Já comentei em outros contos que minha mulher frequenta academia diariamente e por isso mantém o corpo em forma, apesar dos seus sessenta e poucos anos e algumas gordurinhas. Ela vai toda manhã e retorna na hora do almoço. Já questionei sua demora, mas ela diz que treina nos aparelhos e faz esteira, por isso fica muito tempo. Ela costuma ir com uns shorts bem curtinhos, deixando as coxas à mostra e, entre as amigas, foi eleita como tendo as pernas mais bonitas. Falei que os homens também deveriam achar o mesmo, mas ela desconversou. Um dia estávamos bebendo em casa, na piscina, voltamos ao assunto e ela disse que tinha um homem que era muito atencioso, ajudava com alguns aparelhos, e que também olhava muito prá ela, principalmente prá suas coxas, o que ela gostava e que a deixava meio balançada. Tinha cerca de 60 anos, uma barriguinha de cerveja, se cuidava e tinha um papo bom, agradável. Com o tempo percebeu que tinham muito em comum. E, depois de algumas cervejas, disse que ele era comível, que daria prá ele. Fiquei de pau duro na hora e coloquei prá fora, começamos a inventar historinhas, eu a masturbei e ela tocou uma punheta prá mim. Gozamos juntos. Depois ela me disse que ele tinha saído da academia. Mas não, ele continuava lá. E uns dois meses depois ela me contou uma aventura que tiveram. “Eu chegava na academia e olhava para ver se ele já estava lá, sorria ao vê-lo e era correspondida. Fazíamos esteira juntos, aparelhos próximos, a gente conversava muito, às vezes ele me tocava no ombro, colocava a mão em meu braço, e até se encostava em mim quando ia colocar um peso no aparelho. Aquilo me arrepiava. E dava prá perceber que ele também se excitava. Não tinha uma ereção completa, mas um volume maior aparecia no seu short. Uma das minhas colegas percebeu que estava rolando alguma coisa e me deu força, vai menina, aproveita que a vida é curta. E eu fui! Um dia eu tinha deixado o carro na oficina e na hora de sair da academia começou a chover. Ele me ofereceu uma carona. Disse que não precisava, ele insistiu e entrei no carro dele. No caminho perguntou se eu queria passar na casa dele antes, que era ali perto. Na hora pensei que algo estava para acontecer e já senti um comichão. Ao chegarmos me ofereceu um vinho, bebemos uma taça, e eu fui ao banheiro, lavei minha buceta e a bunda. Na sala ele olhou nos meus olhos, aproximou seu rosto e me beijou. Correspondi, passei as mãos em volta do seu pescoço, ele alisou meus seios por cima da malha, senti o volume do seu pênis na minha coxa, já estava molhadinha e começamos a tirar a roupa. Estávamos um pouco suados da academia, mas o tesão era maior. Fomos pro seu quarto, ele me deitou na cama, continuou me beijando e depois chupou meus peitos, mordiscando de leve os mamilos. Desceu pela minha barriga, alisou e lambeu minhas coxas, minhas pernas, virou-me de bruços e acariciou minha bunda. Passou o dedo no meu rego e tocou meu cuzinho, acariciando e pressionando de leve, quase me penetrando. Ficou nesse movimento por uns minutos e depois me virou, beijou minha vagina, passou a língua nas laterais do meu clitóris e chupou a cabecinha, fez isso por um tempo, eu já não aguentava mais de tesão e gozei. Ele lambeu meu suco, virou-se de bruços e pediu prá que eu o cavalgasse. Mas antes, dei uma bela chupada naquele mastro, tamanho normal, uns 16cm, punhetei de leve e depois fui sentando devagar naquela delícia. Comecei a fazer movimentos suaves no início, ele apertava os meus braços e pedia para beijar sua boca. Gozei mais uma vez e então ele me virou, pediu prá ficar na beirada da cama, de joelhos, lambeu mais umas vezes a minha buceta e me penetrou. Deu estocadas leves no início, parecia que entrava e saía várias vezes, de vez em quando atolava tudo e me dava umas palmadinhas nas nádegas. Eu rebolava e empurrava minha bunda para trás e sentia seu cacete tocar meu útero. Gozamos juntos, ele me encheu de porra e ficou um tempo dentro de mim. Deitamos na cama, ele me abraçou e me beijou apaixonadamente, acariciou meu rosto e meus cabelos, dizendo que eu era uma mulher maravilhosa, bonita carinhosa, inteligente e que metia muito bem. Ficamos assim um tempo e depois fomos tomar banho. No banheiro não teve penetração, mas ele passou sabonete no meu corpo, alisando, e me masturbou. Gozei mais uma vez beijando-o na boca. Ficamos um tempinho conversando e ele me deixou na oficina para pegar o carro. Na academia a gente continua conversando, cruzamos nossos olhares, mas não rolou mais nada ainda”
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