REDESCOBRINDO A VIDA - PARTE 3
A “segunda etapa” da reforma estava apenas começando, e as paredes daquele apartamento testemunhariam uma entrega ainda mais livre, ousada e sem regras entre o engenheiro (Fernando), sua esposa (Solange) e o rústico zelador (Carlos)
A semana em São Paulo foi interminável, arrastando-se entre reuniões de engenharia e planilhas, mas a verdade é que nossos pensamentos nunca saíram daquele apartamento na praia. O segredo compartilhado e a lembrança daquela noite intensa transformaram a nossa rotina: os olhares na mesa de jantar em casa ganharam uma cumplicidade maliciosa e o desejo mútuo estava mais vivo do que nunca.
Na sexta-feira à tarde, a descida pela rodovia Imigrantes parecia não ter fim. A expectativa de reencontrar Carlos e retomar o jogo de sedução de onde havíamos parado deixava o ar dentro do carro eletrizante.
Assim que estacionamos na garagem do prédio de veraneio, o meu coração bateu mais forte ao avistar nosso macho Carlos, que lavava a área comum usando apenas uma bermuda e exibindo o corpo bronzeado pelo sol daquela semana. Carlos desligou a mangueira, abriu aquele sorriso discreto e caminhou na direção do carro, limpando as mãos no tecido da bermuda.
- Boa tarde, dona Solange. Boa tarde, seu Fernando — disse ele, com a voz suave e pausada de sempre, mas com um brilho ardente nos olhos. — O quarto já está com o gesso seco. Prontinho para a próxima etapa...... da nossa reforma!
- Boa tarde, Carlos — respondeu Solange, saindo do carro, sem fazer qualquer esforço para esconder os olhos que devoravam o peito suado do homem. — Estávamos ansiosos para ver o resultado do seu trabalho e para continuarmos de onde paramos.
O recado estava dado de forma clara e direta. Subimos para o apartamento para avaliar o andamento do quarto, mas aquilo era o que menos importava naquele momento. Assim que a porta principal se fechou, isolando os três do resto do condomínio, Carlos deu um passo à frente, encurtou a distância e envolveu a cintura de Solange com uma das mãos, enquanto usava a outra para me puxar pelo pescoço, unindo os três em um beijo coletivo que eliminou qualquer saudade ou hesitação daquela semana de espera.
A ideia de levar aquele desejo para fora das paredes do apartamento surgiu de Solange, logo após o anoitecer. O calor de janeiro continuava abafado, e a brisa do mar parecia o cenário perfeito para a liberdade que os três haviam descoberto. Carlos, conhecedor de cada canto daquela região litorânea, sugeriu uma praia mais afastada, cercada por costões de pedra, onde os turistas não costumavam ir e o isolamento era garantido.
Enquanto eu dirigia o carro sob o céu estrelado, sentindo a adrenalina correr pelas veias, no banco de trás, Solange ia de mãos dadas com Carlos, trocando beijos cheios de desejos e tesão. A outra mão de Carlos acariciava suavemente os seios de Solange, que soltava pequenos gemidos de prazer. Quando chegamos ao local indicado por Carlos, o som das ondas quebrando na areia escura e o silêncio da noite confirmavam que estavamos completamente sozinhos.
Caminhamos até uma enseada protegida pelas pedras. Mal pisaramos na areia fofa, Solange deixou cair a saída de praia, revelando que na viagem Carlos já havia retirado seu a perde de baixo de seu biquíni. Carlos com os olhos brilhando no escuro, retirou a camisa com um movimento rápido e estendeu um lençol grande na areia, deitando-se nele juntamente com Solange. Sem hesitar me despi totalmente e juntei-me a eles sob o luar.
O contato físico começou ali mesmo, embalado pelo barulho do mar e pelo vento fresco que arrepiava a pele quente. Carlos puxou Solange para si com força, iniciando um beijo longo e profundo, enquanto suas mãos exploravam os seios e as curvas dela. De imediato posicionei-me logo atrás de Carlos, colando meu peito nu nas costas musculosas do zelador, sentindo a textura firme e o calor daquele corpo que tanto me fascinava. Minhas mãos deslizaram pelos ombros dele até alcançarem os braços que a envolviam com tanta segurança. Carlos mudou a direção do beijo para o pescoço dela, permitindo que eu me aproximasse ainda mais de seu quadril. Nesse instante, os olhos de Solange encontraram os meus por cima do ombro dele, selando o nosso pacto silencioso.
Aos poucos Carlos foi passando do pescoço de Solange para seus seios agora já totalmente durinhos. Em seguia continuou descendo ate chegar em sua buceta totalmente depilada. Abriu bem suas pernas e mergulhou seu rosto e com maestria lambia aquele grelinho inchado e todo molhado. Solange gemia desesperada, rebolando contra a cara de Carlos. Enquanto isso eu assistia a tudo com meu pau completamente duro. Nunca havia presenciado tanto prazer no rosto de minha esposa. Carlos conduzia o trio com plena autoridade.
Me puxando pelo braço ordenou:
- Chupa agora o pau do seu macho, meu corninho passivo!
Eu obedeci. Fechei meus lábios ao redor da cabeça, sugando devagar, descendo centímetro por centímetro até sentir ele bater no fundo da minha garganta. Chupei com vontade. Ao mesmo tempo Solange massageava as bolas dele enquanto minha cabeça subia e descia por aquele delicioso pau. Ele gemia alto, segurando meu cabelo.
- Isso, Fernando... mama essa pica gostosa...Mostra para tua esposa como se faz - delicia, que boca quente.
Logo tirou o pau para fora e gozou forte, jatos grossos de porra quente acertaram meu rosto. Abri a boca para pegar o máximo possível, ao mesmo tempo gemendo:
- Meu Deus.. adoro seu leitinho quente.
Carlos então se afastou permitindo que Solange se posicionasse sobre mim lambendo toda a porra que eu não havia engolido.
Com Carlos sempre no comando, ele deitou Solange de costas na beira do lençol, elevando suas pernas, e começou a penetrá-la. Sentado ao lado eu apreciava cada centímetro que se abria na buceta da minha esposa.
- Que buceta apertada, Solange, ela está engolindo todo... - gemeu Carlos, começando a estocar mais fundo.
A praia se encheu de gemidos roucos, pica entrando e saindo. Ele apertava seus peitos, chupava seus mamilos enquanto metia cada vez mais forte. Ela cravava as unhas nas costas dele, pernas enroladas na cintura.
- Mete mais fundo, meu macho... fode a buceta gulosa da sua putinha...mais forte! Gemia Solange
Obediente ele acelerou,
- Ahhhh - Tô gozando de novo... caralho... sua pica é perfeita! Gritava Solange
Ele não parou. Continuou metendo fortemente. Gemeu alto e gozou dentro dela. Jatos quentes e grossos encheram a buceta da minha esposa até transbordar, escorrendo pela sua bunda dela..
Em seguida, Carlos mudou o foco para mim. Me fez apoiar em uma das pedras lisas da encosta, de frente para o mar aberto, com Solange assistindo a tudo deitada no lençol. Abriu minhas pernas, com as mãos em minhas costas me fez inclinar de tal forma deixando minha bunda na exata posição de receber seu pau grosso. O encaixe de Carlos por trás foi bruto e certeiro, me obrigando a me segura na rocha enquanto soltava gemidos altos, que se misturavam ao barulho do mar. Seu pau entrava e saia no mesmo ritmo das ondas do mar. Eu podia sentir cada prega do meu cuzinho se abrindo para receber tão grosso caralho.
— Isso… sente como eu te encho, meu corninho safado — sussurrou Fernando — Caralho, esse cu continua apertado e quente. Rebola...
Ele levantou uma das minhas pernas e meteu ainda mais fundo, chupando meus peitinhos com fome.
— Geme para mim, safado. Quero ouvir você gemendo enquanto eu te como… olha como seu pau está babando.
- Isso, mete fundo me rasga todinho. Quero seu pau todo dentro de mim, gemia loucamente
Fernando não me dava trégua, era um entrar e sair incessante do meu cuzinho. O cheiro de sexo entre dois machos se confundia com a maresia da praia. Me sentia naquele momento o homem mais feliz e realizado do mundo. Não podia entender o porquê de ter demorado tanto para chegar naquele momento, mas tinha plena certeza que, o que estava sentido naquele momento, iria se repetir daqui para frente, muitas e muitas vezes. Estava todo concentrado nestes pensamentos quando fui interrompido por forte gemido do Fernando
- Ahhhh!!! Que cu delicioso! Rebola mais forte se corninho. Mostra para tua esposa o quanto você gosta de um caralho grosso! Geme, pede mais...
- Isso meu macho, mete fundo... soca forte... enfia tudo... quero me sentir todo preenchido pelo seu caralho... enche meu cu com seu leitinho quente... implorava eu para o Carlos
- Hummmm!!! Quero que você goze primeiro meu viadinho! Quero sentir seu cu piscando no meu pau! Exigiu Carlos
O prazer foi avassalador. Meu corpo não aguentou mais. Gozei tremendo violentamente, jorrando forte no meu próprio peito e barriga. Meu apertava sua rola ritmicamente. Carlos gemeu alto e gozou logo depois, enchendo meu cu de porra quente.
Me vendo ser dominado daquela forma, sob a luz da lua, levou Solange a se masturbar intensamente, atingindo o clímax no mesmo momento em que os dois homens também chegaram ao limite.
O desfecho daquela noite na praia selou de vez a nossa cumplicidade, nos unindo em uma conexão que ultrapassava qualquer barreira convencional.
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