Os dias depois da confissão foram diferentes de tudo que Roberto e Carla já tinham vivido. Pela primeira vez não havia mentiras, nem olhares desconfiados, nem segredos escondidos atrás de “reuniões” e “aulas de ioga”. Carla falava abertamente, com os olhos brilhando de tesão, sobre como Lucas metia nela até ela chorar de prazer, como o negão esticava seu cu até ela implorar para gozar, como os dois a usavam como uma putinha casada. Roberto ouvia tudo com o pau latejando, às vezes masturbando devagar enquanto ela descrevia cada detalhe, outras vezes já ajoelhando entre as pernas da esposa para “provar” as histórias com a língua.
Mas Carla queria mais. Queria tirar o marido da posição de espectador escondido e colocá-lo dentro da traição. Queria que ele participasse ativamente da humilhação e do prazer.
Na quinta à noite, depois de um banho juntos, ela sentou no colo dele na cama, completamente nua, e segurou o rosto do marido com as duas mãos.
— Roberto… eu quero trazer o Lucas pra cá. Hoje à noite. Quero que você assista de perto. Quero que você veja o pau dele entrando na minha boceta, quero que você segure minhas pernas abertas enquanto ele me fode, quero que você veja de pertinho como eu gozo com um homem de verdade. E depois… quero que você limpe tudo. Com a boca. Na nossa cama. O que você acha, meu amor? Quer ser o corno que assiste a esposa sendo comida na frente dele?
Roberto sentiu o pau endurecer tanto que doeu. O coração batia tão forte que parecia que ia sair pela boca. Ele engoliu em seco e respondeu com a voz rouca:
— Quero. Porra, Carla… eu quero pra caralho.
Ela sorriu, aquele sorriso safado que ele agora conhecia tão bem, e pegou o celular. Mandou uma mensagem rápida para Lucas:
“Vem pra minha casa hoje às 22h. Meu marido vai assistir tudo. Ele sabe de tudo e adora. Traga camisinha se quiser, mas eu prefiro sem.”
A resposta veio em menos de um minuto:
“Porra, sério? Tô dentro. Sempre quis foder uma esposa safada na frente do corno. Chego às 22h.”
Roberto passou o resto do dia em um estado de excitação nervosa quase insuportável. Carla, por sua vez, estava radiante. Preparou-se com capricho: depilou a boceta até ficar lisinha e brilhosa, passou óleo perfumado no corpo inteiro, escolheu uma lingerie preta de renda que mal cobria os mamilos escuros e deixava a boceta à mostra. Roberto a ajudou a vestir, as mãos tremendo enquanto ajustava as tiras finas no corpo da esposa.
Às 21h50 a campainha tocou.
Roberto foi abrir a porta. Lucas estava exatamente como ele lembrava: alto, musculoso, pele morena, sorriso confiante de quem já tinha fodido aquela mulher muitas vezes. Vestia camiseta preta justa e jeans escuro.
— Entra — Roberto disse, a voz baixa.
Lucas entrou, viu Carla parada no meio da sala de lingerie, e assobiou baixo.
— Caralho… que delícia. Então é verdade mesmo. O marido vai assistir.
Carla se aproximou primeiro do marido. Beijou-o na boca, devagar, profunda, a língua explorando. Depois virou-se para Lucas, segurou o rosto dele e o beijou com fome, a mão descendo direto para apertar o volume que já crescia na calça do amante.
— Vamos pro quarto — ela disse, pegando a mão de Roberto com uma e a de Lucas com a outra.
No quarto, as luzes estavam baixas, só o abajur de cabeceira aceso. Carla deitou no meio da cama king size, abriu as pernas bem devagar e olhou para o marido.
— Vem cá, amor. Senta perto. Quero que você veja tudo de perto.
Roberto sentou na beira da cama, tirando a roupa. Seu pau médio já estava duro, pulsando. Lucas tirou a camiseta, depois o jeans. O pau dele saltou para fora — grosso, veioso, uns 20 cm, cabeça rosada brilhando de excitação. Muito maior que o de Roberto.
Carla lambeu os lábios, os olhos fixos no marido.
— Olha, Roberto… olha o pau que me fode quando eu saio de casa. Maior, mais grosso, mais duro. Agora você vai ver de perto como ele me usa.
Ela se ajoelhou na beira da cama e começou a chupar Lucas bem devagar, bem gostoso. A boca dela escorregava pelo pau grosso, engolindo até quase engasgar, baba grossa escorrendo pelo queixo e pingando nos seios. Enquanto chupava, mantinha os olhos no marido.
— Sente, amor? Sente como ele enche minha boca? Eu adoro engolir ele até o fundo… adoro quando ele me chama de vadia casada enquanto eu chupo.
Roberto masturbava devagar, sem conseguir desviar o olhar. O som molhado da boca dela no pau de Lucas enchia o quarto.
Depois de alguns minutos, Carla deitou de costas, abriu as pernas o máximo que conseguiu e olhou para o marido.
— Segura minha perna, Roberto. Abre bem pra ele.
Roberto obedeceu. Segurou a coxa esquerda dela, puxando para o lado. Lucas posicionou-se entre as pernas dela, esfregou a cabeça grossa do pau nos lábios molhados da boceta e, devagar, começou a enfiar.
Carla gemeu alto, os olhos revirando.
— Ahhh porra… tão grosso… olha, Roberto… olha como ele abre minha boceta…
Roberto estava a menos de meio metro. Via tudo: os lábios rosados dela sendo esticados pelo pau grosso, o brilho da excitação escorrendo, as bolas de Lucas batendo contra o cu dela a cada estocada mais profunda. Lucas começou a meter com força, ritmado, fazendo a cama tremer.
— Isso, sua puta casada… fode gostoso na frente do seu corno — Lucas rosnou, estapeando a bunda dela.
Carla gemia sem parar, rebolando contra o pau dele.
— Me fode… me fode forte… quero que meu marido veja como eu sou puta… como eu preciso de pau grande…
Em determinado momento, ela puxou Roberto para mais perto, fez ele deitar ao lado dela na cama. Enquanto Lucas fodia ela de lado (posição de colher), Carla beijava o marido com fome, gemendo dentro da boca dele.
— Chupa meus peitos, amor… enquanto ele me fode… chupa bem…
Roberto obedeceu, chupando os mamilos duros e sensíveis dela. Carla gemia mais alto.
Lucas mudou de posição. Colocou Carla de quatro, na posição que Roberto tinha visto tantas vezes escondido. Metia por trás com força, estapeando a bunda dela até ficar vermelha. Roberto ajoelhou-se na frente dela. Carla, sem pedir, engoliu o pau do marido enquanto era fodida.
— Sua boca é boa… mas o pau dele é muito melhor na minha boceta — ela provocava entre gemidos, olhando para cima.
O som era obsceno: o tapa da pele de Lucas contra a bunda dela, os gemidos abafados dela com o pau de Roberto na boca, o rangido da cama.
Lucas segurou a cintura dela com força e acelerou. Carla tirou o pau do marido da boca e começou a gemer alto, quase gritando.
— Vai gozar… vai gozar dentro de mim… enche a boceta da sua vadia… na frente do meu marido!
Lucas rosnou, enfiou o pau até o fundo e gozou forte. Roberto viu tudo de perto: as bolas de Lucas pulsando, o pau grosso latejando enquanto jorrava porra quente direto no útero da esposa. Quando ele puxou o pau para fora, a boceta de Carla ficou aberta, vermelha, latejando, com um rio grosso de porra branca escorrendo devagar pela coxa.
Carla olhou para o marido, ofegante, os olhos brilhando de tesão e algo mais profundo — amor misturado com luxúria.
— Agora, meu amor… vem limpar sua esposa. Quero que você engula toda a porra do meu amante da minha boceta. Quero sentir sua língua bem fundo enquanto eu ainda sinto ele latejando dentro de mim.
Roberto não hesitou. Ajoelhou-se entre as pernas dela, o rosto a centímetros da boceta destruída. O cheiro era avassalador — sexo cru, porra grossa, suor. Ele lambeu. Primeiro devagar, saboreando, depois com fome, a língua larga coletando o sêmen viscoso que escorria, engolindo tudo, chupando os lábios inchados dela, enfiando a língua fundo para tirar mais.
Carla gemia, apertava o cabelo dele com força.
— Isso… limpa bem… engole tudo… você é o melhor marido do mundo… meu corno limpador safado…
Enquanto Roberto limpava, Lucas ficou ao lado, o pau ainda semi-duro brilhando de porra e creme. Carla, com um sorriso safado, segurou o pau do amante e aproximou do rosto do marido.
— Termina o serviço, amor. Limpa ele também.
Roberto, sem pensar duas vezes, lambeu o pau de Lucas do começo ao fim, chupando a cabeça, engolindo o resto da porra misturada com o gosto da esposa. Lucas gemeu baixo, surpreso e excitado.
Depois, Roberto subiu na cama e fodeu a esposa. A boceta dela estava quente, escorregadia, absurdamente larga e cheia. Ele entrou sem resistência, sentindo a porra de Lucas misturada com a dela. Gozou em menos de dois minutos, gemendo contra o pescoço dela, enchendo ainda mais.
Eles ficaram os três na cama por um tempo. Carla no meio, sendo acariciada por ambos. Lucas foi embora por volta da uma da manhã, com um “até a próxima” e um tapa na bunda dela.
Quando a porta se fechou, Roberto e Carla se olharam. Ela sorriu, puxou o marido para um beijo lento e profundo.
— Foi incrível — ela sussurrou. — Ver você ali, segurando minha perna, limpando… eu gozei tanto só de te ver. Eu te amo, Roberto. E adoro que você seja meu corno.
Roberto beijou a testa dela, o coração ainda acelerado.
— Eu também te amo. E… eu quero mais. Quero que você me envolva sempre. Quero assistir, quero limpar, quero participar. Quero que você traga ele de novo… ou os dois. O que você quiser.
Carla mordeu o lábio inferior, os olhos brilhando.
— Então a próxima vez eu trago os dois. E você vai limpar os dois… um depois do outro. E talvez… talvez eu faça você chupar os dois enquanto eles me fodem. O que acha?
Roberto sentiu o pau endurecer de novo só de ouvir.
— Acho que eu sou o homem mais sortudo e mais corno do mundo.
Carla riu, montou nele de novo e os dois transaram mais uma vez, devagar, olhando nos olhos um do outro, sem pressa, sabendo que o jogo tinha mudado para sempre.
Eles agora eram um time. Um time onde ela traía, ele assistia, limpava e amava cada segundo.
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