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Ritinha ajustou os óculos sobre o nariz enquanto os dedos tremiam ligeiramente sobre o ecrã do telemóvel. A luz azulada do aplicativo "Vínculos" lançava sombras estranhas sobre o seu rosto, iluminando os pequenos pelos finos que escapavam do seu rabo de cavalo perfeitamente arranjado. Aos vinte e três anos, com apenas três semanas de experiência no mundo BDSM, ela sentia o estômago revirar-se cada vez que abria a aplicação. O cursor piscava sobre o campo de biografia, onde ela havia escrito "Domme em busca da primeira submissa. Inexperiente, mas determinada."
Os seus olhos percorreram os perfis, dedos deslizando sobre o vidro frio do dispositivo. A maioria dos perfis eram de homens mais velhos a procurar algo que ela não estava interessada em oferecer. Até que encontrou o perfil de Paulinha. A fotografia mostrava uma travesti com cabelos longos e escuros, olhos grandes e amendoados, e um sorriso tímido que parecia esconder mil segredos. A biografia dizia simplesmente: "Cadela à procura de dona. Sem limites. Preciso ser treinada."
O coração de Ritinha bateu mais forte. Ela leu a biografia três vezes, os lábios entreabertos numa concentração intensa. Os seus dedos, agora mais firmes, digitaram uma mensagem curta: "Interessada em começar o seu treino. Domme Ritinha."
A resposta chegou quase imediatamente. "Por favor, dona. Estou pronta."
Três dias depois, Ritinha encontrava-se no seu apartamento, a examinar o cinto peniano de 27 centímetros que havia comprado online. O silicone preto brilhava sob a luz do quarto, pesado nas suas mãos. Ela nunca havia usado algo assim antes, mas a descrição do perfil de Paulinha - "sem limites" - ecoava na sua mente. A campainha tocou, fazendo-a saltar ligeiramente.
Paulinha estava à porta, vestindo apenas um vestido de algodão simples que mal chegava à metade das coxas. Os seus olhos baixaram-se imediatamente ao ver Ritinha, que usava calças de couro preto e um sutiã de renda. "D-dona," gaguejou Paulinha, as mãos entrelaçadas à frente do corpo.
"Entra," disse Ritinha, a sua voz mais firme do que se sentia. "Tira esse vestido."
Paulinha obedeceu sem hesitação, os dedos a desabotoar o vestido com uma rapidez que revelava prática. O vestido caiu no chão, revelando um corpo magro, pele pálida, seios pequenos com mamilos erectos, e um pénis pequeno e já duro. Ela ficou nua à frente de Ritinha, os olhos fixos no chão.
"Ajoelha-te," ordenou Ritinha, sentindo uma onda de poder a percorrer o seu corpo enquanto Paulinha se ajoelhava imediatamente, os joelhos a tocar o chão frio. "Mãos atrás das costas."
Ritinha circulou Paulinha ajoelhada, os seus saltos a fazer barulho no soalho de madeira. Ela parou atrás dela, admirando as nádegas brancas e firmes. "Estás pronta para ser treinada como a cadela que diz ser?"
"Sim, dona," respondeu Paulinha, a voz um sussurro trémulo.
Ritinha calçou o cinto peniano, sentindo o peso estranho contra o seu corpo. Ela aplicou lubrificante generosamente no silicone, os seus movimentos ainda um pouco desajeitados. "Vai rastejar até à cama," disse ela, apontando para o quarto.
Paulinha começou a rastejar, os joelhos e palmas das mãos a moverem-se pelo chão. Ritinha seguiu-a, observando como as suas nádegas se moviam com cada movimento. Quando chegaram à cama, Ritinha ordenou: "Deita-te de barriga para cima, pernas para o ar."
Paulinha obedeceu, expondo o seu ânus pequeno e rosado. Ritinha posicionou-se entre as pernas dela, o cinto peniano a apontar para o alvo. Ela respirou fundo, depois empurrou lentamente.
O grito de Paulinha foi agudo. O seu corpo arqueou-se, as mãos a agarrar os lençóis. Ritinha não parou, continuando a empurrar até que o cinto peniano estivesse completamente dentro. Ela começou a mover-se, primeiro lentamente, depois mais rápido, mais fundo.
"Por favor, dona," choramingou Paulinha, lágrimas a escorrer pelo seu rosto. "Dói demais."
"Cadelas não queixam-se," respondeu Ritinha, a sua voz agora fria e determinada. Ela pegou nos cabelos de Paulinha, puxando a cabeça para trás. "Vais tomar tudo."
Ritinha aumentou a força, as suas ancas a baterem contra as nádegas de Paulinha com um som ritmado e húmido. As lágrimas de Paulinha aumentaram, transformando-se em soluços audíveis enquanto o seu corpo era violentado. O seu pénis, ainda duro, batia contra o seu estômago a cada movimento de Ritinha.
"Por favor, dona, por favor," suplicou Paulinha, a voz quebrada pelo choro.
"Calada," ordenou Ritinha, dando uma bofetada forte na sua cara. O som ecoou no quarto, seguido por um soluço mais alto de Paulinha. Ela continuou a foder o ânus de Paulinha sem piedade, os seus movimentos tornando-se mais selvagens, mais possessivos.
Após o que pareceu uma eternidade, Ritinha sentiu o próprio corpo a tremer, um orgasmo intenso a percorrê-la enquanto ela continuava a mover-se dentro de Paulinha. Quando finalmente parou, Paulinha estava a chorar incontrolavelmente, o corpo a trecer sob ela.
Ritinha retirou-se lentamente, observando o ânus de Paulinha, agora vermelho e inchado. Ela foi até à sua gaveta de brinquedos e tirou uma coleira de couro preta com uma pequena plaque de metal gravada com "Cadela".
"Levanta-te," ordenou ela.
Paulinha obedeceu com dificuldade, as pernas a tremer. Ritinha aproximou-se e colocou a coleira à volta do seu pescoço, fechando-o com um clique metálico. "A partir de agora, tu és minha cadela," disse ela, a voz baixa e possessiva. "A primeira de muitas."
Paulinha olhou para si, os olhos vermelhos de chorar, mas com um brilho de submissão total. "Sim, dona," sussurrou ela, os dedos a tocar a coleira de couro. "A sua cadela."
Ritinha pegou na trela que estava presa à coleira. "Vamos dar um passeio, cadela," disse ela, puxando gentilmente. Paulinha seguiu-a de quatro, a coleira a balançar suavemente enquanto rastejavam para fora do quarto, deixando para trás os lençóis manchados e o cheiro de sexo e submissão
Oie. Ótima estreia. Parabéns. Quase dá pra sentir a dor dela. Fiquei molhadinha. Bxos.
Fascinante
Domme mira quando enjoa da cadela Camila vc me empresta essa cadela?
Que delícia de ler esse conto, um verdadeiro tesão.
Eu amei esse conto...me masturbei e gozei gostoso...ainnnnnnn...eu iría adorar estar no lugar da Paulinha e me tornar sua escrava e puta...bjossssss gatinha linda
Conto bem gostoso e bem excitante, delicioso, picante. Nada mais gostoso do que ensinar, doutrinar uma submissa novinha, ensinando como deve e pode proceder com que a domina, com quem tem o comando das ações, que maravilha. votado e aprovado
Putinha safadinha e gostosa...