Naquela tarde chuvosa de quarta-feira, Roberto saiu mais cedo do escritório. Uma reunião havia sido cancelada e ele pensou em fazer uma surpresa: comprar o vinho favorito dela, pedir delivery e quem sabe relembrar os tempos em que transavam no sofá da sala. O coração batia acelerado de expectativa enquanto subia as escadas do prédio.
A porta do apartamento estava encostada. Estranho. Ele empurrou devagar, sem fazer barulho. Os gemidos chegaram primeiro — altos, guturais, nada parecidos com os suspiros contidos que Carla dava para ele. Depois veio o som ritmado de carne batendo contra carne.
No quarto deles, Carla estava de quatro na cama king size, completamente nua. Suas costas arqueadas, o cabelo castanho colado no suor do rosto. Atrás dela, um homem alto, musculoso, pele morena, metia com força. O pau grosso e veioso entrava e saía brilhando, esticando a boceta depilada da esposa de Roberto de um jeito que ele nunca tinha visto. As bolas do cara batiam contra o clitóris dela a cada estocada.
— Isso, amor... me fode mais fundo! — Carla gemia, empinando a bunda. — Seu pau é tão maior que o do meu marido...
Roberto congelou no corredor, O coração martelava no peito. Raiva, choque, excitação doentia — tudo misturado. Ele não fez barulho. Recuou devagar, saiu do apartamento e desceu as escadas como um zumbi. Sentou no carro, no estacionamento, e ficou lá por quase uma hora, o pau inexplicavelmente duro dentro da calça.
Quando voltou para casa, já era o horário normal. Carla o recebeu com um beijo na bochecha, cheirando a banho recente e perfume. O quarto estava arrumado, lençóis trocados. Ela disse que tinha feito ioga à tarde. Roberto sorriu, forçou normalidade e disse que estava cansado. Dormiram de costas um para o outro.
Naquela noite, ele não dormiu. A imagem do pau daquele estranho abrindo a boceta da esposa não saía da cabeça. No dia seguinte, decidiu: não diria nada. Tentaria esquecer. Talvez fosse uma vez só. O casamento valia a pena. Eles tinham história, tinham planos.
Duas semanas depois, Roberto começou a notar os padrões. Ela chegava mais tarde do "trabalho", com o cabelo bagunçado e um brilho nos olhos que ele não via há anos. As calcinhas no cesto de roupa suja vinham com manchas brancas secas que não eram dele. Uma vez, ele encontrou um chupão escondido na parte interna da coxa quando ela saiu do banho.
Ele não confrontou. Em vez disso, começou a chegar mais cedo de propósito, escondendo o carro na rua de trás e subindo pelas escadas de serviço. Na primeira vez que viu de novo, o mesmo homem estava lá — o "amigo da academia", como descobriu depois. Carla chupava ele ajoelhada, com fome, engasgando no pau grosso enquanto lágrimas de tesão escorriam pelo rosto. O cara segurava a cabeça dela e fodia sua garganta com força.
— Engole tudo, sua vadia casada... seu corno do marido não te dá isso, né?
Carla gemeu afirmando, os olhos revirando de prazer. Roberto assistiu escondido atrás da porta entreaberta do closet, a mão dentro da calça, se masturbando em silêncio enquanto via a esposa ser usada. Gozou junto com o amante dela, que encheu a boca de Carla de porra. Ela engoliu quase tudo, o resto escorrendo pelo queixo.
A partir daí, virou um vício secreto. Roberto fingia normalidade de dia. À noite, ouvia Carla contar mentiras deslavadas sobre "reuniões" ou "happy hour com as meninas". E ele saía mais cedo, ou fingia viajar a trabalho, só para voltar escondido e assistir.
A traição escalou. Carla ficou mais ousada. Uma vez, o amante trouxe um amigo — um negão ainda mais dotado. Roberto assistia enquanto os dois foderam sua esposa no sofá da sala. Carla gemia como uma puta no cio, cavalgando um enquanto chupava o outro, o corpo brilhando de suor.
— Olha como adora rola grande, aposto que é bem maior que o do corno! — um deles ria, estapeando a bunda dela.
Carla gozava sem parar, o squirt molhando o sofá. Depois, deitada exausta, com porra escorrendo da boceta e do cu (sim, eles tinham arrombado ela também), ela sussurrou:
— Eu amo meu marido... mas preciso disso. Ele nunca vai saber.
Os meses passaram. O casamento por fora continuava "perfeito". Eles faziam sexo de vez em quando — Roberto sempre notando como a boceta dela estava mais folgada, mais molhada, marcada pelos outros. Ele gozava rápido, pensando nas cenas que tinha presenciado.
Carla, cada vez mais confiante, começou a deixar pistas de propósito. Deixava o celular desbloqueado com mensagens explícitas. Chegava em casa cheirando a sexo. Uma noite, voltou com a calcinha na bolsa e a boceta inchada, ainda vazando.
Roberto nunca disse nada. Virou o corno perfeito: silencioso, cúmplice, excitado pela humilhação secreta. Às vezes, quando transavam, ele imaginava o pau dos outros ainda dentro dela e gozava com força.
E Carla? Ela floresceu. Mais safada, mais linda, mais puta. Sabia, no fundo, que algo havia mudado no marido. Mas enquanto ele não falasse, ela continuaria traindo. Cada vez mais. Cada vez mais fundo.
Porque, no final, os dois tinham encontrado um novo equilíbrio no casamento — um cheio de chifres, porra alheia e prazer proibido.
Fim? Ou só o começo...
Se quiser que eu continue a história, adicione mais detalhe ou faça uma parte 2, é só pedir!
Continue, amigo!! O conto está excelente.
casadole