Monique e eu. Segunda vez no México - Duas cdzinhas e um casal

- Ok! Dia 13 te chamo e marcamos.

Ter outro encontro com Monique no México já estava mexendo com minha libido. Claro que já havíamos nos encontrado depois da nossa primeira transa, mas no México era diferente. Lá dava para sair montada, ir a locais públicos específicos e, o melhor, não tinha praticamente risco algum. Lá eu podia ser Priscila e ela Monique, 100% fêmeas.

Eu já estava lá havia 2 dias, iria ficar mais 13, então tinha bastante tempo. Primeiro fui às compras. Óbvio que não tinha arrumado a mala com minhas calcinhas, meias, ligas, vestidos, saias e saltos, antes de sair de casa. Imagina! Minhas roupas de crossdresser ficam juntas com a da minha amiga Monique, bem guardas num locker que dividíamos e longe das vistas de nossas esposas, claro.

Pertinho de onde eu estava trabalhando tinha descoberto, desde minha primeira estadia, um mercado popular, uma espécie de outlet de rua, parecido com os nossos camelódromos. Lá havia muitas lojinhas de roupas femininas, lingeries, sapatos e acessórios, tudo bem barato. Fazia as compras lá, e na volta para o Brasil, deixava tudo para trás no hotel. As camareiras deveriam amar!

Dei um pulo no outlet à tarde após o trabalho e primeiro, claro, fui às lojas de lingeries, porque sem calcinha, meias e ligas não existe cdzinha!

Escolhi primeiro as calcinhas. Comprei umas 3 do jeito que eu gosto: maior na frente para acomodar bem o grelo e fio dental atrás, lógico. A preta e a vermelha eram o mesmo modelo: laterais mais grossas (tirinhas são lindas, mas não me caem bem), cintura alta e fio dental na bunda, o que é uma prioridade para mim, afina, sentir a calcinha atolada no rabo, roçando o cuzinho é uma das sensações maravilhosas de estar montada, além de provocar os homens. Depois comprei uma meia 7/8 com liga acoplada, pois detesto quando elas enrugam, e um sutiã de bojo tomara-que-caia.

Saindo da loja de lingeries foi comprar o salto, tacones, como eles chama lá (15cm e quadrado). Também comprei uma mini saia preta e um topzinho tipo cropped com maga e curtinho, para deixar a barriga de fora. As peças tinham a função de me deixar gostosa, mas também esconder os pelos das pernas e das axilas - eu aparo, mas não depilo. (no final do conto tem fotos parecidas com as roupas que comprei).

Voltei para o hotel e experimentei tudo para a ver se ficava bom. E ficou, tanto que tive que bater uma bem gostosa para aliviar o tesão.

No outro dia mandei um Telegram para a Monique perguntando o que ela tinha em mente. O texto de resposta dizia que ela gostaria de ir à um clube liberal - naquela noite teria show de Drag Queen e a noite era mista (trans, cds e casais). Dizia também que a casa era super chique, mas não propriamente uma casa de swing. Achei perfeito. Ela me passou o endereço e combinamos de nos encontrarmos lá às 23:00hs.

Cheguei à casa e amei logo de cara. Estava completamente montada e, sem falsa modéstia, muito gostosa. O salto alto que levantava minha bunda; as meias 7/8 com liga; a mini saia que deixava aparecer os detalhes da meia desenhada nas coxas; a calcinha toda atolada na raba e que marcava a mini saia; meu abdome em forma e lisinho completamente a mostra. O conjunto todo me deixou “filé”, tanto que, assim que entrei, chamei bastante atenção. Monique já havia me avisado que estava em uma mesa me esperando.

Encontrei ela sentada numa das mesas do lado esquerdo da pista. Era um ambiente meia-luz e dava para curtir o show de boa. Os acentos eram tipo namoradeira para dois lugares e havia dois, um em frente ao outro com a mesa no meio. Sentei de frente para Monique e pedi uma garrafa de vinho tinto e duas taças. Assistimos ao show, que foi engraçadíssimo e começamos a papear. Ela me contou as novidades.

- Menina, nem te conto! Finalmente dei o cuzinho!

- Jura, me conta!

- Então...não falei para você, mas conheci outra amiga cdzinha. Ela mora perto de casa, e eu não te falei nada porque não sabia se ela era confiável. Nos encontramos no Motel a primeira vez e foi tudo de bom. Ela brincou com meu cuzinho como sempre fazemos, mas respeitou minha virgindade, no final eu acabei enrabando-a - ela é experiente, você precisa conhece-la. Aí ela me contou que mora sozinha, divorciada e tal e, tendo me conhecido, achava que poderíamos marcar na casa dela.

- Sério...continua.

- Eu fui. Um Ap. super legal, amplo e sem porteiro. Quando cheguei ela já estava montada e falou para eu ficar à vontade para me vestir. Levei nossa mala e enquanto estava me preparando o interfone tocou e ouvi ela apertando o botão da portaria. Quando eu sai um homem de meia idade estava com ela. Os dois estavam no sofá conversando. Ela me apresentou e ficamos um tempinho bebendo vinhozinho e de bate-papo. Eles davam uns selinhos as vezes, mas ainda nada de rolar pegação. Aí o interfone tocou novamente e ela liberou a entrada. Quando abriu a porta era outro homem. Olhei para ela tipo (que é isso?) Ela deu uma piscada e me apresentou o Júlio. Era um outro cara de meia idade bem bonito e cheiroso. Ela me chamou na cozinha e disse: “olha Monique, tudo bem se você não quiser nada, já avisei os meninos”. Respondi: “ok.”

- E aí...

- Aí que ela e o Paulo começaram a se pegar e a coisa esquentou e quando dei por mim já estava me pagando com o Júlio... Amiga...daí para frente me entreguei, como ele não tinha um pau grande eu tentei e, menina...foi muito, muito bom...

- Buenas noche!

Verei a cabeça e tomei um susto: ao meu lado um homem alto de roupa social e de mãos dadas com uma mulher estava parado ao meu lado.

- Olá, ¿Podemos sentarnos?

Olhei para Monique que deu de ombros.

- Claro.

Levantei-me e sentei ao lado da Monique deixando o outro acento para o casal. Eles se apresentaram como Hector e Miranda e de cara soltaram aquela: “vocês são brasileiras, né?”

Ele, principalmente, começou a nos elogiar bastante: que éramos muito bonitas e sexys; que desde a entrada estavam de olho em nós, etc. Pediram mais uma garrafa de vinho, duas taças e o papo foi rolando com muitos olhares se cruzando.

Monique já estava passando a mão nas minhas coxas e eu nas dela. Nada entre nós quatro era explicito, mas o tesão era quase palpável no ar. Nesse momento pedi licença e fui ao banheiro que, como previra, eram mistos. Depois de fazer meu xixizinho sentadinha no vazo caminhei de volta para mesa e, para minha surpresa, Miranda havia mudado de lugar e agora estava ao lado de Monique. Não tendo outro lugar para sentar me sentei ao lado do Hector, que não parava de me comer com os olhos.

Assim que sentei ele se virou e sussurrou no meu ouvido: “És muy guapa” e colocou uma das mãos na minha coxa. Aquilo me arrepiou da peruca até a pontinha do pé. Meu cuzinho piscou roçando o fio-dental e meu grelo ficou duro na hora. Respondi “muito obrigada” e quando virei para Monique, ela e Miranda estavam se beijando loucamente. As línguas dançando para lá e para cá e as mãos bobas, certamente em alta atividade por debaixo da mesa. Vi aquele homem ao meu lado, pertinho, com a mão me acariciando a coxa e, simplesmente, perdi a linha. Sua boca tão perto era um convite insuportavelmente irresistível e minha boca foi procurar a dele.

Ele me beijou com enorme tesão. Sua língua invadiu minha boca e coloquei a minha esfregando a dele num beijo molhado, sem vergonha e que me deixou super excitada. Ele não perdeu tempo e correu uma das mãos para dentro da mini saia agarrando meu grelo duro enquanto a outra, por cima do pano, acariciava minha bunda. Queimando de desejo fui procura seu pau por dentro da calça, abri o zíper e peguei ele já duro em minha mão, estava louca de vontade de colocar na boca, de mamar, de sentir seu cheiro e seu gosto, e acho que nunca senti tanto tesão em público.
Nossas respirações estavam tão aceleradas que, depois que minha boca desgrudou da dele estávamos ofegantes. Ficamos nos olhando enquanto ele apertava meu saco roçando a entrada do meu cu por cima da calcinha e eu o punhetava por dentro da calça.

Monique e Miranda nos olhavam com gula, como se quisessem participar. Nisso Hector largou meu grelo duro e se recompôs. Perguntou se gostaríamos de ir para o apartamento deles, que não ficava tão longe dali. Sinceramente fiquei com bastante medo, mas Monique de cara aceitou e eu não podia deixa-la sozinha, mesmo porque estava loca para aquilo continuar.

Entremos no carro: ele ao volante, eu no carona; Monique e Miranda atrás. Assim que as meninas sentaram já começaram a se pegar. A pick-up começo a andar. Soltei o sinto, deitei no colo de Hector, tirei seu pau para fora, dessa vez desafivelando o cinto e baixando um pouco a calça e comecei a mamar aquela rola desesperadamente. Era um pau de porte médio e muito gostoso chupava a cabeça e engolia até a garganta. As reações de Hector me diziam que ele estava amando aquilo. No banco de trás Miranda fazia o mesmo com Monique.

Meu apetite era tanto, minha chupeta tão gulosa, que não demorou muito comecei a sentir os espasmos do cacete e logo os jorros de porra na minha boca, o esperma quente bateu no céu da boca, desceu pela língua e eu pude sentir meu próprio pau latejando na calcinha enquanto engolia o que podia - o resto do gozo escapando pelos cantos da boca. Lambi tudo, da cabeça da rola, aos pelos da pelve até ficar tudo bem limpinho. Queira mais, mas Hector me deteve porque já estávamos chegando. Me recompus e entramos pela garagem.

No elevador fiquei de frente para o Hector roçando minha bunda no seu pau, que mesmo mole, me deixou super excitada, pois adoro ficar esfregando minha raba num pau e me oferecendo como uma cadela.

Entramos no apartamento, um imóvel de luxo cuja porta de entrada dava para uma sala de estar ampla e com varanda. Miranda acendeu a luz do corredor que dava para os quartos, o que deixou o ambiente à meia luz. Hector pediu licença e foi em direção aos quartos, enquanto Miranda nos conduziu ao sofá.

Ela, com um tesão louco, começou a me beijar junto com Monique num beijo de três línguas enquanto subia minha saia e pegava meu grelo. Monique, pude ver, estava momentaneamente satisfeita, devia ter se aliviado como o Hector. Desci minha saia até os pés e ela puxou minha calcinha para baixo. Quis tirar o salto, ela pediu para deixar.

Fiquei ali de top, meias de liga e salto enquanto ela me chupava, sentada no sofá de pernas abertas e com Monique chupando sua buceta. Era uma cena muito excitante e por pouco não gozei. Sabendo que não ia aguentar se ela continuasse me mamando ajoelhei-me por trás de Monique, levantei sua saia, pus a calcinha de lado e comecei a chupar seu cuzinho. Ela empinou o rabo rebolando, enquanto Miranda tinha um orgasmo, uivando de prazer. Escandalosa, ela gemia alto, gritando palavras em espanhol que não compreendíamos.

Assim que Miranda gozou, Monique colocou-a de quatro no sofá e começo a chupa-la por trás, inclusive lambendo o cuzinho. Ficou nisso pouco tempo e trocamos. Agora eu estava chupando Miranda de quatro enquanto ela chupava a Monique, que começo a ficar de grelo duro novamente. Miranda tinha uma bunda larga e um cuzinho marrom, limpinho e guloso que logo começo a piscar em outro orgasmo.

Quando ela teve o segundo orgasmo Hector retornou dos quartos e, para minha surpresa, apareceu de meias 7/8 e sutiã. “Hum então era isso”, pensei. Miranda ao vê-lo ficou ainda mais excitada e teve outro orgasmo piscando o cuzinho na minha língua.

Hector juntou-se a nós. Deitou-se por baixo de mim e começo a me mamar. Nessa posição ele podia, com meu grelo na boca, ver a esposa arreganhada sendo chupada por mim. Enquanto me chupava ele brincava com meu cuzinho passando o dedinho, que depois de uma salivada entrou gostoso. Comecei a viajar de tesão.

- Isso amor, coloca o dedinho no meu cu, chupa o grelo da tua fêmea, chupa...isso... Enfia mais um dedinho no meu cuzinho amor, enfia. Hahaaaaa!

Estava louca de tesão, mas depois de tanto tempo duro, tinha chegado ao estágio de controle ideal, que queria prolongar até o limite.

Hector e eu agora estávamos num 69 alucinante, eu por baixo, ele por cima. Ao lado de nós Monique já estava completamente refeita e era mamada por Miranda. Quando essa viu que Monique estava com o pau bem duro, puxou uma camisinha da bolsa, encapou o bicho e levou Monique para trás de Hector, conduzindo seu pau para dentro do cuzinho de Hector. Sentou no sofá e ficou se masturbando vendo o marido ser enrabado. Por baixo eu via a rola da Monique entrando e saindo daquele cu que tinha eu tão bem lubrificado.

Monique bombou rápido e gozou novamente dentro da camisinha. Aquilo foi demais! Eu queria aquilo e, sem pensar, sai debaixo do Hector, virei ele de costas e pulei no seu colo. Sentada, comecei beijar sua boca e roçar meu cu naquele pau gostoso. Que sensação maravilhosa O sentir, já babado pela mina chupeta, roçar meu cu. Estava completamente louca.

- Você que me comer amor? Quer né? Fala que, desde de quando me viu você quem me ter, me fazer sua fêmea de sua putinha. Olha amor o tamanho do meu grelo, olha! Fala que você quer me foder.

Falava em português e ele certamente entendia, porque respondia “si mi amor” “te quero” e outras frases que não entendia bem, mas sabia o que significavam. Nisso, nosso transe foi interrompido por mais um orgasmo de Miranda, o mais forte. Ela urrou e xingou em espanhol a ponto de eu pensar se os vizinhos não estavam ouvindo. Depois ela sacou mais uma camisinha e com a boca encapou o pau de Hector.

Levante minha bunda, peguei seu pau e coloquei na portinha do rabo e fui descendo e subindo. Mesmo pequeno ele não entrava, então Miranda começo a chupar meu cuzinho deixando bem molhado de saliva e foi empurrando a rola do marido para dentro. A cabeça entrou e fui me acostumando e descendo aos poucos. Não demorou para me acostumar e, com o tesão que eu estava, só sentia prazer. Um pau de carne todo atolado no meu cu pela primeira vez. Meu próprio pau balançando na cara do Hector, enquanto, no sobe e desce, procurava viver todas as sensações daquele momento. Não demorou muito para em começar a sentir o gozo chegar, então, peguei minha rola e direcionei para o rosto do meu amante começando a soltar jorros de porra na sua cara. Eu literalmente tremia dos pés à cabeça. Foi um orgasmo como nunca tinha tido, um orgasmo prostático.

Desmontei o Hector e cai de lado. Miranda tirou a camisinha e ocupou meu lugar montado o marido. Descendo o corpo ela passou a língua e a boca na porra recém deixada e dividiu com o marido enquanto subia e descia sua buceta no mastro freneticamente até que os dois gozaram Hector encheu a buceta da esposa com ela, novamente urrando e xingando.

Ficamos ali deitados por uns minutos. Nos recuperamos e vestimos e Hector chamou um taxi que nos levou de volta para nossos hotéis. Eles deixaram contato, mas, infelizmente, nunca mais voltei ao Mexico. Ficou a lembrança dessa que foi minha defloração como cdzinha.

Bjs.
Pri.

Foto 1 do Conto erotico: Monique e eu. Segunda vez no México - Duas cdzinhas e um casal

Foto 2 do Conto erotico: Monique e eu. Segunda vez no México - Duas cdzinhas e um casal

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Comentários


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coroa-putao- Comentou em 31/07/2026

Que tesão




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Monique e eu. Segunda vez no México - Duas cdzinhas e um casal

Codigo do conto:
264947

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
20/06/2026

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