Descobrindo a traição da esposa - parte 3



Obrigado a todos que comentaram até agora, adoro saber o que estão achando dela nos contos... Agora vou continuar a contar como foi q ela resolveu assumir tudo..

Os meses seguintes transformaram completamente o casamento de Roberto e Carla. O que havia começado como um vício secreto do marido — espiar, masturbar-se e depois fingir normalidade — virou uma rotina compartilhada, mesmo que Carla ainda acreditasse que ele não fazia ideia de nada.

Quase toda semana ela saía “para o trabalho”, “para a ioga” ou “para um happy hour com as meninas” e voltava com o corpo marcado. Roberto a esperava em casa, o pau já latejando só de imaginar o que ela havia feito. Carla entrava, cheirando a perfume caro misturado com suor e porra, e, sem muita conversa, ia direto para o quarto ou para o sofá da sala.

Uma noite qualquer de terça-feira:

Ela chegou por volta das nove, a saia jeans curta quase não escondia as marcas de dedos nas coxas. Tinha passado a tarde com os dois: o amigo da academia e o negão. Os dois a destruíram. Gozaram na boca dela, na boceta, no cu. Ela mal conseguia andar direito quando entrou no apartamento.

Roberto estava na sala. Carla nem disse oi. Apenas tirou a blusa, ergueu a saia, tirou a calcinha encharcada e sentou na beira do sofá, abrindo as pernas bem devagar.

— Chupa ela, amor… hoje eu estou bem cheia — sussurrou rouca, puxando a cabeça dele para baixo.

Roberto ajoelhou-se entre as coxas dela. A boceta estava vermelha, inchada, os lábios grossos e brilhantes. Do fundo do buraco aberto escorria porra grossa, branca, cremosa — mistura dos dois homens. O cheiro era forte, cru, viciante. Ele lambeu devagar no começo, depois com fome, a língua larga coletando o sêmen viscoso, engolindo tudo enquanto Carla gemia e apertava seu cabelo.

— Isso… limpa bem fundo… engole a porra dos meus machos… porra, você chupa tão gostoso quando eu chego assim…

Ela gozou rápido, o corpo tremendo, squirt quente jorrando na boca do marido. Roberto continuou lambendo, chupando o clitóris inchado, enfiando a língua fundo para tirar mais porra, até ela gozar de novo, quase gritando.

Depois, Carla o puxou para cima, beijou-o com fome, lambendo os lábios dele, compartilhando o gosto proibido. Montou nele ali mesmo no sofá e fodeu com vontade, a boceta larga e escorregadia engolindo o pau dele sem resistência. Roberto gozou em menos de dois minutos, gemendo contra o pescoço dela, enchendo-a ainda mais.

E assim foi por semanas. Carla nunca confessava com palavras. Mas toda vez que voltava cheia, toda vez que puxava a cabeça dele para baixo e gemia enquanto ele limpava, era como se estivesse confessando sem dizer nada. Roberto aceitava tudo em silêncio, mais excitado a cada dia.

Até que, numa quinta-feira quente de verão, Carla decidiu que não aguentava mais guardar segredo.

Ela tinha passado a tarde inteira com os dois amantes num motel afastado. O negão fodeu seu cu sem piedade enquanto o outro enfiava na garganta dela até ela engasgar. Depois trocaram. Gozaram dentro da boceta dela três vezes no total. Quando Carla chegou em casa, o corpo ainda vibrava, as coxas brilhando com fluidos secos, o cu e a boceta latejando de tanto uso.

Roberto a esperava no quarto, já nu.

Carla tirou a roupa devagar, revelando as marcas: chupões roxos na parte interna das coxas, dedos marcados na bunda, os seios com mordidas suaves. Deitou-se na cama de costas, abriu as pernas bem abertas e puxou o marido para ela.

— Vem limpar sua esposa, Roberto…

Ele ajoelhou-se e enterrou o rosto na boceta melada. Lambia, chupava, engolia com devoção. O gosto estava mais forte hoje — porra abundante, misturada com o creme dela. Carla gemia alto, rebolava contra a cara dele, gozou uma vez, depois outra, o squirt molhando o queixo e o peito de Roberto.

Quando o segundo orgasmo passou, ela sentou na cama, segurou o rosto do marido com as duas mãos e olhou fundo nos olhos dele. A voz saiu baixa, mas firme:

— Roberto… eu preciso te contar uma coisa. Uma coisa importante.

Ele parou, limpou o queixo com o dorso da mão e sentou ao lado dela.

— O que foi, amor?

Carla respirou fundo. As mãos tremiam levemente.

— Eu tenho traído você. Há meses. Não foi uma vez só. Eu saio com outros homens. Com o cara da academia… aquele musculoso que você já viu… e com o negão, o de pau grande e preto. Às vezes os dois juntos. Eles me fodem como você nunca me fodeu. Me usam, me chamam de vadia casada, de puta do corno, gozam na minha boca, na minha boceta, no meu cu… e eu adoro. Eu preciso disso. Eu venho pra casa cheia da porra deles exatamente porque sei que você vai me chupar. Eu achava que você não fazia ideia de nada… que era meu segredinho sujo. Mas eu vejo como você gosta. Como você fica duro só de cheirar, como engole tudo com vontade, como goza rápido depois de me limpar. Eu não quero mais mentir pra você. Eu te traí, Roberto. Muitas, muitas vezes. Eu sou uma esposa safada, uma vadia que precisa de pau grande. Me perdoa?

Os olhos dela marejaram — mistura de medo, tesão e alívio.

Roberto sorriu. Um sorriso calmo, quase terno. Pegou as mãos dela e beijou os dedos um por um.

— Carla… eu sei. Eu sei de tudo desde o primeiro dia.

Ela arregalou os olhos.

— Como…?

— Aquele dia chuvoso, quando saí mais cedo do trabalho. A porta estava encostada. Eu ouvi os gemidos e entrei. Te vi de quatro na nossa cama, sendo fodida por aquele cara. Vi o pau dele brilhando de molhado enquanto entrava e saía da sua boceta. Ouvi você gemendo que era maior que o meu. Eu não falei nada. Saí, sentei no carro e fiquei duro o tempo todo. Depois comecei a voltar mais cedo de propósito. Escondia o carro, subia pelas escadas de serviço. Vi você ajoelhada chupando ele, engolindo porra até o queixo ficar brilhando. Vi os dois te fodendo aqui na sala — um na sua boceta, o outro na sua boca. Eu assisti escondido várias vezes, bati punheta enquanto via minha esposa sendo usada como uma puta. E nunca te contei porque… eu amei. Eu adorei cada segundo. Adoro ser o seu corno. Adoro quando você chega em casa pingando de porra alheia e me faz engolir tudo. Adoro o gosto deles na sua língua quando me beija depois. Adoro foder você sentindo como sua boceta está larga, quente e cheia dos outros. Eu sempre soube, Carla. E sempre adorei. Te amo mais por causa disso. Não apesar.

O silêncio durou dois segundos.

Depois, Carla soltou uma risada baixa, safada, quase incrédula. O tesão explodiu no corpo dela como uma onda. A boceta pulsou, latejando.

— Porra, Roberto… você sabia o tempo todo? E gostava? Isso é… isso é a coisa mais gostosa e doentia que eu já ouvi na vida.

Ela o empurrou de costas na cama com força, montou nele em um segundo. O pau dele estava duro como pedra. Carla guiou para dentro da boceta ainda inchada e suja, sentando até o fundo com um gemido longo e rouco.

— Me fode, meu corno… me fode enquanto eu te conto tudo.

Enquanto cavalgava com força, rebolando o quadril, os seios balançando, ela descreveu cada detalhe do encontro de hoje: como o negão segurava seus quadris e metia fundo no cu dela chamando de “puta do corno”, como o outro enfiava na garganta até lágrimas escorrerem, como ela pedia para gozarem dentro para poder trazer tudo para o marido limpar.

Roberto segurava a bunda dela com força, metendo de baixo, gemendo a cada palavra suja.

— Continua… conta mais… eu quero saber tudo. Quero que você continue traindo. Quero que traga mais porra pra mim. Quero que me conte antes de sair… ou mande foto… ou deixe eu assistir de verdade um dia.

— Sim! — Carla gemeu, gozando forte, o corpo inteiro tremendo, apertando o pau dele com a boceta. — Eu vou te contar tudo agora. Sem mais segredos. Você é meu marido corno e eu te amo por aceitar… por adorar minha traição.

Roberto gozou logo depois, jatos quentes enchendo ela mais uma vez. Mas não pararam. Carla desceu, chupou o pau dele misturado com tudo, depois sentou na cara dele de novo para mais “limpeza”, agora sabendo que ele sabia e amava cada gota.

Mais tarde, deitados nus, suados, o lençol embaixo deles molhado de fluidos, Carla aninhada no peito do marido, traçou círculos preguiçosos no peito dele.

— Então… a partir de agora eu posso te contar antes de sair? Posso mandar fotos ou vídeos? Você quer que eu traga eles pra casa um dia pra você assistir escondido de verdade?

Roberto beijou a testa dela, a mão descendo para apertar a bunda marcada dela.

— Quero tudo, amor. Quero que você seja livre. Que seja a puta que precisa ser. Eu vou estar aqui sempre — pronto pra limpar, pra foder depois, pra te amar ainda mais por isso. Sem ciúmes. Só tesão.

Carla ergueu o rosto e o beijou devagar, profunda, carinhosamente.

— Eu te amo, Roberto. Meu marido… meu corno adorável.

— E eu te amo, Carla. Minha esposa… minha rainha safada.

Pela primeira vez em meses, não havia mais mentiras entre eles. Só desejo. Só aceitação. Só o novo equilíbrio que os dois tinham construído — agora sem segredos, sem fingimento.

O casamento nunca tinha sido tão forte.

Nem tão safado.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico casadole

Nome do conto:
Descobrindo a traição da esposa - parte 3

Codigo do conto:
264938

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
21/06/2026

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