O Prazer do Risco
Eu tinha 25 anos, acabara de sair de um relacionamento de quase quatro anos e só conseguia pensar em uma coisa: viver tudo o que tinha guardado. Era bissexual, mas nunca havia explorado isso de verdade. O fetiche de trisal sempre existiu, latejando quieto na minha cabeça. No Tinder, para uma mulher, as oportunidades aparecem rápido. Annabel deu match no segundo dia.
Ela foi direta: “Tenho namorado, a gente adora trisal. Topa conhecer a gente?”. Meu corpo inteiro esquentou. Criamos um grupo com Adam e, durante três semanas, trocamos mensagens, fotos provocantes e fantasias cada vez mais pesadas. A química era insana.
Quando eles disseram que os pais dela viajariam e a casa ficava no caminho do meu trabalho, meu estômago deu um nó. Aceitei, mas a ansiedade veio forte. Pesquisei os dois no Google, descobri nomes verdadeiros, tudo. Parecia normal. Mesmo assim, avisei meu melhor amigo, deixei o GPS ligado, localização compartilhada em tempo real e combinei que ligaria em duas horas se não respondesse.
No dia, quase desmarquei três vezes. Minhas mãos suavam no metrô. Quando desci na estação combinada e vi os dois esperando, meu coração quase parou.
Annabel eram ainda mais linda pessoalmente: alta, cabelo castanho ondulado, corpo definido e um sorriso que misturava inocência com safadeza. Adam era alto, ombros largos, olhar calmo. Antes de entrar no carro, soltei, rindo nervosa:
— Só avisando… deixei um amigo meu monitorando meu celular em tempo real. Se eu sumir, ele sabe exatamente onde estou.
Eles riram. Annabel apertou minha coxa com força e disse baixinho:
— Relaxa, Laila. A gente quer te comer, não te enterrar.
O trajeto até a casa foi tenso. Quanto mais perto chegávamos, mais meu coração batia forte. E se fosse uma cilada? E se os pais não tivessem viajado? Quando o portão automático abriu e vi aquela mansão enorme, quase pedi para voltar. Mas o tesão era maior que o medo.
Annabel foi super gentil e carinhosa o tempo todo. Ela percebia meu nervosismo e não parava de sorrir, tocando meu braço de leve e dizendo coisas que me deixavam mais à vontade. O casal era incrível: educados, atenciosos, com um jeito maduro que me relaxava aos poucos. Aos poucos o medo foi dando lugar a uma urgência quente, uma vontade quase insuportável de viver aquilo.
Depois de um tempo conversando e rindo na sala enorme da mansão, Annabel se levantou com elegância.
— Vou preparar uns drinks pra gente. Já volto.
Assim que ela saiu em direção à cozinha, Adam se aproximou. Seus olhos estavam brilhando de tesão. Ele segurou meu rosto com as duas mãos e me beijou. Meu corpo inteiro tremeu. Era a primeira vez que eu beijava um homem na frente de outra mulher, ou melhor, enquanto ela estava na casa. Senti um misto louco de excitação e medo. E se ela voltar agora e ficar puta?
Adam não foi tímido. Enquanto me beijava, suas mãos exploraram minha cintura, desceram pelas minhas costas e apertaram minha bunda com firmeza, puxando meu corpo contra o dele. O beijo era muito bom, confiante, dominador. Eu estava molhando a calcinha quando, sem nenhum aviso, ele abriu a calça e tirou o pau já duro.
Não era o maior pau do mundo, mas era bem grosso, com uma cabecinha rosada e inchada que me deixou com água na boca. Mesmo com o coração na garganta, com medo de apanhar ou de Annabel surtar, eu segurei ele. Comecei a fazer um sobe e desce devagar, sentindo ele pulsar na minha mão. Adam soltou um murmúrio rouco de prazer.
Foi exatamente nesse instante que Annabel voltou da cozinha, equilibrando duas taças de drink nas mãos, com um sorriso leve nos lábios.
Começamos a beber devagar. A conversa, que antes era leve e descontraída, foi ficando mais íntima, mais carregada. Annabel diminuiu as luzes e colocou uma música baixa, parecia vibrar direto entre as minhas pernas. Adam se aproximou por trás de mim, seu corpo grande me cercando. Senti suas mãos grandes na minha cintura, puxando-me contra ele com firmeza. Enquanto eu dava um gole na bebida, ele deslizava os dedos pela minha coxa, subindo devagar. Do meu outro lado, Annabel observava tudo com os olhos brilhando.
Ele alternava o toque entre nós duas. Sua mão esquerda apertava minha bunda por cima da roupa, enquanto a direita explorava o corpo de Annabel, apertando os seios dela por cima da blusa, descendo pela barriga até enfiar os dedos por baixo da saia dela. Annabel soltou um suspiro baixo e, sem dizer nada, levantou-se e sentou no colo dele, de frente para mim.
O beijo que eles deram foi obsceno. Línguas se enrolando devagar, molhado, barulhento. Annabel gemia baixinho contra a boca dele enquanto rebolava devagar no colo de Adam. Aquela cena me deixou completamente molhada. Não aguentei só olhar.
Eu me juntei a eles. Subi no sofá, me apertando contra os dois. Adam virou o rosto e me beijou enquanto Annabel ainda estava no colo dele. Suas mãos agora estavam livres para explorar meu corpo. Ele apertou meus seios, beliscou meus mamilos por cima da blusa e desceu as mãos até minha bunda, apertando forte.
Com habilidade, Adam começou a me deixar nua. Tirou minha blusa devagar, depois o sutiã. Annabel ajudou, beijando meu pescoço enquanto ele abria o botão da minha calça. Eu me levantei um pouco para facilitar e ele deslizou a calça pelas minhas pernas. Quando me virei de lado para ajudar, ele teve a visão completa: minha bunda empinada, o quadril largo, e a pequena calcinha preta de renda que mal cobria minha buceta molhada. O tecido fino estava grudado nos meus lábios, marcando tudo.
Adam soltou um gemido rouco de apreciação e passou a mão aberta pela minha bunda, apertando a carne macia antes de deslizar os dedos por baixo da calcinha, sentindo o quanto eu estava encharcada.
— Caralho, Laila… você tá muito molhadinha — Ele murmurou.
Depois que Adam me deixou só de calcinha, eu me virei para Annabel, faminta. Segurei seu rosto e a beijei com vontade, nossas línguas se enrolando enquanto eu sentia o gosto doce do drink na boca dela. Adam se posicionou atrás de Annabel, tirando o resto de sua roupa com calma. Em poucos segundos ela estava completamente nua entre nós dois.
Ele se ajoelhou entre as pernas dela, abriu suas coxas e mergulhou o rosto na buceta dela. Annabel gemeu contra a minha boca enquanto Adam chupava seu clitóris com fome, fazendo barulhinhos molhados que me deixavam ainda mais excitada. Depois de um tempo, ele virou o rosto para mim, puxou minha calcinha para o lado e atacou minha buceta com a mesma intensidade. Sua língua era quente e habilidosa. Ele enfiou dois dedos grossos dentro de mim, curvando-os no ponto certo enquanto chupava meu clitóris inchado. Minhas pernas tremeram.
Adam se levantou, o queixo brilhando com nossos sucos misturados. Segurou minha nuca e me beijou forte, me fazendo provar o gosto da buceta de Annabel na língua dele. Depois fez o mesmo com ela. O beijo obsceno entre os três era molhado, safado e delicioso.
Annabel, visivelmente excitada, empurrou Adam para o sofá com um sorriso malicioso. Ela abriu a calça dele rapidamente, tirou tudo e deixou ele completamente pelado. O pau dele estava duro, latejando, a cabecinha rosada brilhando de pré-gozo. Annabel não esperou: caiu de boca, chupando com vontade, fundo, fazendo sons molhados enquanto olhava para mim.
— Vem, Laila… — murmurou ela, tirando o pau da boca por um segundo.
Eu me ajoelhei ao lado dela. Dividimos o pau dele como duas putas famintas. Nossas línguas subiam e desciam juntas pelo comprimento, lambendo a cabecinha, nos beijando com o pau dele no meio, saliva escorrendo pelos cantos da boca. Adam gemia rouco, com uma mão na cabeça de cada uma, aproveitando a visão.
Annabel sentou primeiro, quicando de frente, devagar enquanto fui pra cima do sofá e comecei a beijava ela. Depois Adam me colocou de quatro no sofá. Quando ele me penetrou, soltei um gemido alto. Era grosso, encaixava perfeito. Annabel abriu as pernas na minha frente e eu lambi ela inteira enquanto ele metia.
De repente, barulho de carro na garagem. Portas batendo. Vozes.
Annabel arregalou os olhos:
— Merda! Meus pais voltaram! E meus avós!
Entramos em desespero total. Nos vestimos correndo, arrumando as roupas do jeito que dava. Annabel ainda conseguiu falar rápido antes que a porta se abrisse:
— Você é nossa amiga da faculdade, nos conhecemos no curso de Direito. Se perguntarem qualquer coisa, é isso. Entendeu?
Os avós, bem velhinhos, demoraram um pouco para descer do carro, o que nos deu tempo precioso de ligar todas as luzes, ajeitar o cabelo, limpar qualquer vestígio de saliva ou batom borrado e tentar parecer normais.
Quando a família entrou, meu coração batia tão forte que achei que todos poderiam ouvir. Os pais se apresentaram, educados e sorridentes. Os avós foram ainda mais carinhosos. Para minha surpresa, foram tão gentis e receptivos que realmente parecia que eu era amiga deles há anos. Por fora eu sorria, conversava com naturalidade, mas por dentro eu estava em completo pânico, ainda sentia o gosto do pau do Adam na boca e minha buceta latejava, molhada.
Em determinado momento eu disse, tentando manter a voz firme:
— Bom… já está tarde, acho melhor eu ir embora.
Annabel me olhou com uma cara safada, quase de vadia querendo foder, e abriu um sorriso doce para a família:
— Ah, não, Laila! Fica pra jantar com a gente. Por favor…
Eu hesitei, mas acabei aceitando. O jantar foi surreal. Sentei à mesa com toda a família, ainda com a calcinha toda babada e o corpo todo sensível. Depois comemos uma sobremesa deliciosa. Em seguida, fomos para a sala assistir novela, depois um jogo de futebol e, por fim, jogamos cartas até tarde da noite.
Quase à uma da manhã, mencionei novamente que precisava ir embora. Annabel quase implorou na frente de todos:
— Não vai não, fica pra dormir aqui!
Eu não soube como recusar sem levantar suspeitas. Quando fomos até a cozinha, ela me puxou para o canto, colou o corpo no meu e sussurrou no meu ouvido, com a voz cheia de tesão:
— Relaxa… daqui a pouco meus pais e avós vão dormir. Aí a gente continua o que começou. Por favor, fica…
Eu respirei fundo, o coração acelerado, e acabei topando. Eu só pensava no pau do Adam dentro de mim e na boceta molhada da Annabel. Adam me olhava de canto, Annabel passava a mão discretamente na minha coxa por baixo da mesa.
Tarde da noite, quando todos dormiram, fomos para o salão de festas nos fundos da casa. Lá não tinha risco de barulho chegar. Lá não teve mais freio.
Assim que a porta do salão de festas se fechou e a luz baixa ficou acesa, Adam não perdeu tempo. Ele me puxou contra seu corpo e me beijou com fome, quase com violência, enfiando a língua na minha boca enquanto suas mãos grandes tiravam minha roupa com urgência. Annabel veio por trás dele, tirando a camisa dele e abrindo sua calça. Enquanto Adam tirava meu sutiã e apertava meus seios, Annabel se ajoelhou e engoliu o pau dele, chupando com vontade, deixando-o brilhando de saliva, bem molhado e latejando.
Ele me virou de costas, inclinou meu corpo sobre o braço do sofá e abriu minhas pernas. Annabel, ainda de quatro ao nosso lado, segurou o pau grosso dele e guiou a cabeça rosada direto para a entrada da minha buceta.
— Devagar primeiro… — ela sussurrou, safada.
Adam empurrou devagar, mas era grosso demais. Soltei um gemido alto quando ele me abriu, enchendo-me centímetro por centímetro. Tive que morder a mão para não gritar. Ele começou a meter, primeiro lento, depois mais fundo. O barulho da minha bunda batendo contra a virilha dele ecoava no salão. Plaf, plaf, plaf. Tentei me controlar, mas era impossível. Cada estocada me fazia gemer mais alto.
Annabel puxou o pau dele de dentro de mim de repente e enfiou na boca, chupando com gosto o meu mel misturado com a saliva dela. Adam tremeu inteiro, soltando um gemido rouco.
Ele colocou ela no sofá, meio sentada, pernas bem abertas e arreganhadas. Subiu em cima dela e meteu com força, olhando nos meus olhos com desejo. Do lado, me aproximei e a beijei profundamente.
— Eu te amo pra caralho… — murmurou ele contra a boca dela, enquanto metia fundo.
Eu me enfiei entre os dois, oferecendo a minha buceta pro Adam enquanto beijava Annabel com desejo enquanto Adam alternava. Ele tirou de mim e enfiou na buceta dela, metendo forte. Depois voltava para mim. Em determinado momento ofereci minha buceta a Annabel, nossos corpos colados, seios roçando um no outro, bocetas molhadas se esfregando. Adam metia em uma, depois na outra, alternando sem parar. Enquanto fodia Annabel, enfiava o polegar grosso no meu cuzinho, mexendo devagar.
Ele tirou o pau e se ajoelhou, chupando nossas bucetas alternadamente, enfiando dois dedos em cada uma enquanto eu e Annabel nos beijávamos com força, línguas enroladas, gemendo na boca uma da outra.
Adam ficou mais ousado. Virou-me de quatro e tentou pressionar o pau contra meu cuzinho. Eu ri, rebolando e olhando por cima do ombro.
— Espertinho… só na bucetinha hoje — falei manhosa, batendo de leve na minha própria bunda.
Annabel subiu beijando o corpo dele, mordeu o lábio inferior dele e falou com a voz rouca:
— Então me come você… quero no meu cuzinho.
O sorriso que Adam abriu foi enorme, quase predatório. Eu me posicionei atrás dele, abracei seu corpo e segurei aquele pau grosso e babado. Punhetei devagar e ajudei a guiar a cabecinha contra o cuzinho apertado de Annabel. Ela gemeu alto, usando as próprias mãos para controlar a entrada. Adam fez uma careta de esforço no começo, mas quando a cabeça entrou, ele soltou um gemido gutural e começou a meter devagar, centímetro por centímetro.
Eu assistia tudo excitada, tocando a buceta enquanto ele fodia o cuzinho dela com estocadas cada vez mais ritmadas. Annabel gemia sem parar, enquanto ele beijava minha boca.
Ele tentou me convencer de novo, mas eu neguei rindo. Depois de um tempo, eu pedi:
— Coloca camisinha agora… quero você me comendo forte.
Adam obedeceu rápido. Colocou a camisinha e me fodeu com tudo, metendo fundo e rápido. Eu estava no limite. Meu corpo inteiro começou a tremer.
— Vou gozar… porra, vou gozar! — avisei, quase sem voz.
Ele tirou o pau, arrancou a camisinha e eu e Annabel caímos de joelhos na frente dele. Seguramos o pau grosso juntas, masturbando rápido. Adam gemeu alto e gozou forte, jatos grossos, quentes e fartos que caíram nos nossos seios, pescoço e rostos. Nós duas lambemos uma à outra, limpando o esperma com a língua enquanto ele nos olhava ofegante.
Ficamos os três deitados no sofá grande por longos minutos, ofegantes, corpos suados e entrelaçados. Ninguém queria se mexer. Adam se levantou devagar, acendeu um fino deu um, dois e passou. Eu não era novata e aceitei. Sentindo o corpo relaxar completamente enquanto a fumaça doce preenchia o salão.
— A gente devia ter feito isso antes… — murmurei, ainda com a voz rouca de tanto gemer.
Annabel sorriu, preguiçosa, traçando círculos com o dedo no meu peito.
— Nem pensei nisso antes… mas agora não consigo pensar em mais nada.
Depois de um último beijo a três, lento, molhado e cheio de cumplicidade, arrumamos as roupas e voltamos para a casa principal em silêncio, tomando cuidado com cada passo. Adam foi dormir no quarto de hóspedes. Annabel e eu dividimos a cama dela. Assim que a porta fechou, não resistimos: nos beijamos devagar, trocamos carícias preguiçosas, mãos deslizando pelos corpos ainda sensíveis. Não transamos de novo, apenas nos tocamos com carinho até o sono chegar.
No dia seguinte, tomei café da manhã com toda a família, como se fosse amiga deles há anos. Sorria, respondia perguntas, elogiava a comida da mãe dela enquanto sentia as marcas invisíveis da noite: a buceta ainda sensível, o corpo levemente dolorido e o cheiro deles ainda grudado na minha pele.
Depois do café, Adam e Annabel me levaram até a estação de metrô. Eu não quis de jeito nenhum que me deixassem em casa. Quando o carro parou, nos despedimos com um abraço rápido e um olhar que dizia tudo. Entrei na estação sem olhar para trás.
Nunca mais os vi.
Meses depois soube que Annabel e Adam terminaram o relacionamento. Não procurei nenhum dos dois. Preferi guardar aquela noite como uma lembrança intensa, proibida e perfeita, uma das experiências mais loucas e excitantes da minha vida.