Meu nome é Bia, sou casada há alguns anos e desde que comecei a me sentir sozinha e abandonada tenho procurado sexo fora do casamento, sou um pouco safada, mas ao mesmo tempo reservada, então nem sempre tenho oportunidades de viver uma grande aventura sexual. Sou baixinha, tenho 1,69m, branquinha, seios médios, bunda e coxas grandes, enfim sou gordinha, além de loira tingida rsrs
Katherine sabendo do meu interesse pela profissão dela me contava sobre o dia de trabalho, às vezes mandava fotos e áudios, isso aguçava ainda mais minha curiosidade. O tempo passou, eu acabei deixando a curiosidade de lado, até que encontrei Kat em um shopping, conversamos, sorrimos e ela perguntou se eu não teria coragem de acompanhá-la uma noite só pra observar, fiquei em choque com o convite, sorri e disse que não seria possível, meu marido não era muito aberto à essas coisas, ele poderia se chatear, enfim, acabei negando, mas naquela semana algo mudaria tudo.
Meu marido, muito dedicado ao trabalho disse que foi convidado pra uma conferência em outro estado, passaria uma semana ajudando a organizar o evento e participando dele, fiquei chateada, como qualquer esposa, é horrível não ter a presença de quem a gente ama, mas aceitei. Na mesma noite que ele me deu a notícia, Katherine me mandou uma foto, ela estava em um motel luxuoso, banheira de hidromassagem, espelhos, luzes…
Olhei a foto por alguns minutos e um fogo acendeu dentro de mim.
A viagem de negócios do corninho seria em poucos dias e tive tempo de refletir sobre a proposta de Kat, fiquei empolgada, assisti novamente alguns capítulos da série enquanto meu marido estava no trabalho e tive uma ideia perigosa. Naquela tarde encontrei Kat pra um café, queria contar a novidade pessoalmente.
– Eu tava pensando… será que eu poderia tentar ser prostituta por uma noite?!
Falei quase cochichando.
Kat sorriu e disse:
– Tá doida amiga? Você é casada rsrsrs
Mas seguiu com um olhar malicioso:
– Posso te ensinar algumas coisas e dividir o ponto com você.
Eu sabia o que significava aquilo, estava empolgada, mas ainda sentia um pouco de medo. Planejamos tudo e seguimos nossas vidas até o dia da viagem do meu corno.
Kat chegou ainda pela manhã, combinamos de passar o dia juntas em minha casa, mas acabamos saindo pra comprar uma roupa mais apropriada para meu novo trabalho. A tarde foi de compras e voltando para casa tratamos de nos arrumar. Kat ficou linda, ela vestia um casaco felpudo que cobria seu corpo quase todo, até as coxas, por baixo ela usava um sutiã vermelho e uma calcinha que deixava um volume interessante entre suas pernas, o salto alto combinava com as roupas íntimas e o batom, com uma maquiagem leve.
– Agora amiga, precisamos te deixar bem diferente, ninguém pode te reconhecer rsrs
Enquanto ela se arrumava eu me maquiava e pintava minhas unhas, depois ela me ajudou a me vestir.
Uma blusa preta não muito decotada, uma saia de couro brilhante acima dos joelhos, uma sandália de salto fino preta de lacinhos. Não era extremamente ousada, mas era evidente do que se tratava meu “uniforme”. Peguei uma bolsa pequena transversal, coloquei maquiagem, batom para retocar e algumas camisinhas e saímos.
No caminho Kat me explicou como eu deveria me comportar, me ensinou como sair de situações embaraçosas e como identificar bons “clientes”. Estacionamos em um local próximo ao ponto de prostituição, meu coração já estava acelerado, Kat me deu um beijo e me desejou sorte e caminhou para alguns metros de distância. Acabei ficando sozinha naquele lugar deserto.
Não demorou muito e os primeiros carros começaram a passar, eu seguia fazendo o que Kat me instruiu, fingia naturalidade, quando aproximava um carro jogava o cabelo, passava a mão discretamente pelo corpo, dava uma voltinha… estava realizando meu desejo. Já era tarde quando um rapaz parou o carro e me chamou, caminhei devagar (como me foi orientado a fazer) e conversei com ele, me ofereceu um cigarro, pediu para tocar meus peitos e depois de alguns minutos saiu. Estava nervosa, talvez isso tenha o assustado. Voltei e fiquei fumando encostada em um muro e quando percebi mais um carro parou, eram dois rapazes, fiquei assustada, mas tentei manter a calma, também não quiseram o programa, mas fiquei aliviada.
Algumas horas se passaram, meus pés começavam a doer e o frio estava me matando, foi então que chegou um carro chique, brilhante, vidros escuros. O motorista abaixou um pouco o vidro, me olhou e pediu que eu entrasse no banco de trás, sorrindo mas um pouco receosa entrei, notei que de longe Kat me olhava, me senti mais segura.
O homem era mais velho, cabelos grisalhos, perfumado, relógio dourado e roupa social, parecia um pouco meu marido como se fosse dedicado ao trabalho e usasse o sexo para relaxar. Conversamos um pouco e ele perguntou se poderia ir ao motel mais próximo, disse que sim se ele não importasse em pagar, ele sorriu e seguimos.
O motel era discreto, mas refinado. Descemos do carro, ele abriu a porta pra mim, me olhou nos olhos e me elogiou, sorri e disse que eu era toda dele, acho que saiu sem querer. Naquele momento eu já estava mais relaxada, quando chegamos ao quarto ele muito gentil perguntou se poderia beijar, se eu cobrava a mais, disse que não e ele começou a me tocar e me beijar. O perfume dele era intoxicante, cheiro de homem, mãos ásperas, embora ele fosse somente um homem maduro normal de aparência, estava me excitando.
Me fingi de difícil, caminhei até a cama e me deitei, abri as pernas deixando ele ver por baixo da minha saia de couro, estava com uma calcinha pequena que ele fez questão de tirar rapidamente. O safado tirou minhas roupas rapidamente, admirou meu corpo e começou a me tocar enquanto se despia.
Era uma mistura de medo e desejo.
Quando ele tocou minha buceta, percebeu que eu estava molhada, desconfiado ele perguntou se eu tava gostando de um jeito safado, respondi que sim e que queria uma bebida pra relaxar, ele prontamente atendeu, abriu uma garrafa de whisky e me serviu. Já completamente nus bebemos e trocamos carícias, ele disse que eu era diferente e aquilo me começou a me deixar mais empolgada do que deveria.
Percebi que o pau do homem já estava ficando duro e então deixei o whisky de lado e começou a tocá-lo, sentir aquele pau delicioso endurecer completamente nas minhas mãos foi sensacional. O macho me olhava com desejo e safadeza, uma mistura que me fez perder o controle. Comecei a chupá-lo intensamente, enquanto ele se acomodava na cama, deitado ele me olhava mamar sua pica enquanto segurava meus cabelos, um verdadeiro cavalheiro rsrs
Meu batom vermelho marcava aquele pau com minha saliva escorrendo, eu me forçando a engolir por completo, engasgando e olhando pro homem, que sorria de canto com os olhos fechados aproveitando cada segundo.
– Não para, por favor!
Educadamente ele pedia.
Não parei um minuto sequer, sentia a pulsação de seu pau agora em minha boca enquanto eu acariciava suas bolas, ele por sua vez continuava segurando meus cabelos e guiando meus movimentos. Notei que ele procurava algo e rapidamente puxei uma de minha bolsa e tirei uma camisinha, ajudei a colocar e fui pra cima dele, as mãos em seu peito, as pernas abertas já sentindo o pau esfregar entre elas, eu o beijava e ele enlouquecia a cada toque.
Com uma das mãos deixei a cabeça do pau dele na entrada da minha buceta, ele não pediu licença e entrou rápido, minha lubrificação natural ajudou.
A sensação era maravilhosa, eu adorava estar por cima olhando cada expressão do macho. Eu comecei a rebolar naquela pica deliciosa enquanto ele se contorcia e gemia, notei que ele me olhava com um sorriso sempre que eu gemia, e então aumentei a frequência e o volume dos gemidos.
– Me fode gostosooo vaiii!
Eu falava as vezes em seu ouvido, outras mais distantes, cavalgando naquele cacete que já estava totalmente dentro de mim. Usava o peitoral peludo dele de suporte para me apoiar enquanto subia, tirando quase que por completo seu pau de dentro de mim e então descia rapidamente, socando com vontade, fazendo um barulho abafado de nossos corpos se encontrando.
Em um momento de muito tesão, comecei a pedir coisas loucas:
– Me bate! Eu pedia entre gemidos de prazer real.
Alguns tapas mais leves me deixaram ainda mais excitada e então eu mesma mostrei como eu gostaria, com uma força média dei um tapa na cara do safado que retribuiu com um tapa forte, me tirando um sorriso safado.
– Assim papaizinho! Falei naturalmente, inventando um apelido aleatório.
Ele sorriu com o apelido e intensificou os tapas e apertos no pescoço, quando percebi, a gente havia invertido o controle da situação, ele agora estava por cima de mim como um dominador feroz.
O homem gentil e até tímido que havia me levado pro motel agora era uma fera do sexo, ele me fodia sem dó, rápido e forte, enquanto me dava tapas na cara e segurava meu pescoço, me tirando o fôlego e me fazendo uma boa puta submissa.
– Fodee essa puta papaizinho!!!
Não tinha mais controle das minhas emoções, das minhas reações e vontades, tudo era controlado pelo meu tesão que naquele momento era algo indescritível.
– Tá gostando vadia? Ele falava com voz grossa em tom retórico.
Minha carinha de putinha abrindo a boca e pedindo mais fez o homem se transformar em um animal sedento, ele me balançava a cada estocada, o pau entrando fundo mim e minhas pernas abertas cada vez mais como se ainda esperasse que ele tocasse meu útero.
Dominando a situação ele me fazia gritar de prazer e um pouco de dor, aquela ardência gostosa do cacete esfolando minha buceta melada, os tapas na cara que ecoavam pelo quarto e me deixava vermelha, o enforcamento carinhoso e levemente apertado que me fazia sufocar e pedir mais… tudo era uma mistura de violência e prazer.
Quando ele enfim demonstrou que ia gozar, com seu corpo tremendo, gemendo mais alto e acelerando as metidas, eu acabei gozando primeiro, era demais pra mim ver e sentir tudo aquilo.
– Vou gozarrr papaizinho! Falei com uma sinceridade que ele entendeu.
Rapidamente ele tirou seu pau, puxou a camisinha e se aproximou do meu rosto, punhetando aquele pau duro e melado bem pertinho da minha boca. Abri o máximo que consegui e coloquei a língua pra fora esperando o leitinho que não demorou muito, o jato quente espesso jorrou em minha boca em uma quantidade boa para eu me saciar.
Ele terminava o ato com uma gozada na minha boca, me fazendo engolir cada gota. Da minha parte eu estava saciada, também gozei enquanto ele me fodia e agora provava aquela porra quente.
– hmm que delícia papaizinho… eu tentava falar enquanto ele metia o pau melado para que eu lambesse o restante do seu esperma.
Quando terminou ele se levantou e foi para o banho, fiquei deitada alguns minutos recuperando minhas forças. Entrei no banho enquanto ele ainda estava, trocamos mais algumas carícias e safadezas, nos vestimos, retoquei a maquiagem e ele pagou o motel e me deixou no mesmo lugar de antes.
Encontrei Kat ainda por ali, ela disse que havia feito um programa rápido e que voltou preocupada comigo, sorrindo respondi que fiz um programa maravilhoso.
– E quanto você cobrou? Perguntou curiosa
– Ah amiga, não cobrei dele, foi muito gentil. Eu disse.
– Sua piranha haha
Katherine saiu balançando a cabeça negativamente como se não acreditasse na minha loucura safada, ela sorria quando se virou pra traz e disse:
– O próximo você cobra o dobro rsrs
Meu primeiro cliente tinha sido maravilhoso, mas eu voltei para meu ponto e segui esperando mais um pouco. Alguns cigarros depois, eis que me surge um motoqueiro, menos gentil que o primeiro, pedindo para que eu mostrasse os peitos, disse que queria uma foda rápida, eu falei que teria que ser no motel, ele então desconversou e tentou sair, mas eu o convenci a ganhar um boquete por R$ 100, ele topou.
Ele me colocou na moto e andamos alguns metros até um local mais escuro, debaixo de uma árvore grande que fazia sombra. O homem era um mal educado, mas nitidamente um garanhão. Me tirou da moto e foi logo me empurrando contra a árvore, abaixou logo a calça e revelou um pênis grande, ainda meio mole. Olhei maliciosamente e sorri me abaixando para chupá-lo.
Tentei não me ajoelhar no chão para não ralar meus lindos joelhos, fiquei só abaixada enquanto sentia aquele pauzão crescer em minha boca. O homem acariciava meus peitos que já estavam para fora naquele momento. Foi uma surpresa quando o caralho dele estava completamente duro, com toda certeza tinha mais de vinte centímetros. Quando engoli a metade percebi que não seria tão fácil, então resolvi me abaixar, ainda sem me ajoelhar.
Agachada eu podia engolir um pouco mais e o homem adorou, ele segurava meu cabelo e empurrava minha nuca enquanto eu me esforçava para satisfazê-lo. Estava com quase tudo dentro da boca quando senti ele forçar minha cabeça, me desesperei um pouco mas no fim aquele pau bateu bem fundo na minha garganta. Me engasguei e ele sorriu.
– Vai querer mais vadia?
Não respondi com palavras, decididamente voltei a chupar, engoli mais facilmente desta vez, me acostumando com o tamanho e acomodando todo aquele cacete em minha boca. Eu babava e tossia quando ele entrava completamente, aquilo deixou o cliente ainda mais safado. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos, uma forçando contra seu pau e outra guiando os movimentos. Pensei que ele fosse me sufocar socando forte em minha garganta.
Não era um simples boquete, ele fodia minha boca, abafando meus gemidos e me fazendo ficar toda melada. Engasgando com aquela pica eu fechava os olhos e pensava como fui parar ali, tão puta e louca. Mas em momento nenhum desisti de fazê-lo gozar.
Estava com tanto tesão que senti minha calcinha encharcada, já não ligava mais pra nada. Me ajoelhei no chão ficando em uma posição ainda melhor, fazendo o pau entrar mais fundo ainda.
– Vaii caralhoo, não paraa! Ele urrava, prestes a gozar.
Foi então que senti o leite quente em minha boca, enchendo minha garganta e quase me fazendo engasgar novamente. Dei uma última lambida naquele cacete delicioso e toquei minha buceta que estava tão molhada a ponto de escorrer pelas pernas. Fiquei louca de tesão e me levantei olhando bem nos olhos do meu cliente e pedi para me foder:
– Se você me foder eu não te cobro nada.
Vi o sorriso incrédulo do homem que me virou de costas e começou a se tocar. Tirei rapidamente uma camisinha da bolsa e entreguei a ele, rapidamente ele estava duro novamente e protegido. Meteu rapidamente, com força e sem dó.
– Aii caralhoo!
Eu disse olhando pra trás como se pedisse para ele ter mais cuidado. Empinei minha bunda e senti aquele pauzão entrar na minha buceta bem fundo. Ele puxava meu cabelo, colocando os dedos entre os fios e puxando minha cabeça pra trás, forte, quase me machucando.
– Não paraa, não para. Eu implorei, quando senti aquele pau pulsando dentro de mim.
– Você uma vagabunda mesmo hein?! Sua puta.
Eu só sorria entre os gemidos, desejando que aquilo durasse a noite toda.
Minha buceta que já estava bem aberta da foda anterior, parecia que se apertou com aquele pau, sentia cada centímetro me abrir com uma força deliciosa.
– Vou gozar piranha… o homem tentou falar, logo interrompido.
– Não para até me fazer gozar primeiro. Eu ordenei.
As socadas ficaram mais controladas, como se ele não quisesse me decepcionar. Ele então colocou uma das mãos em minha buceta, esfregando meu clitóris que latejava de tanto tesão. O pau dele entrando fundo e me preenchendo por completo e os toques dos dedos ásperos e molhados dele me fizeram gozar.
– Isso desgraçado, assimm huummmmmmmm
Poucos segundos depois ele também gozou, tirando rapidamente seu pau melado e jogando a camisinha no chão. Ele me puxou pelo braço, me deu um beijo suado segurando meu rosto com uma das mãos, enquanto pegava a carteira com a outra, tirou algum dinheiro jogou duas notas de cem reais no chão e saiu.
Só quando me abaixei pra pegar o dinheiro que percebi que meus joelhos estavam esfolados e ardendo, mas eu não me importava. Havia gozado e mesmo dizendo que não ia cobrar ele me deu o dobro, nitidamente o cliente saiu satisfeito.
Voltei pro meu ponto, era mais ou menos 4h da manhã, mas já estava cansada e feliz, como não encontrei Kat, voltei pro carro exausta e dormi no banco de trás, só acordei com minha amiga batendo no vidro me chamando para ir embora, com o dia já clareando.
Voltamos pra minha casa, tomamos um banho e dormimos o resto do dia. A casa era só nossa, duas colegas de profissão agora rsrsrs
Katherine me fez companhia até que meu marido voltasse, mas acabamos não repetindo a noitada, eu fiquei completamente esgotada, mas a experiência foi maravilhosa. Quem sabe um dia não volto pro meu ponto!
Espero que tenham gostado.
Seguem algumas fotos modificadas por inteligência artificial visando manter minha privacidade.

