Silvana, minha primeira esposa. A primeira revelação de uma maravilhosa puta

Silvana foi minha primeira esposa. Nos conhecemos na década de 1990. Ela com 25 anos, divorciada e com um filho. Namoramos um tempo e casamos. Não durou muito, mas não pelo sexo, aliás, ela foi a mestra que me conduziu ao mundo liberal e me libertou do preconceito e do ciúme.

Confesso que aos 27 já tinha uma boa experiência sexual. O término do primeiro noivado, ainda muito novo, me levou a buscar sexo compulsivamente e a comer todas as mulheres que pude, sem nunca me apegar. Virei putão, canalha e putanheiro, coisas de que não me orgulho, mas que serviram naquele momento. Águas passadas.

Silvana era baixinha e bundinha. Seu apelido de caju já dizia tudo. Uma puta de alma, sem frescura na cama e com muita imaginação. Nosso sexo era fantástico, além disso ela tinha planos maiores e melhores para nós, além da monogamia. Percebi isso no carnaval de 1996, antes de nos casarmos.

Olympia, noite de segunda de carnaval. Fomos eu, ela e um casal de amigos muito próximo. Quando passei para pegar Silvana tive um choque: top e micro saia pretos, sandália baixa e mais nada. Quando ela sentou no banco do passageiro percebi que estava de shortinho.
- O que você está usando por baixo?
- Dá uma olhada.
Ficou de quatro e mostrou sua bunda escultural. O shortinho de lycra cavado e enterrado na raba, deixava as polpinhas de fora. Fiquei imediatamente duro e, confesso, enciumado.

- Relaxa, é carnaval.

Verdade, pensei.

Passei para pegar nossos amigos, ela de shorts e top, diga-se bem comportados, ele, como eu, bermuda e camiseta. Desconfiei que elas tivessem combinado o “look”, mas a Suzana claramente se surpreendeu com a ousadia da amiga, mas não comentou nada, já Jorge cresceu os olhos na minha mulher. Fiz cara de paisagem e seguimos.

Tínhamos comprado 4 lugares em um camarote para 10 pessoas e não fazíamos ideia quem eram as outras 6, esperava que fossem casais.

Chegamos e subimos para o camarote, que nada mais era que uma área mais alta e aberta, cujo frontal com parapeito abria-se para o salão. Era escuro. A única luz vinha do frontal. A vantagem era o serviço de garçom e mesas, nada como os ostentativos camarotes de hoje. Lá havia 4 casais e dois garotos na faixa dos 20.

Pegamos uma mesa, havia quatro, e pedimos cerveja e tequila para o esquenta.

As marchinhas corriam soltas e as meninas, depois da segunda rodada, já estavam bem soltinhas dançando de frente para o salão. Silvana rebolando nas nossas caras me deixou super excitado e, ao que parece, meu brother também. Suzana tentava compensar o excesso de roupa sensualizando tudo que podia. Peguei Silvana por trás e fiquei com pau duro encaixado nas bandas da bunda sarrando-a. Jorge fez o mesmo. E a temperatura foi subindo, subindo…
- Vamos descer?
Descemos.

No salão o bicho começou a pegar. Na muvuca minha futura mulher pegava toda hora no meu pau e rebolava nele, claramente estava me provocando e eis que, de repente sem mais nem menos, pegou o trenzinho e me puxou. Puxei o Jorge, que puxou a Suzana.

Já na primeira voltinha ela tinha sumido, puxada para frente. Jorge não largava a Suzana e, sem mulher, puxei a primeira beldade avulsa que alcancei. Mãos na cintura da desconhecida e procurando Silvana. Quando a localizei, umas dez pessoas na frente, um garoto estava abraçando-a por trás e encaixado apertado à bunda dela, enquanto seguiam o trenzinho. O sangue me subiu à cabeça e instintivamente abracei a garota à minha frente. Esperei uma recusa que não veio e, assim como o garoto com minha namorada, encoxei-a gostoso.

Silvana nos viu e nossos olhares se tocaram, mas diferente de mim, ela sorriu completamente à vontade. Pouco depois meu par se desvencilhou e sumiu, saindo da minhoca carnavalesca. Fiquei por ali e deu para ver que Silvana saíra do trenzinho e estava num canto conversando com o garoto.

Ele tentou um beijo, ela desviou; tentou puxá-la para mais perto, ela esquivou, depois disso ela deu um beijinho no rosto do rapaz e veio em minha direção e, assim que chegou, colou sua boca na minha num beijo com tanto tesão, que imediatamente meu ciúme cessou e desci minhas mãos apertando sua bunda. Nisso, Jorge e Suzana chegaram.

Ficamos ali um tempo bebendo e de passinhos e antes de subir as meninas foram ao banheiro e assim que voltaram subimos novamente para o camarote.

Cheguei ao camarote cansado e sentei na cadeira encostada à parede. Silvana sentou no meu colo de lado e me enlaçou o pescoço. Institivamente passei a mão direita nas suas coxas e adentrei a sainha e, para minha surpresa, o shortinho tinha desaparecido! Meus dedos encontraram sua buceta livre, leve, solta e enxarcada - ela deve ter tirado o shortinho quando foi ao banheiro. Levei disfarçadamente os dedos ao nariz para sentir o cheiro daquela buceta melada e suada. Chupei. Que delícia aquele mel, aquele cheiro, aquele gosto! – até hoje minha memória não consegue apagar essas sensações e fico de pau duro só de lembrar.
- Safado. Eu vi você encoxando aquela menina, não tem vergonha não? Ficou com raiva do menino se divertindo comigo? Bobo, é carnaval e o que acontece no carnaval fica no carnaval.
Não respondi, apenas ouvia sua voz cheia de tesão sussurrar enquanto esfregava o seu clitóris e dedilhava sua buceta que literalmente escoria baba pelas coxas.
- Hummm, que tesão! Toda aquela esfregação no meu rabo me deixou louca e ver você tentando se vingar me deu mais tesão ainda. Olha amor como estou molhada! Você gosta de me ver assim tão puta? Sou sua puta meu amor. Sua puta! – Ai! Hahaha!, acho que vou gozar.
Sua buceta começou a ter espasmos e ela me apertou mais forte e gozou tremendo as pernas. Fiquei satisfeito. Meu pau parecia que ia sair da cueca e estourar os botões da bermuda. Foi quando me dei conta que Suzana e Jorge estavam no maior amasso em frente a nós, ela também sentada no colo dele e tinha certeza que Jorge estava metendo os dedos na buceta dela.
Silvana percebeu meu tesão e depois de gozar sentou na cadeira ao lado, levou a mão esquerda à minha coxa, correu a bermuda, desabotoou, tirou o meu pau para fora e começando a punhetá-lo por baixo da mesa. Estava tão excitado que não demorou nem dois minutos para eu esguichar litros de porra, salpicando a mesa por baixo. Ela apertou minha rola mais um tempinho até que toda a porra tivesse escorrido pela mão, depois esfregou na buceta e passo o resto na parte interna da sainha. Abri os olhos e percebi que Suzana e Jorge ainda estavam se pegando. Olhei para Silvana e dei um toque com a cabeça, dando sinal para darmos uma volta. Fomos até o garçom, pedimos mais duas latinhas e ficamos ali abraçados curtindo um pouco, depois voltamos. Os dois já estavam sentados de boa, lado a lado conversando.
Já era quase 4 horas e propus irmos embora, toparam.
Peguei o carro no estacionamento. Silvana entrou, e deu para eu ver certinho sua lida bucetinha quando sentou ao meu lado. Jorge, atrás de mim; Suzana atrás da Silvana. Dirigia devagar, na boa, afinal tínhamos tomado várias e o Olympia era na Zona Oeste e iriámos para a Zona Leste. Quando entramos na Marginal Suzana perguntou:
        - E aí Si, o que acontece no carnaval fica no carnaval?
        - Com certeza, Silvana respondeu.
E foi automático. Silvana tirou o cinto, desabotoou novamente minha bermuda e caiu de boca no meu pau. Olhei pelo retrovisor e vi Suzana abaixada sobre Jorge. Pelo espelho procurei os olhos do meu amigo, eles, como que diziam: “sei lá” e eu respondi também com o olhar: “fazer o que, deixa rolar”.
Meu pau, que já estava mole, rapidinho subiu. A safada da minha futura esposa, de ladinho e com cara enfiada na minha rola, tinha puxado a sainha, colocando a perna esquerda perto do câmbio e começado a se masturbar feito louca. Percebi na hora que, de onde estava o Jorge, ele podia ver tudo: pernas arreganhadas, buceta e siririca. Olhei pelo espelho e percebi que ele estava de olhos vidrados naquela buceta linda e molhada. Reparei também que Suzana, de quatro no banco de trás, tinha baixado o shortinho até os joelhos e a calcinha até a metade da coxa, metendo a mão na buceta se masturbando igual a Si. Pelo espelho não dava para ver sua buceta, mas a bunda toda estava a mostra, e que bunda gostosa tinha a namorada do meu Brother, deliciiooosa!!
O clima de tesão era muito intenso. O cheiro daquelas bucetas molhadas misturadas com porra seca, os gemidos das meninas, abafados pelos caralhos nas bocas, o Jorge que não tirava os olhos da minha mulher, a bunda empinada e frenética da Suzana...tudo, simplesmente tudo, era o mais puro tesão.
Silvana começo a gemer forte e soltou um “caralhooo que tesão da porra” e gozou se tremendo toda, igual uma cadela no cio. Suzana também respirava cada vez mais forte e acelerado e provavelmente gozou quase junto com a Si. Nesse clima de putaria quem poderia aguentar tanto, eu não. Meu gozo, apesar do segundo da noite, encheu a boca da minha puta e foi devidamente sorvido, imagino que o mesmo aconteceu no banco de trás, pois quando olhei no retrovisor vi Suzana ajeitando a calcinha, o que foi um bônus por ver, mesmo que de relance, sua buceta totalmente depilada! Silvana também voltou para seu lugar e aumentou o volume do rádio, que tocava uma música da época, Legião eu acho. Começamos a cantar os 4 juntos e um pouco depois deixei os dois na casa de Suzana (ela morava só).
Foi assim que finalmente, depois de mais de 6 meses de namoro, minha futura mulher se revelou uma puta, uma maravilhosa, linda e abençoada puta.

Foto 1 do Conto erotico: Silvana, minha primeira esposa. A primeira revelação de uma maravilhosa puta

Foto 2 do Conto erotico: Silvana, minha primeira esposa. A primeira revelação de uma maravilhosa puta

Foto 3 do Conto erotico: Silvana, minha primeira esposa. A primeira revelação de uma maravilhosa puta

Foto 4 do Conto erotico: Silvana, minha primeira esposa. A primeira revelação de uma maravilhosa puta


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Silvana, minha primeira esposa. A primeira revelação de uma maravilhosa puta

Codigo do conto:
264601

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
16/06/2026

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