Meu nome é Bia, sou casada e frustrada sexualmente com meu homem. Sou uma gordinha safada, branquinha, loira tingida, seios médios, bunda grande… enfim, uma mulher comum.
Lá pelas tantas um rapaz estranho entrou no vagão, caminhou por alguns lugares e se sentou bem próximo de mim. Percebi um olhar mas fingi não ter visto. Ele se virou pra mim, olhou em meus olhos e soltou um elogio:
– Que mulher bonita, pena que é casada.
Eu não sabia se sorria ou ignorava, senti o bafo de bebida e o cheiro de suor, virei meu rosto e tentei não dar atenção, mas ele insistiu:
– Só é muito mal educada… antes que ele terminasse eu interrompi.
– Olha moço, só quero chegar em casa logo, tá bom?
Apontando o dedo na minha cara ele começou a falar:
– Eu só falei que você é bonita, essas mulheres de hoje em dia acha que tudo é cantada.
– Você não está me cantando? Eu brinquei.
– Ué, e se fosse? Rapidamente ele respondeu.
Virei o rosto e não dei mais atenção. Algum tempo depois senti ele tocar em minha coxa e voltar a falar comigo:
– Me desculpa, eu bebi um pouco… mas eu sou um cara legal.
– Não duvido disso meu senhor! Falei já brava, tirando as mãos dele da minha perna.
Ele então pegou minha mão de um jeito carinhoso, justamente a mão da aliança e voltou a pedir desculpa:
– Eu respeito você ser casada, mas você continua bonita. Ele ria.
A forma que ele pegou em minha mão me fez sentir algo. Pensei que eu só deveria estar ficando doida, qualquer demonstração de carinho eu me entregava, mas eu estava realmente carente, alguns meses sem contato físico estavam me matando de tesão e carência.
Olhei fixamente pra ele, respirei fundo, ignorei a aparência e o cheiro de álcool e suor e perguntei se ele queria descer na próxima estação.
– Como assim? Ele perguntou surpreso.
– Me fazer companhia, me acompanhar pra fora do metrô. Disse ironicamente.
Ele sorriu e pegou minha mão. Dessa vez eu deixei
Talvez algum curioso tenha escutado a conversa e pensando que sou uma louca, mas eu estava fora de mim naqueles dias.
O metrô parou, me levantei e senti ele me seguir, assim que abriu a porta eu saí, olhei pra trás e ele vinha, não tinha um plano, não sabia exatamente o que iria acontecer, mas eu queria ver até onde eu ia com tudo aquilo. Minha intuição de puta me levou até as escadas, o homem zumbiu cambaleante atrás de mim, assim que cheguei lá em cima vi a placa:
BANHEIRO PÚBLICO!
Criei coragem e segui naquela direção.
Chegamos e era um local com várias portas, procurei a mais “escondida” e entrei deixando a porta entreaberta, alguns segundos depois o homem entrou. Sem pensar duas vezes o beijei, precisei ser rápida se não ia acabar desistindo.
– Que isso moça?! Ele falou assustado enquanto me empurrava pra parede.
– Você me quer ou não? Perguntei brava.
Ele não disse nada, voltamos a nos beijar e ele começou a tirar minha roupa, abriu rapidamente meu short e começou a puxar pra baixo, foi tão ágil que nem parecia que estava bêbado. Senti certo nojo, do homem e do lugar, sujo, paredes amareladas, mas respirei fundo e me entreguei por completo.
Os beijos intensos acabaram me deixando meio bêbada também, no meu caso uma mistura de bafo de cerveja e excitação. Desconfiei que logo apareceria batendo na porta, então precisamos ser rápidos. Abaixei a calça do homem e pra minha surpresa o pau era grosso e médio, embora não depilado. Enquanto o beijava fiquei batendo uma punheta com minha mão macia naquele cacete, adoro sentir quando endurece e eu estou tocando.
Com toda certeza ele não tinha uma camisinha, mas eu precisava perguntar.
– E aí, tem preservativo? Falei já imaginando a resposta.
Ele acenou negativamente, mas eu estava decidida.
– Não importa, só me fode!
– Você é mesmo muito louca (risos). Disse ele com brilho nos olhos.
Abaixei minha calcinha, puxei ele pra perto e me virei, de costas seria mais fácil aguentar. Abrindo as pernas posicionei aquele pau já duro e bem grosso na entrada da minha buceta, ainda não estava melada, mas usei um pouco de saliva pra ajudar. Algumas tentativas e ele entrou, a espessura daquele caralho quase me rasgou, soltei um gemido de dor e tesão enquanto ele enfiava mais e mais.
Quando entrou tudo eu pedi pra ele não parar até gozar e assim fizemos. Ele tentava se equilibrar e não tirar o pau de dentro de mim e eu rebolava e tornava tudo ainda mais difícil pra ele, minha bunda empinada a buceta totalmente preenchida e eu apoiada naquela parede suja, o short já havia caído e estava nos meus pés, a bolsa eu joguei pro lado e comecei a curtir a sensação.
– Me fode seu puto. Comecei a gemer mais alto, não me importando se tinha alguém ouvindo.
– Você uma putinha. Ele completava.
Definitivamente aquele caralho estava me preenchendo, me senti molhada mas ainda era difícil para ele enfiar e tirar, minha buceta parecia mais apertada que o normal. Quando finalmente encontramos um bom ritmo ele não parou mais de socar.
– Aii assim, assim. Eu jogava o cabelo pra trás e gemia.
Escutava os gemidos abafados dele e o hálito quente de bebida, as mãos ásperas apertando minha bunda, meus peitos balançando a cada socada.
GOZEI!
Não esperava gozar tão rápido, mas a vontade foi tanta que dei um grito, de surpresa e de satisfação. O homem se empolgou com meu gemido e socou mais rápido e mais forte, quando notei que ele estava prestes a gozar tirei rapidamente seu pau, me ajoelhei e comecei a bater uma pra ele, rapidinho ele jorrou tudo na mina cara, aquele cacete grosso carregava uma quantidade grande de porra. Que delícia!
Já saciada, senti novamente nojo do homem, o cheiro de suor estava me dando náuseas e tratei de me limpar rapidamente, puxei meu short, me ajeitei e saí quase fugida do banheiro. O homem não teve tempo de falar mais nada, não olhei pra trás, só saí rapidamente, como uma louca. Esperei ansiosamente o próximo metro enquanto sentia uma certa vergonha, não vi mais o rapaz, mas eu sentia que alguém havia visto, ou que meu rosto ainda estivesse com vestígios de esperma. Meu Deus, que vergonha.
Corri pra casa e fui rapidamente pra o banheiro, no banho acabei relaxando e rindo de tudo aquilo, enquanto me limpava sentia uma ardência gostosa por aquele desconhecido ter me arrombado.
Nitidamente eu estava me tornando uma puta louca e não estava disposta a parar rsrs
A noite meu marido chegou e eu já estava dormindo, ou pelo menos fingindo, tive vergonha de olhar na cara dele depois do que havia feito, ele óbvio que não desconfiou de nada.
Espero que tenham gostado.
Seguem algumas fotos modificadas por inteligência artificial visando manter minha privacidade.

