Limites que se Quebram

Chris era alto, de ombros largos, com trinta anos bem vividos. Clara, com seus vinte e seis, mal chegava ao peito dele. Baixinha, curvas generosas, cabelo escuro sempre impecável e um olhar que misturava arrogância com uma beleza perigosa. Ela se dizia de coração frio, mas perto dele derretia por dentro, e odiava isso.
Eram melhores amigos há anos. Saíam para beber, dançar, comer besteira às três da manhã. Ela flertava sem piedade... encostava o corpo pequeno nele na pista de dança, sussurrava piadas sujas no ouvido dele, dormia com a cabeça no colo dele no sofá. Chris prometeu um dia, depois de uma noite especialmente quente:
— Nunca vamos transar, Clara. Nem se você implorar. Não quero te perder.
Ela riu na época, torcendo o nariz como sempre fazia quando sentia o perigo. Mas o corpo traía. Toda vez que ele a abraçava, ela ficava molhada. Toda vez que ele cuidava dela, cobrindo com o edredom, passando a mão grande nas costas dela, a safada dentro dela acordava.
Aquela noite estava fria. Depois de uma festa agitada, Clara foi direto para o apartamento dele, como sempre. Vestiu uma camiseta velha e enorme dele, que cobria até o meio das coxas, e se enfiou debaixo do edredom pesado e cheiroso.
— Vem cá — ele chamou, já deitado.
Ela se aninhou no peito dele como se aquele fosse o único lugar seguro do mundo. Os braços fortes de Chris a envolveram, possessivos. Normalmente era carinhoso. Mas naquela noite algo diferente pairava no ar. O corpo dela, quente e macio, pressionado contra o dele, mexeu com algo primitivo.
Clara sentiu quando ele endureceu. Tentou se afastar devagar.
— Chris... — murmurou, com uma risadinha nervosa.
Ele não deixou. O braço grande a puxou de volta, apertando-a contra o corpo. A voz dele saiu rouca, baixa:
— Hoje não, pequena.
O beijo veio com fome. Clara tentou resistir com as mãos no peito dele, rindo entre os “não” e os “para, somos amigos”. Mas quando os dedos longos dele deslizaram por baixo da camiseta e encontraram a calcinha encharcada, ele sorriu contra a boca dela. Puxou os dedos brilhantes e os enfiou na boca de Clara.
— Mentirosa... — sussurrou ele, fazendo ela chupar o seu próprio prazer.
A temperatura debaixo do edredom subiu para mil graus. Ele se colocou entre as pernas dela, imenso, dominando o espaço. Clara ficou vermelha, o coração disparado. Chris levantou a camiseta dela até o pescoço, expondo os seios cheios. Chupou os bicos com força, como se fossem a única coisa que importasse no mundo, mordendo de leve enquanto a mão apertava o pescoço dela com controle preciso.
Ele se ergueu, tirou a calcinha dela lentamente, beijando cada centímetro das pernas até os pés, que lambeu com devoção. Depois subiu novamente, o olhar escuro.
— Eu esperei pra caralho o dia certo pra te comer, Clara.
Ela riu, ofegante, ainda tentando manter o controle.
— Você não vai me comer, não.
Chris tirou a própria cueca. O pau grosso e latejante saltou, pesado. Clara olhou com pura satisfação, saliva se acumulando na boca.
— Porra, você tem um pau lindo mesmo... — murmurou, orgulhosa do amigo.
Ainda tentou blefar:
— Já pode parar. Eu tô no controle aqui.
Não estava.
Ele agarrou as coxas dela, arreganhou as pernas e segurou a base do pau, pincelando a entrada molhada e quente. Clara continuou negando com a boca, mas o corpo tremia. Quando ele afundou devagar, centímetro por centímetro, a expressão dela mudou completamente. Um gemido alto escapou.
— Fuck... you’re so big... it won’t fit... — gemeu em inglês, olhos arregalados.
Ele afundou mais. Clara perdeu o ar, puxou-o pela nuca, cravando as unhas.
— Por favor... me fode... — implorou, voz quebrada.
As estocadas começaram firmes, profundas. O corpo pequeno dela quicava contra o dele. Entre gemidos e suspiros, ela repetia o nome dele como uma prece:
— Chris... Chris... eu te amo, caralho...
Quando ele gozou, explodindo uma porra quente e farta bem fundo dentro dela, Clara tremeu inteira, gozando junto.
Chris acordou assustado, suando frio, o coração martelando forte no peito. O sonho ainda latejava vividamente em sua mente, e no pau. Ele tinha acabado de foder Clara com força, ouvindo ela gemer seu nome enquanto confessava que o amava, enchendo-a com jatos grossos e quentes. Ele passou a mão pelo rosto, respirando pesado, tentando voltar à realidade.
Mas a realidade era ainda mais tentadora.
Clara dormia profundamente ao seu lado, de costas para ele, completamente vulnerável. Usava apenas a camiseta larga dele, que havia subido até a cintura, expondo a bunda redonda, macia e empinada. A calcinha preta fina estava ligeiramente enfiada entre as nádegas, marcando o contorno perfeito da carne, como um convite silencioso e perigoso.
O pau de Chris estava latejando com tanta força que chegava a doer.
A respiração dela era calma, lenta e serena, um contraste brutal com o desejo selvagem que tomava conta dele.
Dessa vez, Chris não quis resistir.
Ele simplesmente não aguentou.
Deslizou para mais perto, colando o corpo grande no dela por trás. Abraçou-a com força, um braço por baixo do pescoço e o outro na cintura, e começou a beijar lentamente o pescoço dela. Clara, ainda dormindo, abriu um sorriso preguiçoso nos lábios e, instintivamente, jogou o quadril para trás, encaixando-se nele em conchinha, como sempre faziam quando eram só amigos carinhosos.
Chris passou a mão grande na bunda dela, apertando a carne macia. Devagar, quase sem respirar, puxou a calcinha para baixo, descendo-a até os joelhos. Olhou atento para o rosto dela: ainda dormindo. O tesão estava insuportável.
Ele segurou o pau grosso, posicionou a cabeça rosada na entrada molhada e empurrou devagar. Assim que a glande entrou, os olhos de Clara se arregalaram de repente.
— Chris…!
Antes que ela pudesse reagir, ele a segurou com força, como um leão segurando a presa. Com um movimento firme dos quadris, enterrou todo o pau de uma vez. Clara soltou um gemido alto, primeiro de desconforto, depois um gemido rouco e longo que terminou em prazer.
— Para… Chris, para! — ela sussurrou alto, tentando se mexer.
Ele agarrou o pescoço dela por trás, apertando o suficiente para dominá-la, e rosnou no ouvido:
— Cala a boca.
— Seu filho da puta! Somos amigos, caralho!
Chris não respondeu com palavras. Apenas começou a meter com força, o som dos corpos batendo ecoando no quarto. Cada estocada profunda fazia a bunda dela tremer.
— A partir de hoje você é minha mulher — ele grunhiu, metendo mais fundo.
— Eu tenho namorado, seu idiota! — ela respondeu, voz entrecortada.
Ele ignorou, continuando a foder com estocadas pesadas. Clara mordeu o travesseiro.
— Vai devagar… porra… as pessoas na casa vão ouvir…
— Não me importo — ele respondeu, ofegante. — Eu esperei tempo demais pra isso.
A mão dele desceu até a buceta dela, os dedos encontrando o clitóris inchado e começando a esfregar em círculos rápidos. Clara tremeu, as pernas fraquejando.
— Amigo… devagar… você é grande demais… — gemeu ela, a voz falhando.
Ele ignorou completamente. Enterrou tudo, girando o quadril, fazendo as pernas dela tremerem descontroladamente.
— Desgraçado… você tá jogando nossa amizade fora…
— Não tô não — ele respondeu, mordendo o ombro dela. — Isso aqui é a nossa amizade de verdade.
Chris ergueu a camiseta dela até o pescoço com um puxão bruto, expondo completamente os seios macios. Sua mão grande agarrou um deles com força possessiva, apertando a carne enquanto os dedos afundavam, deixando marcas vermelhas na pele clara. As estocadas ficaram mais selvagens, mais profundas, quase violentas, o som molhado e obsceno dos corpos se chocando ecoava alto no quarto.
Clara tremia descontroladamente, o corpo pequeno sendo dominado pelo dele. Seus olhos reviraram e a boca se abriu em um gemido silencioso de pura rendição.
Quando sentiu o pau de Chris inchar e pulsar forte dentro dela, latejando como se fosse explodir, Clara não aguentou mais. Um gemido alto, longo e rouco rasgou sua garganta, um som que misturava choque, prazer e desespero.
No mesmo instante, jatos grossos, quentes e abundantes de porra explodiram fundo dentro dela. Chris enterrou o rosto no pescoço dela, rosnando como um animal enquanto continuava metendo desesperadamente, cada estocada empurrando mais do seu prazer para dentro da buceta encharcada.
Enquanto ele ainda gozava, o pau pulsando sem parar e enchendo Clara, três batidas fortes soaram na porta.
Toc. Toc. Toc.
O susto foi brutal. Chris, ainda em pleno orgasmo, enfia a mão grande sobre a boca de Clara para abafar os gemidos dela e mordeu o próprio braço para conter os grunhidos graves e guturais que escapavam de sua garganta. Seus quadris ainda davam pequenos espasmos, forçando as últimas cargas grossas de porra bem fundo nela, enquanto os dois permaneciam paralisados, ofegantes, com o coração quase saltando do peito.
— Vocês estão bem aí dentro? — perguntou uma voz.
Clara, ainda sentindo o pau pulsando dentro da buceta, olhou para Chris em pânico. Ele ainda ofegava, sem condições de falar. Ela respirou fundo e respondeu em voz alta, tentando parecer normal:
— Tá tudo bem, tia! O Chris deixou o boneco do Thanos dele cair.
A voz do outro lado da porta respondeu, com tom de quem já suspeitava de algo:
— Chris… Dani tá trazendo as crianças. Vê se você se acerta com sua mulher, meu filho.
Chris, respirou fundo e respondeu com a voz rouca:
— Tá bom, mãe. Eu já vou descer.
A voz continuou:
— Clara, se arruma pra ir à escola, menina.
Clara, com a voz ainda trêmula e o pau dele latejando dentro dela, respondeu:
— Já tô indo…
Os passos se afastaram pelo corredor. Chris permaneceu mais alguns segundos dentro dela, sentindo o pau começar a amolecer lentamente. Aos poucos ele escapou da buceta quente de Clara, saindo com um som molhado. Um fio grosso de porra escorreu pela coxa, descendo devagar até o lençol.
Os dois ficaram em silêncio, ofegantes, ainda colados um no outro.
A amizade deles, e tudo ao redor, nunca mais seria a mesma.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Limites que se Quebram

Codigo do conto:
263574

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
03/06/2026

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