Não pensei duas vezes. Abri o zíper, botei meu pau para fora e comecei a bater uma punheta firme, assistindo ao vivo. O moreno de óculos estava de joelhos, revezando a boca babada entre a rola do gordão e a do cafuçu, engolindo tudo com gosto. O som dos chupões e os gemidos baixos ecoavam no azulejo, enquanto eu acelerava a mão olhando aquela boca trabalhar. Mas o perigo era constante: por ser horário de almoço, o entra e sai de clientes era infernal. Toda vez que a maçaneta girava, o coração disparava, a gente guardava as ferramentas correndo e fingia costume até o intruso ir embora.
O movimento trouxe carne nova. Entraram um novinho negro, que trabalhava ali mesmo no mercado e ostentava um corpo firme, e outro negro baixinho com cara de safado. O tesão coletivo subiu. Continuamos ali na espreita, nos tocando, até que o novinho se ajoelhou e começou a chupar o negro baixinho com vontade. Nisso, o moreno de óculos — que carregava uma aliança dourada brilhando no dedo esquerdo, o legítimo casado safado — perdeu completamente o controle. Abaixou a calça até o joelho, deixando a bunda de fora, e enfiou a mão com tudo, sem dó, no cuzinho apertado do novinho. A intenção dele era clara: queria comer o moleque ali mesmo, mas o medo de o banheiro lotar e ele ser pego de calça arriada falou mais alto. O pau dele acabou amolecendo pela paranoia, frustrando o plano de arrombamento coletivo.
O cafuçu meteu a roupa e foi embora, mas o substituto que apareceu elevou o nível do jogo. Era um baixinho careca, na faixa dos seus 48 anos, mas com uma reputação monstruosa: o cara é dono de uma verdadeira rola cavalar. Eu já conhecia o estrago que aquele monstro fazia. Ele entrou na roda, atiçando todo mundo, mas a movimentação no banheiro estava insuportável, cortando o barato de quase toda a banca.
Eventualmente, o cansaço e o medo de rodar espantaram a maioria. Só sobramos nós dois: eu e o macho da rola de cavalo. Com o banheiro um pouco mais calmo, ele veio para cima de mim com sede. Começou chupando os meus peitos, mordiscando e lambendo com uma precisão que me fez arrepiar inteiro. Depois, ele desceu para o meu pau, engolindo a minha rola com uma boca quente e molhada, me deixando louco. Quando subiu o olhar, o pedido dele foi direto e sem rodeios: queria o meu cuzinho.
Olhar para aquele monstro de perto dava medo e tesão na mesma proporção. Aquela rola tem facilmente mais de 25 centímetros de puro músculo. Minha mão é de tamanho médio, e quando tentei envolver o pau dele, os meus dedos nem se encontravam de tão grossa que era a circunferência. A anatomia daquela peça era absurda: começava com uma cabeça média, mas no meio o tronco expandia de um jeito bizarro, dando uma leve afinada perto da base. Era um tronco maciço, pronto para rasgar.
Eu hesitei por um segundo. Não por falta de vontade, porque tudo o que eu mais queria era sentir aquela tora me arregaçando por dentro, mas o risco de alguém abrir a porta e pegar o flagrante era gigante. Só que o tesão falou mais alto e eu acedi. Quando ele posicionou a cabeça da rola seca na minha entrada, sentiu a resistência imediata e percebeu que no seco não ia rolar. O cara, macetado na putaria de banheiro, puxou um tubo de lubrificante do bolso. Lambuzou a tora dele e, em seguida, enfiou dois dedos besuntados no meu cu, esticando a minha entrada para preparar o caminho.
Quando ele veio de novo, foi uma loucura. A rola dele, completamente escorregadia, deslizou com tudo para dentro de mim. Entrou até a metade, mas quando chegou na parte mais grossa do meio, travou. O meu cu apertou e não deixou o resto passar. Ficamos nessa dança violenta por quase 40 minutos: ele empurrando com força, me fazendo gemer baixinho contra a parede, a gente parando e segurando o fôlego toda vez que alguém entrava para usar o mictório, e voltando a estocar assim que o caminho ficava livre.
Estávamos no ápice daquela foda tensa e gostosa quando o pior aconteceu: a faxineira entrou com o balde e o rodo disposta a limpar o banheiro de qualquer jeito. Fim de jogo.
Tivemos que nos vestir às pressas e sair dali sem gozar. Voltei para os meus compromissos com o cu completamente arrombado, dolorido e pulsando pelo esforço, mas com a mente pegando fogo. Meu único objetivo agora é encontrar esse macho cavalo de novo, num lugar com mais tempo, para relaxar bem e engolir aquela rola monstruosa inteira, até o talo.