Eu e Sônia vivemos juntos há aproximadamente 7 anos e, há uns 4 anos, passamos a fantasiar em nossas relações a presença de um ou mais homens transando com Sônia. Isso fazia com que ela se soltasse mais, parecendo uma vagabunda na cama, querendo cada vez mais sexo.
Sônia é loira, 1,70m, 55kg, cabelos longos, pele branquinha e bronzeada com marquinhas de biquíni, uma delícia. Possui uma coleção de consolos, os quais adora, tendo como última aquisição uma capa para pênis, semelhante a uma camisinha, mas em formato de pau, feita em material sensível, utilizada para aumentar o diâmetro e o tamanho do cacete.
Há algum tempo venho insinuando a Sônia se ela realmente aceitaria transar com mais uma pessoa, o que ela imediatamente recusava. Até que um dia, enquanto eu tomava banho, ela entrou no chuveiro comigo com seu consolo na mão, ajoelhou-se no chão do box e começou a me chupar como louca, engolindo meu cacete inteirinho. Com a outra mão, alisava o consolo em sua bucetinha, até que devagarzinho o enfiava e tirava de sua grutinha deliciosa. Levantei-a e, em pé, começamos a transar como loucos no banheiro, passando o consolo para sua boca e dizendo que queria outro pau para chupar. Gozei como louco e logo depois ela também gozou, mas ainda não aceitava mais uma pessoa em nossa relação.
Permaneci no chuveiro mais um pouco e fui chamado por Sônia, pois havia uma ligação para mim. Era um grande amigo da faculdade, Adriano, que havia ido estudar fora do país e que na semana seguinte estaria chegando em nossa cidade para assistir a uma palestra, permanecendo aqui por uns 10 dias. Sônia ainda não o conhecia e comentei com ela sobre como ele era na época da faculdade.
No dia marcado fomos ao aeroporto e o encontramos cheio de malas e pastas. Adriano veio ao meu encontro e me deu um grande abraço. Eu o apresentei a Sônia, que ele elogiou muito. No caminho de casa, Adriano pediu que eu o deixasse em um hotel, pois não queria nos incomodar. Recusei imediatamente e ainda ressaltei que eu estava de férias do trabalho e não seria nenhum incômodo.
Chegamos em minha casa e ajudei Adriano a descer as malas do carro. Mostrei-lhe a casa e o quarto em que ficaria hospedado. Conversamos um pouco e percebi que ele estava muito cansado da viagem, indo logo repousar.
Eu e Sônia dormimos e, no outro dia, bem cedo, acordamos antes de Adriano. Sônia começou a preparar o café e eu fui até a padaria comprar pães para o café da manhã. Quando voltei, ouvi vozes na cozinha: era Sônia e Adriano conversando. Percebi que ela vestia um minúsculo shortinho de seda rosinha e um top, ambos bem larguinhos, roupa que havia usado durante a noite.
Tomamos o café e Adriano ainda comentou: além de ser muito bonita, minha esposa era uma boa dona de casa. Agradeci os comentários e logo eu e Adriano já estávamos saindo, para que eu o levasse até o congresso que ele iria participar. Ao chegarmos no local, Adriano me falou que eu não precisava buscá-lo, pois voltaria de táxi no final da tarde.
Voltei para casa e falei com Sônia que Adriano não chegaria para o almoço e só viria para o jantar, sugerindo que poderíamos jantar no shopping, pois eu gostaria de comprar algumas coisas e um presente para ele levar quando fosse embora.
Nos aprontamos e saímos. Chegamos ao shopping e eu fui para um lado e Sônia para outro, marcando de nos encontrar na área de alimentação.
No final da tarde voltamos para casa e Adriano já havia voltado do congresso, assistindo TV na sala. Nos cumprimentamos e Sônia foi até o quarto, logo voltando vestindo roupas que havia comprado no shopping, todas provocantes. Dentre elas, um minúsculo biquíni branco de lacinhos que mal cobria seus seios. Adriano ficou boquiaberto ao ver aquele corpo maravilhoso de minha esposa e percebi que ele não tirava os olhos.
Sônia voltou ao quarto, se recompôs e iniciou a preparação do jantar.
Percebi então que Sônia começou a passar a mão sobre o meu cacete, de forma que Adriano não notasse. Começou a desabotoar minha bermuda e logo já estava em contato direto com meu pau. Sônia se remexeu um pouco, fazendo com que novamente seu vestido erguesse, mostrando a polpa de sua bundinha, tirando meu pau para fora e começando a lambê-lo. Percebi que Adriano, neste momento, notou o que estava acontecendo e então levei a mão até a bunda de Sônia, erguendo seu vestido e deixando toda a sua bunda descoberta.
Sônia então ficou de quatro, abaixou minha bermuda até o joelho, levou a mão até seu vestido e o tirou por cima dos ombros, permanecendo apenas de calcinha. Nem olhava para Adriano, mas ele logo percebeu, levantou-se de sua poltrona e sentou-se logo atrás dela, lambendo sua bunda e admirando aquele rabo. Logo levou a mão até sua calcinha, abaixando-a até o joelho e começou a enfiar a língua em sua bucetinha. Percebi somente neste momento o que Sônia havia me dito no banheiro.
Ela começou a rebolar na boca de Adriano, que então passou sua língua em toda a bunda dela, no rabinho, na bucetinha, deixando-a louca, explodindo em um gozo formidável, parando até de me chupar para gritar de tesão.
Sônia então virou-se de frente para Adriano e deu-lhe um beijo de língua, procurando com sua mão o cacete dele. Começou a descer as calças de Adriano, lambendo seu peito, barriga, até chegar em seu pau, que realmente era colossal. Ela o admirou por um segundo e pediu para Adriano se posicionar ao meu lado para medir o tamanho de nossos paus. O dele era quase o dobro do meu, mais grosso e maior, ainda com a pele sobre a cabeça demonstrando que não estava totalmente duro. O tamanho do pau dele era equivalente ao meu com a capa de pinto.
Sônia então começou a nos chupar, revezando ora em um, ora em outro. Percebi que as veias no pau de Adriano saltavam, e ela as alisava com a língua. Virando-se para ele, pediu: “Vem, meu gostosinho, vem me comer com este pinto delicioso, vem socar na minha bucetinha, que hoje eu quero sentir tesão.”
Adriano se levantou, Sônia olhou para mim e, com uma cara de safada, disse: “Vou ficar te olhando para você ver minha cara de puta. Não era isto que você queria? Se levanta e fica olhando.”
Adriano então começou a enfiar devagar na bucetinha de Sônia, fazendo seu pau desaparecer dentro dela, que não tirava os olhos de mim, mostrando uma carinha de puta adorando aquela situação e gritava: “Olha como o pau dele está sumindo na minha bucetinha, olha como está me arrebentando.” Ela rebolava olhando para mim.
Quando o pau dele sumiu dentro dela, me chamou: “Vem aqui, enfia seu pau na minha boca.” Fui até ela e ela ainda gritava: “Ahhh, como eu queria que seu pau fosse grande como o dele.” Eu não aguentei e gozei em sua boca, onde ela lambeu tudinho. Logo depois, Adriano também anunciou que iria gozar e Sônia gritou: “Quero na minha boca, quero outra porra em minha boca, goza na minha garganta para eu sentir o gostinho da sua porra quente.”
Adriano, já não aguentando mais, tirou seu pau da bucetinha de Sônia e jorrou seu sêmen em sua boca, lambuzando todo o rosto dela devido à grande quantidade que saiu daquele pau.
Sônia foi ao banheiro levando nós dois juntos, nos segurando pelos paus e dizendo que queria mais. Tomamos um banho os três, recebendo ainda uma boa chupada dela no box.
Nos enxugamos e fomos para o quarto. Sônia pediu que Adriano ficasse em pé à sua frente, pois queria saborear seu pau mais um pouco. Quando começou a chupá-lo, o pau de Adriano ainda estava mole, mas foi crescendo e crescendo até que ela já não conseguia mais enfiá-lo inteiro na boca. Enquanto o chupava, eu lambia sua bucetinha, deixando-a louca.
Sônia então pediu que eu pegasse a ky e lambuzasse seu rabinho, pois hoje não estaria satisfeita se não recebesse aquele pau no cuzinho. Peguei a ky e lambuzei todo o seu rabinho e, quando enfiei um dedinho para lubrificá-la melhor, ela pediu que eu parasse, pois queria que o pau dele fizesse isso.
Adriano se posicionou atrás de Sônia e foi lentamente socando seu pau para dentro dela, que neste momento mamava em mim com gosto. Percebi que a jeba de Adriano só tinha entrado metade e Sônia começou a pedir mais: “Enfia este pau logo, quero que me foda, que me arrombe, que enfie todo este cacete em mim.”
Adriano então socou com tudo no cuzinho de Sônia, tirando até lágrimas de seus olhos, mas logo ela já estava rebolando no pau dele: “Isso, soca, soca, soca tudo dentro de mim, ahhhh, isso.” Ela gritava de tantos orgasmos que teve.
Adriano então tirou seu pau do rabinho de Sônia e me chamou para fodê-la ali, pois ele iria meter na bucetinha dela. Tentei impedir dizendo que ela nunca havia feito isso, porém, Sônia me calou: “Hoje quem manda sou eu. O que ele quer eu farei. Hoje sou dele e se ele quer assim, serei dele. Você só participa por não ter outro.”
Enfiei meu pau com tudo no rabinho de Sônia, que entrou como um sabão, e ela logo falou: “É melhor você pegar a capinha para vestir este pau e deixá-lo mais grosso, senão não irei sentir nada.” Vesti meu pau com a capa e soquei novamente, percebendo que não entrou tão fácil. “Agora sim estou sentindo o seu pau.”
Adriano se posicionou sobre ela e enfiou seu cacete na bucetinha de Sônia. Pronto, nós dois a estávamos penetrando e ela estava adorando. Metemos gostoso e gozamos novamente em sua boquinha, os dois juntos, enchendo toda sua garganta de porra, lambuzando seu rosto com muita porra. Ela passava a mão pelo rosto e lambia, como uma vagabunda.
Depois disso, Sônia sempre acordava Adriano com uma bela chupada e depois transávamos todas as manhãs antes de ele sair para o congresso.
Escrito por kasalmj69