A Buceta da vadia da minha Sogra

**A Buceta da Vadia da minha Sogra**

Eu, Rayssa, 29 aninhos, branquinha, peitos grandes e pesados que balançam gostoso, rabão grande e empinado, sou casada com meu marido preto gostoso, novinho, corpo atlético, pauzão grosso de 19cm que me arromba todinha. Nossa vida sexual é fogo puro, cheia de putaria pesada e aventuras safadas.

Alguns dias atrás, no posto de gasolina, eu me ofereci toda vadia (conto anterior). Vestida com uma saia curtíssima sem calcinha e top justo marcando meus mamilos duros.

Depois desse dia voltamos à rotina: eu no trabalho, ele entre faculdade e serviço. Mas eu sabia que meu marido preto gostoso vivia louco pela vadia da mãe dele, aquela coroa morena, peitos enormes, rabão avantajado e uma bucetona preta peluda, carnuda, que marcava obscenamente nos shorts justos que ela usava pela casa. A vagabunda safada rebolava de propósito, deixando a bucetona inchada visível, como uma vaca no cio. Meu marido era obcecado. Ele me comia pensando nela, imaginando aquele bucetão preto peludo engolindo seu pauzão.

Várias vezes ele cheirou e lambeu calcinhas usadas dela, cheias do mel grosso da bucetona da puta. Eu sabia de tudo e em vez de ciúmes, ficava molhada pra caralho imaginando nós dois usando aquela cachorra como nossa escrava sexual. Queria ver meu marido metendo aquele pauzão na entrada da bucetona peluda dela enquanto eu chupava os peitos grandes da vadia, depois ele me fodendo enquanto eu lambia o leite que ele deixaria dentro daquela vaca.

Naquela tarde, meu marido não foi trabalhar. Ficou em casa sozinho. A puta da mãe dele tinha acabado de tomar banho e como sempre, deixou a calcinha úmida e cheirosa jogada no banheiro. Ele pegou a peça ainda quente, o cheiro forte da bucetona subindo direto pro nariz.

Deitado na cama do quarto, pernas bem abertas, pauzão duro latejando na mão, ele encostou a calcinha no rosto. A parte do grelinho estava encharcada, com aquele mel grosso e cheiroso da buceta da vadia da mãe dele. Ele lambeu devagar, gemendo baixo.

— Porra... que bucetona gostosa, sua vaca... murmurava, enfiando a língua no tecido molhado, chupando o mel da mãe. A outra mão batia punheta lenta e forte, apertando o pau grosso.

Eu cheguei mais cedo do trabalho. Abri a porta do quarto devagar e o flagrei exatamente assim: calcinha da mãe na cara, língua lambendo o mel do grelo dela, pauzão latejando na mão.

Ele tomou um susto enorme, olhos arregalados.

— Amor... porra... eu não...

Não deixei ele terminar. Tirei a blusa, o sutiã, a saia e a calcinha em segundos. Meus peitos grandes balançavam livres, buceta já pingando de tesão. Subi na cama, montei nele e desci devagar, engolindo todo o pauzão de 19cm de uma vez até as bolas.

— Aaaahhh, caralho... que pauzão gostoso! — gemi alto, rebolando devagar no colo dele. Peguei a calcinha úmida da mão dele e esfreguei forte na cara do meu marido preto gostoso. — É essa bucetona que você quer, né, seu cachorro safado? A bucetona preta peluda daquela vadia da sua mãe...

Ele gemeu sussurrando, mãos apertando meu rabão grande com força, olhos semicerrados de tesão.

— Rayssa... porra... você sabe demais...

— Eu sei sim, meu preto. Eu sei que você me come imaginando metendo nesse bucetão carnudo da puta da sua mãe. Então hoje você vai gozar pensando nela, vai... — acelerei o quadril, subindo e descendo no pauzão, fazendo meus peitos pularem. Esfreguei a calcinha molhada na cara dele, depois no meu próprio nariz, lambendo o tecido com fome. — Sente o cheiro dessa cachorra... ainda tá quente e úmida da bucetona dela. Olha o mel do grelo inchado dela na calcinha, seu filho da puta! Lambe! Chupa o gosto da bucetona daquela vadia!

Meu marido lambeu o tecido com voracidade, olhos fechados, imaginando a mãe.

— Mamãe... que buceta cheirosa pra caralho... sua puta vadia... — gemeu entre lambidas.

Eu ri safada, esfreguei a calcinha na minha própria buceta, misturando nossos mel, e voltei a esfregar na cara dele.

— Isso, meu cachorro! Imagina que é a bucetona peluda daquela vaca que tá te engolindo. Imagina ela rebolando esse rabão grande em cima de você, chamando você de filhão safado, pedindo pra encher a bucetona de porra do próprio filho. Eu quero ver você metendo esse pauzão todo na entrada daquela bucetona preta enquanto eu chupo os peitos enormes dessa vagabunda. Depois você vai me foder enquanto eu lambo o leitinho que você deixou dentro da buceta da sua mãe puta!

Ele perdeu o controle. Segurou minha cintura com força e começou a meter pra cima, forte e fundo, estocadas brutais.

— Caralho, Rayssa... você é tão puta quanto ela! — gemeu. — Quero comer aquela vaca com você... quero fazer daquela cachorra nossa escrava sexual. Quero ela de quatro, bucetona aberta e peluda, implorando pro filho arrombar ela. Quero ver você sentando na cara daquela vadia enquanto eu fodo o cu dela!

— Isso, amor! Fode sua mulher pensando na bucetona da mamãe vadia! — gemi, peitos pulando loucamente. — Sente como minha buceta tá melada só de imaginar a gente usando ela. Eu vou segurar os peitos dela pra você mamar enquanto você mete. Depois vou lamber sua porra escorrendo daquela bucetona preta peluda. Faz dela nossa puta, nosso brinquedo! Chama ela de cachorra, de vaca, de mãe puta e vadia.

O pauzão dele inchava cada vez mais dentro de mim. Ele urrou alto, olhos revirando.

— Mamãe... mamãe! Que bucetona gostosa você tem, sua puta vadia vagabunda cachorra! Aaaahhh... vou gozar nessa buceta da minha mãe!

Ele gozou como um animal, jatos grossos e quentes explodindo fundo dentro da minha buceta, enchendo até transbordar. Eu gozei junto, tremendo, esfregando a calcinha na cara dele e na minha, lambendo o mel da vadia misturado com nosso tesão.

Quando terminamos, tirei o pauzão ainda duro de dentro de mim. O leite grosso escorreu da minha buceta pro lençol. Deitei em cima dele, exausta, colocando a calcinha úmida da mãe bem na cara dele.

— Eu te amo, meu preto gostoso... mas sei que a primeira buceta que você realmente deseja é a dessa vadia da sua mãe. E eu quero ajudar você a comer aquela puta. Vamos transformar aquela vaca safada na nossa escrava sexual particular.

Ele respirou fundo, ainda com a calcinha na cara, cheirando e lambendo, pauzão latejando contra minha coxa.

— Você é perfeita, Rayssa... vamos planejar tudo. Aquela bucetona preta peluda vai ser nossa pra sempre.

Ficamos ali, abraçados, o cheiro forte da puta da mãe impregnando o quarto inteiro, planejando em voz baixa todas as putarias que faríamos com ela.


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Ficha do conto

Foto Perfil incstmaridoesposa-
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Nome do conto:
A Buceta da vadia da minha Sogra

Codigo do conto:
264477

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
14/06/2026

Quant.de Votos:
4

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