O som dos meus saltos na calçada dos Jardins é ritmado, um tique-taque agudo que marca minha passada e chama a atenção até de quem não está olhando. Eu me ajusto, puxando a bainha do uniforme de cuidadora, mas a seda da lingerie branca por baixo roça na minha pele, um lembrete constante, quente e úmido, de quem eu sou quando o uniforme sai. Meus cabelos loiros estão presos num coque impecável, as unhas feitas num vermelho vibrante que combina com a batom que acabei de retocar. Aos 45 anos, com meus 1,65m e 68kg distribuídos em seios fartos e uma bundinha média, mas durinha de tanto pilates, academia, eu sei que sou um espetáculo. Mas ninguém aqui imagina o que se passa na minha cabeça... e entre minhas pernas. Há três anos, meu marido, meu corno adorável e dedicado, decidiu que eu não podia ficar apenas para ele. Ele me iniciou nesse mundo, me transformou numa hotwife fogosa, uma mulher que sacia seus desejos fora do casamento enquanto ele espera em casa, torcendo e sofrendo de prazer. Durante o dia, sou a mãe exemplar, a cuidadora paciente de uma senhora idosa no 12º andar. Mas à noite, ou nos intervalos, a loba acorda. O elevador de serviço para com um "ding" suave. As portas se abrem e eu me deparo com ele. Carlão. O segurança do prédio. Negro, alto, 1,80m de pura força bruta e autoridade. O uniforme preto parece prestes a rasgar nos ombros largos e nos braços musculosos; ele tem 80kg de músculos definidos, e o cheiro dele, uma mistura de ferro, suor masculino e um toque de colonia barata, mas que no meu fetiche cheira a puro tesão, atinge meu nariz instantaneamente. Ele mora na Bela Vista, mas aqui, neste condomínio de luxo, é o rei da manutenção e segurança. — Bom dia, Dona Carla — ele diz, com aquele sorriso de dentes brancos que brilham contra a pele escura. A voz é grave, faz meu estômago dar um nó. — Bom dia, Carlão — respondo, mantendo a compostura, mas sentindo o calor subir pelo pescoço. Nosso olhar se prende por um segundo a mais do que seria profissional. Ele nota. Ele sempre nota. Nas últimas semanas, a amizade entre nós evoluiu de cumprimentos no corredor para conversas longas na área de serviço enquanto eu esperava a comida da minha patroa chegar. Eu me abri. Contei para ele sobre o meu "mundo liberal", sobre o meu marido corno que adora saber que estou sendo usada por outro homem. Vi o interesse dele crescer, a pupila dilatar, a postura mudar de respeitosa para predadora. Ele não se intimidou; ele se ofereceu como um predador. Agora, são duas da manhã. O prédio está em silêncio, apenas o zumbido do ar-condicionado central. Meu turno acabou, mas em vez de ir para casa, desço até o subsolo. Meu coração bate contra as costelas, não de medo, mas de antecipação pura e visceral. O corredor que leva à antiga academia do condomínio está escuro, iluminado apenas por luzes de emergência. A academia foi desativada meses atrás, as máquinas empoeiradas e cobertas com lençóis velhos. Empurro a porta pesada. Ela range um pouco, mas abre. O ar dentro é mais frio, cheira a borracha e metal velho. Mas no canto do salão vazio meio escondido, há uma ilha de conforto. Carlão preparou tudo. Um colchão de casal está estendido no chão, coberto com lençóis brancos imaculados que parecem roupa de cama de hotel cinco estrelas, contrastando com o ambiente de concreto. Há algumas velas no outro cantos, projetando sombras dançantes nas paredes. Ele está lá, encostado numa parede, sem a camisa. A luz das velas banha o torso negro dele, definindo cada músculo do abdômen e os braços fortes. Quando me vê, ele se endireita, o volume na calça já visível, prometendo os 22 centímetros que ele tanto se gabou — e que eu tenho muita vontade de provar. — Você veio — ele diz, não como pergunta, mas como afirmação. A voz rouca ecoa na sala vazia. — Eu disse que viria — respondo, minha voz tremendo levemente. Eu tranco a porta atrás de mim. O som da chave girando parece o selo do meu destino. Ele caminha até mim. O passo é pesado, dominante. Eu sinto minha boca secar e minha buceta, molhada, apertar as coxas. Quando ele chega perto, a diferença de altura me faz sentir pequena, frágil, pronta para ser dominada. Carlão levanta a mão e toca meu rosto, os dedos ásperos roçando na minha bochecha macia, descendo pelo pescoço até o decote do uniforme apertado. — Vamos tirar esse uniforme — ele ordena, e minhas mãos obedecem antes mesmo que meu cérebro processe o comando. Desabotoo a farda, deixando-a cair no chão. Fico apenas em lingerie e salto alto. O sibilo dele de aprovação é tudo que eu preciso ouvir. Ele me puxa pelo braço com força, mas não brutalidade, e me joga de costas no colchão. O macio dos lençóis acolhe meu corpo, mas o olhar dele me perfura. Carlão se ajoelha entre minhas pernas. Suas mãos enormes seguram meus tornozelos, abrindo minhas pernas com força, expondo minha calcinha molhada. Ele não perde tempo. Puxa a lingerie para o lado e desce a cabeça. A primeira lambida no meu clitóris que ja estão inchados de tesão é um choque elétrico que percorre minha coluna. Ele lambe com voracidade, sugando, mordendo levemente as coxas internas, misturando dor e prazer. Meus quadris se contorcem, minhas mãos entram no cabelo raspado dele, puxando-o contra mim. — Ah, Carlão... que língua boa é esta — sussurro, a voz embargada. — Come minha buceta, meu negão safado. Ele ri contra minha carne vibrante, a vibração me fazendo gemer baixinho. Ele enfia a língua dentro, me preparando, me esticando, enquanto seus dedos roçam meu cuzinho apertado. Eu sei o que ele quer. Pois eu disse a ele que tudo era dele. De repente, ele levanta. Ele tira a calça e a boxer de uma vez. O pau dele salta para fora, escuro, grosso, enorme. Os seus 22 centímetros balançam, rígidos, com veias saltadas. Eu sinto um misto de medo e fome descontrolada. Ele se deita sobre mim, o peso do corpo esmagando-me deliciosamente, e beija minha boca, fazendo eu provar o meu próprio gosto. — Ele diz vai ser minha puta vadia, Carla — ele sussurra no meu ouvido, mordendo o lóbulo. — Vai tomar toda minha rola. Ele guia a ponta para a entrada da minha buceta escorregadia. Empurra. A cabeça do pau entra, forçando o anel muscular. Eu respiro fundo, meus seios pressionados contra o seus peitoral duro dele. Ele vai entrando, centímetro por centímetro, me enchendo, me esticando até o limite. Eu grito baixinho, um som abafado pelo ombro dele. É denso, é quente, é divino. Ele começa a me foder. Sem piedade. Puxa quase tudo para fora e enfia de novo, fundo, batendo no meu útero. O som de pele batendo na pele, tchap, tchap, tchap, ecoa pela academia vazia. Minhas pernas se enrolam na cintura dele, meus saltos cruza nas costas dele, puxando-o para dentro. — Sim! Fode minha buceta! Me usa, Carlão! — eu gritei, perdendo qualquer vestígio de vergonha. — Meu marido corno adora saber que estou sendo bem comida! Ele ri, um som gutural, e aumenta o ritmo. O colchão range sob nós. Ele segura meus pulsos acima da cabeça com uma mão só, imobilizando-me, mostrando sua força. Eu sou apenas um objeto de prazer agora, um buraco quente para ele usar, toda arreganhada para ele. — Ele manda me vira de quatro — saindo de mim de repente, deixando um vazio gelado. Eu obedeço imediatamente. Fico de quatro, apoiando os antebraços no colchão, minha bunda, buceta levantada para ele, oferecida. Ele espalha minha bunda com as mãos, olhando meu cuzinho rosado. — Ele diz que agora meu rabo é so dele, entendeu? — cuspinhando na minha abertura e lubrificando com o dedo. — É todo seu, meu amor, meu macho gostoso — eu imploro, olhando por sobre o ombro. — pedido para ele me arromba meu cuzinho. Ele posiciona a cabeça gigante no meu cuzinho. Empurra. A dor é aguda, um estiramento que me tira o fôlego. Eu gravo as unhas nos lençóis. Ele não para, empurra com insistência até que o anel ceda e a cabeça entre. Eu suspiro, lágrimas nos olhos, mas o prazer logo substitui a dor. Ele começa a me foder no rabo, devagar no começo, depois mais rápido e mais fundo. — Que cuzinho apertado, Carla! Você é uma vadia mesmo! — ele fala, me dando tapas na minha bunda que fazem minha pele queimar. O estímulo é demais. A mão dele vai para a frente e começa a mexer no meu clitóris enquanto ele destrói meu rabinho. A onda de orgasmo sobe, incontrolável. — Vou gozar! — eu gritei baixinho. — Não para! Não para! Meu corpo estremece, meus músculos contraem violentamente ao redor do pau dele. Eu jorro, meu gozo escorrendo pelas coxas, sujando os lençóis brancos. Ele sente minha contração na rola dele. — Toma minha porra meu leite quente, minha putona! — ele ruge, cravando-se até o fim. Sinto o jato quente explodir dentro de mim, enchendo meu reto, me marcando por dentro. Ele continua bombeando, esvaziando tudo, até que o corpo dele relaxa sobre o meu. Ficamos ali, ofegantes, na academia desativada, o cheiro de sexo e suor impregnando o ar. Eu sou a esposa dedicada, a mãe cuidadosa, mas neste momento, com o leite dele escorrendo de mim, sou apenas a puta vadia do Carlão. E nunca me senti tão viva.
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