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Oar-condicionado do apartamento de Ritinha zumbia baixo, quase imperceptível, enquanto ela ajustava a pulseira de couro preto no próprio pulso, os dedos ágeis trancando o fecho com um clique seco. O cheiro de couro novo misturava-se ao perfume cítrico que ela havia borrifado nos pulsos, uma fragrância que, sabia por experiência, deixava as submissas nervosas antes mesmo do primeiro toque. Na tela do celular, a última mensagem da pastora Rosângela piscava: "Chego em 10 minutos. Não sei o que esperar, mas confio em você."
Ritinha sorriu, os lábios pintados de um vermelho escuro que contrastava com a pele morena. Confiança era a primeira coisa que ela quebrava. Passou a língua pelos dentes enquanto observava o próprio reflexo no espelho de corpo inteiro do quarto—cabelos pretos presos em um coque alto, as sobrancelhas arqueadas em um desafio silencioso, o corpo esguio envolto em um corset preto que apertava a cintura até deformar as costelas em uma curva obscena. Entre as pernas, a cinta peniana de silicone preto, grossa como um punho fechado e com trinta centímetros de comprimento rígido, já estava presa à virilha, o peso familiar balançando levemente a cada movimento. Ela a ajustou com dois dedos, sentindo o látex frio contra a pele quente da coxa, antes de vestir a calça de couro justíssima que moldava cada curva como uma segunda pele.
O interfone tocou.
Não era um som urgente—dois toques breves, hesitantes, como se os dedos de Rosângela tremessem sobre o botão. Ritinha demorou a responder, deixando o silêncio se esticar até virar desconforto. Só então apertou o botão, a voz saía suave, quase melódica: "Sobe, querida. Porta 302. E não se esqueça: a partir do momento que você entra aqui, não é mais pastora. É minha." O clique do desligar ecoou como uma sentença.
Os passos no corredor eram leves, quase furtivos, mas Ritinha ouviu cada um deles enquanto secava as unhas em um pano de microfibra, sem pressa. A maçaneta girou com um rangido suave, e lá estava ela: Rosângela, ainda de saia longa preta e blusa branca de gola alta, o cabelo loiro preso em um coque baixo, severo como o julgamento que pregava aos domingos. Os olhos, porém—azuis claros, quase transparentes—estavam arregalados, as pupilas dilatadas demorando a se ajustar à penumbra do apartamento. O cheiro de sabonete barato e suor fresco invadiu o espaço, misturado a algo mais profundo, animal, que Ritinha reconheceu imediatamente: medo.
— Você veio — Ritinha disse, sem se virar. Deixou que o silêncio se instalasse, que a pastora sentisse o peso daqueles três metros de distância entre elas. — Tira a roupa.
Rosângela engoliu em seco, os dedos trêmulos no botão superior da blusa. A hesitação era deliciosa, como o primeiro gole de um vinho caro. A blusa caiu nos ombros, revelando um sutiã branco de algodão, simples, prático—nada da sedução que Ritinha exigia. A saia escorregou pelas coxas grossas, deixadas à mostra junto com a calcinha de elástico largo, daquele tipo que marca a pele. Ritinha finalmente se virou, cruzando os braços sob os seios, os olhos percorrendo cada centímetro da mulher à sua frente com uma lentidão calculada.
— De joelhos.
A ordem foi um chicote. Rosângela obedeceu sem pensar, os joelhos batendo no chão de madeira com um baque surdo. As mãos se apoiaram nas coxas, os dedos afundando na carne macia. Ritinha se aproximou, os saltos agulha batendo no chão como martelos, até parar a centímetros do rosto da submissa. Baixou-se apenas o suficiente para passar os dedos sob o queixo de Rosângela, forçando-a a erguer a cabeça.
— Olha para mim — sussurrou, a unha pintada de preto riscando a pele clara da garganta da pastora. — Você sabe por que está aqui?
Os lábios de Rosângela tremiam. — Para... servir.
Ritinha riu, um som baixo, gutural. — Servir? Não, querida. Você está aqui para ser desmontada. — Os dedos deslizaram para trás, agarrando os cabelos loiros em um punhado apertado. Rosângela gemeu, um som abafado, mas não resistiu. — Você passou a vida toda dizendo às pessoas o que fazer, não é? Dizendo o que é certo, o que é pecado. — Puxou a cabeça para trás, expondo a garganta pálida, as veias finas pulsando sob a pele. — Hoje você vai aprender o que é de verdade ser uma pecadora.
Sem aviso, Ritinha soltou os cabelos e deu um passo atrás, indo até a gaveta da cômoda. Tirou de lá uma coleira de couro preto, com argolas de metal que brilhavam frias sob a luz amarela do abajur. Rosângela observava, os olhos saltando entre a coleira e o rosto de Ritinha, a respiração acelerada fazendo os seios tremerem.
— Abra a boca.
A pastora obedeceu, os lábios se separando em um "O" trêmulo. Ritinha não teve pressa. Enfiou dois dedos entre os dentes, empurrando a língua para baixo, sentindo a umidade quente, a saliva já se acumulando. — Boa garota. — Retirou os dedos com um estalo úmido e passou a coleira pelo pescoço de Rosângela, ajustando o couro até que ficasse justo o suficiente para deixar marcas. O fecho foi trancado com um clique final, e Ritinha puxou a corrente presa a ele, forçando a pastora a se levantar em um movimento brusco.
— Anda.
Rosângela tropeçou, os pés descalços escorregando no chão liso, mas Ritinha não diminuiu o ritmo. Arrastou-a pelo corredor até o quarto secundário—um espaço que cheirava a couro, suor e lubrificante. As paredes eram forradas com espelhos, refletindo em ângulos infinitos a figura da pastora, agora curvada, os seios balançando com cada puxão da coleira. No centro do cômodo, uma cama baixa, coberta por um lençol preto, e ao lado, um cabide com correntes e algemas. Ritinha soltou a corrente com um empurrão, fazendo Rosângela cair de joelhos novamente, desta vez sobre um colchão fino, projetado para doer.
— Mãos atrás das costas. — A voz era um comando sem espaço para dúvidas.
Rosângela obedeceu, os pulsos se cruzando nas costas, os dedos entrelaçados em um gesto de oração invertida. Ritinha circundou-a, os saltos afundando levemente no colchão enquanto passava as unhas pelas costas nuas da pastora, descendo até a curva das nádegas. Parou ali, os dedos pressionando a carne macia, separando as bochechas até expor o ânus apertado, rosado, e a fenda úmida entre as pernas.
— Já está molhada. — Não era uma pergunta. Ritinha enfiou dois dedos entre os lábios inchados da buceta, sentindo o calor escorregadio, a umidade que encharcava os pelos castanhos claros. Rosângela arfou, as coxas tremendo, mas não se mexeu. — Gosta de ser humilhada, pastora?
— N-não sei — a voz saía entrecortada, os olhos fechados com força.
— Vai saber. — Ritinha retirou os dedos com um som obsceno e levou-os à boca, chupando-os lentamente, saboreando. Depois, foi até a cômoda e pegou a cinta peniana, o silicone preto brilhando sob a luz. — Vira de quatro.
Rosângela hesitou apenas um segundo antes de obedecer, as palmas das mãos afundando no colchão, o traseiro erguido, vulnerável. Ritinha passou a mão livre pela curva das costas, descendo até o cóccix, onde pressionou com a ponta da unha. — Relaxa. — Não era um pedido.
A pastora tentou, mas o corpo traía sua mente. Ritinha não esperou. Cuspiu na própria mão e passou a saliva pelo comprimento da cinta, lubrificando o látex antes de posicioná-la na entrada da buceta de Rosângela. O primeiro contato fez a pastora estremecer, um gemido baixo escapando dos lábios.
— Vai doer. — Ritinha empurrou.
Não foi gentil. A cabeça larga da cinta forçou a entrada, esticando os lábios inchados até o limite, a resistência da carne cedendo com um som molhado, quase um estalo. Rosângela gritou, as unhas arranhando o lençol, mas Ritinha não parou. Empurrou mais fundo, centímetro por centímetro, sentindo os músculos internos se contraírem em torno do silicone, tentando expulsar a invasão. Suor escorria pelas costas da pastora, pingando no colchão, enquanto Ritinha finalmente encostava os quadris nos glúteos trêmulos, a cinta completamente enterrada.
— Toma. — Ela segurou os quadris de Rosângela com força, os dedos afundando na carne, e começou a mover-se.
Cada investida era lenta, deliberada, a cinta saindo quase por completo antes de ser empurrada de volta com um movimento de quadril seco. Rosângela choramingava, as palavras se misturando entre orações e obscenidades, os músculos das costas se contraindo a cada impacto. Ritinha aumentou o ritmo, o som de carne batendo em carne ecoando pelo quarto, misturado aos gemidos guturais da pastora.
— Isso, sua vadia. — Ritinha inclinou-se para frente, a boca junto ao ouvido de Rosângela, a língua lambendo a orelha enquanto as mãos deslizavam para a frente, agarrando os seios pendurados. — Você foi feita para isso. Para ser minha putinha, minha cadela. — Beliscou os mamilos duros entre os dedos, torcendo até a pastora uivar.
O cheiro de sexo enchia o ar, denso, intoxicante. Ritinha sentiu o corpo de Rosângela começar a tremer de forma diferente, os músculos internos se contraindo em espasmos descontrolados ao redor da cinta. — Vai gozar, sua sacana? — Ela aumentou a velocidade, as coxas queimando com o esforço, a cinta entrando e saindo da buceta já inchada, vermelha, pingando suco a cada movimento.
Rosângela não respondeu com palavras. O corpo arqueou, as costas se curvando enquanto um orgasmo a rasgava por dentro, os músculos se fechando em torno do silicone como uma garra. Ritinha não parou. Continuou fodendo-a sem piedade, sentindo os espasmos da pastora se prolongarem, o suor escorrendo entre os corpos colados.
Quando finalmente retirou a cinta, foi com um movimento brusco, deixando Rosângela vazia, tremendo, a buceta latejando. Mas Ritinha não havia terminado. Passou a mão pela curva das costas da pastora, descendo até o ânus ainda fechado, pressionando a ponta da cinta contra a entrada apertada.
— Ainda tem um buraco que não usei. — Não esperou por permissão.
Desta vez, não houve resistência inicial. A cinta entrou com um gemido longo, arrastado, de Rosângela, os músculos do ânus cedendo à pressão implacável. Ritinha foi mais devagar, mas não menos cruel, empurrando até sentir o quadril da pastora colar no seu, a cinta completamente engolida pelo cu apertado.
— Agora você é minha de verdade. — Ritinha começou a mover-se novamente, cada investida fazendo Rosângela gritar, o corpo sacudindo como se estivesse sendo eletrocutado. — Minhas cadelas não têm direito a nada. Nem a um nome. — Ela puxou a coleira, forçando a cabeça da pastora para trás, a garganta exposta. — Você vai latir quando eu mandar. Vai comer da minha mão. E vai me chamar de dona.
Os gemidos de Rosângela se transformaram em soluços, o corpo colapsando quando Ritinha finalmente a deixou ir, a cinta saindo do cu inchado com um som molhado, obsceno. A pastora caiu de lado no colchão, as pernas ainda tremendo, a buceta e o ânus latejando, vermelhos, usados. Ritinha observou-a por um longo momento, antes de se agachar e passar a mão pelo cabelo suado de Rosângela, colando os fios úmidos na testa.
— Boa garota. — Murmurou, como se elogiasse um animal bem treinado. — Amanhã você volta. E da próxima vez, traz sua bíblia. Vamos ver quantas páginas aguentam antes de você molhar elas de tanto gozar


Oie. Toques de crueldade, não tão sutis, mas eficientes pra deixar qualquer uma molhada. Parabéns. Bxos.
E só o começo minha cadela ,vamos fazer uma masmorra com muita cadela
Maravilhoso minha Dona, uma delícia ver a Senhora dominando suas cadelas