Em frente ao Acaiaca, onde todas as tribos de gays, trans e tudo mais estacionam.
Minha mulher - quase cinquenta anos - fio dental - bumbum médio - seios deliciosos - morena jambo - cabelos pretos lisos - sorriso largo no rosto bonito e muito tesão. Fio dental cobria o triângulo na frente e atrás entrava bem nas nádegas apetitosas.
Eu - cinquenta e cinco anos - moreno claro - calvo e muitos pelos ao redor da calva - corpo legal - barba bem feita - sunga - sério, parecendo que está com raiva. Sexo a flor da pele e completamente liberal.
Romero - vendedor de côco - barraqueiro da praia - quase negro de tanto sol - musculoso de tanto empurrar a carroça - cabelos enroladinhos - no auto dos seus 32 anos. Talvez um metro e setenta e quantro. Sunga deixando um volume interessante e camiseta mostrando que os músculos estavam em dia.
Final de tarde - 16:30 - minha mulher, Marina, pergunta a Romero, na minha frente. Você conhece o Motel Devaneios? Romero - macho vivido e experiente. Ahhh, sim. Vocês querem ir lá? Ele faz a pergunta como se estivesse se incluindo também. Evidente que esse foi nosso propósito.
Guarda o carro de côco num terreno próximo e em poucos minutos estamos os três seguindo para o Devaneios.
Suite com piscina a céu aberto e Marina muito bronzeada, deita de frente na borda da piscina, tira só o sutião, mostrando os bicos dos seios e uma pequena parte branca de fora para acabar de bronzear.
Eu, João Paulo, tiro minha sunga e mergulho na piscina.
Romero, foi primeiro na ducha e depois, já sem a sunga, com a rola mole balançando, se ajoelha na frente do rosto de Marina e oferece o cacete. Ela adora começar pelas bolas e, segurando o mastro, suga as duas bolas com a boca como se fossem duas frutas.
Eu me aproximo da borda onde a cena ocorre e abocanho o membro que Marina segura.
Enquanto Marina baba as bolas, eu sinto o caralho de Romero preencher minha boca e o tesão explode.
Romero de joelhos se esbanja com o casal.
Eu empurro o caralho para a boca de Marina e agora nossas bocas procuram a rola dura do macho ajoelhado.
Romero puxa a rola e nos faz ficar procurando, querendo, buscando.
Ele aproxima de novo o pau duro preto e já melado com aquele líquido delicioso de sugar.
Vocês querem rola?
Marina abocanha primeiro e eu fico procurando espaço para mamar.
Recomeçamos a sessão de lambidas e chupadas.
Pau duríssimo, melado e de repente...
Um jato de líquido grosso, branco e de odor forte.
Eu e Marina entramos em transe.
O jato alcança nossas bocas e escorre pelos nossos rostos.
Marina deitada, o jato escorre pelo pescoço.
Eu, que estava com a cabeça da rola quase toda dentro da boca, recebo e engulo uma boa parte.
Mas Romero tem mais, muito mais, pois todo o tesão sai de vez.
Os vários jatos se espalham pelos seios de ainda brancos de Marina, pelo meu rosto, escorrendo pelo pescoço.
Pequenas poças brancas de porra se acumulam entre os seios da minha mulher.
Ela também egole uma boa parte.
Meu rosto todo melado, mas com a boca aberta para sugar o caralho do macho gostoso. E recebo mais um golfada do néctar branco.
Romero está todo arrepiado, mas ainda tem algumas gotas, que Marina tenta expremer sobre os bicos dos seios. Espalhando pelo seu colo aquele leite.
Enquanto isso, eu passo a língua pelos bicos dos seios de Marina e sinto um imenso prazer em limpá-los.
Tesão, muito tesão.
Eu beijo a boca melada de Marina apaixonadamente e ela me beija de língua, querendo sentir o gosto daquele macho alfa que ainda precisa penetrar duas bundas sedentas de rola. Mas isso, ficara para depois.
O nosso guerreiro sexual precisa descansar.
Recuperar as forças.
Recarregar a reserva de porra.
Então, depois das últimas lambidas no cacete todo sujo de porra, Marina, apenas de fio dental, com os seios todos melequentos, se levanta e vai pegar uma cerveja no frigobar, coloca na taça e entrega para Romero que deita numa espreguiçadeira de plástico na sombra.
Eu saio nu da piscina, com o rosto e barba todas melada do resto de gala, peço pelo telefone um prato de filé com fritas, pois Romero disse que preferia à camarão no alho e óleo.
Enquanto o nosso homem descansava, eu e Marina nos lambíamos, curtindo a gala de Romero pelo nosso corpo.
A tarde noite seria longa nesse sábado.
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