REDESCOBRINDO A VIDA - PARTE 2 A noite que se seguiu àquele encontro na academia foi uma das mais longas da minha vida. Dormi pouco, assombrado por uma mistura de culpa e um desejo que eu mal conseguia conter. Na manhã seguinte, o relógio mal passava das sete quando decidi descer. Minha esposa ainda dormia o sono tranquilo de quem não desconfiava que o nosso casamento havia mudado para sempre. Meu coração batia acelerado como o de um adolescente prestes a cometer uma travessura. Quando abri a porta do apartamento, o cheiro forte de tinta fresca me atingiu. Carlos já estava lá. Por um segundo que pareceu uma eternidade, nenhum de nós disse nada. Tentei ser o mais normal possível, porém o olhar de Carlos desarmou qualquer defesa. Em seu olhar havia apenas uma cumplicidade silenciosa. — Bom dia, Fernando — disse ele, limpando o pó das mãos na bermuda. — Chegou cedo hoje. — Bom dia, Carlos — Queria adiantar as coisas antes que o calor aumente Ele deu aquele mesmo sorriso discreto que eu tinha visto pelo espelho da academia — E o treino de hoje? — Perguntou ele, fixando os olhos nos meus. — O corpo não ficou dolorido de ontem? Senti meu rosto pegar fogo. Eu sabia que ele não estava falando dos exercícios de perna ou de braço. — Um pouco — confessei — Mas acho que aguento o ritmo. Carlos se aproximou de mim, fingiu arrumar uma mecha de cabelo que caia sobre e minha testa com um toque leve e carinho que me fez arrepiar por inteiro. - O trabalho de pedreiro e pintor exige muito da gente, Fernando — Mas o bom deste trabalho são as pessoas maravilhosas que conhecemos com eles. Antes que eu pudesse responder, ouvimos o barulho do elevador parando no nosso andar. Disfarçamos rapidamente, mas era apenas o entregador de materiais trazendo os novos vasos sanitários que eu havia encomendado. O clima foi interrompido, mas o recado estava dado, muito ainda estaria por acontecer. Assim que o entregador pegou a assinatura no canhoto e saiu o silêncio pesado retornou. Carlos estava prestes a se aproximar de mim quando o som de passos firmes e conhecidos ecoou no corredor. Era a Solange, minha esposa Meu coração quase saiu pela boca. Dei três passos rápidos para trás, fingindo analisar a pintura de uma parede. Carlos, apenas pegou o rolo de pintura e voltou a pintar a parede com naturalidade. — Fernando? Carlos? — Solange entrou na sala, segurando uma caneca de café. Ela vestia um short de linho bem curto e uma blusa leve transparente que deixava à amostra a parte de cima de seu biquíni, realçando seus seios avantajados. - Bom dia. Resolvi descer para ver como está ficando a cor da sala. - Bom dia, Solange — Carlos respondeu prontamente com um tom respeitoso, mas com aquele brilho no olhar que eu já conhecia. — Estamos preparando o fundo para a primeira de mão. Solange caminhou pelo espaço, avaliando as paredes. A tensão em mim era física, mimhas pernas tremiam, tinha a impressão que o cheiro de nosso sexo do dia anterior ainda estava no ar, mas conforme os minutos passavam, passei a notar algo diferente no comportamento da minha esposa. Ela não estava apenas olhando para as paredes. Seus olhos, habitualmente criticos, começaram a se demorar mais do que o necessário nos braços e peito de Carlos, que estavam suados e cobertos por uma leve camada de poeira branca de gesso. - Olha, Carlos... — Solange falou, aproximando-se um pouco mais dele para apontar para o teto. — Eu estava pensando se a gente não devia fazer uma caixinha embutida aqui para um spot de luz O que você acha? Dá muito trabalho? — Para quem sabe trabalhar, dona Solange, nada dá trabalho — Carlos respondeu com uma voz que ganhou um tom macio e suave — Se a senhora quiser, eu faço de gesso e coloco aqui rapidinho. Ele ergueu o braço para apontar o local, ficando muito perto dela. O cheiro de homem e de suor de Carlos pareceu mexer com Solange. Vi quando ela engoliu seco, seus olhos descendo rapidamente pelo abdômen marcado dele sob a camisa justa, antes de subirem para encontrar o olhar penetrante e seguro do zelador. Houve um segundo de silêncio absoluto na sala. Uma sutil sedução, começou a se desenhar ali, bem na minha frente. Solange, sempre tão contida e previsível, parecia incomodada pela proximidade de Carlos. Em vez de sentir ciúmes, um calor diferente e proibido começou a subir pela minha espinha. A cena de ver minha esposa também sendo envolvida pelo charme de Carlos me excitou de uma maneira que eu nunca poderia prever. — Bem... — Solange disse, ajeitando uma mecha de cabelo atrás da orelha, um gesto que ela só fazia quando estava visivelmente sem jeito ou impressionada. — Se você diz que é fácil, eu confio no seu trabalho, Carlos. Você realmente é um homem de muitas habilidades. — A senhora ainda não viu metade delas — Carlos respondeu, mantendo um sorriso respeitoso, mas com os olhos cravados nos dela. O clima na sala mudou completamente. Agora não éramos apenas eu e Carlos; as cartas estavam na mesa e o jogo havia se tornado muito mais complexo e perigoso para nós três. À noite, no apartamento alugado, Solange comentou várias vezes sobre o trabalho do Carlos. Um brilho diferente em seus olhos revelava que o zelador a havia impressionado. Dividido entre o segredo da manhã e o desejo dela, senti meu pau endurecer imediatamente com a cumplicidade silenciosa que nascia entre nós. O dia seguinte ocorreu na normalidade Carlos acelerou a pintura e a sala ficou magnificamente linda. Chamamos a Solange, que ao ver o término do trabalho ficou tão impressionada e feliz que sugeriu que deveríamos comemorar o término da sala com um jantar naquela noite. Dividido entre meus desejos e os que via nos olhos de Solange concordei imediatamente. No horário combinado, a mesa foi posta de forma íntima, repleta de garrafas de vinho, fazendo com que o clima de sedução tomasse conta do ambiente assim que Carlos chegou vestindo bermuda e uma camiseta justa, que realçava seu porte físico. Entre taças de vinho e conversas descontraídas, os olhares cúmplices e os toques acidentais sob a mesa deixavam claro que o jantar era apenas o pretexto para algo muito maior. Após várias taças de vinho, com a música ambiente preenchendo a sala e o calor de janeiro ditando o ritmo, Solange se levantou de forma decidida. Com as bochechas levemente coradas e um brilho audacioso no olhar, ela estendeu a mão na direção de Carlos e o convidou para dançar, quebrando de vez qualquer formalidade que ainda restava entre os três. Carlos, sem hesitar, levantou-se com a segurança e a imponência que o envolviam, segurando a mão de Solange com firmeza. À medida que se aproximavam, o corpo robusto e bronzeado do zelador se encaixou perfeitamente ao dela, criando uma proximidade física que fez a respiração de Solange acelerar no mesmo instante. As mãos grandes de Carlos desceram com autoridade até a cintura dela, enquanto ela apoiava os braços nos ombros fortes dele, entregando-se ao ritmo lento da dança. Do sofá, Fernando assistia a toda a cena com o coração batendo na garganta e o pau completamente rígido dentro das calças. Ver a esposa — sempre tão contida — ser conduzida e dominada daquela maneira pelo homem com quem ele próprio havia quebrado todas as barreiras na academia criou uma atmosfera de excitação pura, proibida e irresistível. Carlos, percebendo o olhar fixo de Fernando, olhou por cima do ombro de Solange e deu aquele mesmo sorriso discreto e cúmplice através do espelho da sala, puxando o corpo dela ainda mais contra o seu. A dança logo deu lugar a uma atitude ainda mais ousada de Solange. Em um movimento rápido ela colou seus lábios nos de Carlos, entregando-se a um beijo profundo e ardente. Carlos correspondeu de imediato, segurando-a com firmeza pela cintura, enquanto ela mantinha os olhos abertos no meio do beijo, fixando o olhar em mim e estendendo a mão livre para me puxar para o centro da sala. Me aproximei, envolvido pelo calor e pelo magnetismo que emanavam dos dois. Carlos abriu espaço no abraço, envolvendo-me com um de seus braços fortes e unindo os três em um contato físico inevitável, colocando abaixo todas as nossas barreiras. As roupas começaram a serem deixadas de lado. Carlos assumiu a liderança com a mesma segurança firme que demonstrava no trabalho. Ele deitou Solange no sofá e passou a dominá-la com beijos e carícias intensas. Completamente excitado ao ver minha esposa liberta de suas antigas amarras, posicionei-me atrás de Carlos, revivendo a forte proximidade física que havíamos compartilhado na academia do prédio. Carlos colocou Solange de quatro sobre o sofá e com vigor foi introduzindo seu grosso pau em sua buceta já toda melada. - Isso minha putinha safada, rebola, engole todo este pau - gemia Carlos Jamais havia presenciado tanto prazer exposto no rosto de minha esposa. Ela rebolava, gemia, mordia a borda do sofá, tentava cada vez mais abrir suas pernas tentando fazer com que a penetração fosse a mais profunda possível. Carlos batia suavemente em sua bunda com ambas as mãos - Bate, bate meu macho! Fode com força sua putinha - gemia Solange - quando de repente num grito rouco e abafado ela chega ao seu gozo, deixando o pau do Carlos todo lambuzado. Ao ver Solange atingir o ápice de forma tão intensa e desavergonhada, o resto de controle que ainda existia em mim desapareceu por completo. Carlos olhou para mim com o pau ainda completamente rígido e labuzado com o mel de Solange. — Agora é a sua vez, Fernando... Deita aqui com ela — ordenou Carlos, com aquela voz grossa que me dominava por completo. Não hesitei. Aproximei-me do sofá e me deitei ao lado de Solange, que ainda tremia pelo pós-gozo. Carlos se posicionou entre nós dois. Solange, mesmo exausta, abriu os olhos e, com um sorriso cúmplice, começou a masturbar o meu pau, enquanto Carlos segurava minhas coxas com suas mãos calejadas, preparando o meu corpo para recebê-lo. Quando ele se impulsionou para frente, iniciando a penetração de forma firme e decidida, soltei um gemido agudo que preencheu a sala. O ato era perfeito, bruto e ao mesmo tempo carregado de um prazer que eu nunca imaginei ser possível sentir. Carlos ditava o ritmo com as mãos cravadas no meu quadril, puxando meu corpo contra o dele a cada estocada profunda, fazendo minha bunda bater com força contra as suas coxas grossas e bronzeadas. Solange assistia a tudo de perto, completamente hipnotizada pela cena. Ela se inclinou para a frente, colando a boca na minha e abafando os meus gemidos com beijos quentes e molhados, enquanto sua mão continuava me estimulando na mesma cadência dos movimentos de Carlos. Eu estava completamente entregue àquela libertação sexual que tanto havia sonhado. — Gosta assim, Fernando? Aguenta meu corninho safado — Carlos sussurrou no meu ouvido, aumentando a velocidade e a força dos impactos, me fazendo perder totalmente o fôlego. Solange começou a se masturbar também, acompanhando o ritmo das estocadas que Carlos me dava. Ver minha esposa se deliciando com o meu prazer com outro homem me levou ao limite extremo da excitação. Senti a chegado do meu gozo se tornar insustentável. Faltando pouco para o desfecho, Carlos me puxou com ainda mais força pela cintura, colando o peito suado nas minhas costas e descarregando uma sequência rápida e vigorosa de estocadas profundas. Não consegui segurar: gozei com força, sujando o sofá e as mãos de Solange, enquanto dava um grito de uma cadela no cio. Logo em seguida, com um gemido longo e pesado, Carlos deu sua última investida e descarregou todo seu leite dentro de mim. Sentia sua porra escorrer pelas minhas pernas, quando senti algo inesperado, era Solange que havia se ajoelhado por trás de mim e gulosamente lambia toda o leite do Carlos. Ao final, restou um sentimento de amor e cumplicidade do que acabara de nascer entre eles
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.