Depois da ultima e deliciosa conversa, tivemos ainda outras e com câmeras abertas para ambos – ah!! Ela me deixava cada vez mais faminto e sua xota ainda mais peluda, fazendo-me imaginar seu cheiro gostoso de fêmea bem cuidada. Todos dias nos falávamos e todos os dias me cobria de nudes e provocações, pois Marcela era exibida e embora os celulares na época fosses precário quanto às fotos, todos tínhamos uma câmera dessas de 16, que supriam a necessidade, bons tempos, tudo era novidade. Numa das últimas, combinamos o dia, já haviam passado quase um mês do acontecido e eu só pensava em devolver àquela frustração toda no seu rabo, sim, não havia esquecido o ocorrido, mas aquilo era um tempero a mais, até mais que uma frustração propriamente dita. E como de costume, conversávamos, ela uma fêmea exibida e frustrada com o Marido Frouxo e Vacilão e precisando de picona dura, grossa e cheia de veias. Disse-me que teria que ser numa tarde, como é natural com casadas poderosas, que o Esposo cornudo estaria no serviço e que assim seria mais fácil até para não dar muita bandeira e muitas perguntas. Combinamos uma semana depois, numa quarta feira. Eu pedi apenas que usasse sua menor calcinha, dessas que seus pelos macios e longos não os cobrissem em cima ou nas laterais e que a aureola do seu belo rabo rosado também fosse mal guarnecido pelo tecido da tanga. Obviamente fui atendido, dizendo-me que teria que comprar, mas que fazia questão fosse com o Dinheiro de Corno:
- Meu corno vai me dar esse presentinho e eu vou me dar para você, é bom que saiba mesmo fazer bom uso hahah... – provocativa, abusada e ainda tentando me intimidar como uma adolescente testando seus tutores.
Na quarta feira combina, na zona leste mesmo, num motel na beira da Estação Tatuapé, ou seja, de fácil camuflagem, pois tem shopping e a estação em si. Combinamos, mas não de chegar junto, ao mesmo tempo; mas ela foi primeiro e eu cheguei 10 minutos depois. Anunciei minha entrada, do qual foi autorizada. Subi as escadas salivando, era novo e minha energia era constante, um dos meus predicados. Bate na porta e que estava entreaberta, então entrei sem cerimonia, tranquei-a e pude ter uma visão maravilhosa, tudo planejado por esta casada imoral, a chifradeira de 4 na cama, empinadíssima, com o rabo pra cima, que me parecia ainda maior, sua cara no travesseiro, cabelos cobrindo sua face e sua respiração ansiosa. Sentia sua gula, sua fome e seu cheiro de cio (cheiro gostoso, não de infecção, entende?). Cheguei mais perto ainda, e mais perto e mais perto e mais perto, suas ancas rebolavam levemente e descompensada. Uma verdadeira Puta, sua bucetona fazia um volume lindo naquela calcinha que mal podia cobri-la. Sua xota peluda estava inchada, naquela calcinha branca e seus pelos saiam pela lateral, era lindo, aqueles pelos incontrolados pelo fio dental, saindo de canto e sua xota pouco coberta, sendo sincero, a calcinha não cobria o buraco daquela fêmea. Cheguei ainda mais perto e aquele rabo imenso ficou ainda mais nervoso ao toque mais viril e firme das minhas mãos. Desferi um tapa que deixou-a vermelha na hora e abri-a toda, suas nádegas brancas, a pele macia e aquele buraquinho rosa que o fio não podia conter as pregas que ousavam em aparecer, era um lindo micro fio, digno de uma Casada Vagabunda que era. Suas pregas insistiam em pulsar, como se quisesse meu beijo, como se fosse uma boca me pedindo um carinho, a minha boca se aguando, meu caralho já pulsando na calça jeans, sem a cueca. Ao abri-la toda, escancarar sua xota, seus pelos e seu rabo imoral, naõ me contive e cai de boca no seu traseiro imenso. Minha cara desaparecia nas bandas de sua enorme bunda e seu perfume agora estaria demarcando a minha face ainda sem barba. Lambi cada prega daquele cu, alternando na sua xotona por trás, sua boceta hora melava meu queixo, hora melava o meu nariz e bochechas, a minha boca já sorvia seu mel e sorvia suas pregas, sem essas de procurar o ponto G, era sorver como um animal, comer como um animal, eu não queria a técnica, eu queria a porcaria toda, era pressão, sem morder, sem machucar, mas botava pressão nos lábios, queria engolir aquele cu e boceta e sentir seus pelos na minha cara era um prazer violento para este macho que vos fala. Alternava e enfiava-lhe os dedos na xota, hora no cu, hora em ambos e sugando-lhe e namorando sua boceta e o cu, lambuzando como um porco, virando-a de frente, abrindo suas pernas e escancarando tudo o que era meu... dois dedos no seu cu, três dedos no seu cu e minha língua lambendo seu clitóris e mordiscando suas coxas grossas. Logo veio o seu primeiro orgasmo, que lavou a minha cara, pois sua ansiedade era tamanha, que o tesão recolhido de puta casada mal comida só poderia dar em explosão, num squirting insano, em balbuceios e grunhidos, palavras chulas, me xingando como se eu fosse o culpado por sua falta de sexo, “ain, seu filho de uma puta, olha o que você faz comigo, seu filho da puta cretino...!”. E grunhia...
Ela não se fazia de fraca, ao contrário, queria mais e mais, veio faminta em direção ao meu pau, ainda nas calças, e pude ver sua ânsia por pica. Ao conseguir me tocar, mal conseguia abrir a fivela do cinto, eu em pé, sim altivo, pois não poderia demonstrar desordem, apenas observando seu nervosismo. Ela passava a mão e não sabia se abria a braguilha ou se retirava todo o cinto, ou se apertava as carnes da rolona, me olhava debaixo pra cima, como uma infante travessa e lambia até a calça ou passava sua face no contorno do caralho protegido pelo tecido. Ao conseguir abrir o cinto completamente, abaixou-me as calças e viu o que lhe esperava, o caralho saltou no seu nariz, duro feito pedra, na sua cara, dando-lhe boas vindas. Ela o passava no rosto, no nariz e na boca, nos olhos e até nos cabelos, ela estava aflita ao que me parecia:
- Que pauzão, seu puto! É, agora eu sei que é de verdade, que não é uma ilusão de câmera, que bela picona de Macho, isso é um pau de Macho – segurando forte apertando e olhando por pau -, nunca tive um assim! Meu maridinho é um coitado, é metade desse cacete e nem fica duro mais pra mim, mas fica duro vendo pintões feito este teu – e me lambia, abocanhava, segurava e sua boca não o engolia todo -, pau de Macho, dificilmente uma mulher consegue engolir tudo, pau grosso de filho da puta.
E mamava como uma diva, Marcela estava aflita na sua tarefa, tanto que facilitei sua vida, deitei-me naquela cama confortável e deixe-a se divertir num pau de verdade. Sua mãozinha não fechava no corpo desta minha tora, mas sua boca envolvia bem, sofregando, mas sem dificuldade conseguia engolir pouco mais da metade da pica, babando e cuspindo, bem porcona mesmo. Sorria e passava na cara, batia na cara, bem clichê, mas lindo de se ver. Porra, ainda mais naquele rosto de menina estudada, bem cuidada, Patricinha bem estudada, batendo com um pau duro na cara, porra, é algo tão lindo de se ver, passando seu caralho no rosto e depois dizem que mulher não gosta de pau... - hahahahahaa ela não gosta do seu pau, colega, do meu ela ama. E foi assim, linda e poderosa, gostosa e cavala, ali mamando minha picona enquanto o corno otário trabalhando e pagando a calcinha pra ela usar com o novo Macho e Dono daquele cu. Ela segurava com as duas mãos, batia pra mim e batia ele na cara, era até divertido, engraçado. Ela abocanhava e cuspia na pica. Ela sorvia o que escorria e tornava a cuspir. Ela lambia as minhas bolas sem eu pedir e se afogava nos meus pelos pubianos, cheirava meu pau, cheirava meus pelos e dizia ter testosterona ali. Não se limitava... Pense, eu não havia beijado aquela boca linda, nem segurado no seu rosto, tudo na loucura e ansiedade, tudo na mais pura gula de boceta, cu e pica. Ela se levantou com a boca toda meio inchada, seus lábios estavam quentes e melados, segurei-a pelo pescoço e vi seus olhos virarem e beijei aquela boca com muita paixão, muita fúria, muita loucura e mordia seus lábios grossos e ela sorvia minha saliva e às vezes a minha língua. Segurava em seus peitos, grandes, pois me enganei no vídeo, eram grandes sim, pois sobravam na minha boca, eram gostosos, bicos rosados que a minha boca mordia sem pudor. Mordi e suguei um a um, sugava sem piedade, queria marca-los, como fiz. Subia e alternava na sua boca e pescoço, mordia seus ombros e descobri ali um segredo de tesão que nem mesmo ela sabia, ao morder e beija-la nos ombros suas ancas rebolavam e sua bunda empinava pronta para a cruza. Minhas mãos percorriam tudo, procurava seu cu, sentia a maciez deixada pelos meus três dedos invasores no seu reto. Sua xota melava forte e sua coxas estava molhadas até, então veio seu gozo apenas naquela situação, era pra ela algo degradante e vergonhoso, gozar tão facilmente nas mãos de filho da puta desconhecido, enquanto seu Marido Otário, Corno e Frouxo, não era capaz ao menos de lhe dar minimante uma calcinha babada.
Esse é um risco que todo corno tem, ele sonha em meter todo dia, mas não tem capacidade e virilidade para isso, ao menos se foder forte umas vezes na semana, para estragar o parquinho, e deixa-la contente e ainda valorizar o que tem, tenha certeza, não terás chifre nesta cabecinha inútil.
Muitos beijos e muito suor e saliva, estávamos à flor da pele. Marcela se deixou e abriu as pernas, a luz ainda a favorecia, pois sua pele estava linda. Por um segundo parei para admirar aquilo tudo, aqueles pelos que me viciavam e sua xota rosa e cheirosa, estava inchada das chupadas e seus pelos melados do seu mel e gozo. Olhando bem no fundo dos meus olhos, fazendo carinhas e bocas, manhosa como uma pirralha, não precisava pedir nada, ela queria sentir-me fundo na sua xota gordinha, queria sentir-me abrindo-a completamente, sua face implorava sem dizer uma palavra. Puxei-a para a beira da cama, mais alta que o normal, e pude colocar o caralho que entrou todo e devagar esticando os seus cantos, que ao sentir o seu fundo, fui agraciado com um delicioso gemido mais fino e moroso, e uma carinha de dor conhecida, seu rostinho lindo fez uma careta fofa, meu rosto já perto da sua face, tal ponto que eu lambia a sua boca e apertava suas bochechas, segurando-a como se fosse uma criança mal educada. Cuspia e sua boca, apertava sua face e seus lábios faziam um biquinho lindo, enquanto socava a pica no fundo – é incrível que um pau grande na boceta, fundo e sem dó, pode dominar uma vadiazinha mimada até, fazendo-a ser sua cadela naquele momento. Ela sorvia minha saliva como se fosse mel e abria a boca sem meu esforço p/ faze-lo. A cadela sentia as estocadas e gemia seco, sua boceta estava sendo preenchida e sua face mudara de fofa para depravada num instante. Desta vez não me xingava, mas o seu Marido, “Meu marido merece esse chifre, ele gosta de chifre, ele gosta de pinto....”, eu socava sem piedade, sem pudor, cadenciado, indo e voltando, quase retirando as carnes da pica e socando até o fundo, no seu colo do útero, talvez por isso a dorzinha, e voltava a me xingar ou xinga-lo, “puto, seu pau é enorme e se ele vê esse pintão, aquele Corno vacilão, vai deixar ele de pintinho ainda mais mole de vergonha... ain, eu quero seu pau pra mim!!!”, isso deixava meu caralho ainda mais duro, ainda mais pulsando, e ela sentia cada vez que o sangue do meu corpo esguichava para manter meu caralho duro dentro daquela xota... virei-a e soquei fundo naquela boceta inchada novamente, soquei rápido e intenso, fundo e sagaz, até que ela gozasse sem controle e perdesse levemente os sentidos, bem gostoso como dever fazer um Macho de verdade – tenho certeza que você já sentiu isso!.
Ela toda linda e tesuda se recuperou gostoso e rebolando, empinou piscando pra mim aquele cu e eu sou um viciado em cu, sou um fodedor de rabo profissional, essa é a minha arte, eu amo enrabar. Empinada, Marcela piscando, me pede sem pudor:
- Vai seu vagabundo, mete no meu cu, mete no meu rabo, faz meu rabo ser todo seu com esse pinto de Macho Alpha, faz meu cu, arromba meu cu.
Lambi novamente aquele cu e senti seu mel de xota nele, havia escorrido, que delicia. Ela se arrepiou na hora, estava sensível devido ao seu ultimo gozo. Pincelei a cabeça da rolona e ela não estava nem um pouco calma, como uma pirralha mesmo, sem experiência em dar o rabo, culpa daquele Inútil daquele Marido Vacilão. Dei-lhe ordem, espancando suas nádegas, uma após a outra e impondo a minha vontade, desferi intensos tapas, até que ardesse e se acalmasse. Puxei-a pelos cabelos e mordi seu pescoço e nuca, impondo nela a ordem que eu queria. Logo ficou mais calma, então volvei a pincelar a picona, da boceta ao ânus, batendo com o corpo do caralho na sua entrada anal. Roçava e pressionava levemente a cabeça para sentir suas pregas se abrindo, ela se mexia e apanhava na sua desobediência, até entender... Lembro-me deste detalhe, numa perda de paciência da minha parte, peguei-a pelo pescoço, forte mesmo, e pelos cabelos, tirando-a da posição que estava, cuspi em sua face e dei-lhe um tapa seco, ela se assustou, mas voltou a empinar, dessa vez realmente calma. Com o rosto ardendo no travesseiro e seu enorme bumbum para cima, convidativo, eu dizia a ela em um tom seguro e calmo:
- isso é para o seu bem meu anjo, se você não me obedece, eu te machuco no cu e aí só forçando a sua entrada para entender que seu rabo me pertence, entendeu bebê?
- Sim, eu sei, eu sei disso! Come meu cu, come, come ele, come....!
Seu rabo piscava sem pudor, descontrole, ela já não sabia o que fazer para ter seu rabo invadido por um pau grosso do qual ela nunca teve, apenas pintinhos finos e molegas. Meu caralho dessa vez foi entrando e com uma das mãos segurando-o e com a outra usando seus cabelos pretos como rédeas para que ela se controlasse. Ela foi sentindo cm por cm de carne de pica, e gemendo e dessa vez pedindo para que eu parasse, um outro clichê, quase sempre pedem, mas um cu deve ser tomado, usurpado, colonizado. Com calma fui adentrado sem pudor, até que senti minhas bolas melarem na sua xota peluda, então por ali aguardei até que sua respiração ofegante se controlasse. Sua voz era rouca e suas palavras sem qualquer sentido, desde xingamentos a choramingos fofos que excitavam o meu pau. Sentia seu suor frio e sua pele arrepiada, sua bocetada babando nos meus dedos e sua boca procurando afagos e controle:
- Entende como se fode um cu? – eu dizia a ela. – É assim, com calma para que eu possa me divertir no seu reto, para fazer seu cu de buceta, para ver a minha arte e seu gozo será o resultado disso tudo. De quem é o seu cu?
- é teu, meu cu tá preenchido, dói pra caralho, ain o meu cuzinho, você esta judiando do meu cuzinho.
- Quem é o Dono do seu cu?
- é você. – E mordei o lençol da cama para aguentar o que viria.
Sua bunda era minha, havia tomado do seu marido frouxo. Entao, poderia fazer o que quisesse, eu tinha a propriedade ali. Seu rabo me pertencia e soquei levemente até aumentar o ritmo e sentir o seu descontrole proposital. Ela se contorcia na cama e mordia o lençol, ela se segurava, não sabia o que sentia, mas sua xota me dizia a realidade dos fatos, ela estava tendo pequenos gozos, um atrás do outro, sem parar, a cada socada funda, seu rabo era macetado e aberto, sua bunda me pertencia então seu buraco se abria. Sua bunda imensa recebia tapas e pica, e ela se divertia ainda mais imoral, já acostumada com a carne no cu. Sua enorme bunda, vermelha e roxa dos tapoes, seu cu ao retirar pela primeira vez toda a rolona, não estava do jeito que eu desejava, mas era perceptivo uma diferença, seu anus nunca mais seria o mesmo, seria um cu viciado em ser fodido. Ele ainda piscava, então não poderia estar no jeito que eu queria. Soquei, pau limpo, soquei fundo e mais e mais e mais e mais... o barulho e os berros eram imensos, sua xota pingava na cama e ela gozava como uma Vaca. Até que não se aguentou numa socada mais funda e contínua de apenas dois minutos seguidos, fundo e intenso, e gozou dum jeito que poucas vezes eu vi, desmaiando sobre a cama, soltando o corpo todo. Virei-a de lado e novamente soquei no seu rabo, ela acordou com o pau na bundona, dessa vez sem precisa aguentar o peso do corpo, soquei e soquei e ela voltou a gozar ainda mais intenso e perder os sentidos, é até lindo de ver uma Dama Poderosa ficar neste estado lastimável. Seu reto não estava mais controlando, seu cu aberto com pequenos peidinhos, voltei a soca-lo fundo pra ela sentir que tem a obrigação de me servir com a bunda. Tirei e foquei na sua xota, ela acordou dizendo não pode, mas em menos de 30s gozou xingando o Marido novamente, “Sua culpa, olha o que esse macho faz comigo, ele tá me judiando, ainn”... Ela falava e meu pau empedrava, então socava, hora no cu, hora na xota, hora eu retirava e limpava na sua boca suja de Esposa cadela.
EU suava para caralho e meu corpo já estava hiper cansado de tanta bombada, ela veio tentar sentar em mim, mas não conseguia controlar as pernas e a força nos joelhos. Então abriu as pernas ao máximo e pediu mais no cu, abrindo pra mim, toda imensamente vadia pra mim, toda minha, totalmente minha... Soquei de frente, mais calmo sim, beijando na boca ou sugando seus peitos, puta que pariu, com uma Mulher linda isso é maravilhoso. Seu hálito era do meu pau e ela não ligava pra mais nada, nem para marcas ou como ficaria seu cu, se aberto ou se dilacerado, apenas queria dar o cu. Dizia pra foder mais forte, dizia pra socar fundo, mais fundo, mais forte e sem parar, dizia e me beijava e gozava pra mim e é lógico que eu não aguentei nada, soquei fundo querendo sentir seu fundo mais fundo, e gozei bem fundo no seu rabo. Foram jatos e mais jatos de porra para o seu fundo, depositado, sua carinha que era de devassa, passou a ter uma ternura irreconhecível. Seu rosto estava lindo, mesmo totalmente bagunçada, seu rosto e sua pele brilhando de suor, seus olhos de gata, de onça, me olhando, com ternura, era algo maravilhoso, eu jatava aquele cu, e urrava no seu ouvido, sentindo suas pernas me prendendo para ir mais fundo dentro dela. Essas sensações são maravilhosas com essas Poderosas Mulheres.
Ficamos assim, eu em cima dela, nos beijando, por pelo menos uma hora, naquele dia algo muito delicioso... coisas que são singulares.
O caralho saiu sozinho daquele rabo e a porra escorreu, parte dela, para o colchão, com um pouco de sangue, fato. Seu rabo estava aberto, extremamente aberto, ela fez questão de abrir e me mostrar, pude ver a minha arte e sua visceralidade.
O tempo da estadia acabara ali, mas tomei meu banho, contudo ela não fez o mesmo, só se arrumou e colocou outra calcinha, suada mesmo, mas queria chegar em casa assim, cheirando a Macho, como ela mesmo dizia, “Quero o cheiro do meu Macho, vou provoca-lo, aquele frouxo, será que ele vai sentir? Será que ele vai querer lamber minha buceta se eu disser a ele que eu dei a tarde toda pra voceê??”
Aquela Vadia era abusada, mas sabia como dominar aquele Frouxo, ela entendia como funcionava e o manipulava muito bem e é assim que toda Chifradeira deve ser.
Quando cheguei em casa ela ainda me perguntou se havia chego bem, por mensagem, e via MSN, ela contando-me que seu Marido sentiu um cheiro diferente, mas que gostou muito, mas não contou para ele sobre nossa foda, não queria que ele batesse uma pensando. Porém, o fez chupar sem que ele soubesse que escorria porra do seu cu para a boceta, dizia a ele que passou a tarde toda molhada e que queria ser chupada. Ele adorou o sabor, disse ela, que era diferente. Ela gozou na boca do inútil e o fez sorver toda a minha porra, aposto que deixou ela bem limpinha.
CORNO É FODA.



