“Prazer meu nome é Monique” Surpreendi-me em ouvir aquele português fluente, ela logo emendou: “dá para perceber claramente” – e riu para mim. “Prazer Priscila” Essa era a primeira vez que saía montada em lugares públicos. Sabia que no México isso era mais comum que no Brasil. Há aqui, inclusive, um distrito específico para público não binário, a Zona Rosa, e nome fala por si. Diante de mim, naquele bar liberal especializado em crossdressers, estava uma linda mulher. O salto em sandália de tranças a deixava ainda mais alta que eu, a mini blusa preta transparecia o sutien com enchimento. A mini saia, cominando com as meias preta à deixava super sexy, senti algo crescendo em baixo na minha própria mini saia e tive que espairecer a mente. Aquela calcinha fio dental que havia vestido na preparação era linda, apertava bem atrás, exatamente como eu gosto, mas a frete era, vamos dizer, pequena para guardar tudo. Adaptei-me bem ao salto e combinação que escolhi para a noite me deixou muito satisfeita, tão satisfeita que tive que aliviar o estresse antes de sair. Imagina o vexame: na balada de barraca armada! Ficamos ali sentadas no balcão de papo. Ela me contou que, assim como eu, viajava muito, e que sempre aproveitava a situação para escapar da rotina. Conheceu aquele bar pela internet e vinha toda vez que estava no México. “É sua primeira vez aqui?” “Sim” – respondi um pouco envergonhada. “Essa é minha terceira vez, conheço bem a casa. Quer dar uma volta?” “Claro.” Ela me apresentou o lugar, um amplo ambiente. Adjacente ao bar estava a pista de dança. Pouca luz e com música eletrônica. Crosssdressers dançavam animadas, misturadas a homens de todos os tipos e gostos. Algumas bem ousadas: não vestiam mais que meias, micro saias que deixavam toda a bunda de fora e saltos agulhas. Vi uma ou duas só de espartilho e saltos! Aquilo me deixou curioso: como era possível sair assim na rua? Passamos pela pista de dança e demos em outo barzinho, esse muito escuro. Havia mesas com bancos estofados e na penumbra consegui identificar algumas cross em amassos calientes. A maioria estava com homens e se pegavam sem pudor. Monique sussurrou no meu ouvido que ali era o “namorodromo” e que não eram permitidas “sacanagens” na pista e no bar em frete, mas que ali o “putaria” corria solta. Quando um casal queria pedir alguma coisa acendia a vela sobre a mesa e o garçom anotava o pedido, quando queriam privacidade apagavam a vela. Sentamos em uma das mesas e pedidos um Sex on the beach cada. Ela me contou que, subindo pela escada atrás desse último bar, havia um local para as Cds poderem se trocar, caso quisessem usar algo mais provocante. Isso explicava tudo. Ela foi muito divertida e me deixou a vontade. Sentadas lado a lado ela me contou que não curtia homens e que já havia saído com algumas Cds. O que respondi que gostava do mesmo. Assim que essas palavras entram no ouvido de Monique ela pousou a mão na minha coxa, olhou nos meus olhos e me beijou. Seu beijo foi cheio de desejo. Sua língua invadiu minha boca e sua mão subiu até pegar no meu grelo. Desci minha mão pelas suas costas até perto da sua bunda e então ela desgrudou a boca da minha e suspirou. “você é uma delicia” “delicia é você” – respondi. Ficamos ali por um tempo nos acariciando. Seu grelo era grande e punhetei-o um pouco entre uma e outra passada de mão pela calcinha enterrada na bunda. A bebida fazia efeito rápido e o tesão só aumentava. A respiração ofegante denunciava isso e ela me convidou para irmos para o hotel onde estava hospedada. Fiquei em dúvida, e confesso que com um pouco de medo, mas o tesão falou mais alto. E aceitei. Saímos do bar e pegamos o carro, o que confesso foi um alívio. Ela me contou que prefere, quando sai, alugar carros, pois acha meio complicado sair pela recepção montada. De carro ela pode simplesmente entrar pela garagem, pegar o elevador e ir até o andar do quarto. Esperta. Assim que ela começou a dirigir rumo ao hotel, subi minha saia para ela poder ver minha calcinha e o quanto meu grelinho estava duro, a peça preta e pequena deixava praticamente tudo de fora. Passei minha mão esquerda nas coxas dela e puxei sua saia para cima, constatando que seu grelo estava tão duro quanto o meu. Não resisti e comecei a mamar aquele pau gostoso. Era médio e grosso. Fiquei fazendo uma chupeta até ela me avisar que estávamos chegando. Recompus-me e entramos pela garagem com o cartão, sem alarde e com uma descrição que, confesso, invejei. Priscila sua burra, você tem muito que apreender! O quarto era lindo e amplo. Ele, na vida normal, deveria ser um executivo. Pedi para usar o banheiro. Aproveitei a ducha para lavar bem cuzinho e o grelo. Enfiando, como sempre faço, um dedo com sabonete para limpar bem fundo. Depois me sequei vesti novamente a roupa eu fui para o quarto. Assim que sai ela entrou. Aproveitei e deitei na cama. Minha bunda para cima na clara intenção de provocá-la. Quando Monique saiu e me viu assim oferecida, sentou ao lado da cama e começo a passar a mão nas minhas coxas, puxando a saia para cima até deixar minha bundinha totalmente à mostra. Seu toque era uma delícia. Sua mão na minha bunda corria de cima para baixo, entrava pelo meu reguinho e passava os dedos no meu saco com se estivesse acariciando uma buceta. Ora ou outra ela pegava minhas bolas com delicadeza, mas voltava a subir para passar a mão na minha bunda. Devagar ela puxou um pouco a calcinha e deixou meu cuzinho a mostra. Começo então a passar um dedinho nele. Reagiu trancando a porta. Ela percebeu. Então virei de lado e confessei que era virgem. Ela sorriu e retornou com um “eu também”. Senti-me mais segura. Levante e a abracei beijando sua boca. Ela então se deitou na cama com a bundinha empinada para cima. Puxei sua saia comecei, como ela tinha feito comigo, a acariciar sua bunda. Que delicia! A calcinha fio dental enfiada naquela bundinha linda me deixava louca. Puxei minha saia e comecei a esfregar meu grelo em sua bunda. Ela suspirava e seu grelo duro denunciava isso. Fiquei assim um tempo, passando para baixo e para cima meu pau no reguinho dela. Estava explodindo e parei um pouco. Levantei e puxei a calcinha dela de lado. Lubrifiquei meu dedo com saliva e comecei a acariciar aquele cuzinho lindo, bem devagar sem penetrar. Deixei bem lubrificado e os suspiros dela denunciavam que estava gostando. Virei-a de frente, para ver com estava o grelo. Como eu imagina: duríssimo! Tirei o pau da Monique para fora e comecei a chupar. Desci na virilha e lambi tudo que pude. Desci mais e deixei minha língua percorrer a junção do saco com o cuzinho. Voltei para o pau e com a mão direita acariciava as bolas dela enquanto continuava a mama-la. Voltei com o dedo na porta do cuzinho e agora mamava Monique e acariciava sua portinha. Seu grelo latejava na minha boca e a respiração acelerada denunciava que ela ia gozar. Ela puxou-me de lado e começo a me chupar também. Estávamos agora num 69 de lado e eu estava a ponto de explodir. Falei para ela que ia gozar se continuássemos assim e senti que ela também estava a ponto de bala. Falei que não tinha problema se ela gozasse na minha boca. Essa foi a chave e ela explodiu na minha garganta com jarros de porra quente e salgada. O tesão era tanto que engoli tudo e limpei o resto todo no grelo dela. Depois que ela gozou eu fiquei de quatro para ela e lhe disse: “pode brincar comigo, mas sem me comer”, falei isso sorrindo. “Pode deixar que não vou te comer” – ela respondeu. Empinei bem minha a bunda gostosa para cima, me arraganhando toda e me sentindo uma verdadeira puta. Ela veio por trás e começou a roçar o pau, que nessa hora estava para fora da calcinha, no me reginho. Puxei minha própria calcinha de lado mostrando tudo para ela. Ela começou a roçar mais forte e me pegou por trás agarrando minha cintura. Agora ela roçava meu rabo com aquele grelo maravilhoso enquanto beijava meu pescoço e punhetava meu pau. Juro que estava no meu limite, que queria ficar ali para sempre mas a destreza de Monique era tamanha que não aguentei e jorrei litros de esperma na cama e na mão dela. Cai exausta de tanto gozar e ficamos ali deitadas de bunda para cima até recuperar o folego. Depois daquela vez sempre falo com Monique. Somos amigas intimas agora. E estamos planejando ampliar nosso ciclo de amizades. Prí.
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