Oi. Pessoal, então, este é continuação do Conto “Apresentando Nossa Mala dos Prazeres”, neste irei relatar em um uma outra visita Laryssa em nossa casa, isto aconteceu após ela já ter conhecimento do que tinha na nossa agora citada “Nossa Caixa de Risos”.
Então meu nome é Dante, tenho 52 anos, namoro a Julia, ela tem 43 anos, Luna tem uma filha chamada Laryssa, esta tem 25 anos. Eu e Julia adoramos nos explorar em nossos momentos de intimidades e para isso temos muitos brinquedos eróticos, uma mala de viagem cheia deles, na verdade, e Julia sempre quis mostrar para sua filha, a Laryssa, e em um final de semana que ela passou com a gente entre um assunto e outro nas conversas delas a mala foi motivo, de conversa entre elas, novamente, lembrando que Laryssa é casada, mas o marido dela não dá importância para esse lado sensual e sexual, e enquanto víamos os brinquedos Laryssa lamentava por seu esposo não ser voltado para esses “prazeres
Na manhã do dia seguinte Julia, minha namorada saiu para trabalhar e ficamos em casa eu e a enteada, fiz café, coloquei a mesa e chamei a Laryssa para tomar café comigo, ela logo levantou e se sentou a mesa, ela veio vestida com seu pijama de dormir, era um short Doll, a camisa sem bojo, ela deve ter seus 1,60 de altura, os seios bem soltinhos, sabe aqueles separados um do outro, não são grandes, mas bem soltinhos, um bumbum com os glúteos separados, deixam o reguinho bem amostra, e a cinturinha, bem curvadinha, sinceramente, eu não tinha nem segundas nem terceiras intenções com a enteada, mas quando ela passa por mim, que estava na cozinha e vai para o banheiro vestida daquele jeito, pensei, “não, ela não vai vir assim tomar café, ela vai colocar uma calça jeans, ou um roupão”, mas não, ela lavou o rosto, deu um jeito nos cabelos ondulados e veio, quando ela saiu do banheiro eu olhei para ver se ela estava vestida diferente, mas não estava. Eu estava mexendo no celular e quando olhei para ela o olhar foi de baixo para cima e parei bem nos olhos dela, ela parou na porta do banheiro e perguntou: “Tudo bem”, respondi que sim, que estava tudo ótimo.
Ela pegou a xicara da mesa foi na cafeteira pegar o café, e eu de canto de olho olhando aquele corpo desfilando na cozinha da casa, putz, vou confessar, é difícil segurar viu, difícil controlar os instintos. Ela se sentou, e ali pegando o pão, adoçando o café e meus olhos foram hipnotizados por aquele par de peitos balançando dentro da camisa do pijama, foi um gatilho para minha imaginação e já imaginei o sugalik sendo pingado nos mamilos dela e ela estremecendo de tesão, kkk.
Interrompi o que estava fazendo no celular para dar atenção a ela, afinal de contas ela estava sem celular naquele momento, começamos a conversar sobre tempo, clima, trabalho e sem esperar ela abordou sobre a “Nossa Caixa de Risos”, a mala de brinquedos eróticos que eu e a mãe dela temos, ela falou que agora tinha a certeza aquilo que imaginava, que eu e a mãe dela éramos bem safados, eu ainda conclui, “isso é o que você viu, e o que você não vê, não sabe”, Laryssa, eu e sua mãe realizamos fantasias que muitos casais não tem coragem nem de abordar em conversas entre eles, quem dirá entre rodas de amigos, ela arregalou os olhos, eu parei de falar, ela deu uma gargalhada e disse, continua, quero saber, kkk, eu perguntei, mas você e seu marido não vivem isso, ela disse que não, que ele não é ligado nessa área da sexualidade, sensualidade, falei, poxa, que desperdício, você linda e sexy assim sem ter seu corpo explorado, ele não sabe o que está perdendo e o risco que está correndo!
Ela meio que murchou. Mas eu tentei fazer com que ela voltasse a brilhar e perguntei o que ela havia achado dos brinquedos eróticos que eu e a mãe dela temos, ela falou que amou, que gostaria de ter também, de poder brincar com seu esposo, a interrompi e falei, qual você achou mais interessante, ela respondeu: “o conjunto sado, fico imaginando aquilo tudo no corpo, me sentir submissa, ser chicoteada, imagino ser bem louco”, eu a interrompi novamente e perguntei: “quer sentir”? Sabina meio que travou, e ficou em um mais, mas..., mas, eu falei, “não, sem acontecer nada de mais, colocamos em você, estamos só eu e você aqui, ninguém mais vai ficar sabendo, topa? Ela suspirou, e disse: “tudo bem, vamos ver se consigo”.
Eu nem ia pedir para ela tirar o short Doll, fui pegar a mala de cima do guarda-roupa quando me volto colocando a mala em cima da cama ela estava nua, eu quase levei um choque, kkk, mas enfim, logo vi que ela estava beeeemmmm a vontade. Ela ficou em pé em minha frente, agora aquilo que só estava na minha imaginação estava literalmente esfregando na minha cara. Reuni na cama o conjunto sado, algemas, vendas para os olhos, chicote, a mordaça, a coleira, os grampos para os seios, assim como fui separando ela já foi tentando colocar, logo comecei a “ajudar” ela, pronto, colocamos, agora só faltava a venda e a algema, coloquei a venda, ela começou a ter espasmos, falei “se não se sentir bem pode tirar a venda, você ainda não está algemada, rsrs”, ela falou, pode algemar, quero ir além, ta bom então, já que pediu, e ela sentiu o frio do ferro das algemas nas mãos, perguntei, o que quer sentir mais, tem o chicote, quer sentir umas chicoteadas, ela: “pode dar, quero sentir”, peguei o chicote e bate de leve, depois mais forte, mais forte até ela soltar gemidos e os “ais” e risos, falei: “acho que você aguenta algo mais”, ela, “vamos tentar, se eu não suportar peço pra parar”.
Coloquei ela deitada na cama, peguei o separador de pernas da mala, abri as pernas dela, coloquei as tornozeleira, ela ficou com as pernas abertas, olhei a buceta no meio das coxas, estava brilhando, meladinha, eu estava de calça jeans, mas a pika estava tão dura que quase abria o zíper, kkk. Imaginem, a guria me provocava estando só de short Doll, agora estava nua, peladinha e toda presa, mas não tinha autorização para ir além de onde estava, mas perguntei, quer sentir algo mais, ela parou um pouco pensando, e falou, pinga o óleo, pinguei, ela estremeceu, perguntei: “posso fazer massagem”, ela sinalizou que sim, pinguei óleo nas coxas e fiz massagem subindo para as coxas, agora já não estava aguentando, e a mão foi subindo para as virilhas, ela falou: “Cuidado com o que você vai provocar, lembrando que estamos sozinhos aqui, isso não é bom sinal”, fui lentamente com a mão fazendo círculos, ela vociferou: “nunca fui tocada assim”, subi mais os dedos fazendo círculos, ela não podia fechar as pernas pois estava presa no separador, senti ela relaxar, fui bem devagar até próximo da virilha e direcionei o dedo na buceta, ela não reagiu negativamente, fui mais próximo, nossa, agora a senti o mel na ponta do dedo, perguntei: “posso continuar”, ela: “deve”, pinguei óleo no abdômen e fui descendo os dedos para buceta, ela gemeu, cheguei nela, busquei o grelo, ele estava durinho, massageei ele, ela arrepiava, estremecia, sabia que essas reações eram orgasmos, logo ela pediu para tirar as algemas e a mordaça, tirei, ela começou a apertar os seios, e eu ali no grelinho, de repente ela pede, “tira o separador e me chupa”, pqp, tirei ele, ela ainda com os olhos vendados me puxou com as pernas para a buceta e eu nem bobo nem nada abocanhei, lambi, suguei o grelo até ela gozar em minha boca, ela tirou a venda dos olhos e falou; “nossa, você ainda está vestido, pensei que estava pelado”, só estou fazendo o que me pede, respondi, ela: “então tira essa calça e me fode!
Nossa, eu estava explodindo de tesão, tirei a calça a cueca, a pika saltou dura na frente dela, peguei da mala um preservativo, pronto, agora pode ser como você quiser, ela veio para a beira da cama, ficou na posição frango assado e disse, “me fode como faz com minha mãe quando estão sozinhos”, agarrei as pernas dela, levantei o quadril dela, encaixei a pika e meti, caralho, o que senti naquele momento foi indescritível, soquei fundo, joguei as mão dela para trás, acima da cabeça e soquei, os peitos balançavam, ela se revirava e a pika socando fundo, ela gemia e eu socando forte na enteada, logo coloquei ela de quatro e falei gostoso de uma forma que seu marido nunca fez, eu de pé do lado da cama, empinei o traseiro dela, dei uns tapas, ela gemia e ria, troquei a camisinha e encaixei na bucetinha, caralho, ela gritou, ela: “assim que faz com a mãe”, eu: na sua mãe faço mais, fodo até o cozinho, kkk, ela: “que safado”, enrolei a mão no cabelão comprido dela e soquei, dava tapas e socava, socava, a enteada suando nas costas e eu socando até que não aguentei e gozei, estremeci e soltei jatos de porra, senti minhas pernas estremecerem e amolecer, tirei a pika de dentro dela, ela caiu esmorecida na cama, me sentei na cama, ela foi tirando o que ainda tinha no corpo de brinquedos sado, pegou a toalha e nua foi para o banheiro e eu fui logo atras lavar a pika na pia, ela no chuveiro dentro box pediu segredo e que ficasse só entre eu ela, ninguém em hipótese alguma poderia saber do que tinha acontecido, abri o box, ela estava toda molhada, o corpo brilhando, a pika deu um salto e ficou dura novamente, ela olhou para mim, olhou para a pika, virou de costas, ah, eu não aguentei, entrei no box, e como a buceta estava com sabonete intimo que ela estava lavando, agarrrei ela por trás, a encaixei e a pika entrou voando na buceta, foi quando lembrei que estava sem camisinha, quis recuar, ela fala: “continua, eu tomo injeção para não engravidar”, caralho, quando ouvi aquilo, o tesão foi a mil, minhas mãos subiram até os peitos, apertei eles com força, ela gemeu alto, forte, a pika tocando no fundo do útero, foi quando ouvi ela pedindo: “goza dentro de mim vai, quero sentir a porra escorrendo nas coxas”, caralho, eu tinha gozado minutos antes, continuei bombando a pika dura como madeira, afastei ela de mim segurando pelo quadril e só observava a pika entrando e saindo, entrando e saindo, entrando e saindo, o tesão foi aumentando, olhava a curvinha nas costas dela, o bumbum redondinho, ela empinou mais, a pika foi dando sinais que o gozo estava vindo, continuei, ela espalmou as mãos na parede, isso era sinal que estava gozando, eu olhando isso tudo não aguentei, gozei, senti minhas pernas tremerem, o corpo arrepiou e esmorecemos juntos, ela com a cabeça baixa, esmorecida, falou: “caralho, a mãe é uma mulher de sorte tendo um macho como você pra foder ela” e rimos.
Aproveitamos que estávamos ali no box tomamos banho juntos e nos vestimos, saímos do banheiro prometendo segredo, ninguém nunca pode saber do que aconteceu ali naquela manhã, só resolvi contar aqui, segredo entre a gente, ta bom, não espalhem, rsrs.
Escrito por Arthur Facts and Stories baseado em aventura vivida por seguidor.