meu pauzinho latejou dentro da cueca e meu cuzinho piscou de tesão. Respondi só com um emoji de carinha safada e esperei o momento certo. Quando a festa começou a ficar animada com a pista de dança cheia, eu me esgueirei discretamente. Desci as escadas do subsolo com o coração disparado. A porta verde estava entreaberta. Empurrei devagar e entrei. O depósito era escuro, iluminado só por uma lâmpada amarela fraca, cheio de caixas de bebida, toalhas de mesa empilhadas e cheiro de madeira velha.
    Renato estava encostado numa pilha de caixas, já com a calça aberta, a pica grossa e pesada duríssima na mão, latejando no ar.
— Porra, Jeffinho... você veio mesmo, seu putinho — sussurrou ele com a voz rouca, os olhos brilhando de desejo por trás dos óculos.
   Não perdi tempo. Fechei a porta atrás de mim, tranquei e caí de joelhos na frente dele como a vadia faminta que sou. Segurei aquela rola grossa com as duas mãos e comecei a mamar com ímpeto, enfiando o máximo que conseguia na garganta de uma vez.
— Hmmm... caralho... que boquinha gulosa — gemeu Renato baixinho, mordendo o lábio pra não fazer barulho. Ele enfiou os dedos no meu cabelo, guiando minha cabeça.
— Isso... mama a rola do teu mais novo irmãozinho... engole tudo, vai... tá babando todinha, que delícia.
   Eu chupava com vontade, fazendo barulhinho molhado, olhando pra cima com cara de safado enquanto lambia a cabeça grossa e descia até o saco pesado dele. Renato tremia de tesão.
— Nunca imaginei que o nerd tímido fosse querer uma aventura dessas no casamento do próprio pai... — provoquei, tirando a pica da boca por um segundo só pra passar a língua bem devagar na veia grossa que pulsava.
— Olha pra você... todo certinho lá em cima e agora aqui, com a rola dura querendo arrombar o cu do irmão postiço.
   Renato deu um sorrisinho sacana, puxou meu cabelo com mais força e enfiou a pica até o fundo da minha garganta, me fazendo engasgar gostoso.
— Você que me transformou, seu viadinho safado... desde que eu te comi naquele dia não consigo pensar em outra coisa. Esse cu branquinho e guloso virou vício. Levanta agora. Quero provar ele.
   Ele me virou de costas, abaixou minha calça social até os joelhos e me empurrou contra uma pilha de toalhas macias. Abaixou-se, abriu minhas bandas com as mãos grandes e enfiou a língua direto no meu cuzinho lisinho. Chupava com fome, girando a língua, enfiando fundo, gemendo baixinho contra minha pele.
— Porra, que cuzinho cheiroso e apertado... tá piscando pra mim, Jeffinho... tão macio... — murmurava ele entre lambidas.
— Você depilou tudo hoje pensando em levar rola, né? Putinha safada.
— Ai, Renato... chupa mais... prepara esse cu pro teu pau grosso... — gemi manhoso, rebolando na cara dele.
— Imagina se alguém desce aqui agora e vê o filho do noivo comendo o cu do enteado...
Ele não aguentou mais. Levantou, cuspiu na mão, passou na cabeça da pica e posicionou na minha entrada. Com uma estocada firme e controlada, foi metendo devagar até enterrar tudo.
— Aaaahh... que delícia... tá me abrindo todinho — sussurrei, apertando a rola dele com o cu.
— Isso... aperta a rola do teu irmão... caralho, como esse cu é quente e guloso... tá engolindo tudo — rosnou Renato no meu ouvido, começando a meter com ritmo gostoso, fundo e cadenciado.
   As mãos dele apertavam minha cintura com força enquanto ele socava.
— Você sempre vai ser a melhor putinha que eu já comi... tão apertado mesmo depois de tanta rola... rebola pra mim, vai.
   Eu rebolava como uma cadela no cio, empinando a bunda pra encontrar cada estocada. O barulho molhado de pica entrando no cu ecoava baixinho no depósito.
— Mais forte, Renato... me fode gostoso... nunca pensei que você fosse capaz de me chamar aqui no dia do casamento... tá corajoso hein, nerd safado — provoquei entre gemidos.
— É culpa sua, porra... você me viciou nesse cu — ele respondeu, acelerando as metidas e dando tapas estalados na minha bunda.
— Olha como ele engole minha rola... tá piscando pedindo leitinho... toma, putinha... toma essa rola toda.
   Ele metia cada vez mais fundo, a barriga dele batendo na minha bunda, uma mão tapando minha boca pra abafar meus gemidos enquanto a outra apertava meu pauzinho duro. O tesão era insano. O risco de sermos pegos deixava tudo mil vezes melhor.
— Vou gozar, Jeffinho... vou encher esse cuzinho de porra quente... — avisou ele, a voz falhando de prazer.
— Goza dentro, irmãozinho... me enche de leitinho no dia do casamento do teu pai... marca teu território — provoquei, apertando o cu com força em volta da pica dele.
   Renato deu umas últimas estocadas brutas e gozou gemendo baixinho no meu pescoço, jorrando jatos grossos e quentes bem fundo dentro de mim. Senti cada pulsada, meu próprio pauzinho gozando, sujando as toalhas. Ficamos uns segundos parados, ele ainda enterrado em mim, ofegantes. Ele tirou devagar, deu um beijo na minha nuca e sussurrou:
— Você é perfeito, Jeffinho. Limpa esse cu direitinho e volta pra festa. Ninguém pode desconfiar.
   Ajeitei minha roupa rapidinho, senti a porra dele escorrendo devagarinho dentro de mim enquanto subia as escadas. Voltei pro salão separadamente, com o cuzinho latejando e um sorrisinho discreto no rosto. Renato apareceu uns minutos depois, todo comportado, ajustando os óculos como se nada tivesse acontecido.
   Ninguém nunca soube. Mas eu passei o resto da festa sentindo o leitinho dele me marcando por dentro... e já pensando na próxima aventura que com certeza aquele casamento ia me proporcionar. Eu ainda não tinha presenteado o noivo.


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Ficha do conto

Foto Perfil desejoescrito
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Nome do conto:
Sendo depósito no Depósito

Codigo do conto:
266147

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
04/07/2026

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