A cadela delegada

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Coleira de Autoridade
Ritinha domina a delegada Renata em um encontro intenso, transformando-a em sua submissa. Enquanto isso, Rosângela, a pastora, permanece trancada, sem saber que agora compartilha o mesmo destino. Quem será a próxima no canil de Ritinha?

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Ritinha afastou os dedos dos cabelos suados de Rosângela e deu um tapa leve na nádega marcada da pastora. "Fica aí. Não ousa sair dessa cama." Virou-se e caminhou até o banheiro do corredor, os saltos ecoando no piso frio. Lavou as mãos, removeu a cinta peniana e a colocou na pia para limpar depois. No quarto, trocou a roupa de sessão por um vestido preto justo que abraçava as curvas, sandálias de salto, os cabelos ainda presos no coque alto. O batom vermelho permanecia impecável. Pegou o celular e abriu o site Delegada, rolando até a conversa com Renata.

As mensagens trocadas na noite anterior piscaram na tela. Renata havia sido direta: queria uma experiência intensa, sem amadores. Ritinha sorriu ao lembrar da confiança na voz da mulher durante a ligação rápida que trocaram. Marcaram um café em um bairro distante do centro, neutro o suficiente para não levantar suspeitas. Ritinha digitou: "Te vejo em uma hora." Guardou o celular na bolsa e saiu sem olhar para trás.

O café era pequeno, com mesas de ferro e cadeiras de vime. Ritinha chegou primeiro e pediu um espresso. Sentou-se de frente para a porta. Quando Renata entrou, a dominadora avaliou cada detalhe: os ombros eretos, o porte firme, o cabelo castanho cortado na altura do queixo, o blazer bege sobre uma blusa branca. Renata carregava uma postura de autoridade, o tipo de mulher acostumada a dar ordens. Ritinha levantou-se e ofereceu a mão. O aperto de Renata foi firme, rápido.

"Renata." A delegada sentou-se e cruzou as pernas. "Você é Ritinha?"

"Na carne." Ritinha reclinou-se na cadeira e deixou os olhos percorrer o corpo de Renata sem pressa. "Você é ainda mais bonita pessoalmente."

Renata ergueu o queixo. "Disseram que você não perde tempo."

"Tempo é a única coisa que não devemos desperdiçar." Ritinha inclinou-se para frente e baixou a voz. "Você quer submeter-se a mim. Não a um jogo leve ou uma fantasia de fim de semana. A mim."

A delegada engoliu em seco. Os dedos apertaram a alça da xícara de café que o garçom trouxe. "Eu sei o que quero."

"Então vamos." Ritinha deixou notas na mesa e levantou-se.

No carro de Ritinha, o silêncio pesou. Renata olhava pela janela, os dedos tamborilando no joelho. Quando o veículo entrou na garagem da casa, a delegada virou-se. "Esse lugar é..."

"Meu território." Ritinha desligou o motor. "Aqui, você não é delegada. Não é nada além do que eu decidir."

Renata piscou. "Como você sabe que eu—"

"Eu sei." Ritinha saiu do carro e abriu a porta para ela. "Agora desce."

A delegada obedeceu. Dentro da casa, Ritinha a conduziu diretamente para o quarto secundário. O cheiro de couro e suor ainda pairava no ar. Rosângela não estava à vista — Ritinha a trancara no banheiro anexo com uma ordem de silêncio. As paredes espelhadas refletiram a imagem de Renata parada no centro do quarto, o blazer bege contrastando com a escuridão dos lençóis negros.

"Tira a roupa." Ritinha cruzou os braços.

Renata hesitou. Os olhos percorreram os espelhos, a cama baixa, os argolas fixadas na parede. "Tudo?"

"Tudo. Agora."

Os dedos de Renata tremeram ao desabotoar o blazer. A roupa caiu no chão, seguida pela blusa, pela saia lápis, pelas meias-calça. Ficou de lingerie preta — sutiã de renda, calcinha fio dental. Ritinha caminhou ao redor dela como um predador examinando a presa. Parou atrás de Renata e passou os dedos pela fivela do sutiã.

"Isso também." O sutiã caiu, revelando seios pequenos com mamilos escuros já rígidos. Ritinha puxou a calcinha para baixo com um movimento brusco. "Agora de joelhos."

Renata dobrou as pernas. O piso frio contra as rótulas a fez estremecer. Ritinha abriu uma gaveta e retirou a cinta peniana de silicone negro — trinta centímetros de espessura brutal. Ajeitou o arnês ao redor da cintura enquanto a delegada observava com os olhos arregalados.

"Você disse que queria intenso." Ritinha segurou a base da cinta e apontou para o rosto de Renata. "Abre a boca."

A delegada abriu os lábios. A ponta do silicone pressionou contra a língua e Ritinha empurrou devagar, forçando a mandíbula a abrir mais. Renata engasgou, a saliva escorrendo pelo queixo. Ritinha agarrou os cabelos castanhos e fodeu a boca com estocadas curtas, o som úmido e obsceno enchendo o quarto.

"Isso." Ritinha recuou e deixou Renata ofegante. "Na cama. De quatro."

Renata arrastou-se para o colchão negro e posicionou-se de joelhos e cotovelos. Ritinha abriu as pernas da delegada com um tapa na coxa interna e passou lubrificante na cinta. Sem aviso, encostou a glande de silicone na entrada da vagina de Renata e empurrou.

O grito cortou o ar. A espessura forçou as paredes vaginais a se abrirem além do limite. Ritinha não esperou que a delegada se adaptasse — puxou até a ponta e estocou novamente, mais fundo, ouvindo o gemido rasgado que saiu da garganta de Renata.

"Porra, você é apertada." Ritinha agarrou os quadris da delegada e começou a bombeiar com força, cada estocada empurrando o corpo de Renata para frente no lençol. "Vou arrombar essa boceta toda."

Renata cravou as unhas no lençol. Os seios balançavam com o impacto. A dor diluía-se em ondas de prazer que a delegada tentava reprimir mordendo o lábio inferior. Ritinha notou e deu um tapa violento na nádega direita.

"Grita. Quero ouvir."

Ela gritou. A voz falhou quando Ritinha acelerou o ritmo, o silicone entrando até a base e saindo quase completamente antes de mergulhar novamente. O som de carne contra carne misturava-se com o chiado da respiração de Renata.

"Vem pra mim, sua cadela." Ritinha enfiou dois dedos no ânus de Renata sem preparação. A delegada convulsionou, os músculos das coxas travando enquanto o orgasmo a atravessava como uma descarga elétrica. Ritinha não parou — continuou fodendo enquanto Renata choramingava, o corpo sacudido por espasmos.

Quando finalmente recuou, Renata desabou de lado no lençol, os olhos vidrados, a boceta vermelha e inchada gotejando lubrificante. Ritinha caminhou até a gaveta e retirou uma coleira de couro negro com argola de metal. Voltou para a cama e enfiou os dedos nos cabelos de Renata, puxando a cabeça para cima.

"Abre o pescoço."

A delegada, ainda atordoada, obedeceu. A coleira fechou com um clique. Ritinha puxou a argola e forçou Renata a rastejar até o canto do quarto, onde uma gaiola de metal esperava — espaço suficiente apenas para ficar de joelhos, curvada.

"Entra."

Renata engatinhou para dentro da gaiola. Ritinha trancou a porta e ficou de pé diante das barras, a cinta peniana ainda brilhando com os fluidos da delegada.

"Agora você é minha." Ritinha acariciou o rosto de Renata através das grades. "Mais uma cadela no meu canil. E nem precisa saber que já tem pastora aqui."

Renata agarrou as barras, os olhos úmidos, a boca entreaberta. Ritinha virou-se e caminhou para a porta do banheiro, onde Rosângela esperava em silêncio.

Foto 1 do Conto erotico: A cadela delegada


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Comentários


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carla-domme Comentou em 17/06/2026

Ola ,que belo conto

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erly Comentou em 17/06/2026

Delicinha de conto

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amandasou Comentou em 17/06/2026

Que delicia, como minha Dona e dominante, dominou até a delegada.




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Ficha do conto

Foto Perfil ritinha-do-praze
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Nome do conto:
A cadela delegada

Codigo do conto:
264645

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
17/06/2026

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4

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