PART 2…
— Caralho, amor... você gozou só de tocar na buceta da tua mãe... que filho da puta pervertido! — gemi, enfiando três dedos na minha buceta enquanto cheirava a calcinha.
Ele respirou fundo, pauzão ainda duro como ferro, todo melado de porra. Segurou a base e empurrou devagar. A cabeça grossa abriu os lábios peludos e entrou, usando o próprio leite como lubrificante, centímetro por centímetro.
— Aaaahhh porra... que bucetona apertada e quente da minha mãe... tô metendo na vadia que me pariu... — gemeu ele, olhos revirando, metendo mais fundo até enterrar metade do pauzão.
— Isso, meu preto! Come a tua mãe! Mete esse pauzão todo nessa vaca cachorra bêbada! Olha como a bucetona dela tá engolindo você, usando sua própria porra de lubrificante! — eu falava excitada, esfregando a calcinha melada no meu grelo e tocando siririca sem parar.
Ele começou a meter com força, estocadas profundas e brutais, bolas batendo nos pelinhos da bucetona. A cama rangia alto. A puta dormia pesado, soltando gemidinhos inconscientes, corpo tremendo com as metidas do filho.
— Porra, Rayssa... olha isso... tô fodendo a mamãe vadia sem pena... que bucetona melada e peluda... tá sugando meu pauzão... sua puta cachorra safada! Mamãe... toma o pau do teu filho, sua vaca!
— Você tá chifrando sua mulher com a própria mãe, seu safado pervertido! Olha como ela tá levando esse pauzão grosso enquanto dorme bêbada... enche esse bucetão de porra, vai! Eu tô gozando de novo só de assistir! — gritei baixinho, pernas tremendo, gozando forte no dedo.
Ele meteu como um animal por longos minutos, depois urrou:
— Mamãe... tô gozando de novo... toma o leite do teu filho dentro da buceta, sua vaca peluda! Aaaahhh!
O segundo gozo foi ainda mais forte. Ele enterrou até o fundo e jorrou, enchendo a bucetona preta de porra quente, transbordando pelos lados, escorrendo pelos pelinhos.
Ele não tirou. Continuou metendo devagar, o pauzão fazendo barulhos molhados obscenos de porra dentro da buceta da mãe.
— Olha como tá escorrendo, Rayssa... a buceta da minha mãe tá lotada do meu leite... que puta deliciosa...
— Continua, amor! Fode ela sem dó! Eu sou sua corninha hoje... tô gozando de novo vendo você arrombando essa vadia da tua mãe! — gemi, ainda cheirando a calcinha dela.
Ele virou a puta de lado, levantou uma perna grossa e meteu ainda mais fundo. Eu me aproximei, lambi os peitos enormes dela enquanto ele fodia, e depois lambi o cuzinho preto da sogra.
A terceira gozada veio depois de muito tempo metendo sem parar. Ele colocou a vadia de quatro, rabão grande empinado, e meteu com tudo, estocadas violentas.
— Mamãe puta... sua cachorra... tô enchendo você pela terceira vez... toma tudo, sua vaca no cio! Aaaahhh caralho!
Ele gozou violento, corpo tremendo inteiro, enchendo a bucetona até transbordar. Porra grossa escorria em fios grossos pela buceta peluda, pingando na cama.
Eu gozei pela terceira vez assistindo, gemendo alto com a calcinha dela na cara.
Ele tirou o pauzão devagar. A bucetona da vadia ficou aberta, vermelha, inchada, pingando porra do próprio filho como uma puta usada. Eu me aproximei, lambi um pouco da mistura e beijei meu marido, passando o gosto pra ele.
A gente deitou dos lados dela, exaustos e satisfeitos. A puta da minha sogra continuava apagada, bucetona destruída e cheia de porra, peitos marcados, corpo todo suado e melado.
— Amanhã ela vai acordar dolorida e inchada e não vai entender porra nenhuma... — disse meu marido, rindo safado, mão na bucetona melada.
— E a gente vai continuar usando essa vadia cachorra sempre que quiser. Eu adorei ser sua corninha hoje, vendo você foder a tua própria mãe dormindo — respondi, beijando ele com gosto de buceta e porra dela na boca.
A noite foi ainda mais pesada e pervertida. A vadia dormiu a noite toda lotada de porra do filho, e nós dois já planejávamos a próxima vez.