Naquela noite eu me preparei pra matar de tesão. Escolhi um vestidinho preto ridiculamente curto, daqueles que parecem uma blusa alongada. O decote era tão fundo que meus mamilos rosados quase escapavam a cada movimento, e a barra mal cobria a metade de baixo do meu rabão. Sem sutiã, sem calcinha — minha bucetinha já molhada roçava direto no tecido. Saí de casa rebolando forte. Meu preto me olhou de cima a baixo com olhos famintos.
— Caralho, Rayssa! Que puta gostosa eu tenho! Peitões balançando, rabão quase todo de fora... os machos vão querer te comer no meio da rua, sua vadia exibicionista de merda — rosnou ele, apertando minha bunda com força e dando vários tapas sonoros que ecoaram.
— Eu amo ser sua puta, meu preto safado — respondi gemendo, roçando minha buceta molhada na coxa dele. — Quero que todo mundo babando olhe pra mim sabendo que essa bucetinha e esse rabão são seus... mas que hoje eu tô com fome de mais rola.
No caminho pro restaurante, eu abria bem as pernas no banco do carona, deixando os faróis dos outros carros iluminarem minha bucetinha brilhando. Vários machos olhavam, buzinavam, um quase perdeu o controle do carro. Meu marido ria, pau duro marcando a calça.
— Olha como esses cornos querem comer minha esposa... mas essa bucetinha gulosa e esse cu são meus, né, sua cadela no cio?
— São seus, amor... mas hoje eu tô com muita vontade de brincar — confessei, passando a mão na virilha dele.
O jantar foi uma tortura deliciosa de tesão. Ele sentou colado em mim, mão por baixo da mesa o tempo todo. Dedos grossos circulando meu grelo inchado, enfiando dois dedos fundo na minha buceta enquanto eu tentava manter a compostura.
— Porra, Rayssa, sua buceta tá encharcada pra caralho. Tá pingando no chão do restaurante, sua puta suja e melada — sussurrava ele no meu ouvido, mordendo minha orelha. — Imagina se eu te jogasse em cima dessa mesa e te arrombasse na frente de todo mundo enquanto você grita feito uma vadia.
— Hum... eu deixava sim, meu preto. Deixava você me foder enquanto todo mundo assiste essa branquinha casada levando pauzão preto — gemi baixinho, apertando as coxas na mão dele. — Quero ser sua vadia pública, amor.
Terminamos o jantar rápido, loucos pra sair. No caminho de volta, pegamos uma rua mais deserta. Foi quando eu vi ela: Letícia, uma trans branquinha linda pra caralho, uns 29 anos, loira platinada com cabelos longos, peitões enormes saltando de um top minúsculo, saia curtíssima que mal escondia o volume grosso entre as pernas, corpo escultural, maquiagem perfeita e um ar bem feminina e safada. Estava claramente fazendo programa.
Meu marido diminuiu a velocidade.
— Amor... olha aquela puta loira ali. Peitões maiores que os seus, pauzão marcando... gostou dela? — perguntou ele, já com a voz rouca.
— Gostei pra caralho — respondi, sentindo minha buceta pulsar forte. — Ela é linda, feminina... quero sentir aquele pauzão dentro de mim enquanto você fode ela.
Demos a volta no quarteirão. Paramos do lado dela. Meu preto baixou o vidro.
— Oi, gostosa. Tá fazendo programa? — perguntou ele direto.
Letícia se aproximou, inclinando o corpo e quase derramando os peitões pra fora do top. Sorriu safada.
— Oi, casal... tô sim. Vocês são bem gostosos. O que têm em mente?
Eu me inclinei por cima do meu marido, deixando meus peitões quase encostarem nele.
— A gente gostou de você pra porra, Letícia — falei, olhando direto pros olhos dela. — Eu sou a Rayssa, ele é meu marido. Quer ir pro motel com a gente? Quero sentir seu pauzão me arrombando enquanto ele fode você. Topa virar nossa putinha loira hoje?
Letícia lambeu os lábios devagar, olhando meus peitões e depois o volume na calça do meu preto.
— Caralho, vocês são diretos... Topo sim. Quero comer essa bucetinha branquinha e sentir o negão me arrombando o cu. Quanto tempo e quanto?
Negociamos rápido, combinamos o valor e ela entrou no banco de trás. No caminho pro motel, a putaria já rolava solta.
— Qual é o nome mesmo, linda? — perguntei, virando pra trás e apertando um dos peitões dela por cima da roupa.
— Letícia... e você é uma branquinha bem puta, hein Rayssa? Olha esse vestidinho... quero morder esses mamilos rosados enquanto te como.
Meu marido dirigia com uma mão na própria calça.
— Minha esposa tá louca pra mamar seu pauzão, Letícia. E eu quero enfiar meu pau preto nesse seu cu enquanto você arromba a buceta dela. Tá afim de ser nossa vadia a noite toda?
— Tô louca pra isso — gemeu Letícia, abrindo um pouco as pernas no banco de trás. — Quero encher essa bucetinha branquinha de porra quente enquanto o negão me fode. Vocês são um casal bem safado e tarado...
Chegamos no motel. Quarto grande, cama king, luz vermelha sensual e banheira de hidromassagem. Assim que trancamos a porta, eu ataquei Letícia. Beijei ela com fome, línguas se enrolando molhadas, saliva escorrendo pelo queixo. Apertei aqueles peitões enormes dela.
— Porra, que peitões deliciosos... quero chupar você inteira, sua vadia loira — gemi, descendo a boca pros mamilos dela.
Meu marido tirava a roupa, pauzão preto grosso latejando.
— Tira tudo, suas putas. Quero ver essas duas vadias peladas rebolando pra mim.
Tiramos as roupas devagar, rebolando. Meu vestidinho subiu, mostrando meu rabão e bucetinha brilhando de tesão. Letícia liberou o pauzão: 20cm de rola grossa, veiada, cabeça rosada pingando pré-gozo.
Eu me ajoelhei na hora.
— Caralho... que pauzão grosso e lindo pra caralho. Vou mamar essa rola até você implorar, sua puta — falei, lambendo toda a extensão, chupando as bolas pesadas e enfiando fundo na garganta. Babava copiosamente, engasgando, olhos lacrimejando. — Mmm... que delícia... vai me destruir essa bucetinha.
— Chupa direito, sua puta branquinha! Engole esse pauzão todo, vadia gulosa! — ordenava Letícia, fodendo minha boca com força.
Meu preto me puxou, me jogou na cama de pernas bem abertas e enfiou a cara na minha buceta.
— Deixa eu lamber essa bucetinha melada primeiro, sua cadela no cio. Tá pingando pra caralho — rosnou ele, chupando meu grelo com força, enfiando a língua fundo e dando tapas nas minhas coxas grossas.
Letícia se juntou, chupando meus peitões com vontade, mordendo os mamilos.
— Que peitões gostosos da porra... sua esposa é uma puta perfeita, negão.
Depois de me deixar louca de oral, Letícia posicionou o pauzão na entrada da minha buceta encharcada.
— Quer ser arrombada por mim, Rayssa? Quer virar minha putinha branquinha?
— Quero, porra! Mete esse pauzão grosso todo na minha buceta agora! Me fode como uma vadia barata! — implorei, abrindo mais as pernas.
Ela meteu com força. Centímetro por centímetro até enterrar tudo. Começou a estocar forte, bolas batendo no meu rabão.
— Ai, caralho! Tá me rasgando inteira! Mais fundo, sua puta loira! Arromba essa buceta casada! — gritava eu, unhas cravadas nas costas dela.
Meu marido cuspiu no cu dela e enfiou o pau preto grosso no rabinho apertado.
— Toma no cu, sua trans safada! Enquanto você fode minha esposa, eu te arrombo esse cu guloso — rosnava ele, metendo com força.
— Isso! Me usam! Sou a putinha de vocês dois! Fode meu cu, negão grande! E você, Rayssa, aperta essa rola na sua buceta melada! — gemia Letícia alto.
Nós trocamos de posição várias vezes. Primeiro eu cavalguei o pauzão dela com força, peitões pulando loucamente, enquanto chupava o pau do meu marido.
— Olha como eu cavalgo essa rola grossa, amor! Tá me enchendo toda! Sou uma vadia completa que ama pau! — gritava eu.
Depois meu preto me fodeu de quatro bem forte, estocando fundo enquanto eu chupava e lambia o pauzão e as bolas da Letícia.
— Isso, fode sua esposa enquanto eu mamo essa rola, meu preto! Quero os dois me usando!
Letícia me deitou de lado, levantou uma das minhas pernas e meteu de lado, bem fundo, enquanto meu marido enfiava no cu dela novamente.
— Toma, sua branquinha puta! Sente esse pauzão te abrindo! — dizia ela.
O clímax veio explosivo. Letícia meteu bem fundo na minha buceta e gozou jatos quentes e grossos, enchendo-me até transbordar.
— Toma toda minha porra, sua puta branquinha casada! Tá enchendo essa bucetinha gulosa até vazar! Recebe tudo, vadia!
Quase ao mesmo tempo, meu preto explodiu dentro do cu dela.
— Toma no cu, sua cadela loira! Engole minha porra preta toda, puta!
Ainda gozando, puxei meu marido pra perto.
— Vem lamber tudo, amor! Lambe todo o leitinho dessa puta da minha buceta creampada. Quero ver você comendo a porra dela de dentro de mim como o safado que você é.
Ele enfiou a língua fundo, sugando tudo com gosto, gemendo alto.
— Hum... porra de trans gostosa misturada com a buceta da minha esposa... você é perfeita, sua puta.
Eu ainda mamei o pauzão semi-duro da Letícia, limpando cada gota de porra, e depois beijei meu marido de boca cheia, trocando o sabor safado.
— Sente o gosto do pauzão dela na minha boca, meu preto tarado? Você ama sua esposa puta, né?
— Amo pra caralho! Você é a melhor esposa vadia do mundo, Rayssa. Minha putinha perfeita — respondeu ele, dando tapas leves na minha cara e apertando meus peitões com força.
Exaustos mas felizes, fomos os três pra banheira de hidromassagem. Água quente borbulhando, espuma, nossos corpos molhados se esfregando. Bebemos uma garrafa de vinho gelado, rindo e trocando beijos e carinhos safados.
— Vocês são insanos e deliciosos... quero repetir isso muitas vezes — disse Letícia, apertando minha bunda debaixo d’água.
— Pode ter certeza, gostosa. Você foi uma puta incrível — respondi, beijando ela com língua.
Meu marido nos abraçava forte.
— Minhas duas putas lindas... noite mais foda da nossa vida.
Depois do banho relaxante, deixamos Letícia no mesmo ponto e voltamos pra casa. Meu corpo ainda latejava, buceta cheia e marcada pela porra dela, rabão dolorido de tanto tapa. Eu, Rayssa, a branquinha puta casada, sabia que isso era só o começo de muitas noites de putaria intensa com meu preto safado. E eu estava completamente viciada e feliz.

Quem gostou nos chamem amores