ASSISTINDO MEU MARIDO COMENDO A MÃE DELE BÊBADA PART 1



*Fiquei assistindo meu marido comendo a propria mãe bêbada* PART 1

Alguns dias depois daquela primeira noite em que abusamos da puta da minha sogra, o tesão entre mim e meu marido preto gostoso virou uma obsessão. Toda vez que transávamos, a gente relembrava o cheiro forte da bucetona peluda dela, o gosto do mel no grelo, e como ele tinha gozado só de imaginar. Naquela outra sexta-feira quente pra caralho, decidimos repetir tudo, mas dessa vez com mais fome.

Compramos duas garrafas de cachaça, cerveja gelada e petiscos. A vadia da mãe dele desceu usando o mesmo shortinho jeans curtíssimo que mal cobria a metade das coxas grossas e uma regata fina branca, quase transparente, sem sutiã. Os mamilos escuros marcavam o tecido e a bucetona preta peluda pressionava o short de forma indecente, formando um volume carnudo e uma mancha úmida no centro.

— Vamos beber de novo pra relaxar? A semana foi pesada — falei com um sorriso inocente, servindo a primeira dose caprichada pra ela.

— Ah, vamos sim, filha. Eu adorei da outra vez, fiquei bem soltinha — respondeu ela, rindo normalmente, sem fazer a menor ideia do que a gente planejava.

Meu marido preto gostoso sentou bem no meio de nós. Enquanto ela pegava o copo, ele apertou minha coxa com força e sussurrou no meu ouvido, voz rouca de tesão:

— Hoje eu vou meter de verdade nessa bucetona peluda, Rayssa. Quero sentir a vadia da minha mãe engolindo meu pauzão inteiro enquanto dorme bêbada. Você vai ser minha corninha safada assistindo tudo.

Eu apertei o pauzão dele por cima da calça e respondi baixinho:

— Quero ver você arrombando ela, amor. Quero tocar minha bucetinha enquanto você enche o bucetão daquela vaca preta da tua mãe de porra.

A conversa começou normal, como sempre. Falamos do trabalho, do calor, de planos pro fim de semana. Ela ria, tomava as doses, contava fofocas. Depois da quarta dose, a vadia já estava mais solta, rindo alto, pernas abrindo no sofá, o short enterrado na bucetona carnuda.

— Tá quente pra caralho hoje... essa cachaça desce bem — disse ela, abanando os peitos grandes.

Meu marido murmurou no meu ouvido:

— Olha como a bucetona dela tá marcando... hoje eu vou tirar essa calcinha, cheirar o mel dela e te dar pra você se masturbar enquanto eu lambo e como ela.

— Tô molhada só de pensar, meu preto. Vamos deixar essa puta bem destruída de bêbada.

Depois da sexta dose, a coroa apagou completamente no sofá: cabeça caída, boca aberta, corpo mole, peitos subindo e descendo devagar. Estava totalmente fora de si.

— Agora sim, porra... essa vadia cachorra tá toda nossa — rosnou meu marido, pauzão latejando na calça. — Vamos levar ela pra cama.

Carregamos a puta pro quarto grande, deitamos no meio da cama king e trancamos a porta. Eu tirei minha roupa toda, peitos grandes balançando, bucetinha branquinha já pingando.

— Tira a roupa dessa vaca devagar — pedi.

Tiramos a regata primeiro. Os peitos enormes pularam livres, marrons, pesados, mamilos escuros duros. Depois descemos o shortinho. Meu marido segurou a calcinha úmida dela com as duas mãos, o tecido encharcado na parte da buceta.

— Porra, Rayssa... olha isso. A vadia deixou a calcinha toda melada hoje — gemeu ele, levando a peça direto pro nariz e inspirando fundo várias vezes. — Aaaahhh caralho... que cheiro forte dessa bucetona preta peluda... mamãe puta... sua vaca no cio... tá com cheiro de grelo inchado e mel grosso...

Ele cheirou com fome, língua lambendo o tecido onde ficava o grelo dela. Depois me entregou a calcinha quente e úmida.

— Toma, minha corninha. Cheira a bucetona da minha mãe enquanto eu lambo ela de verdade.

Eu peguei a calcinha, encostei a parte molhada no nariz e inspirei fundo, gemendo. O cheiro azedo e forte da bucetona dela me deixou louca. Abri as pernas, comecei a tocar siririca, esfregando o tecido melado no meu grelo enquanto via tudo.

Meu marido ajoelhou entre as pernas da mãe, abriu bem as coxas grossas e encostou o nariz direto na bucetona preta peluda. Inspirou forte, tremendo.

— Que cheiro delicioso dessa vadia... mamãe cachorra... sua puta safada... eu nasci aqui e agora vou comer você dormindo — rosnou.

Ele começou a lamber como um animal: língua larga percorrendo os lábios grossos peludos de baixo pra cima, separando eles, enfiando fundo na entrada carnuda, chupando o mel que escorria, sugando o grelo inchado com força.

— Isso, meu preto! Lambe a bucetona da tua mãe vadia! Chupa o grelo dessa vaca enquanto eu cheiro a calcinha dela e toco minha bucetinha! — gemi alto, esfregando a calcinha melada no meu rosto e na minha buceta, dedos voando no grelo.

Ele gemia contra a buceta, voz abafada e pervertida:

— Porra... que bucetona quente, melada e peluda... mamãe puta... tô lambendo onde eu saí... que gosto bom do mel dessa cachorra... sua vaca safada... dormindo e ainda pingando pra mim...

Enquanto ele devorava a bucetona, eu cheirava e lambia a calcinha, tocando siririca cada vez mais rápido, peitos pulando.

— Cheira essa bucetona da tua mãe, amor! Lambe tudo, enfia a língua bem fundo nessa vadia! Eu tô gozando só de ver você comendo a própria mãe... que pervertido safado!

Depois de minutos lambendo e chupando, ele levantou, pauzão duro latejando, cabeça grossa babando. Encostou a glande bem na entrada peluda da bucetona da mãe, roçando devagar.

— Porra, Rayssa... olha isso... a bucetona da mamãe... — gemeu.

Só o contato da cabeça quente com os lábios peludos foi suficiente. O corpo dele tremeu violentamente.

— Aaaahhh caralho! Já tô gozando... mamãe vadia! — urrou baixo.

Jatos grossos e fortes de porra jorraram direto na entrada da bucetona, pintando os pelinhos pretos, escorrendo pelos lábios grossos. Ele gozou só com a ponta encostada, sem nem ter enfiado.

— Caralho, amor... você gozou só de tocar na buceta da tua mãe... que filho da puta pervertido! — gemi, enfiando três dedos na minha buceta enquanto cheirava a calcinha.
Continua… PARTE 2


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Ficha do conto

Foto Perfil incstmaridoesposa-
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Nome do conto:
ASSISTINDO MEU MARIDO COMENDO A MÃE DELE BÊBADA PART 1

Codigo do conto:
265291

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
24/06/2026

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