Quando retornei ela imediatamente pulo no meu colo, sentada de pernas abertas sobre minhas coxas e me dando um beijo que pareceu urgente. Retribuí, mas, esta noite estava a fim por dominar e me segurei. Levantei e fui até a cozinha pegar uma cerveja. Ela se tocou e voltou para o sofá, fingindo ser comportada.
Voltei com minha cerveja e sentei ao seu lado fingindo indiferença. Bebi uns dois goles, olhei para ela, tirei o pau para fora e ordenei. “Chupa.”
Nossas brincadeiras de dominação já eram velhas conhecidas e dividíamos bem os papeis, uma hora eu mandava, na outra ela era a dominante.
Depois de um tempo ordenei Silvana parar.
- Vai buscar a gravata.
Ela foi e voltou com uma preta e larga. Deu-me, agachou-se e virou de costas. Prendi a gravada moderadamente apertada, vendando seus olhos. Levantei e levei-a ao pufe de onde ela pode escutar as persianas do balcão da varanda se abrindo.
Tirei novamente o pau para fora e dei para ela chupar, ao mesmo tempo em que desfazia o laço e deixava o baby-doll cair. Mandei-a abrir as pernas, o que ela fez sem pestanejar e pude constatar sua excitação.
A renda da calcinha que cobriam sua xaninha estava tão molhada que não mal segurava o visgo, que vazando, molhou o pufe. Desconfiei que em sua mente sacana havia mais que nossos jogos de dominação. A preparação, o imediato e agora aquela excitação fora do normal. Novamente uma ponta de ciúmes aparece. Segurei a gravata e forcei sua boca contra meu pênis até essa chegar ao saco, ela engasgou e puxei para fora.
- Sua puta! Abre bem essas pernas que nosso vizinho quer ver essa buceta melada! Ele está me lá, na janela em frente, batendo uma para você e eu, como sempre fingindo que não estou vendo. Não é isso que você queria sua vagabunda? Fazer os machos gozarem te vendo?
Ela gemeu e arreganhou as pernas oferecida. Tentou se tocar, mas não deixei.
- Não, não...Sem se tocar. Hoje você é minha puta e hoje quem vai dizer quando você vai gozar sou eu! Levanta.
Abaixei a calcinha deixando-a nua. Guie-a para baixo e coloquei-a de quatro no pufe, virada de costas para a janela. Abri suas pernas inclinando-a para frente, deixando-a completamente exposta e, novamente, meti minha rola em sua boca. Com as mãos forçava sua cabeça para frente e para trás usando sua boca como uma buceta para meter enquanto ela se contorcia no pufe, esfregando o quanto dava a bucetinha no couro.
Puxei sua boca para fora do meu pau: “Minha putinha linda! Minha vagabunda! Por que você está tão molhada? Fala piranha, fala? Andou dando para outro? O que você andou aprontando hoje para estar desse jeito?”
Ela gemeu e percebi que havia gozado se esfregando no sofá.
- Hahaha..Amor! Você sabe que sempre quis ter outras pessoas na nossa cama.
Tremi.
- O que?
- Finalmente, contratei a garota de programa para nós. Você quer, né? Lembra que você tinha deixado por minha conta? Então...tomei coragem e já arranjei tudo.
Silvana acabou a frase enquanto tinha outro orgasmo se esfregando no pufe. Meu pau deu um pulo e ela percebeu o quanto aquilo tinha me excitado.
- Você é mesmo uma vagabunda insaciável, eu te amo!
Com força puxei a gravata e deite-a no tapete da sala. Abri suas pernas e comecei a chupá-la.
- Ela vai chupar sua buceta assim. Você quer né? – Ela gozou imediatamente. Desse jeito toda arreganhada, né? Ela te chupando e você feito uma puta sem vergonha, né? Amor, você é mesmo uma vagabunda filha da puta do caralho! - Gozou novamente entrando em ciclo multiorgástico.
Tirei minha boca de sua buceta e meti com força. Metia e xingava, e Silvana gozava sem parar. Conhecia minha esposa, sabia o que ela queria e para manter seu ciclo de orgasmos múltiplos, alternava entre chupar e meter. Queria fazê-la desmaiar de prazer, desmaiar de tanto gozar.
- Isso, goza mais vagabunda, goza! Quero ver você assim quando estivemos a três. Você vai chupar a buceta dela. Quero ver minha mulherzinha lésbica chupar uma buceta. Quero meter em você e nela e ver vocês transando com outra mulher, sua puta!
Silvana não parava de gozar! Toda mole, entregue, só fazia respirar, gemer e gozar, enquanto eu estava chegando ao limite do retardo do gozo.
- Para, não aguento mais – ela sussurrou sem forças!
- Pede para eu gozar, implora, sua puta!
- Goza, não aguento mais.
- Aguenta. Aguenta sim! Puta tem que aguentar!
Dei início a mais um ciclo. Desci até sua buceta e devorei-a com minha língua, ao mesmo tempo que, enfiando um dedo, buscava o rugoso “G” e com o polegar massageava seu cuzinho. Sua buceta era espasmos constantes, um gozo emendado no outro e litros de mel escorrendo. Nessas horas, quando conseguia que ela atingisse os orgasmos múltiplos, me sentia muito realizado, tão satisfeito que, para mim, aquilo era infinitamente maior que o prazer que uma simples ejaculação. Fazer minha mulher gozar desse jeito era, entre muitos, o meu maior prazer.
- Para, não aguento mais....
Comecei a meter novamente até o limite do gozo. Tirei para fora e fui despejar toda a porra acumulada no rosto da minha puta!
- Toma puta. Toma gozada na cara vagabunda!
Silvana, meio atordoada de tanto gozar, ainda conseguiu empurrar o sêmen para a boca e limpar uma parte. Ficamos largados por quase uma hora num estado de cochilo. Quando ela se recuperou eu perguntei:
- Sério mesmo que você contratou uma garota de programa?
- Sim.
Continua....
