Cadela Ritinha




Pelos grudados no vidro do box
Ritinha, a Domme que reinava com altivez, perde todo o controle quando Paty a força a raspar os próprios pelos pubianos e inserir um plug de metal antes de prendê-la numa jaula com outras duas submissas, Carla e Amanda. Cada ato desmantela a identidade dominante que ela cultivou, enquanto a jaula d…

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Oazulejo branco do banheiro refletia uma luz fria e clínica, contrastando com o calor úmido que pairava no ar. Ritinha fitava o próprio rosto no espelho, mas não encontrava mais a altivez da Domme que costumava ser. Seus olhos, antes desdenhosos e dominantes, agora baixavam, evitando o próprio olhar e, principalmente, o de Paty, que estava encostada na porta, com os braços cruzados. A transformação não era apenas física; era uma rendição total, uma entrega de status que pesava mais no estômago do que qualquer punição física. O silêncio na sala era quebrado apenas pelo som da respiração de Ritinha, que se tornava mais curta e ofegante a cada segundo que passava sob o olhar severo de sua nova dona.

— Agora você sabe o que fazer — a voz de Paty cortou o ar, firme e sem espaço para réplica. — Raspa tudo. Deixa essa bucetinha lisinha como ela deve ser.

Ritinha obedeceu, as mãos tremendo levemente enquanto pegava a máquina de cortar cabelo e depois o navalha. O zumbido da máquina foi o primeiro som de sua nova realidade. Ela passou a lâmina sobre a pele sensível da virilha, removendo os fios que antes ela exibia com orgulho, um símbolo de sua mulheridade adulta e dominante. A espuma de barbear foi espalhada, branca e densa, e o movimento do navalha raspando a pele soou áspero e repetitivo. A cada passada, mais da "Ritinha" antiga caía, revelando a pele rosada e vulnerável embaixo. Ela sentia o ar bater na região recém-depilada, uma sensação estranha de nudez extrema, como se tivesse perdido uma camada de proteção.

Paty aproximou-se, observando o trabalho de perto. Quando o último fio foi removido e a pele estava apenas lisa e úmida, ela apontou para o box de vidro transparente do chuveiro.

— Agora, pega esses pelos — ordenou Paty, estendendo a mão para indicar a pilha de fios úmidos e sujos de espuma que descansava sobre a borda da pia. — Coloca no vidro. Deixa a sujeira exposta.

Ritinha pegou a massa de pelos pegajosos com a ponta dos dedos, sentendo a textura repugnante contra as pontas de seus dedos. Ela esmagou o material contra o vidro frio e úmido do box, espalhando-o em um ato deliberado de humilhação. O visual dos pelos grisalhos e escuros grudados no vidro transparente era um testemunho visível de sua queda de grau. Ela limpou as mãos na toalha, sentindo-se exposta, crua, pronta para o próximo estágio de sua submissão.

— Agora o plug — disse Paty, segurando o objeto de metal pesado que estava sobre a bancada. — Isso vai fazer parte de você agora. Não é um acessório, é parte do seu corpo.

Ritinha pegou o plug, o metal gelado chocando a mão aquecida. Ela virou-se, encostando as mãos na pia para se apoiar e abrindo as pernas. O gel lubrificante foi aplicado generosamente em seu ânus, que se contraiu involuntariamente em antecipação. Ela levou a ponta arredondada do plug até a entrada, empurrando devagar. A resistência foi imediata, seus músculos apertados lutando contra a invasão. Ritinha respirou fundo, forçando o relaxamento, sentindo o metal alargar o anel muscular, queimando e esticando em um misto de dor e prazer intenso. Com um gemido abafado, ela empurrou até que a parte mais larga passou e o plug se encaixou no lugar, pesado e firme. Ela sentia-se cheia, o objeto ocupando um espaço proeminente, um lembrete constante de sua posição a cada movimento que fazia.

Quando Ritinha se virou, Paty já estava vestindo o arnês. O dildo de silicone, de 30 centímetros e impressionantemente grosso, pendia entre as pernas da mulher como uma arma pronta para o ataque. A visão daquela massa de carne sintética fez a garganta de Ritinha secar. O tamanho era desproporcional, aterrador. Paty ajustou as tiras na cintura, apertando-as com firmeza, e o dildo balançou levemente com o movimento, pesado e dominante. Era um aviso silencioso do que estava por vir, uma promessa de dor e extensão total.

— Vamos, cadela — Paty pegou a coleira de couro preto que estava sobre a mesa.

Ritinha baixou a cabeça, o pescoço exposto e vulnerável. O couro frio roçou em sua pele antes de ser apertado ao redor da garganta. O som do fecho de metal clicando no lugar ecoou no banheiro, selando seu destino. Paty puxou a correia, forçando Ritinha a sair do banheiro de quatro, andando com dificuldade devido ao plug que se movia dentro dela a cada passo. O metal frio batia contra seus músculos internos, enviando ondas de sensação que a faziam tropeçar.

Elas chegaram à sala onde a jaula estava montada. Era uma estrutura de metal robusta, colocada em um canto da sala, iluminada por uma luz amarela suave. Dentro, já havia duas outras figuras. Carla e Amanda, as outras cadelas, estavam encolhidas no fundo da jaula. Carla, uma loira de pele clara, estava nua exceto por uma coleira igual à de Ritinha, e Amanda, uma morena de cabelos curtos, tinha os olhos baixos e o corpo marcado por pequenas roxas recentes. O cheiro dentro da jaula era denso, uma mistura de perfume barato, suor e o aroma metálico do metal.

Paty abriu o portão da jaula, fazendo a dobradiça ranger.

— Entra — ela puxou a coleira.

Ritinha rastejou para dentro, sentindo o chão de madeira frio sob seus joelhos e palmas das mãos. O espaço era apertado, forçando as três mulheres a se aproximarem. Carla se afastou para o canto, fazendo espaço, e Amanda se remexeu, o som de correntes batendo ecoando suavemente. Ritinha se acomodou no centro, o peso do plug no cu se tornando mais óbvio na posição sentada, forçando-a a manter as pernas abertas e as costas curvas.

Paty fechou o portão com um baque seco, o tranco batendo no lugar com um som definitivo. Ela ficou do lado de fora, olhando para as três mulheres enjauladas, a mão ainda segurando a guia da coleira de Ritinha, que agora pendia frouxa entre as grades. O dildo de 30cm ainda estava erguido, um símbolo fálico de autoridade que pairava sobre elas. Ritinha olhou para Carla e Amanda, vendo a mesma submissão nos olhos delas que agora sentia em si mesma. Ela não era mais Ritinha, a dona. Ela era apenas mais uma peça da coleção de Paty, um objeto para ser usado, treinado e guardado na jaula até que a vontade da dona a chamasse novamente. O metal do plug gelou dentro dela, fixando-a naquele lugar, naquela nova realidade irreversível

Foto 1 do Conto erotico: Cadela Ritinha

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Ficha do conto

Foto Perfil ritinha-do-praze
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Nome do conto:
Cadela Ritinha

Codigo do conto:
265040

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
22/06/2026

Quant.de Votos:
1

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5