Lá cheguei e ele fugiu rapidamente do trabalho, que era em frente ao condomínio, para me receber e dizer que ficasse à vontade esperando o final da tarde, quando ele voltaria do trabalho. Foi o que fiz, tomando um longo banho em sua casa, me depilando e vestindo uma cueca que mais parecia uma calcinha, de tão cavada e enfiada no rego que ficava. Pus por cima minhas roupas normais e o esperei, até que ele chegou em casa e me disse:
- Trouxe pão, faça um café e me espere, tenho que ir aqui perto resolver uma coisa e já volto.
Pois devo ter tomado um litro de café: o puto só voltou quase nove horas da noite, e me chamou para ir em um bar no próprio condomínio, que tocava músicas antigas e tinha uma boa mesa de sinuca, para bebermos e nos divertirmos. Ele sabia que eu estava mal.
Chegando lá, bebemos muitas – muitas mesmo – canecas de cerveja e ele me segredou:
- Olhe: chamei um amigo para ir lá em casa ficar conosco essa noite. Ele é enfermeiro e só larga do hospital depois da meia-noite, então vai chegar tarde…
- Mas isso vai te dar problemas… o seu trabalho amanhã, você precisa acordar cedo…
- Não, que nada! Amanhã é minha folga, fica tranquilo! E sei que você vai gostar dele…
Apesar de achar que ele estava apenas sendo gentil, aquela frase “sei que você vai gostar dele” ficou na minha cabeça, mas como já estávamos quase bêbados, logo esqueci. Até que deu a meia-noite, ele olhou o relógio e disse:
- Meu amigo deve estar chegando, vamos pra casa senão ele bate e não tem ninguém lá!
Ao chegarmos, a primeira coisa que meu amigo fez foi ligar a TV e seu video cassete (na época era isso) que estavam em seu quarto, com uma fita apenas de filmes pornô gays de quatro horas de duração! Tirou sua roupa de sair e ficou apenas de cuecas – com o volume bem destacado – e uma camisa de malha. E em minutos seu amigo chegou.
Ele nos apresentou. Era um mulato muito alto, nariz fino e comprido, bem magrelo, cabelos cortados tão rente que mais parecia careca e, pelo que vi de seus braços, não tinha um só pelo no corpo. Era muito sorridente e também claramente gay. Ficamos na sala tomando mais cerveja, até que ele disse ao seu amigo enfermeiro:
- Olhe, tire essa roupa! Fique à vontade, só de cuecas, e vamos terminar essa cerveja no quarto!
Ele concordou e foi ao banheiro se trocar. Quando voltou, pude ver em suas pernas finas e nuas que realmente ele não tinha um só fio de pentelho no corpo inteiro, bem como tinha uma bundinha bem arrebitada. O que chamava atenção, entretanto, era o gigantesco volume em suas cuecas bem cavadas. Nâo apenas parecia ser dotado como, também, ter um saco enorme!
E fomos para o quarto, carregando nossas cervejas.
A cama de meu amigo era de casal, bem larga e encostada na parede. E neste lado ficou meu amigo nordestino, com o enfermeiro no meio e eu no lado livre. Estávamos todos encostados na guarda da cama, conversando, rindo e comentando o pornô gay que passava na TV.
Foi quando meu amigo nordestino me deu sua caneca de cerveja e pediu que a pusesse na mesinha de cabeceira ao meu lado. Seu amigo enfermeiro fez o mesmo pedido e eu, já sabendo que alguma coisa ia rolar, fiz o mesmo com a minha.
O nordestino simplesmente tirou sua cueca, mostrou sua piroca de 18 centímetros, grossa, já dura e começou uma punheta. Vi que o volume do enfermeiro já estava enorme. Olhei pra ele sorrindo e disse:
- Vai… fica à vontade também…
Ele sorriu, tirou a cueca e nos mostrou a maior piroca que já tínhamos visto – maior e mais grossa ainda que a do meu amigo de infância, que já falei em outros contos.
Ela não estava toda dura, até porque um monstro daqueles precisaria de um caminhão de sangue para ficar todo duro. Mas ele a punhetava mesmo assim, ainda balançante. E seu saco mais parecia um travesseiro! Duas bolas enormes e fofas! Que vontade de deitar ali! Nenhum pentelho! Nada, nem unzinho sequer!
Não resisti: abocanhei a enormidade. Ele se virou para mim, me oferecendo o monstro, enquanto meu amigo nordestino aproveitava que o enfermeiro estava de ladinho – sua posição predileta – e, após abrir as pernas dele, começou a meter sua rola grossa no cu do dotado. Eu o mamava e podia ver a grossa piroca do nordestino entrar e sair daquele cu raspadinho, tal qual a piroca e o saco que eu mamava com tanto tesão.
Senti que meu amigo nordestino ia gozar, eu o conhecia bem. Seu pau inchou absurdamente, começou a pulsar e eu, rapidamente, o tirei do cu do enfermeiro – que ficou bem aberto, demorando para fechar em sinal de estar gostando muito – e coloquei em minha boca, sentindo a porra quente dele derramar em minha boca. Quem lembra de quando contei desse amigo nordestino sabe que ele não goza em jatos, mas simplesmente escorre o leite pela cabeçona.
O enfermeiro deitou de barriga pra cima, encostado na cabeceira da cama, e me puxou para sentar em seu enorme cacete. Sentei nele e achei que, realmente, estava sendo rasgado ao meio! Nunca uma coisa tão grossa entrou em meu cu! Ele ficou socando aquela jeba imensa em mim, enquanto meu amigo nordestino nos oferecia sua caceta grossa para chuparmos, o que fazíamos com gosto.
Não resisti: comecei a gozar e peidar, e o enfermeiro riu, já sabendo do que se tratava.
- Nossa… você goza pelo cu… que tesão…
E continuou socando aquele monstro, me arrombando e me fazendo gozar mais umas seis ou sete vezes, até que ele próprio mostrou que ia gozar. Sim, seu pau – acreditem – engrossou ainda mais. Suas estocadas ficaram mais fundas e por mais que eu dissesse “- Ai, meu cu!”, isso nada significava, pois ele estava enterrando o quanto coubesse em minha raba.
Quando finalmente o monstro ficou numa grossura absurda, meu amigo nordestino uniu seus dizeres à ação:
- Nossa… mas tá grosso demais, isso vai te matar…
E tirou o monstro dentro de mim e o colocou na boca, engolindo toda a farta leitada que o enfermeiro deu, sobrando até para as minhas costas após o nordestino se engasgar com tanta porra.
Passamos o resto da noite rindo do tamanho e grossura absurda do enfermeiro – que levou na brincadeira também – e fodendo loucamente até o dia clarear. Até meu amigo nordestino sentou naquele tronco, para depois jurar que jamais faria uma loucura dessas novamente.
Eu poderia passar o resto da noite contando sobre esse amigo enfermeiro, que delicadeza de pessoa ele era, mas isso fica pra depois.
Um beijo a todos!



Muito excitante! Parabéns. Bjos, Ma & Lu