Alguns dias depois daquela primeira noite em que abusamos da puta da minha sogra, o tesão entre mim e meu marido preto gostoso virou uma obsessão. Toda vez que transávamos, a gente relembrava o cheiro forte da bucetona peluda dela, o gosto do mel no grelo, e como ele tinha gozado só de imaginar. Naquela outra sexta-feira quente pra caralho, decidimos repetir tudo, mas dessa vez com mais fome.
Compramos duas garrafas de cachaça, cerveja gelada e petiscos. A vadia da mãe dele desceu usando o mesmo shortinho jeans curtíssimo que mal cobria a metade das coxas grossas e uma regata fina branca, quase transparente, sem sutiã. Os mamilos escuros marcavam o tecido e a bucetona preta peluda pressionava o short de forma indecente, formando um volume carnudo e uma mancha úmida no centro.
— Vamos beber de novo pra relaxar? A semana foi pesada — falei com um sorriso inocente, servindo a primeira dose caprichada pra ela.
— Ah, vamos sim, filha. Eu adorei da outra vez, fiquei bem soltinha — respondeu ela, rindo normalmente, sem fazer a menor ideia do que a gente planejava.
Meu marido preto gostoso sentou bem no meio de nós. Enquanto ela pegava o copo, ele apertou minha coxa com força e sussurrou no meu ouvido, voz rouca de tesão:
— Hoje eu vou meter de verdade nessa bucetona peluda, Rayssa. Quero sentir a vadia da minha mãe engolindo meu pauzão inteiro enquanto dorme bêbada. Você vai ser minha corninha safada assistindo tudo.
Eu apertei o pauzão dele por cima da calça e respondi baixinho:
— Quero ver você arrombando ela, amor. Quero tocar minha bucetinha enquanto você enche o bucetão daquela vaca preta da tua mãe de porra.
A conversa começou normal, como sempre. Falamos do trabalho, do calor, de planos pro fim de semana. Ela ria, tomava as doses, contava fofocas. Depois da quarta dose, a vadia já estava mais solta, rindo alto, pernas abrindo no sofá, o short enterrado na bucetona carnuda.
— Tá quente pra caralho hoje... essa cachaça desce bem — disse ela, abanando os peitos grandes.
Meu marido murmurou no meu ouvido:
— Olha como a bucetona dela tá marcando... hoje eu vou tirar essa calcinha, cheirar o mel dela e te dar pra você se masturbar enquanto eu lambo e como ela.
— Tô molhada só de pensar, meu preto. Vamos deixar essa puta bem destruída de bêbada.
Depois da sexta dose, a coroa apagou completamente no sofá: cabeça caída, boca aberta, corpo mole, peitos subindo e descendo devagar. Estava totalmente fora de si.
— Agora sim, porra... essa vadia cachorra tá toda nossa — rosnou meu marido, pauzão latejando na calça. — Vamos levar ela pra cama.
Carregamos a puta pro quarto grande, deitamos no meio da cama king e trancamos a porta. Eu tirei minha roupa toda, peitos grandes balançando, bucetinha branquinha já pingando.
— Tira a roupa dessa vaca devagar — pedi.
Tiramos a regata primeiro. Os peitos enormes pularam livres, marrons, pesados, mamilos escuros duros. Depois descemos o shortinho. Meu marido segurou a calcinha úmida dela com as duas mãos, o tecido encharcado na parte da buceta.
— Porra, Rayssa... olha isso. A vadia deixou a calcinha toda melada hoje — gemeu ele, levando a peça direto pro nariz e inspirando fundo várias vezes. — Aaaahhh caralho... que cheiro forte dessa bucetona preta peluda... mamãe puta... sua vaca no cio... tá com cheiro de grelo inchado e mel grosso...
Ele cheirou com fome, língua lambendo o tecido onde ficava o grelo dela. Depois me entregou a calcinha quente e úmida.
— Toma, minha corninha. Cheira a bucetona da minha mãe enquanto eu lambo ela de verdade.
Eu peguei a calcinha, encostei a parte molhada no nariz e inspirei fundo, gemendo. O cheiro azedo e forte da bucetona dela me deixou louca. Abri as pernas, comecei a tocar siririca, esfregando o tecido melado no meu grelo enquanto via tudo.
Meu marido ajoelhou entre as pernas da mãe, abriu bem as coxas grossas e encostou o nariz direto na bucetona preta peluda. Inspirou forte, tremendo.
— Que cheiro delicioso dessa vadia... mamãe cachorra... sua puta safada... eu nasci aqui e agora vou comer você dormindo — rosnou.
Ele começou a lamber como um animal: língua larga percorrendo os lábios grossos peludos de baixo pra cima, separando eles, enfiando fundo na entrada carnuda, chupando o mel que escorria, sugando o grelo inchado com força.
— Isso, meu preto! Lambe a bucetona da tua mãe vadia! Chupa o grelo dessa vaca enquanto eu cheiro a calcinha dela e toco minha bucetinha! — gemi alto, esfregando a calcinha melada no meu rosto e na minha buceta, dedos voando no grelo.
Ele gemia contra a buceta, voz abafada e pervertida:
— Porra... que bucetona quente, melada e peluda... mamãe puta... tô lambendo onde eu saí... que gosto bom do mel dessa cachorra... sua vaca safada... dormindo e ainda pingando pra mim...
Enquanto ele devorava a bucetona, eu cheirava e lambia a calcinha, tocando siririca cada vez mais rápido, peitos pulando.
— Cheira essa bucetona da tua mãe, amor! Lambe tudo, enfia a língua bem fundo nessa vadia! Eu tô gozando só de ver você comendo a própria mãe... que pervertido safado!
Depois de minutos lambendo e chupando, ele levantou, pauzão duro latejando, cabeça grossa babando. Encostou a glande bem na entrada peluda da bucetona da mãe, roçando devagar.
— Porra, Rayssa... olha isso... a bucetona da mamãe... — gemeu.
Só o contato da cabeça quente com os lábios peludos foi suficiente. O corpo dele tremeu violentamente.
— Aaaahhh caralho! Já tô gozando... mamãe vadia! — urrou baixo.
Jatos grossos e fortes de porra jorraram direto na entrada da bucetona, pintando os pelinhos pretos, escorrendo pelos lábios grossos. Ele gozou só com a ponta encostada, sem nem ter enfiado.
— Caralho, amor... você gozou só de tocar na buceta da tua mãe... que filho da puta pervertido! — gemi, enfiando três dedos na minha buceta enquanto cheirava a calcinha.
Continua… PARTE 2