A aluna trans e o professor casado: parte 3

Olá leitores, após o incidente na minha sala, Eliana se tornou mais ousada indo na minha sala para exigir loucuras.
“Isto é algum tipo de piada?” Eu estava com raiva, mas fui silencioso para não chamar atenção das pessoas na universidade. Eliana exigiu jantar na minha casa com minha esposa. Saiu antes que eu pudesse dar uma resposta fazendo questão de balançar sua bunda enquanto andava.

Eu tinha pedido para ela apagar a foto. Comentei como minha esposa reagiria e ela só viu outra oportunidade de me irritar. Um jantar com minha esposa. Loucura. Então é hora de ficar louco. Uma semana depois estavam minha esposa, Eliana e outros alunos especiais com notas altas na minha sala de jantar saboreando uma deliciosa sobremesa.

“Sabia que eu devia fazer isso, mais vezes querida, trazer esses inteligentes alunos para expandir suas jovens e frescas ideias conosco, o que você acha?”

“Acho uma excelente ideia amor”.Eloise sorria olhando para meus alunos. Não parecia ter notado a raiva de Eliana por trás do seu falso sorriso. Pensei ter enganado o enganadora. Ao fim do jantar, Eloise se despedia dos alunos enquanto eu encontrava Eliana no meu banheiro retocando a maquiagem.

“Nunca disse que era um jantar só entre nós” - Ela não deu atenção a resposta, focada passando o batom. Ela usava uma roupa mais recatada, uma blusa simples branca de bordões e uma saia mais longa. Ainda podia ver o contorno da sua bunda e suas pernas brancas e finas.

“Você é inteligente, sabe que não precisa fazer isso não tem nada a ganhar com isso”
Ela terminou de passar batom. Levou a mão até minha virilha, acariciou meu pênis por cima da calça -

“Enquanto tiver um desse eu sempre vou ser mais inteligente que você” disse ela saindo do em direção a porta, onde abraçou Eloise e foi embora.

Minha mulher, ignorante da transexualidade de Eliana, comentou como ela era a aluna mais bonita e inteligente. Eloise insinuou uma piadina de sexo aluna professor. Disse que não tinha caso algum mas que Eliana tinha uma paixonite. No fim, Eloise desconversou.

No dia seguinte sábado, tive uma surpresa: eram por volta das oito quando recebi a mensagem em meu email. Era a foto do dia do boquete, com a mensagem:

“Me encontre no restaurante palácio do ganso daqui uma hora bem vestido ou o reitor recebe a foto e sua esposa também”.

Era a vingança de Eliana pelo jantar, resolvi não arriscar e fui. Chegando lá de carro encontrei na porta Eliana. Ela vestia um vestido preto simples mais lindo. A forma como ele demarcava suas curvas naturais era incrível. Um batom vermelho e uma base branca aumentavam sua beleza natural. O vermelho das bochechas demonstrava que ela tinha bebido.

“O que você quer comigo?”. Fui direto.

“Um jantar, já que é tão tímido perto da sua mulher, resolvi um jantar mais íntimo, só eu e você fosse melhor”. Ela era uma dissimulada.

Como o restaurante era frequentado por amigos, não podia ceder.

“Não, não não dá’. Estava pronto para mais uma ameaça quando ela me surpreendeu.

“Faça só mais isso e eu apago e esquecemos isso”. Sua voz era sincera, parecia querer uma companhia. Assim, aceitei.

Pedimos um conjunto simples, com uma entrada, um prato principal e uma sobremesa. Não queria vinho, mas Eliana bebeu. Conversamos como duas pessoas normais. Mais sobre pedagogia e perspectivas de vida dela. Se não fosse vítima de chantagem, até poderia me orgulhar desta aluna.

Depois do jantar, ela já estava quase fora de si de bêbada. Mesmo dentro do, começou a tentar me agarrar, chamando atenção para nós. Enraivecido, fechei nossa conta, meti ela dentro do carro e resolvi levá-la até em casa por segurança. Ainda assim, dentro do carro, tentava agarrar meu pênis, quase aceitei outro veículo na pista por isso duas vezes.

“O que você quer de mim? Quer meu pau? Tudo bem é isso que você quer” .Já estava fora de mim. Dirigi até um local mais afastado próximo a um prédio abandonado. Estacionei, saí e tirei Eliana do carro. Ela estava amando aquilo tudo. Coloquei ela deitada de barriga contra o capô. Coloquei minha virilha contra sua bunda. “É isso que você quer?”

“Me diz é, isso que você quer então”. Ela respondeu séria.

“O que eu quero?” O que eu queria na hora. Senti toda aquela raiva, todo aquele desejo. A bunda empinada de Eliana me chamava.

“Sim”. Respondi agarrando sua bunda.

“Eu quero seu pau”. Ela me devolveu empinando ainda mais a bunda. Com a mão esquerda levantei seu vestido. Com o dedo com a aliança abaixei sua calcinha e entrei em seu cu.
Ela não gritou, ela gemeu.

Gemeu como se tivesse derretido. Senti no meu dedo seu cu apertar forte. Além disso, estava quente, meu dedo parecia queimar naquele calor. Tirei o dedo e abaixei minha calça. Meu pênis estava tão ereto que faria inveja em um jovem. Tentei enfiar meu pênis no ânus de Eliana mas não consegui. Parecia que meu dedo tinha alertado seu ânus, não estava mais relaxado.

Então foquei em sentir o calor do seu cu com a ponta do meu membro. Fiquei movendo ele ao redor da entrada do orifício. Eliana sobre o capô soltava pequenos gemidos no ar da noite. Seu corpo estava começando a relaxar, assim com um golpe rápido da virilha, fiz meu pênis entrar por completo. E ela gritou. Me senti horrível, movi meu quadril para longe, quando minha cabeça atingiu o seu esfíncter, ela falou.

“Não tira”. Moveu sua bunda para trás, seu cu abocanhou meu membro por completo de novo. Com tesão comecei a bombear em seu ânus que apertava meu pênis tal que mal conseguia movê-lo.

Eliana gemia doce, derretida sobre o capô do carro. Enfiei meu pênis o máximo que pude, com meus testículos encostando nos dela. Fundidos, joguei meu corpo sobre o dela. Suas costas eram quentes, seu perfume afrodisíaco e seu cabelo sedoso. Ela me susurrou algo que não entendi e em seguida ela fez seu cu apertar e soltar meu pênis ritmicamente, me fazendo gemer feito um animal em seu ouvido. Parecia uma massagem feita pelo seu reto em mim. Sentia cada fresta dele me acariciando com um abraço de mil mãos.

Quando ela parou os movimentos , retirei meu membro completamente apenas para penetrar de novo. Senti seu ânus se abrir para minha glande, e se fechar quando ela saia. Meu coração palpitava além do que achava possível. Era delicioso, cada vez que estava seu cu parecia mais quente e mais soltou. Quando atingi o mais profundo nela, Eliana se contorcia e seus lábios surravam meu nome como se eu fosse o último homem na Terra.

Sentindo aquele parece logo me dei conta que uma das mãos de Eliana se dirigia até sua própria virilha. Nunca havia feito sexo com uma mulher trans mas pelo movimento sabia que ela estava se masturbando e não entendi. Se parecia tão bom porque ela precisava se masturbar para gozar. Eloise fazia isso quando faziámos sexo. Nem toda mulher cis goza pela penetração, eu entendia que meu pênis não era suficiente. Entretanto, desta vez, por algum motivo, eu não aceitei.

Tirei as mãos de Eliana do seu pênis. Levantei ela do capô segurando seu corpo pelos seus seios. Joguei sua bunda contra a minha virilha e aumentei o ritmo da penetração eufórico.
Minha respiração ofegante, os gemidos de Eliana e o som de sua bunda contra minha virilha eram os únicos sons na noite.

Senti minhas pernas bambas, aviso do que estava vindo. Sentei no chão ainda engatado com Eliana, que começou a quicar sobre mim. Assim, seu corpo descia todo sobre meu pênis que penetrava mais fundo do que já tinha ido. Ela levantou a bunda, fiquei junto dela só pela ponta da glande. Eliana desceu com tudo enquanto gemia alto como uma loba. Contraiu o seu reto e eu gozei fundo dentro dela. Meu pênis pulsava dentro dela duro feito aço enquanto ela falava entre gemidos.

“Estou gozando”. Virou o rosto para mim, parecia um anjo com a luz do luar sob sua face branca. Não aguentei e a beijei, por uma doce eternidade.

Após o clímax fiquei inebriado e tudo que lembro e de ambos deitados no chão, a cabeça de Eliana sob meu peito. Quando vimos que estava tarde, voltamos para o carro. Eu deixei ela em sua casa. Após um beijo de despedida, ela me contou que nunca tinha gozado daquele jeito, sempre precisando se masturbar. Fiquei lisonjeado.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


246344 - A aluna trans e o professor casado: parte 2 - Categoria: Travesti - Votos: 4
244096 - A aluna trans e o professor casado: parte 1 - Categoria: Travesti - Votos: 13
243714 - Diana e aposta mais imbecil da minha vida - Categoria: Confissão - Votos: 1
233600 - Crente da cabeça à quase os pés- parte II - Categoria: Fetiches - Votos: 5
226742 - A vingança da corna: Parte II- o irmão tímido - Categoria: Heterosexual - Votos: 4
226584 - Crente da cabeça à quase os pés- parte II - Categoria: Fetiches - Votos: 6
223524 - A vingança da corna: um porteiro atencioso - Categoria: Fantasias - Votos: 4
222567 - Boquete especial na praia - Categoria: Fetiches - Votos: 3
222105 - Crente da cabeça até quase os pés - Categoria: Fetiches - Votos: 12

Ficha do conto

Foto Perfil arbmos
arbmos

Nome do conto:
A aluna trans e o professor casado: parte 3

Codigo do conto:
262520

Categoria:
Travesti

Data da Publicação:
20/05/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0