Quando voltei, Aline estava deitada no estofado da recepção. Ao pegar a chave do apartament.
Sua mãe ainda estava no balcão, perguntei a ela oque aconteceu.
Ela disse que a outra pessoa tinha adoecido e como só eram as duas ela ficaria a noite e no outro dia também.
Disse que se ela quisesse deixar Aline dormir no meu quarto podia. Não ia incomodar pois como ela sabia as camas eram grandes.
Ela respondeu que Aline já estava acostumada a dormir no sofá.
Subi, tomei um banho e já ia deitar, quando o interfone tocou.
A recepcionista pergunta: Aline não vai incomodar o senhor mesmo?
A rôla logo deu sinal de vida, então respondi que não.
Em pouco tempo dois toques na porta anunciando a chegada dela
Aline sorriu e já foi entrando.
Puxei ela pelos braços e pulou no meu colo.
Perguntei se ainda estava com febre, ela respondeu que se eu queria namorar com ela tinha!
Deitamos e já fui tirando a roupa dela depois logo tirei a minha.
Na rua já tinha comprado, tudo, analgésico, lubrificante e pomada anestésica.
Estava pronto pra comer aquela menina a qualquer momento.
Ensinei ela a dar beijo de língua e tudo.
Liguei pra recepção, avisando pra mãe dela que ela já dormia, eu sairia cedo, que podia deixar a filha dormindo no quarto.
Sorrindo ela agradeceu, olhei pra Aline que sorriu, falando: o vozinho mentiu pra mamãe?
Falei que era pra sua mãe não se preocupar.
Deitei Aline sobre meu peito e nos beijamos por um bom tempo.
Foi o suficiente pra minha rola ficar dura novamente.
Ela chupou, arranhando com os dentes pois não tinha costume.
Chupei ela todinha novamente, ela era toda delicada.
E seus peitinhos rosados ficaram logo vermelhos e sua bucetinha também.
Apesar da idade ela já sentia prazer, pois seu corpo ficava mole.
E ela meio sonolenta, então lubrifiquei bem o cuzinho dela com o anestésico, esperei um pouco e fui metendo o dedo, mesmo com o anestésico ela se contorcia gemendo, por um bom momento, meia só um dedo e depois que ela relaxou meti outro e assim fiz até ela aguentar três. Ela já não reclamava tanto, então dei uma toalha pra ela por na boca pra não fazer muito barulho
Me posicionei e fui empurrando a rola, Aline se contorcia de dor e baixinho falava: vozinho dói muito.
Eu parei e quando ela relaxou, meti novamente.
E assim fui fazendo até que o cuzinho dela parou de resistir encaixando a cabeça da minha rola.
Aline enfiou a cara no colchão dando um grito rouco e abafado tremendo toda em seguida.
Virei seu rostinho pra um e beijei sua boquinha apaixonadamente até ela parar de tremer.
E continuei metendo, eu sentia aquele cuzinho apertadinho tentando morder minha rola a cada centímetro que entrava.
E ela iníciou um choro de dor.
Falei pra ela aguentar pois ia meter tudo sem parar.
Ela afirmou que sim com a cabeça.
Lubrifiquei bem o restante do meu pau e comecei a meter devagar e sempre.
Aline tremia e chorava, dizendo que ia falar pra mãe no outro dia. Continuei socando até sentir que meu saco tocou na bunda dela então puxei forte pra entrar o máximo.
Nos abraçamos, então passei a socar no entra e sai.
Aline só falava: aaaaiiii, vozinho dói muito.
Eu: passei a retirar tudo e enfiar tudo em seguida.
Enquanto ela só tremia reclamando de dor, falava: vô dou muitoooo, aaaaiiiii.
Já louco passei a socar forte naquele cuzinho que só abria e fechava pra me receber.
Em alguns minutos enchi o cu de Aline com minha porra que escorria pelo lado da rola enquanto eu continuava socando e novamente gozei.
Ela só falava: para por favor dói demais, após a segunda gozada percebi que o cuzinho dela estava inchado então parei mesmo querendo me acabar dentro daquele cuzinho novinho novamente.
Fiquei com a rola dentro até ela amolecer.
Aline parou de choramingar quando tirei.
Virei ela pra mim abracei ela suavemente a chamando de amorzinho.
Com a cara de brava respondeu: amorzinho mas agora a pouco você queria me matar socando seu pintão bem forte no meu cu.
Sorri respondendo: é que você me deixou tarado.
Ela perguntou oque era tarado, disse que era quando um homem não conseguia se controlar por causa de uma mulher.
Ela já mais confortável respondeu: então o vozinho é muito tarado por mim.
Pois nem ligou quando eu falei que estava doendo muito.
Perguntei se a mãe dela dava banho nela.
Aline respondeu que já tomava banho sozinha.
Isso me deixou mais tranquilo pois não veria o cuzinho da filha todo inchado e ferido.
Fomos tomar um banho quente, ela reclamou que ardia.
Depois a enchuguei devagar passei outra pomada analgésica e antiinflamatória.
Dei um remédio e dormimos nus e abraços.
Pela manhã ao acordar a vesti e sai pra trabalhar.
Quando voltei a mãe de Aline ainda estava na recepção.
Ao me ver me chamou no canto dizendo que queria perguntar algo sério.
Pensei: tô fudido ela descobriu!
Como quem está preocupado perguntei se era muito sério oque ela queria.
Ela perguntou se sua filha tinha perturbado a noite.
Respondi que não, então ela disse.
Deve ter sido pela queda pois Aline dormiu até tarde e passou o dia quieta meio febril e ainda estava no meu apartamento se aquilo tinha algum problema.
Sorri aliviado e respondi, que não tinha problema, que quando eu fosse tomar banho, me trocaria no banheiro, que ela podia ficar tranquila.
Ao chegar no quarto a pequena Aline assistia desenho deitada.
Dei um beijo e perguntei se estava melhor.
Ela não tinha mas febre e estava bem mas seu cuzinho ainda estava meio inchado e pouco dolorido.
Tomamos banho juntos, dei uma gozada naquela boquinha linda que engoliu meu esperma quase todo.
Então desci com ela no colo, sua mãe viu aquilo e sorrindo falou: o senhor está acostumando mal essa garota depois ela não vai lhe deixar sossegar.
Perguntei se podíamos passear na pracinha ali perto.
Ela consentiu, então fomos pra pracinha.
Eu ainda, carregando Aline no meu colo.
Pra tirara o gosto de gala da boquinha linda dela deu refrigerante e doces variados e após um tempinho voltamos pro hotel.
Onde a mãe de Aline fala: acho que vou abusar do senhor, pois vou ficar de plantão novamente.
Alegre com a notícia respondi: não se preocupa, um dia a senhora também vai ajudar alguém.
E como Aline ainda estava no meu colo, perguntei: a princesa quer subir?
Ela olhou pra sua mãe e a mãe respondeu pode sim.
No quarto já tiramos toda a roupa, então vi que não dava pra comer o cuzinho dela naquela noite, pois ainda estava inchado.
Ensinei Aline a bater uma boa punheta, chupando minha rola e sem pedir ela engoliu meu esperma. Depois me beijou e disse: acho que tô gostando muito do meu vozinho.
Devido a doença do outro funcionário da recepção, a mãe de Aline foi efetivada a noite e contrataram outro pro dia.
Passei mais dois meses naquele hotel até que tive de viajar e depois que a pequena Aline se acostumou com meu pau comi aquele cuzinho gostoso quase todo dia.
Deixei meu número de telefone com a mãe dela dizendo que poderia me ligar pra qualquer coisa.
Um tempo depois, também comi a mãe de Aline.
(Lúcia é seu nome) Mas isso é motivo pra outra história!