Este relato não é um relato de incesto. Nem nunca me passou pela cabeça uma coisa dessas. Como relatei em outros contos, somos um casal exibicionista e sempre fomos fiéis um ao outro. Apenas sentimos tesão com as nossas loucuras de exibição e de sexo em locais públicos. O meu pai precisou passar uns dias cá em casa. Ele é uma pessoa muito conservadora e nunca aprovou a maneira descontraída como me visto quando estou por casa. Desde solteira que visto o mínimo possível e principalmente no verão, gosto de me sentir fresca e solta. Raramente visto soutien e calcinhas. Meu pai condenava-me, mas como fui sempre rebelde, não lhe obedecia. Quando era muito pequena, ele dava-me banho, mas assim que as maminhas começaram a aparecer, achou que era uma tarefa exclusiva de minha mãe. Casei e o André aprova o meu comportamento e sente tesão quando alguém me vê partes do corpo mais íntimas. Incentiva-me a me exibir, fazendo-me descuidada. Gosta de me ver nua pela casa e é o que costumo fazer no verão. Quando lhe falei que meu pai vinha, ele não se opôs. Apenas se incomodou, porque tínhamos de mudar procedimentos. Não foi fácil e logo no primeiro dia quando saio do banho, apenas com a toalha enrolada ao corpo e dou de caras com o meu pai, vejo a sua cara de reprovação. Fui para o quarto e contei ao André. - Devias sair nua. - Achas? Nua na frente do meu pai? Estás louco… - Porque não? - Do meu pai?!!! - Já estiveste nua na frente de tanta gente… - Ei… quem te ouvir falar, pensa que sou uma puta. - Sabes bem que não és nada disso… Fomos para a cama e o pensamento do meu pai me ver nua surgiu na minha mente e minha cona começou a babar. O André percebeu e fodeu-me como sabe bem fazer. - Estás excitada por pensares que o teu pai te possa ver nua? Estava. - Queres mesmo que o faça? - Quero. Muito… - Mas como? Saio nua do banheiro? - Sempre podes usar o velho truque de deixar cair a toalha. - Achas que resulta… - Resulta. Já o fizeste. Já tinha deixado cair a toalha em frente ao nosso amigo Jorge, mas em frente ao meu próprio pai era um ato de muita coragem. No dia seguinte cheguei do trabalho. O André já la estava e o meu pai estava quase a chegar. Combinamos que iria tomar banho e levava o telemóvel para o André me avisar assim que ele entre.se em casa. Depilei-me toda. Estava nervosa e excitada. Quando recebi a mensagem enrolei mal a toalha, segurando-a com uma mão e saí. Quando ví o meu pai, fingi me assustar e deixei cair a toalha bem na frente dele. - Porra, pai… que susto. Nua, como vim ao mundo. Agora tinha corpo de mulher. Mamas de mulher e uma cona depilada e exposta. Vi o seu olhar pelo meu corpo todo antes de mostrar constrangimento. baixe-me para apanhar a toalha e cobri-me. - Desculpa- disse eu. - Eu é que peço desculpa. Minha cona escorria de tesão. Sai em direção ao quarto que tinha a porta entreaberta, pois o André esteve a assistir a tudo. Entrei e fechei a porta e recebo um abraço do andré. - Estás bem? - Nervosa. - E esxitada. - Muito. Passou a mão na minha cona. Escorria de tesão. - Muito, é favor… o papá deixou a minha putinha excitada? - Cala-te e fode-me. Deitei-me na cama e abri as pernas. - Chupa o meu mel. Chupa o meu tesão. Quero me vir na tua boca já… Ele veio e chupou, lambeu e penetrou com a língua a minha cona ensopada. - Haaaaaaaaaaaa. Gemi alto. Tinha de me conter, mas não aguentei. - Isso, isso. Vou me vir. Haaaaaaaaaaaaaaaaaa. O André é bom a brincar com a minha cona. - Vente na boca do papá. - Não digas isso, por favor. - Desculpa. - Sim, sim, sim. Haaaaaaaaaaaaaaaa. Venh-meeeeeeeeeeee. Haaaaaaaaaaaaaa. Depois de me vir, queria ser fodida, bem fodida. Fiquei de quatro como uma cadela. O André despiu-se e meteu o seu pau delicioso de uma só vez na minha cona aberta e lubrificada. - Haaaaaaaaaaaaaa. Simmmmmmmmmmmmmm. Agarrou minhas accas e socou com força e profundo. - Geme. Geme alto. - Não. - Sim. Geme como uma cadela. - Haaaaaaaaaa. Simmmmm. - Mais alto. - Haaaaaaaaaaa. - Gemeeeeeeeee. Berraaaaaaaaaaa. Vocês sabem que eu berro quando estou excitada, mas o meu pai estava logo ao lado, apenas com uma parede a separar. - Geme, poraaaaaaaaaaaaaaaa. Senti os jatos do André percorrerem o meu canal vaginal, a minha cona. - Simmmmmmmmmmm. Haaaaaaaaaaaaaaaaaa. Berrei alto. - Isso. Estou a vir-me também. Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa. - Toma leite. Toma esporra. - Sim, Dá-me a tua esporra. Foi um orgasmo intenso e ficamos quase desmaiados. O problema era como iria olhar para o meu pai a seguir. Ao jantar, quase não falamos e no outo dia foi-se embora, sem se quer tocar no assunto.
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