EU E MEU MARIDO ABUSANDO DA MÃE DELE BÊBADA



*Eu e meu marido abusando da mãe dele bêbada*

Era uma sexta-feira à noite escaldante, o tipo de calor que deixa a pele pegajosa e o tesão fervendo no sangue. Eu, Rayssa, 29 aninhos, branquinha, peitos grandes e pesados que balançam como duas melancias maduras, rabão grande, redondo e empinado, estava na sala de casa com meu marido preto gostoso, novinho, corpo atlético todo definido, pauzão grosso, veioso e preto de 19cm que me arromba todinha e a mãe dele, aquela coroa morena vadia, peitos enormes caídos mas ainda firmes, rabão avantajado e a famosa bucetona preta peluda, carnuda, que sempre marcava obscenamente no shortinho jeans curtíssimo que ela usava em casa.

A gente tinha comprado cerveja gelada, uma garrafa de cachaça pura e uns petiscos. A puta da mãe dele subiu para nossa casa que fica em cima da casa dela usando exatamente aquele shortinho que mal cobria metade das coxas grossas e uma regata branca fina, quase transparente, sem sutiã nenhum. Os mamilos escuros e grossos marcavam o tecido como se pedissem pra ser chupados, e entre as pernas a bucetona peluda pressionava o short de forma indecente, formando um volume carnudo e uma leve mancha úmida no centro.

Meu marido e eu trocamos um olhar faminto assim que ela sentou no sofá, abrindo um pouco as pernas sem perceber.

— Vamos beber pra relaxar essa semana foda, né? — falei com um sorriso inocente, servindo a primeira dose caprichada de cachaça pra ela.

— Ah, vamos sim, filha. Vocês trabalham tanto, eu também tô precisando de uma pra aliviar o corpo — respondeu ela normalmente, rindo, sem fazer a menor ideia do que a gente planejava.

Meu marido preto gostoso sentou bem no meio de nós dois. Enquanto ela pegava o copo, ele apertou minha coxa com força por baixo da mesa e sussurrou bem baixinho no meu ouvido, voz já rouca de tesão:

— Porra, Rayssa... olha como esse short tá enterrado na bucetona peluda dela hoje. Dá pra ver o formato dos lábios grossos e até o grelo marcando. Quando essa vadia cachorra apagar bêbada, eu vou rasgar essa roupa e enfiar minha língua bem fundo nessa buceta preta peluda onde eu nasci.

Eu sorri docemente pra ela e respondi no ouvido dele, apertando o pauzão dele por cima da calça:

— Tô com a bucetinha pingando só de imaginar, amor. Quero ver você devorando essa vaca dormindo, lambendo cada pelinho melado, chupando o grelo inchado dessa puta da tua mãe. Depois eu vou mamar esses peitões e lamber o cuzinho preto dela enquanto você me fode.

A conversa começou bem normal. Falamos do trabalho, do chefe chato, do trânsito, do calor que não dava trégua. Ela ria, tomava as doses, contava fofoca da vizinhança.

— Essa cachaça tá descendo boa hoje... o corpo tá ficando muito quente já — comentou ela depois da terceira dose, abanando o decote com a mão. Os peitos grandes balançavam pesados, mamilos ainda mais marcados.

Meu marido me puxou discretamente contra ele e murmurou no meu ouvido, fingindo um abraço:

— Olha esses tetões da vadia quase furando a regata... imagina eu mordendo eles enquanto você senta na cara dela. Essa cachorra vai dormir e acordar com a bucetona inchada e melada de saliva do filho sem saber de porra nenhuma.

— Eu quero lamber o cuzinho apertado dela enquanto você come a bucetona, meu preto. Quero sentir o gosto da vadia da tua mãe na minha língua — respondi baixinho, já esfregando as coxas de tesão.

Depois da quinta dose, a puta já estava bem alta: riso alto e embolado, olhos vidrados, corpo mole largado no sofá. As pernas abriram mais, o short subiu e a bucetona peluda quase aparecia pela lateral. Ela riu de uma piada qualquer, inclinou a cabeça pra trás e apagou de vez bêbada. Boca entreaberta, peitos subindo e descendo devagar, completamente inconsciente.

— Caralho, finalmente... essa vadia apagou e agora é toda nossa — rosnou meu marido, pauzão duro latejando na calça. — Vamos levar essa puta pra cama.

Carregamos ela pro quarto grande, deitamos no meio da cama king e trancamos a porta. O tesão estava insano.

— Tira a roupa dessa cachorra bem devagar, amor. Quero apreciar cada pedaço — sussurrei.

Tiramos a regata. Os peitos enormes pularam livres, marrons, pesados, mamilos escuros e grossos já duros. Depois descemos o shortinho e a calcinha úmida. A bucetona preta peluda surgiu em toda sua glória: lábios grossos e carnudos, pelinhos pretos molhados, cheiro forte de buceta madura, suor e mel subindo direto pro nosso nariz.

— Porra... que bucetona deliciosa da minha mãe... — gemeu ele, caindo de joelhos entre as pernas dela. Encostou o nariz bem no meio da fenda peluda e inspirou fundo várias vezes, tremendo. — Aaaahhh... que cheiro forte e safado dessa vadia cachorra... mamãe puta... sua vaca no cio... que buceta melada pra caralho...

Ele atacou como um animal faminto. Língua larga e quente percorrendo os lábios peludos de baixo pra cima, separando eles, enfiando fundo na entrada carnuda, chupando o mel grosso que escorria, sugando o grelo inchado com força.

— Isso, meu preto gostoso! Devora essa bucetona peluda da vadia da tua mãe! Lambe bem fundo onde você saiu, chupa o grelo dessa puta cachorra, enfia a língua toda nessa vaca dormindo! — incentivei, já nua, peitos balançando.

Ele gemia alto contra a buceta, voz abafada:

— Porra... que bucetona quente e melada... mamãe vadia... eu nasci nessa buceta preta peluda e agora tô comendo ela dormindo... sua puta safada... que gosto bom do mel do grelo da minha mãe... vou lamber até você gozar dormindo, sua cachorra!

Enquanto ele se acabava devorando a bucetona, eu subi na cama e ataquei os peitos enormes. Chupei os mamilos duros com fome, mordendo, sugando forte, apertando os tetões pesados, deixando marcas.

— Esses peitões da puta são uma delícia... tão grandes, tão macios... mamãe vadia, você tem tetas de puta barata... — murmurei. Depois virei ela um pouco, abri o rabão grande e carnudo e comecei a lamber o cuzinho preto, apertadinho, circulando, enfiando a língua, sentindo o gosto proibido.

Meu marido levantou a cabeça, boca, queixo e nariz completamente melados do creme da mãe.

— Rayssa, vem cá, porra! Quero arrombar essa bucetinha branquinha enquanto você lambe a bucetona da mamãe.

Ele me puxou com força, me colocou de quatro bem em cima do rosto da mãe, minha bucetinha lisinha roçando quase na boca dela. Segurou meu rabão grande e meteu o pauzão grosso inteiro de uma vez, esticando minha buceta até o talo.

— Aaaaihh, caralho! Que pauzão grosso! Me fode forte, meu preto! Arromba minha buceta enquanto eu lambo esse bucetao peludo da puta e teu ovo esfrega na cara dessa tua mãe cadela vagabunda! — gritei, rebolando o rabão com força.

Ele metia selvagem, estocadas brutais, bolas batendo e esfregando na cara da mãe dele, enquanto eu continuava devorando a bucetona da mãe dele, sentindo pauzao dele na minha buceta.

Depois sentei no pauzao dele enquanto ele deitado com a cabeça no meio das pernas da mãe ficava lambendo o bucetao daquela vaca.
— Porra... tô comendo minha mulher branquinha e lambendo a bucetona preta peluda da mamãe ao mesmo tempo... que delícia, sua vadia cachorra... mamãe puta... dormindo e ainda pingando mel pra mim... vou chupar esse grelo até você tremer, sua vaca!

— Isso, amor! Lambe essa puta da tua mãe! Chupa a buceta onde você nasceu, seu filho da puta pervertido! Sente o gosto da vadia enquanto me fode! Mais fundo, caralho! — eu gemia alto, peitos balançando loucamente.

Ele gozou a primeira vez com um urro abafado na buceta da mãe, enchendo minha buceta de leite quente e grosso:

— Aaaahhh porra! Tô gozando... mamãe vadia... toma o leite do teu filho, sua cachorra peluda!

Tirou o pau melado. Viramos a vadia de lado. Ele meteu o pauzão na minha boca, fodendo minha garganta enquanto eu dedava a bucetona dela e tirava o dedo todo melado do mel daquela bucetona e dava pro meu marido lamber todo mel da puta da mãe dele. Depois me fodeu de conchinha, mamando os peitos da mãe e eu enfiando dois dedos no cuzinho dela.

A segunda gozada veio enquanto eu cavalgava ele selvagemente, peitos pulando, e ele lambia sem parar a bucetona aberta da mãe:

— Mamãe puta... sua vaca peluda... tô enchendo a Rayssa pensando em te encher de porra também, sua cachorra! Aaaahhh caralho!

Abusamos por mais de duas horas. Lambemos, chupamos, dedamos cada buraco daquela coroa bêbada. O quarto cheirava a buceta, porra, suor e cachaça.

No final, eu segurei a cabeça da puta, abrindo bem a boca dela. Meu marido enfiou o pauzão entre os lábios dela, fodendo a boca da própria mãe dormindo:

— Abre essa boquinha de vadia, mamãe... chupa o pau do teu filho, sua puta cachorra safada... toma tudo, sua vaca!

Ele gozou pela terceira vez, jatos grossos enchendo a boca dela até transbordar. Porra escorreu pelos cantos, melando queixo, pescoço e os peitos enormes. Eu esfreguei o resto nos mamilos dela, apertando forte, lambuzando tudo.

— Olha como a vaca tá toda melada de porra do próprio filho... boca cheia, peitos pingando... que puta deliciosa você é, mamãe vadia...

A gente deitou dos dois lados dela, exaustos, suados, satisfeitos. A puta continuava dormindo pesado, bucetona vermelha e inchada, boca e peitos lambuzados de porra.

— Amanhã ela não vai lembrar de nada... mas a gente sabe que abusamos dessa vadia gostosa pra caralho — sussurrou meu marido, mão na bucetona peluda dela.

— E vamos repetir sempre que ela beber, meu preto. Essa bucetona preta peluda agora é nossa pra usar quando a gente quiser. Da próxima vez vamos gravar tudo — respondi, beijando ele com gosto forte de buceta da sogra na boca.

A noite foi perfeita. A vadia dormiu a noite toda melada de porra do filho, e nós dois já sonhávamos com as próximas vezes que iríamos transformar ela de vez na nossa escrava sexual completa.


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Ficha do conto

Foto Perfil incstmaridoesposa-
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Nome do conto:
EU E MEU MARIDO ABUSANDO DA MÃE DELE BÊBADA

Codigo do conto:
265317

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
24/06/2026

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