O TURISTA MINEIRO NO CAIU NA PICA NO CARNAVAL DE SALVADOR
O ano de 2024, sem dúvidas, foi o ano em que tive meu maior apetite sexual e que me possibilitou ter diversas experiências sexuais. Dentre elas, transei pela primeira vez com um turista. Sempre li diversos contos, tweets e comentários de que as pessoas de outro estados transavam assim ou assado. Até então, eu só havia tido experiências com homens baianos e ansiava por um dia poder transar com alguém de outro estado para dar o ultimato se de fato as conversas sobre o assunto eram verídicas. Uma noite, estava de bobeira em casa e recebi uma mensagem de um rapaz no grindr. Ele era branco, malhadinho, 1,65cm, passivo e mineiro. Estava aqui em Salvador pra curtir o carnaval e tinha chegado na cidade pela manhã. Conversamos um pouco, trocamos nudes e ele me disse que estava afim de me ver. Avisei a ele que iria tomar um banho e pedir um Uber em direção a sua localização. Como imaginei, ele estava hospedado na Barra (bairro classe alta) daqui de Salvador. Tomei um banho de respeito, aparei meus pelos, passei um bom perfume e fui em direção ao perigo. Ao chegar, sinalizei ele por mensagem que havia acabado de desembarcar do carro. Ele me responde dizendo que estava descendo já e veio me buscar na portaria do prédio em que estava hospedado. Ao nos encontramos, ele me deu um abraço caloroso e me perguntou como foi a viagem. Retruquei dizendo que foi tranquila e perguntei pra ele se ele já estava gostando de estar em terras baianas. A sua resposta foi de que estava amando a cidade e que estava doido pra saber se os baianos eram tão calorosos quanto a cidade. Rimos e subimos para o apartamento. Ao entramos, ele me ofereceu uma cerveja Corona e brindamos. Tomei a cerveja olhando em seus olhos e ele me convida para entramos no seu quarto. Ao chegar lá, coloquei a bebida no chão e ele foi tirando minha camisa. Começamos a nos beijar. Era um beijo gostoso, daqueles beijos lentos, molhadinhos, sem pressa, a sua língua não era nada tímida e adentrava minha boca. Que beijo gostoso! Ele gostava muito de beijar. Da minha boca os seus lábios desceram em direção aos meus peitos, ele mordiscava, lambia e chupava meus peitos com afinco. Eu gemia baixinho de tesão por ele. O rapaz estava com um objetivo muito claro: chegar o mais rápido possível a minha pica. E não demorou muito para que ele descesse em direção a ele e chupasse a cabeça do pau com toda malevolência que provavelmente só os mineiros sabem. Ao sentir sua boca em meu pau, não resisti e comecei a enfiar meu pau rebolando. Ele adorava aquilo. Fui lentamente aumentando as estocadas cada vez mais fundo até sentir que ele estava próximo de engasgar. O mineirinho safado adorava sentir minha pica pulsar em sua boca e eu adorava sentir aqueles lábios macios sendo massacrados por minha rola. Após uns 7-10 minutos socando em sua garganta, fiquei doido pra chupar a pica dele. Desci em direção a sua barriga, puxei sua calça e arranquei sua cueca com os dentes. Eu estava louco de tesão por ele e queria ter certeza que aquela noite seria inesquecível pra nós dois. Vi seu pau e cai de boca com vontade. Era um pau depilado, branco, 17cm, fino, com saco pequeno, mas que dei um trato legal. Lustrei aquela pica como se fosse um pau de 24cm. Fiz o garoto gemer e babar demais. Adorava lamber aquela babinha que saia da sua pica. O mineiro gemia igual um putinha. Continuei descendo em direção ao seu saco, mas com um objetivo muito sério. Eu queria chupar aquele cu. Arreganhei suas pernas e cai de boca naquele rabo apertado. Era um cu muito gostoso de olhar e de chupar. Um cu branquinho, liso, apertadinho. Aquele cu seria minha janta. Tratei de linguar, morder e chupar de todas formas possíveis. Ele me correspondia gemendo igual uma puta barata. Aquilo me deixava louco, eu estava parecendo um cachorro no cio. Mandei ele virar de costas e ficar de 4 pra mim. Ele me obedeceu e sem nenhuma cerimonia. Coloquei o preservativo com um pouco de lubrificante e empurrei a cabeça da pica naquele cuzinho. Ele deu um gemido abafado de dor, perguntei se estava bem e ele respondeu que sim. Continuei fazendo pressão pra minha pica entrar e ela lentamente foi enterrando naquele rabo. Ele estava tão molinho e relaxado que minha pica deslizou todinha pra dentro. Senti meu saco batendo. Comecei fodendo ele bem devagar pra que ele sentisse cada centímetro da minha rola. Naquele vai e vem gostoso, começamos a suar. Comecei a meter mais forte, sentia meu saco indo pra frente pra trás. Batia naquela bunda. Chamava ele de vagabunda e perguntava de quem era aquele cu. O viadinho respondia com voz manhosa de que era minha. Eu dizia pra ele que era o cu mais gostoso que eu já tinha comido e ele me pedia pra socar com gosto. Era tudo que eu queria ouvir. Sem dó algum, eu tirava minha pica e colocava toda de vez. Comecei a bater mais forte naquele rabo branco que rapidamente começava a avermelhar e puxava seu cabelo. Xingava ele dos nomes mais baixos possíveis e dizia que ele era a puta mais barata da cidade. Ele adorava ouvir tudo aquilo. Mudamos de posição. Eu deitei na cama e pedi pra ele sentar em cima e cavalgar. O deixei livre, sem amarras, podendo escolher a sua velocidade. O mineirinho fogoso sentou no meu pau com tanta vontade que parecia que iria quebrar meu pau. Eu estava em êxtase por completo. O puxei em minha direção e dei um beijo. Nosso beijo agora tinha gotas de suor em sua composição e isso era muito excitante. Ele rebolava na minha pica, sentava, travava e ia rápido. Eu adorava tudo aquilo. Depois, agarrei sua bunda com força e comecei a socar com velocidade. Esse ritmo estava tão gostoso que uma hora ou outra, iria gozar. Continuei socando no seu cuzinho e ele começou a se punhetar. Gemendo cada vez mais alto, senti que ele iria gozar, aumentei a velocidade e comecei a enfiar cada vez mais fundo. Ele me agarrou pelo pescoço e gritou que iria gozar. "AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!!!! Vou gozar" e assim fez, ele gozou em todo meu peito e pescoço. Continuei socando. Também estava perto de gozar. Seu cu apertava meu pau cada vez mais forte como se quisesse me expulsar dali. Não aguentei e gozei. Me senti nas nuvens. Após aquela transa deliciosa, fomos tomar banho juntos e nos beijamos. Sai do chuveiro, me enxuguei e avisei que precisava ir pra casa. Ele entendeu e me levou até a portaria e esperou até meu uber chegar. Nos despedimos com um abraço e combinamos de nos falar durante os próximos dias. Nos dias seguintes, ele me mandou mensagem pelo whatsapp perguntando se eu estava disponível pra transar. Infelizmente, eu não estava e expliquei pra ele sobre a situação. Foi a última vez que nos falamos, perdi seu contato e nem lembro seu nome. A única coisa que ficou na minha cabeça foi a memória de uma das fodas mais gostosas que já tive.
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