“Primeira vez na casa de swing marcou demais, foi louco, mas quero mais, mais, e mais”



Olá, me chamo Franciele, tenho vinte e três anos, sou filha única, minha mãe é professora e meu pai é caminhoneiro. Sendo filha única sempre fui paparicada e meus pais sempre deram tudo que eu quis, mas também me incentivaram a estudar, a ter um objetivo na vida, a não somente depender deles e eu sempre fiz assim, e fazendo como eles sempre me pediam, auxiliando minha meus pais em casa sempre tive deles o que pedia, não me proibiam a sair com amigos, amigas, sair em festas, mas eles sempre me aconselharam a me cuidar, se acontecesse de transar com algum rapaz, nunca esquecer de usar camisinha, de saber escolher bem com quem ia sair, ficar, transar, sempre tivemos um papo franco e transparente, pois eles falavam, e isso é consequência e está ligado ao nosso instinto, fazer sexo, transar, a nos descobrir e descobrir as sensações que nosso corpo pode nos proporcionar, e o que outros nos tocando pode nos dar, e nisso, com nossos diálogos com meus pais minha imaginação sempre foi fértil, e tudo que tinha de duvida sobre relacionamentos perguntava para minha mãe sem filtros.

E envolvida nisso, o que ouvia de meus pais, de minha mãe que passava mais tempo comigo em casa compartilhava com minhas amigas, e elas lamentavam por não terem pais assim como os meus. E em nossas rodas de nessas conversas na faculdade, comentamos que o final de semana se aproximava e não tínhamos nada programado para fazer, e um dava dicas de lá, outros de cá, até que eu bem louca falei, “por que não vamos em uma casa de swing, tenho curiosidade de conhecer, e vocês não”? Todos me olharam assustados, pois era tabu para eles conversarem a respeito, ou ir em locais assim, ao final ninguém, naquele momento ninguém quis. Pois bem, nos despedimos e fomos cada um para sua casa. Na tarde daquele dia recebo a mensagem da Paola, meio sem jeito falou que se aquele convite de ir à casa de swing estivesse em pé ela toparia, disse que não falou na hora por que não esperava ouvir aquela proposta naquele momento e que ficou sem saber o que responder e que tinha receio de dizer que toparia e o restante do pessoal agir estranho com ela. Pronto, agora já tinha com quem ir, kkk, combinamos de ir na sexta-feira.

Uma euforia tomou conta da gente, kkk, pesquisamos com que roupa ir, qual casa era mais aconselhável ir, claro, não contamos nada a ninguém, organizamos tudo em segredo, a princípio nem para minha mãe falei, só disse que iria sair e voltaria não tão cedo, mas que informaria tudo a ela. A sexta-feira chegou, passou a manhã, a tarde, a noite, pedi o carro de minha mãe emprestado, passei na casa da Paola, sai de casa com roupas normais, hehehe, mas no porta-malas tinha uma mochila com “as roupas para entrar na casa”. Antes de chegar na casa dentro do carro mesmo, no banco traseiro nos trocamos, nós duas não acreditávamos no que estávamos fazendo, kkk, uma verdadeira loucura, um frisson tomou conta da gente ali no carro, a gente ajustando as peças, nos olhamos, de repente nos atracamos em beijos, foi muito louco, uma pegação entre nós duas, foi muito louco, de repente paramos, nos olhamos e começamos a rir daquilo tudo, mas enfim, o objetivo era chegar na casa de swing.

Entre risos, suspiros e um silêncio que gritava alto entre nós duas chegamos à casa, passava de vinte e três horas, havia um bom número de pessoas, música alta, pessoas circulando. Uma recepcionista foi nos mostrar todos os espaços, e logo sentimos uma atmosfera de desejo, tesão, prazer, o perfume que exalava nos ambientes mexia com nossos instintos, mas fomos esclarecidos que como éramos solteiras só poderíamos entrar na ala dos solteiros, a não ser que fôssemos convidados por alguém para entrar na ala dos casais, voltamos para próximo do bar, pegamos bebidas e nos sentamos próximo da pista de dança, ficamos ali juntinhas um segurando na mão da outra, observando a movimentação e quando deu meia noite foi aberta a programação da noite, resolvemos nos agitar, levantamos e começamos a dançar, como estávamos sozinhas, dançávamos uma de frente para a outra e nos tocamos levemente, de repente me deu como um estalo na cabeça, abracei a Paola e falei no ouvido dela; “vamos na ala dos solteiros ver o que está acontecendo lá”, ela; “Bora”. Entramos a principio um silencio, e quando chegamos no sofás, acho que Dark Room que chama tinha um casal se pegando, nos sentamos de frente com eles em outro sofá e ficamos observando, logo o rapaz perguntou se queríamos interagir com eles, a Paola olhou para mim, não esperávamos aquilo, travei uns dez segundos, kkk, e do nada me levantei de onde estava e fui até eles, claro não toquei primeiro, mas toquei nela, na moça e ela logo falou; “pode tocar nele também se quiser”, ouvi, e nesse instante fui voltando e analisando o ambiente em que eu estava, o que estava fazendo, não havia planejado nada, mas tudo acontecia tão naturalmente que resolvi continuar, olhei para Paola na nossa frente, ela estava com as pernas abertas, ela se tocava ardentemente, e olhando ela pousei a mão nas costas do rapaz e deslizei, logo senti mãos me tocando, não eram mãos do casal, nem da Paola, eram outras pessoas que haviam chegado ali que envolvidos por aquela atmosfera nem notamos, eu não soube como reagir, não soube dizer não, as mãos continuaram me acariciando, resolvi olhar quem era, como era a pessoa, esperava e torcia que fosse feio, mal vestido, kkk, mas para minha surpresa não era assim, era um negro alto, físico forte, meus olhos arregalaram quando tive a nítida certeza de quem era e de como ele era. Ele até que foi educado, kkk, perguntou se poderia continuar, eu diante daquele homem maravilhoso não tive forças para falar não e as palavras saíram naturalmente da minha boca e foi: “Deve continuar”.

Ele me colocou em pé, me puxou para junto dele e falou: “Vamos para um lugar reservado”, eu já dominada por aquele homem só concordava, mas falei; “somos duas, pode ser” e apontei para a Paola, pensei que ele diria que não, que somente poderia ser eu, mas não, ele aceitou, nessa hora pensei, “a gente está é lascada!”, kkk. Ele levou nós duas para uma suíte ali mesmo na casa, e como nós havíamos nos pegado no carro, já tínhamos nos experimentado um pouquinho, hehehe, em um olhar decidimos interagir, aquilo foi muito louco, por que nós duas começamos a nos beijar e ele acariciando a gente, ele foi tirando nossas roupas, deixando não uma, mas nós duas nuas, ouvíamos a música da pista de dança longe fomos nos deixando envolver, até que ele pediu para nós duas tirar a roupa dele, aquilo foi bizarro, porque nós duas estávamos nuas, peladíssimas, e ele todo vestido, até bateu uma vergoínha, kkk, mas enfim, quem está na chuva é para se molhar.

Ele em pé, nós duas uma de cada lado dele, fomos despindo ele peça a peça de roupa, realmente, ele era muito gostoso, corpo sarado, mas a surpresa veio no final, quando tiramos a calça notamos o tamanho do volume dentro da cueca, nós duas travamos com receio de tirar a cueca, kkk, mas ele mesmo o fez, a pika saltou na nossa frente, eu não sei, não entendo de medidas, mas devia ter mais de vinte centímetros, aquilo era duro como madeira e balançava entre as coxas dele, ele olhou para nós duas e falou; “Bora, vamos unir o útil ao agradável”, nós duas mudas, caladas sem falar uma palavra, ele abraçou nós duas, a gente encostou nele, minhas mão não tiveram coragem de tocar naquele brinquedo, ele me beijou, me envolveu, e quando abri meus olhos a Paola estava agachada e abocanhando a pika, caralho, aquilo foi muito louco, ele me beijava, a mão dele espalmada nas minhas costa me apertava e descia e apertava meu bumbum, a sensação foi muito louca por que do nada eu apertei ele, minha mão desceu pelas costas dele e apertei o bumbum dele, meio que arranhei, ele gemeu baixinho, a Paola se acabando na pika, ele empurrou nós duas na cama, abriu nossas pernas e começou a chupar, enquanto chupava uma acariciava o grelo da outra, a atmosfera naquela suíte foi de dez a milhão, eu e a Paola gemendo, começamos a nos beijar, ele chupava, lambia, acariciava, não se ouviam palavras, somente gemidos e sussurros, ele colocou nós de quatro, empinou nossos traseiros, ele chupava a gente por traz, mordiscava os lábios da buceta, e notamos que uma das mãos dele parou de nos acariciar, mas ele tinha proposito, ele estava colocando a camisinha, PQP, ele bateu a pika encima do meu bumbum, quando senti aquele peso, aquela lapada me arrepiei inteira, nessas alturas a buceta estava babando a ponto de escorrer nas coxas, ele pincelou a pika na buceta, depois na Paola, voltou pra mim, e senti a cabeça da pika abrindo minha buceta, eu tentei relaxar, agarrei com força no lençol fechei os olhos e me preparei, e senti aquele mastro gigante me invadindo, meu gemido travou, a respiração ficou sufocada, ele tirou, eu bem louca no momento; “continua safado, vai me deixar passando vontade”, a gente caiu na gargalhada, ele deu tapa no traseiro, abriu meu bumbum e meteu tudo, puta merda, aquilo foi louco, por que senti tocar meu útero, eu gemi alto, estremeci, mesmo de quatro senti as pernas bambearem, eu quis deitar, ele me segurou e fez um entra e sai, entra e sai, entra e sai, eu já me desmanchei gozando.

Em seguida ele deitou entre nós duas, olhou para Paola e falou; “gostei da sua mamada, mama de novo” e segurando a pika sem camisinha, segurou os cabelos dela e trouxa a boca dela na pika, aquilo foi louco por que ela não expressou reação, não segurou a pika, ele mesmo segurou, ela mamou tanto, deixou ela babada, e depois ele falou; “agora vem e senta aqui”, a pika gente, vocês não tem noção era grande, grossa e negra, eu não tinha visto nada parecido, a Paola veio de costas para ele e a buceta dela foi engolindo aquilo tudo, eu só observando, ela sentou, a pika dentro dela, ela ficou parada, acomodou a pika dentro e começou a cavalgar, quicar, o macho começou a gemer, eu não quis ficar de fora, fui de frente com ela e comecei a acariciar ela, nos beijávamos, o clima esquentou, sai dela e fui e sentei com a buceta na boca dele, falei; “Me chupa seu puto”, ele me segurou pelas pernas e abocanhou, sugou o grelo e eu gozei gostoso na boca dele, a Paola se esvaiu em gozo na pika gigante e ele não resistiu, depois sentou na cama, nós duas de frente com ele, ele punhetou a pika e jorrou porra em nós duas. Caralho, aquilo foi muito louco.

Nos limpamos de tudo que saiu de nós, kkk, porra, gozo e sei lá mais o que, kkk, nos vestimos como a gente pode e nessas alturas não queríamos mais nada, a gente só queria pra casa, aquilo já nos bastava, claro, no final enquanto saímos eu nem boba nem nada pedi o contato do fodedor, ele mesmo colocou em meu celular, é claro que eu quis de novo, mas depois eu conto, por que agora só quero descansar, kkk, minha primeira visita a casa de swing marcou demais, foi louco, mas eu quero mais, e mais, e mais, kkk!

Escrito por Arthur Facts and Stories

Foto 1 do Conto erotico: “Primeira vez na casa de swing marcou demais, foi louco, mas quero mais, mais, e mais”

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Comentários


foto perfil usuario cacheada-fogosa

cacheada-fogosa Comentou em 20/06/2026

Caralho, deu até vontade rs




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Ficha do conto

Foto Perfil arthureroticfacts
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Nome do conto:
“Primeira vez na casa de swing marcou demais, foi louco, mas quero mais, mais, e mais”

Codigo do conto:
264921

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
20/06/2026

Quant.de Votos:
2

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