Reformando meu ap!

Reformando meu ap!
Eu, Fernando Tenho cinquenta anos e carrego comigo as marcas de uma separação recente. Sou alto, 1,80m, corpo normal, cabelos grisalhos que denunciam o tempo, mas também uma certa maturidade que aprendi a valorizar. Trabalho como engenheiro, sempre fui racional, metódico, mas dentro de mim existe um lado que nunca se revelou por completo. No casamento, a intimidade não floresceu como deveria — talvez por minha dificuldade em me entregar, talvez por fantasias que nunca saíram da minha mente. Sempre me vi dividido, mais inclinado ao desejo masculino, mas nunca vivi isso de verdade. Durante anos, guardei segredos, sonhos e vontades. Agora, livre, sinto que o mundo me oferece uma nova chance. Uma chance de me redescobrir, de explorar aquilo que sempre ficou escondido em mim.
Vida nova, casa nova....melhor apartamento novo.
Entrei no apartamento vazio, paredes nuas que pediam transformação. O cheiro de tinta antiga misturava-se ao pó acumulado dos anos. Ali, cada canto parecia prometer recomeço, uma vida diferente. Carlos, o pedreiro que contratei chegou cedo, com passos firmes e sorriso aberto. Suas mãos calejadas contavam histórias de trabalho duro. A pele bronzeada refletia dias sob o sol, sem descanso. Falava com entusiasmo, descrevendo soluções para cada detalhe. Eu observava, admirado com sua energia simples e direta. Enquanto ele media e planejava, eu sentia a casa ganhar vida. Naquele instante, percebi que não era só o apartamento que começava a se transformar. Nos primeiros dias da reforma, a rotina ganhou um ritmo inesperado. Carlos chegava sempre animado, espalhando energia pela casa. Entre medidas e marteladas, surgiam conversas leves e divertidas. Falávamos de futebol, de viagens, de sonhos guardados. Aos poucos, percebi que sua presença me fazia bem. Era diferente, havia algo além da simpatia habitual. Um olhar, um gesto, um silêncio que ficava no ar. Dentro de mim, crescia uma sensação estranha, mas especial. Não era apenas amizade, havia uma curiosidade nova. E eu começava a me permitir sentir, sem medo.
Com o passar dos dias, nossa amizade ganhou contornos mais íntimos. Já não falávamos apenas de paredes e reformas, mas de vidas inteiras. Contei a Carlos sobre meu casamento falho, sobre silêncios que me feriram. Ele me ouviu com atenção, sem julgamentos, apenas presença. Em troca, revelou que sua esposa já não o procurava há tempos. Falava disso com uma mistura de resignação e leveza. Compartilhava histórias de noites no bar de sua vila. Aventuras com mulheres que buscavam companhia passageira. Eu escutava, curioso, tentando entender aquele universo diferente. Entre confidências e risadas, percebi que nossa ligação se tornava cada vez mais especial. A cada dia, a intimidade entre nós crescia, como tinha que ser. Carlos já não era apenas o pedreiro, mas alguém próximo, meu confidente.
O calor das tardes o fazia trabalhar com mais leveza. A camisa tinha dado lugar a uma regata que deixava seu peito bem à mostra, a calça jeans a um calção de nylon largo e sem cueca, o suor na testa e os movimentos seguros davam àquele ambiente de obra uma estranha e prazerosa sensação de intimidade. Enquanto ele explicava os próximos passos da reforma, eu me pegava observando seus gestos simples, mas cheios de confiança, seu corpo másculo e selvagem, sua voz suave e firme. Foi então que começaram os pequenos e sutis contatos. Um braço que roçava de leve no meu ao passar pelo corredor estreito. Um ombro que encontrava o meu enquanto examinávamos uma planta. Toques rápidos, quase imperceptíveis. No começo, pensei que fossem apenas coincidências, inevitáveis em um espaço tão apertado. Mas, com o passar dos dias, com o aumento da frequência destes contatos, comecei a notar que havia algo mais. O que se confirmou quando certo dia, estávamos abaixados inspecionando um problema num dos ralos do banheiro, ao levantarmos Carlos se apoiou com uma das mãos em minha coxa e, parecendo se desequilibrar, escorreu com ela pela minha coxa quase tocando minha virilha. Carlos parecia encontrar motivos para se aproximar. Fazia isso com naturalidade, sem pressa, como se respeitasse o tempo das coisas.
A casa mudava dia após dia. As paredes ganhavam nova vida, os cômodos se transformavam. E, de alguma forma, eu também. Os pequenos contatos passaram a fazer parte da rotina. Eu sentia que havia intenção em seus gestos, mas também delicadeza. Discretamente permanecia perto o suficiente para que eu percebesse sua presença de uma forma impossível de ignorar.
O que há de ser, será!
Numa tarde uma tempestade caiu sobre a cidade. A chuva interrompeu a obra mais cedo, pois faltou luz no bairro todo. Carlos não tinha como voltar para casa, pois as notícias eram de interrupção nos trens do metro. Assim, convidei Carlos para jantar comigo no apartamento que tinha alugado no mesmo prédio, até o fim da reforma, como forma de agradecer pelo empenho na reforma até aquele dia e também para aguardar o retorno do metro. Ele aceitou com um sorriso discreto, dizendo que subiria para o apartamento assim que a iluminação natural não permitisse mais seu trabalho, o que deveria ocorrer em uma hora mais ou menos. Ansioso como se fosse o meu primeiro encontro amoroso, preparei uma massa simples, acompanhada de um molho caseiro, pão fresco e uma tábua de queijos que completava a mesa. Uma música lenta preenchia o ambiente com suavidade, enquanto a iluminação baixa deixava o apartamento ainda mais acolhedor.
No horário certo Carlos chegou todo encabulado, pois na confusão da chuva, na decisão do convite, ele havia esquecido que não tinha como tomar banho para vir ao jantar, pois o banheiro da reforma estava todo quebrado. De imediato o conduzi ao meu banheiro e ofereci meu chuveiro, lembrando que era frio, mas que eu havia acabado de tomar o meu e estava tranquilo. Carlos agradeceu e já tirando sua regata fechou a porta do box. Com o coração saindo pela boca e as mãos tremendo retornei para a cozinha. Mal havia colocado a comida na mesa, ouvi Carlos me chamando.
- Doutor! Desculpa mais uma vez, mas poderia me arrumar uma toalha?
Rapidamente levei a toalha sem pensar. Ao abrir a porta, encontrei-o ali, nu. Por um instante, o tempo parou. Só havia o som do meu coração. Seus olhos me encararam com firmeza, mas também com ternura. Senti um choque atravessar-me. Não havia mais espaço para dúvidas, nem para esconder segredos. Aproximamo-nos devagar. Nossas bocas se uniram, de inicio suavemente, para em seguida dar-se o inicio de uma deliciosa luta de línguas molhadas. Eu queria continuar, mas só conseguia pensar em seu pau duro forçando minha barriga.
- Por favor Carlos, me coloca para mamar, supliquei instintivamente
Delicadamente me pegando pelos ombros foi me direcionando ao seu pau já todo babado. Devia ter uns 18 cm porem não muito grosso, Cabeça proporcional e totalmente exposta, bem clarinho e com poucas veias aparentes.
- Isso meu viadinho! Coloca todinho na boca! Chupa gostoso! Gemia Carlos
Me segurando pelo cabelo ele fodia em minha boca com um vai e vem suave no inicio e ia aumentando cada vez mais a frequência. Já podia sentir seu pau tocando no fundo da minha garganta. Quente e duro, parecia crescer cada vez mais a cada estocada.
- Ah! Delicia minha putinha! Vou encher sua boca com meu leitinho! Quero ver você engolir todinho!
- Não amor, não goza ainda! Quero hoje fazer tudo que tenho direito. Quero esse se pau todinho no meu cu!
Ao mesmo tempo que implorava minha penetração, fui me colocando de quatro na cama ao nosso lado. Carlos foi se posicionando por trás de mim. Abri bem as pernas e empinei minha bunda, expondo totalmente meu cuzinho ainda virgem. O medo da dor me faz pedir:
- Por favor Carlos, pega na pia do banheiro um tubo de creme hidrante, é o vermelho.
Depois de lubrificar bem meu cuzinho e prepara-lo para o que viria logo mais, Carlos foi me acostumando com um dedinho, depois dois e finalmente três. Em seguida senti a cabeça de seu pau se acomodando na entrada do meu cuzinho.
- Isso abre bem meu viadinho! Relaxa!
No começo há um desconforto, uma pressão que exige calma. O corpo demora alguns instantes para se adaptar, e cada movimento é sentido com intensidade. Aos poucos, a tensão inicial dá lugar a uma sensação de preenchimento. À medida que o ritmo aumenta, meu corpo já não resiste — ele se abre e responde sozinho.
- Isso meu macho! Enfia tudo! Arromba esse cuzinho virgem! Ele é todo seu!
O calor interno cresce, cada movimento traz uma mistura de pressão e prazer que se acumula até se tornar quase insuportável. A respiração fica descompassada, os músculos se contraem sem que eu consiga controlar, e sinto ondas de prazer atravessando meu corpo inteiro. A dor inicial já não existe.
- Rebola minha putinha! Rebola! Quer apanhar nesta linda bundinha?
- Bate, caralho, bate! Quero sentir essa mão pesada na minha bunda! Faz o que você quiser! Esse cu é todo seu!
- Geme viadinho ! Esse cuzinho gostoso merece muita rola! Vou ser seu macho para sempre!
- Delicia - Eu não aguento mais segurar. Eu te amo, amo sentir você me preenchendo, amo estar entregue a você! Eu gemia deliciosamente.
- Aproveita meu amor, minha putinha! Sente este pau te preenchendo todo! Você agora é só meu!
- Sim , sou seu para sempre!
Carlos gemia e sussurrava em meus ouvidos. Seu pau cada vez mais quente dentro de mim, parecia crescer mais a cada estocada. Minha preguinhas já não existiam mais. Meu tesão estava cada vez mais incontrolável.
- Come safado! Me arromba! Não aguento mais! Estou quase gozando!
Gemendo meu cuzinho mordia desesperado sua rola. Eu queria aquele pau cada vez mais fundo dentro de mim. A esta altura já não pedia mais, implorava.
- Mais, enfia mais! Arromba tudo meu macho! Não aguento mais!
- Que de cuzinho safado! Aperta meu pau com ele! Rebola minha putinha safada! Quer gozar pro seu macho?
Eu fazendo movimentos circulares com minha bunda, implorava novamente
- Quero sim, vem! Fode esse cu que não é mais virgem! Agora é todo seu! Vem goza dentro de mim!
Estas palavras funcionaram como mágica. Carlos me segurou firme pela minha cintura, com as duas mãos, me puxando fortemente contra seu corpo. Seus movimentos ficaram mais fortes e num ritmo intenso, começou a gemer.
- Se é isso que você quer seu puto! Vou gozar, encher esse rabo de porra
- Goza, goza, meu homem, meu tesão, meu safado!
O primeiro gozo de Carlos é forte, quente e abundante, enchendo-me todinho de porra grossa e quente. Não aguento e gozo também com seu pau ainda todo dentro de mim. Nunca havia gozado tanto leite e com tanto tesão como agora gozei. Minhas pernas foram dando sinal de cansaço pela posição, o que me fez ir arqueando e trazendo Carlos junto comigo. Ficamos um tempo assim e eu ainda sentindo meu cuzinho se contrair de prazer, fazendo com que a porra do Carlos escorresse pela minha bunda. Aos poucos fui saindo de baixo dele e como forma de agradecimento pelo prazer me proporcionado, fui me ajeitando entre suas pernas e suavemente com minha língua fui limpando seu pau do leitinho que ainda restava.
Enfim, uma nova vida se apresentava para mim!


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico professor2026

Nome do conto:
Reformando meu ap!

Codigo do conto:
267619

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
18/07/2026

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