Meu nome é Fernando, 52 anos, casado, 1,80m, 90 Kg, olhos azuis, grisalho, engenheiro. Corpo em dia, sem exageros, fruto de academia uma vez por semana, adoro estar sempre rodeado por amigos, curto um bom papo, bebidas destiladas e um bom vinho. Posição social tranquila e simples, digamos classe média sem problemas financeiros graves. Quanto a vida sexual do casal sempre foi do tipo normal, sem exageros, sem grandes aventuras, pouca ousadia, aparentemente sem traições e dois filhos.
Confesso que de tudo isso que havia em minha vida, a parte sexual era a que mais mexia comigo. As vezes me sentia insatisfeito, em outros momentos sentia um vazio inexplicável, uma necessidade de algo a mais, porém não sabia identificar o que seria. Eu sentia que precisava dar mais sentido à minha vida, mas sempre havia alguma coisa que me fazia evitar em aprofundar nesta procura. A certeza que era sexual não havia dúvidas sobre isso!
Finalmente havíamos realizado nosso sonho de consumo do casal, um apartamento na praia. Um bom preço obtido, o que não significou mais trabalho do que vantagem. Era bem aconchegante, local muito bom, porém necessitava de boa reforma. A ideia era voltar a economizar para em breve iniciarmos a reforma. Já estávamos conformados com isso, quando na primeira visita ao apartamento, conhecemos o Carlos, zelador do prédio que residia numa pequena edícula no térreo do edifício.
Carlos deveria ter uns 58 anos, nordestino, solteiro, 1,76m, 95Kg, meio calvo, extremamente bronzeado pelos anos de residência na praia. Era um faz tudo no condomínio, limpeza, manutenção, segurança e o que mais fosse necessário. Como era nossa primeira vez como proprietários ele nos levou a rever os locais comuns do prédio e suas regras e horários da piscina, do espaço da churrasqueira, da academia e a distribuição das vagas na garagem. Quando dissemos a ele que só iriamos passar a frequentar o apartamento após a reforma e que isso deveria ser após alguns meses, pois precisávamos juntar algumas economias para isso, de imediato nos contou que estava em SP apenas há 5 anos e que no Nordeste havia trabalhado, desde os 16 anos, como pintor e pedreiro e se quisemos contrata-lo nas duas próximas semanas estaria de férias e poderia tocar tranquilamente a reforma e poderíamos paga-lo a médio prazo.
Como sou sempre muito desconfiado, principalmente quando tudo parece muito certinho, contratei o Carlos, mas sem antes alugar um apartamento no mesmo prédio para acompanhar a reforma. E assim iniciamos a reforma.
O prédio era exclusivamente de veraneio, ou seja, durante a semana só havia o Carlos como morador e agora eu e minha esposa.
Foram paredes rasgadas para novas tomadas, retirada de papel de parede, troca de sanitários e pia da cozinha.... Tudo corria bem, minha esposa no ap alugado trabalhando em home, eu ajudando o Carlos pois também havia tirado férias. Assim eu e ele fomos ficando mais íntimos com o passar dos dias. Ele era um bom falante com ajudava em muito a formação de nossa amizade. Depois de dois ou três dias já sabíamos de quase todo o passado de ambos, das frustrações, das vitórias, dos sonhos e até de alguns desejos mais íntimos. Numa dessas conversar perguntei sobre mulheres em sua vida, pois um homem de boa aparência, muito simpático, comunicativo, como estaria sozinho? Pela primeira vez senti que essa era a pergunta que ele não queria responder, disfarçou e mudou rapidamente de assunto.
A reforma continuou e o que era para ser começou a se desenhar...
No quarto dia acordamos com um calor infernal de pleno verão em janeiro. Desci para a reforma e encontrei Carlos já iniciando a pintura da sala. Quando me viu imediatamente, meio sem jeito, veio se desculpar por estar somente de calção, sem camiseta, em virtude do forte calor. Disse que não havia problema e fiquei parado em pé na porta de entrada olhando seu trabalho. Instintivamente comecei a admirar seu corpo, seu porte físico me chamou a atenção, era bem cuidado para sua idade. Não resisti e comentei sobre seu físico confidenciando que academia não era o meu forte, mas estava precisando frequentar uma segundo meu médico.
Prontamente ele se ofereceu para me ajudar, dizendo que tinha várias dicas para iniciantes e que poderia me ensinar na própria academia do prédio, onde ele treinava com autorização do sindico diariamente. Aceitei e combinamos iniciarmos na manhã seguinte logo após seu treino diário que terminava às 8 horas. Passei o resto do dia admirando seu corpo, embora tentasse evitar, não conseguia. Cheguei até a desconfiar que ele, em percebendo minha admiração, fazia de propósito certos movimentos que evidenciavam seus dotes fisicos
No dia seguinte, 8 horas em ponto eu estava lá. Carlos usava uma bermuda de corrida bem justa no corpo e uma camiseta branca que realçava seu peito e braços. Rapidamente começamos com aquecimento, depois força nas pernas, agachamento com pequenos pesos e para terminar levantamento de pesos para fortalecimentos dos braços. Este último não era muita minha praia, quando então Carlos comentou:
- Esse exercício exige bastante foco. Se quiser ajuda na postura, posso dar um toque."
- "Opa, aceito sim. Às vezes o cansaço faz a gente perder a técnica no final."
- "Pronto, mantém as costas alinhadas... Você tem uma estrutura muito boa, facilita o movimento."
Ele se posiciona logo atrás de mim quando elevo os braços lateralmente, segurando os halteres em forma de cruz. Suas mãos grandes envolvem meus pulsos com firmeza, ditando o ritmo lento e tenso da subida e da descida. O peito dele quase cola nas minhas costas, a respiração dele bate quente na minha nuca a cada movimento, me fazendo perder o foco do exercício. Ele desliza os dedos lentamente pelos meus braços esticados, massageando os ombros que começam a queimar.
- Deixa o corpo firme, foca na minha pressão", sussurra Carlos
O volume do corpo dele pressiona minha lombar, gerando um delicioso arrepio pelo meu corpo. Meus músculos tremem, não pelo peso do exercício, mas pela intimidade daquele momento. Minha vontade era sair correndo dali, mas uma força interna e inexplicável me prendia ao chão naquele momento.
Ele prende meus braços no topo por alguns segundos a mais, prolongando o contato e o atrito dos nossos corpos. O volume do corpo dele pressionando minha bunda me excita profundamente, mas o medo de passar do limite me segura. Fecho os olhos por um momento e decido que vou até o fim se ele realmente quiser, mas uma dúvida toma conta de meus pensamentos: ele está somente sendo gentil no treino ou quer o mesmo que eu?
- Você é forte, está indo muito bem sussurra em meu ouvido.
A pressão firme contra a minha bunda se transforma em um encaixe nítido e inevitável a cada movimento do exercício. Sinto o volume rígido dele desenhado através do tecido leve da bermuda, forçando suavemente a curva da minha bunda, seu pau crescendo cada vez mais me deixando completamente imóvel. Um calor intenso se concentra entre minhas pernas, só penso no volume que me pressiona com firmeza. Instintivamente me inclino um pouco mais para trás, aumentando a intensidade desse encaixe, sentindo já seu pau duro forçando minha bunda toda arrepiada. É pura excitação o que estou sentindo nesse momento. Pelo espelho em nossa frente um sorriso discreto surge nos lábios dele. Ele intensifica o encaixe forçando ainda mais seu pau contra minha bunda, suas mãos descem pelas minhas costas apertando minha cintura com força. Puxa meu corpo contra si, sua respiração se torna mais pesada
- Eu sabia que você também estava querendo, ele sussurra com a voz cheia de tesão
Carlos deu um passo para frente forçando ainda mais seu pau contra minha bunda enquanto uma de suas mãos descia rapidamente pela frente do meu calção. Quando seus dedos grossos e firmes envolveram meu pau por cima do calção, todo o meu corpo estremeceu. Naquele momento, esqueci a reforma, esqueci o apartamento alugado no andar de cima e as décadas de uma rotina previsível. Eu estava totalmente nas mãos dele.
Aguenta firme, Fernando... Você é meu agora...
Pelo espelho, eu assistia à minha transformação. O homem de 52 anos, sempre controlado e metódico, estava completamente dominado pelo tesão e totalmente entregue aos comandos de um homem que eu conhecera há poucos dias.
Carlos deslizou a mão o meu calção, puxando o tecido elástico para baixo com suave lentidão expondo a minha intimidade pulsante de tesão. Ele fechou os dedos firmes ao redor do meu pau, subindo e descendo num ritmo pausado fazendo com que um novo arrepio percorresse todo meu corpo. Os pesos caíram para o chão, indicando que o caminho estava livre, eu era outro homem.
Carlos me virou de frente para ele com um movimento firme. Pela primeira vez, ficamos cara a cara. Sem dizer uma palavra, ele segurou a minha nuca e selou nossas bocas em um beijo profundo, molhado, quente, dando início daquela entrega total que estava por vir.
O beijo terminou com nossos corpos grudados pelo calor sufocante daquela manhã de janeiro. Carlos, ajoelhou-se no chão emborrachado da academia e me puxou pela cintura, guiando-me para que eu ficasse de quatro diante dele. Ele retirou completamente as nossas roupas, deixando nossos corpos totalmente expostos. Carlos alcançou um frasco de lubrificante que mantinha guardado por perto, espalhando o líquido frio em meu cuzinho virgem, ao mesmo tempo que seus dedos grossos e macios massageavam e abriam caminho, testando meu desejo e, ao mesmo tempo, arrancando gemidos roucos de tesão. Gentilmente ele se posicionou atrás de mim segurando meu quadril com força fazendo a ponta do seu pau totalmente rígido pressionar a entrada. Carlos não hesitou. Com um empurrão firme e contínuo, penetrou profundamente, preenchendo-me por completo de uma só vez. Aquilo me fez agarrar as bordas do tapete de borracha, soltando um grito de puro prazer e dor prazerosa, enquanto meu cuzinho não mais virgem se acostumava com aquele delicioso invasor
- Aguenta firme, Fernando... Você é meu agora — sussurrou, começando a ditar um ritmo forte, pesado
A cada estocada profunda, o saco de Carlos batia com força contra a minha bunda. Pelo espelho lateral, eu conseguia ver o movimento dos nossos corpos em sincronia. A sensação de preenchimento era absoluta, acabando com o vazio que eu carregara por anos em minha vida íntima.
A intensidade aumentou rapidamente à medida que Carlos acelerava os movimentos, me puxando ainda mais contra si e batendo sem piedade. O prazer subiu como uma onda incontrolável, fazendo meu próprio pau pulsar e gotejar no chão. Carlos soltou um gemido rouco, apertando meus ombros com os dedos cravados na minha pele, e deu as últimas estocadas violentas antes de despejar seu gozo quente e volumoso bem fundo dentro de mim, enquanto eu desabava no chão, gozando ao mesmo tempo, entregue à maior explosão de prazer da minha vida. Carlos deitou-se ao meu lado e com nossas bocas coladas permanecemos assim por vários minutos.
Não sei como irei me comportar daqui para frente com minha vida, Carlos — confessei, deixando meu corpo relaxar sob o toque da mão dele no meu rosto. — Não estou arrependido. Pela primeira vez em anos, sinto que acordei para a vida.
Carlos deu um sorriso contido carregado de carinho.
- Eu sabia que você ia passar por isso, Fernando — disse ele — Homem casado, com a vida toda certinha... O baque é grande. Mas o que aconteceu não foi safadeza. Eu sinto essa eletricidade entre nós desde o primeiro dia em que você entrou aqui.
- Eu passei a vida inteira sentindo um vazio, Carlos. Sempre achei que faltava algo na minha vida íntima. Com você, a pouco, tudo fez sentido.
professor2026