Meu nome é Bia, casada há alguns anos e vivo um relacionamento com um homem morno, cheio de preocupações com trabalho e nenhuma comigo, logo eu, sua linda e fogosa esposa. Ele vive ocupado, quase nunca me dá a devida atenção. Sou uma mulher jovem, 25 anos, branca, cabelos loiros (tingidos) gordinha e muito safada. Mas vou seguir direto pros fatos.
A viagem era em uma terça-feira de madrugada, o planejado era chegarmos e visitar alguns lugares turísticos, mas assim que o avião pousou no aeroporto, pela manhã ele recebeu uma ligação, obviamente, disseram que ele precisava estar no escritório o mais cedo possível. Segui para o hotel enquanto o “homem de negócios” foi trilhar seu caminho de sucesso. Mal cheguei na cidade e não conseguia pensar em mais nada a não ser me separar, a situação de não ter o mínimo de carinho e companhia me frustrava, mas chegando ao hotel, pensei melhor e acabei me acalmando.
Era um dia bonito e ensolarado, o hotel não ficava muito longe da praia, então resolvi dar uma caminhada. O tempo quente, as pessoas animadas, corpos sarados bronzeados… todo aquele clima me revigorou de um jeito surpreendente. Estava com uma roupinha casual bem fresquinha, blusinha de alcinha, short curto e comecei a perceber alguns olhares, pensei que não poderia ser pra mim, pois ali haviam muitas mulheres lindas. Continuei até um local de sombra e me sentei pra descansar tomar uma água. Atenta, observava as pessoas de todos os tipos passando, os vendedores, os turistas, alguns mais simpáticos sorriam pra mim, a maioria só seguia seu rumo, fiquei a tarde observando principalmente os homens sarados, suados e sem camisa rsrsrs
Voltando para o quarto do hotel recebi uma mensagem do meu marido me chamando para jantar em um restaurante próximo, me apressei e me arrumei toda, ele não demorou muito e também se arrumou e se perfumou, finalmente teríamos um tempo pra gente. O início do jantar foi bom, ele falou sobre as reuniões e me perguntou sobre meu dia, mas logo apareceram alguns amigos do trabalho, alguns com esposas, outros sozinhos e o jantar “romântico” virou uma discussão de negócios, uma das esposas mais sociável puxou conversa comigo, disse que estava odiando estar ali naquela cidade tão bonita enquanto o marido trabalhava, eu logo concordei, trocamos telefones e marcamos de fazer algum passeio no dia seguinte.
No fim, acabei me divertindo um pouco, mas o tempo que eu imaginava ter com meu homem, infelizmente não foi possível, voltamos pro hotel cansados, ele mais do que eu e não fizemos nada além de tomar um banho, individualmente e dormir.
Não vi meu marido sair pela manhã, levantei, tomei café e voltei para o quarto, assim que bateu o tédio meu telefone tocou, era Suzana, a esposa de um dos amigos do meu marido, ela já atendeu dizendo que estava indo para a praia e queria minha companhia, obviamente aceitei. Suzana é uma mulher de uns 30 anos, cabelos pretos, magra do tipo que frequenta academia e se cuida bastante, muito bonita e estilosa.
Caminhamos pela praia, conversamos um pouco e após algum tempo ela pediu uma cerveja, aquele ambiente quente me fez desejar o mesmo. Já mais “animada” ela começou a falar dos homens na praia, do volume em suas sungas, do tesão que dava ver todos aqueles machos…
Naturalmente o assunto sobre sexo surgiu, e logo ela confessou sem cerimônias:
– Amo meu marido, mas de vez em quando fico com algum cara. Ela falou cobrindo a boca envergonhada e sorrindo.
Parecia que ela estava me testando, eu não concordei e nem discordei inicialmente, mas ela seguiu:
– Não tem coisa melhor que um sexo selvagem, não concorda?
Balancei a cabeça positivamente e antes que eu pudesse falar alguma coisa, ela se virou para o lado e chamou dois rapazes que estavam próximos:
– Prazer, eu sou Suzana e essa é minha amiga Bia… ela dizia já com segundas intenções.
Tentei desconversar mas os rapazes se sentaram, no fim eles eram bem simpáticos e até bonitos. Tomamos algumas cervejas juntos e um deles nos convidou para ver a vista do alto do morro. Suzana prontamente começou a juntar suas coisas e pedir o garçom para fechar a conta, eu não aceitei de imediato, mas ela simplesmente me puxou pelo braço, não tive escolha.
Cerca de dez minutinhos em uma moto foram o suficiente para a gente estar no lugar combinado, um ponto alto na favela, som de samba, churrasco e algumas pessoas bebendo. Era meio de semana, mas ninguém ali parecia se importar com o trabalho, pensei no meu marido, dedicado e esforçado, mas sem muito tempo pra diversão, então resolvi aproveitar o momento. Peguei um copo de cerveja, me sentei com Suzana enquanto um dos rapazes foi buscar cigarro.
Rimos, brincamos e bebemos muito, não percebi que a hora do almoço já havia passado, me levantei para pedir algo de comer, quando percebo, Suzana estava beijando um dos rapazes, não acreditei, fingi não ver, tentei disfarçar e quando ela terminou o beijo, sorriu pra mim e disse que era nosso segredo, concordei e sorri envergonhada. O rapaz porém insinuou que eu ficasse com seu amigo, mais jovem, devia ter seus 20 anos, magro, cabelo descolorido, tatuagem… eu acabei observando demais.
Comemos o lanche e pedimos mais bebida, naquela altura eu já devia ter bebido uns 5 ou 6 copos e fumado alguns cigarros, mas na minha agitação ainda queria outro, o jovem prontamente me ofereceu e o acendeu pra mim. Me afastei da mesa e fui fumar olhando a paisagem, era muito lindo o lugar, não percebi quando o jovem me trouxe um copo de cerveja, aceitei e ficamos conversando. Não sei dizer se foi efeito do álcool, a sedução do jovem, o clima quente, ou tudo junto, só sei que acabamos nos beijando, mas diferente de Suzana, não foi um beijo despretensioso, a gente se beijou intensamente, mãos tocando os corpos e quando percebemos Suzana e o amigo estavam rindo da gente. Voltei para a mesa envergonhada.
Suzana propôs que saíssemos dali, fomos então, para outra laje, da casa de um dos rapazes. Lá, éramos só nós quatro, ficamos mais à vontade. Me sentei ao lado do jovem, que depois descobri ter o apelido de fumaça. Ele era gentil e engraçado, e o sotaque dele me fazia imaginar coisas obscenas.
Suzana o amante se apressaram e foram para um quarto no andar debaixo, ela passou por mim sorrindo enquanto eu recebia algumas carícias do rapaz e sorria de volta. Ali na laje a vista era maravilhosa e mais maravilhosa era a interação com meu novo macho. Os beijos molhados foram se intensificando mais e mais, as mãos percorrendo partes íntimas até que ficamos quase nus ali mesmo sob os olhares curiosos dos vizinhos, quando percebeu que eu queria o mesmo que ele, me puxou pra dentro, ao lado da laje tinha outro quarto, modesto, mas perfeito para o que a gente queria. Eu ainda carregava um copo de cerveja que compartilhamos em beijos e goles, entramos no quarto e ele não esperou muito para começar a tirar o resto da minha roupa me deixando nua, rapidamente me jogou na cama e veio pra cima de mim, esfregando aquele pau gostoso em minhas coxas. Fiquei meladinha quando ele colocou um dedo em minha buceta e me fez chupar depois, intercalando entre beijos e chupadas. Depois, ele posicionou a cabeça entre minhas pernas e começou a me chupar.
– Vaii filho da puta! Eu dizia em voz alta, já meio bêbada de cerveja e tesão.
Sentia a língua quente em meu grelo duro, o suor começando a escorrer por nossos corpos e um calor intenso, foi quando ele se livrou da bermuda e revelou aquele pau delicioso, totalmente depilado, maravilhosooo. Minha boca salivou e me joguei em cima dele, chupando feito uma depravada. Ouvia os gemidos baixos, quase sussurrados:
– Mama safada…
Eu obedecia.
Tive o prazer de engolir cada centímetro daquele caralho duro e grande, não muito grosso, mas preencheu minha boca por completo, me fazendo engasgar quando tentava ir até o fundo.
O macho ajoelhado na cama, eu me esforçando pra engolir todo aquele cacete, engasgando, tossindo e babando nele todinho, sentia um tesão absurdo e pensei que não poderia ficar melhor, foi então que ouvi um gemido que mais parecia um grito. Era Suzana no andar debaixo, aquela puta já devia estar sendo fodida feito uma cadela e eu seria a próxima.
Obviamente os gritos de Suzana deixaram o jovem fumaça ainda mais excitado, puxando meu cabelo e me virando de costas, me deixando totalmente vulnerável a ele. Os beijos no pescoço me fizeram delirar, eu suspirava de desejo e implorava para ele me foder, o pau duro do macho esfregando em minha bunda, as lambidas molhadas na nuca, os puxões de cabelo, as mãos tocando todo meu corpo era demais pra mim.
– Por favor, me fode!
Eu implorava com voz de putinha necessitada, fazendo um charme difícil de resistir. Fumaça não me decepcionou, tirou uma camisinha não sei de onde e colocou em seu pau, em menos de dois segundos ele já estava dentro de mim, impaciente ele socou tudo de uma vez, minha buceta que já estava molhada começou a escorrer ainda mais.
Estava de quatro, apoiada na cama tentando me equilibrar com as socadas fortes do meu amante, ele segurava minha cintura, me puxando ainda mais contra seu corpo, como se quisesse ir ainda mais fundo, não me contive e comecei a gemer alto, competindo com Suzana que ainda gemia, porém agora um pouco mais baixo, mas ainda fazendo coro comigo.
Fiquei louca, estava no meu modo vagabunda e então me virei pra trás e vi o jovem suando, puxando meu cabelo e dando o melhor de si para me satisfazer (e para se satisfazer também obviamente), então tive uma ideia, me virei, joguei ele na cama e fui pra cima. Comecei a cavalgar, ele meio assustado só me seguiu e obedeceu.
O sotaque do macho falando palavrão e me xingando me fez virar uma dominadora, eu queria tudo que ele tinha pra me oferecer. Ele deitado, eu por cima, me apoiando no peitoral magro e liso dele, subindo e descendo naquele cacete que parecia ficar cada vez mais duro, jogando meu cabelo e gemendo alto, era a melhor coisa daquela viagem até o momento.
Não demorou muito e eu gozei no pau do macho, foi perceptível pois ele deu um sorriso safado me vendo gozar antes dele. Mas não parou por aí, eu queria mais e ele também.
Sentia a mão macia do jovem apertando meus peitos enquanto eu cavalgava naquela pica deliciosa, meu gozo escorria e deixava ele todo melado, as socadas se intensificaram e eu já estava quase pulando de tão intenso que socava minha buceta naquele caralho, foi então que ele gozou.
Um grito abafado, uma mão apertando meu peito e outra me dando um tapa na cara que ardeu deliciosamente e me deixou vermelha, eu sorri e ele então apertou meu rosto e enfiou os dedos em minha boca, me chamando de putinha safada, enquanto eu tentava me levantar, já quase sem forças.
Deitei ao lado dele, que sorria de um jeito tão natural que me cativou, eu o beijei e agradeci pelo orgasmo, ficamos ali nos recuperando por algum tempo, até que ele acendeu um cigarro e foi buscar uma cerveja. Vesti minha calcinha e fiquei sentada na cama fumando, suada e cansada, mas satisfeita. Algum tempo depois Suzana subiu para a laje, ouvindo a conversa do lado de fora me vesti e fui fazer companhia a ela. Os rapazes foram muito gentis e já no fim da tarde nos levaram de volta até a praia, de lá, cada uma seguiu pra seu hotel, mas não sem antes admirar o pôr do sol e rir lembrar o que havia acabado de acontecer.
Viramos boas amigas a partir daí, no dia seguinte almoçamos juntas, já que nossos cornos estavam muito ocupados trabalhando. Mas infelizmente não encontramos mais os rapazes. A viagem foi maravilhosa, não pela companhia do meu marido, mas por Suzana e pelos crias do morro, como eles mesmo disseram, foi uma tarde inesquecível que pretendo repetir algum dia.
Eu e Suzana ainda conversamos, mas nunca tocamos no assunto pelo celular, ela mora em outra cidade, mas vez ou outra a gente se encontra em alguma reunião, quem sabe essa amizade não rende outro conto no futuro.
Voltamos de viagem sem que meu marido desconfiasse de nada, minha calcinha melada, o cheiro de cigarro e cerveja não despertaram o mínimo de ciúme no corno, por isso, vou seguir traindo, mas ainda amando esse traste.
Espero que tenham gostado.
Seguem algumas fotos modificadas por inteligência artificial visando manter minha privacidade.


