Os meses seguintes transformaram o casamento em algo que nenhum dos dois teria imaginado — um equilíbrio podre, viciante e deliciosamente doentio. Roberto continuava fingindo que não sabia de nada. Chegava em casa no horário, abraçava a esposa, ouvia as mentiras dela sobre “reuniões que se alongaram” ou “aulas de ioga que cansaram”, e sorria. Por dentro, o tesão e a humilhação cresciam como erva daninha.
Carla, por sua vez, tinha descoberto um novo nível de excitação. Ela ainda achava que o marido não suspeitava de nada. Para ela, Roberto era o marido bonzinho, um pouco mais quieto ultimamente, mas sempre carinhoso. E foi exatamente por isso que ela começou a envolvê-lo nas traições sem nunca confessar.
A primeira vez aconteceu numa terça-feira chuvosa.
Carla tinha passado a tarde no apartamento do amante e do negão. Os dois a destruíram. Ela chegou em casa por volta das oito da noite, a boceta latejando, inchada, vazando porra grossa dos dois homens. Tinha tomado um banho rápido no motel, mas não adiantou muito — o cheiro de sexo ainda estava na pele, nas coxas, na calcinha que ela nem tinha colocado de volta. A saia jeans curta mal escondia as marcas de dedos e os chupões internos.
Ela encontrou Roberto na sala, sentado no sofá, fingindo ler um relatório do trabalho. O coração dele disparou assim que viu o brilho nos olhos dela e o jeito que as pernas tremiam levemente ao caminhar.
— Oi, amor… — Carla disse com voz macia, já se aproximando. — Senti sua falta hoje.
Ela cheirava a perfume caro misturado com algo mais cru. Sentou no colo dele sem pedir licença, como fazia quando estava com tesão. Beijou-o na boca, profunda, quase desesperada. Roberto sentiu o gosto de chiclete de menta, mas também um leve traço salgado que não era dela.
As mãos dela desceram, abriram o zíper da calça dele e puxaram o pau já meio duro para fora. Enquanto o masturbava devagar, ela sussurrou contra os lábios dele:
— Hoje eu estou… diferente. Muito molhada. Preciso que você me acalme antes de qualquer coisa.
Não foi um pedido. Foi uma ordem disfarçada de súplica. Ela se levantou, tirou a saia e a blusa ali mesmo na sala, ficando só de sutiã preto. Sem calcinha. A boceta depilada brilhava à luz do abajur. Os lábios estavam vermelhos, inchados, e um fio espesso de porra branca escorria devagar pela coxa esquerda.
Roberto engoliu em seco. Ele sabia exatamente o que era aquilo. Tinha visto o negão gozar fundo dentro dela duas vezes, e o outro cara uma terceira. Agora estava ali, pingando na sua sala.
Carla se sentou na beira do sofá, abriu as pernas bem devagar e puxou a cabeça do marido para baixo com as duas mãos.
— Chupa ela pra mim, Roberto… — a voz saiu rouca, quase manhosa. — Eu estou tão inchada… tão sensível. Quero sua boca primeiro. Por favor.
Ele não hesitou. Desceu de joelhos entre as coxas dela, o pau latejando dentro da cueca. De perto, o cheiro era avassalador: sexo cru, porra alheia, suor de outros homens. A boceta dela estava aberta, os lábios grossos e brilhantes, o clitóris protuberante. Do fundo do buraco, a porra dos dois amantes escorria em fios grossos, grossos, misturando-se com o creme dela.
Roberto lambeu.
O gosto explodiu na língua dele — salgado, amargo, viscoso. Ele lambeu devagar no começo, sentindo a textura diferente da porra dos outros, mais grossa que a dele, mais quente. Depois chupou com fome, enfiando a língua fundo, sugando os lábios inchados, engolindo tudo o que saía. A barba ficou molhada. O queixo brilhava.
Carla gemeu alto, jogando a cabeça para trás, apertando o cabelo dele com força.
— Isso… ah, porra, isso! Chupa bem fundo, amor… engole tudo… você é tão bom nisso… parece que você sente o quanto eu precisei hoje…
Ela não disse “precisei de dois paus grandes”. Não precisava. O jeito que ela gemia, o jeito que ela rebolava contra a cara dele, dizia tudo. Ela gozou rápido — mais rápido que o normal —, o corpo inteiro tremendo, squirt jorrando quente na boca do marido, misturando ainda mais a porra dos outros com a dela. Roberto engoliu, lambeu, chupou o clitóris inchado enquanto ela gozava na cara dele.
Quando o orgasmo passou, Carla puxou ele para cima pelo cabelo. Beijou-o com uma fome selvagem. A língua dela entrou na boca dele, procurando o gosto. Ela lambeu os lábios dele, chupou a língua, gemendo baixinho enquanto compartilhava o sabor proibido da própria boceta cheia de porra alheia.
— Mmm… eu gosto de te beijar assim… — sussurrou contra a boca dele, ofegante. — Você fica com um gosto… especial. Eu te amo, Roberto. Você é meu marido… meu homem.
Roberto estava duro como pedra. O pau latejava, dolorido. Carla desceu a calça dele, montou no colo e guiou o pau menor para dentro da boceta larga, quente, escorregadia. Ele entrou sem nenhuma resistência. A sensação foi obscena — quente, molhada demais, cheia do sêmen de outros homens. Ela cavalgou devagar no começo, depois mais rápido, gemendo no ouvido dele:
— Você está tão duro hoje… adoro quando você me fode depois que eu chego...
Roberto gozou em menos de um minuto. Gozou forte, gemendo contra o pescoço dela, enchendo a boceta já cheia com mais porra. Carla sorriu, sentindo os jatos quentes, e beijou ele de novo, lenta, profunda, compartilhando o gosto de tudo.
Depois, ela se levantou, as coxas brilhando, e foi tomar banho. Antes de entrar no banheiro, olhou para trás e disse com voz doce:
— Você pode me chupar assim sempre que eu chegar cansada, tá? Eu gosto… faz eu me sentir amada.
Roberto ficou sentado no sofá, o pau ainda meio duro, o gosto dos outros homens ainda na língua, o coração martelando. Ele sabia que ela achava que ele não desconfiava de nada. E isso, de alguma forma, tornava tudo ainda mais intenso.
A partir daquela noite, virou rotina.
Sempre que Carla voltava de uma “reunião”, de uma “aula de ioga” ou de um “happy hour com as meninas”, ela procurava a boca dele primeiro. Às vezes no sofá. Às vezes já na cama. Às vezes ela nem tirava toda a roupa — só levantava a saia, empurrava a cabeça dele para baixo e gemia enquanto ele limpava a porra dos amantes da boceta dela.
Ela nunca confessou. Nunca disse “eu traí você”. Mas o jeito como ela gemia, o jeito como ela puxava o rosto dele com mais força quando estava especialmente cheia, o jeito como beijava ele depois, lambendo os próprios fluidos misturados na boca do marido… tudo isso era a forma dela de envolvê-lo sem nunca admitir.
E Roberto? Ele nunca disse nada. Continuava espionando às vezes, quando a vontade batia. Mas agora tinha algo melhor: a esposa trazendo a traição direto para casa e colocando na boca dele.
O casamento por fora continuava perfeito. Flores, jantares, beijos na bochecha.
Por dentro, era outra coisa.
Roberto era o corno que limpava a boceta da esposa depois que outros homens a usavam. E Carla era a esposa safada que gozava mais forte sabendo que o marido, sem “saber”, estava engolindo a porra dos amantes dela.
E os dois, cada um do seu jeito, estavam viciados.
casadole