Tinha, há tempos, entre meus contatos um macho loiro, 1,87, 49 anos e, segundo ele, 20 cm de uma rola grossa e gostosa. Vocês que me conhecem, sabem que eu gosto é de macho negro, pirocudo e gostoso. Porém, eu sou uma puta e puta não recusa macho, ela enrola, mas uma hora, se ele insistir, a gente acaba dando.
Sempre trocamos mensagens via telefone e ele, sabendo que sou fanático por futebol e que consigo liberdade da mulher para ver jogos do Mengão, perguntou se eu não queria assistir o jogo com ele no Largo do Machado, um bairro da zona sul do Rio de Janeiro. Respondi que ia averiguar se recebia o sinal verde da mulher e que, caso liberado, íamos assistir juntos o jogo.
O convite teve uma maldade, pois ele sabe que nesse bairro tem um hotel que gosto de frequentar e já fui enrabado ali algumas vezes. Mas, só maldei isso quando após confirmar minha presença, ele me passou o endereço e vi que ficava a uma quadra do tal motel. Bobo ele não era...já gostei. E, claro, precavido que sou, fiz minhas devidas higienes e levei uma calcinha da minha coleção no bolso da calça.
Chegando lá, João Carlos era, ao vivo, mais bonito que em fotos, um homem imponente e extremamente cheiroso, o que percebi após o aperto de mão e um abraço breve. Recebi elogios também, um bom sinal que tivemos a química inicial. Chegamos quase 90 minutos antes do jogo e isso é um convite para começar a bebedeira... Até o jogo começar, já tínhamos tomados meia dúzia de cervejas cada um. Eu, da minha parte, já estava soltinha.
Percebendo, JC, que tem descendência europeia, mas não norueguês, que fique claro, sugeriu uma aposta. Se o Brasil ganhasse ele pagava a conta e se a Noruega vencesse, eu teria que fazer o que ele quisesse, assim que acabasse a partida. Com a bebida na cabeça, nem pensei em dizer não, afinal, ou era bebida de graça ou ser enrabado por aquele homem muito atraente e sedutor.
Logo que começou o jogo e levamos um gol, senti que a coisa ia ficar ruim. Anulado o gol dos rivais, o primeiro tempo terminou zerado. Já estávamos na 10ª latinha e ele confessou: Sou brasileiro, mas estou torcendo muito para nossa derrota. Rimos alto e falei em seu ouvido: quero a nossa vitória, porém não seria de todo ruim perdermos e que eu fizesse o que você quisesse após o jogo. Ele riu, me abraçou e disse: vai ser a seleção e você, ambos enrabados pelos loirões....
Como vocês sabem, foi um vexame, perdemos e estamos eliminados. Porém, ainda me restava ver outro loiro me fodendo... Porém, um pensamento me dominava: eu tomei quatorze latas de cerveja, se esse malandro também bebeu isso e ele estava sempre com uma lata na mão, não vai ter como essa pica de 20 cm ficar 100% dura. Pedi para pagar a conta e ele não permitiu, levando ele mesmo a comanda no caixa.
Ao voltar, ele disse: vamos que agora é a vez do outro loiro te foder. Saímos andando e no caminho ele confirmou que marcou ali, pois era perto do motel que eu já havia comentado com ele em outras oportunidades. E que ele ia matar duas vontades dele: foder meu cu e ver este motel que eu tanto falava.
Ele pagou o motel e me senti bem piranha, bebi de graça, o macho pagou o motel e agora vou ser devidamente enrabada e usada. Ele entrou no banho e eu aproveitei para ver o valor da conta do bar. O malandro bebeu 4 cervejas apenas, eu via ele com a latinha e quem estava ficando bêbada era eu, ele, esperto, estava bem de boa. Entrei no banho na sequência e saí de lá enrolado na toalha e com a calcinha preta que levei (essa da foto, só que sem o baby-doll).
Quando ele veio para cima, me beijando e foi enfiando sua mão em minha bunda e tirou a toalha, ficou louco com a cena que viu pelo espelho. O homem aumentou o ritmo dos beijos e sua pica já estava ficando em ponto de bala. Fomos para cama, ele me atacou já na saída do banheiro, e nos beijamos com volúpia e eu com aquela piroca na mão, já louca para chupa-la. Confesso que quando bebo fico ainda mais vagabunda que o normal. Meu tesão por pica de macho triplica, quadriplica...
JC direcionou minha cabeça para sua rola e falava: Mama seu macho loiro, vagabunda, você gosta de um negão, mas hoje é o loiro que vai te enrabar e dar leite. Chupa essa pica, isso, engole tudo. Lambe o sacão do macho. Passa a língua por debaixo da piroca. Agora, engole ele todo até engasgar. Mama bem gostoso como a puta casada que você é. Piranha, viado safado. Porra, se o macho soubesse como boquete guiado e humilhar a fêmea me dá tesão, todos fariam isso.
Ele levantou da cama, me posicionou de barriga para cima e com a cabeça pendurada na beira da cama. Veio por cima e colocou aquele sacão na minha boca e o degustei com prazer, bem raspado, macio, uma delícia de engolir. Depois, JC começou a foder minha boca loucamente e anunciou que estava prestes a gozar. Abri bem a boca e senti sua porra quente escorrer no fundo da minha garganta. Meu cu piscava e não via a hora daquele homem me enrabar.
Tomamos uma ducha rápida, regada a muitos beijos e pegação debaixo d’água e não demorou para a piroca de JC dar sinal de vida. Saímos do banho, puxei-o pela pica e fomos para a cama, coloquei ele de joelhos, mamei com o rabo bem empinado e ele não se aguentou: vamos, que eu quero te enrabar nesse minuto.
Coloquei um travesseiro embaixo do peito e deitei de bruço (posição escolhida por ele). JC fez um cunete gostoso, enfiando sua língua deliciosamente no meu rabo, pegou o KY e falou, agora vou realizar meu desejo de comer o maior viado casado que eu conheço. Depois desse tremendo elogio, não deixei por menos e disse: vem loirão, fode sua cadelinha casada que há muito não dá o cu de bruços, vem que o cu tá piscando, olha.
O homem enlouqueceu com a piscada de cu e veio com a rola duraça. Abri com as mãos e ele foi empurrando, cm por cm, fazia tempo que não dava de bruços, esqueci como ficamos à mercê do macho. A rola vai entrando e você não tem como escapar. Não que eu quisesse, mas fiquei totalmente dominada. JC largou o peso em cima de mim, beijava meu cangote, meu pescoço, minha orelha e minha boca, tudo isso empurrando aquela rola no meu rabo. Eu rebolava e ela entrava fundo. Ele rebolava e metia com tudo. Ele sentou nas minhas pernas e afundava a pica no meu cu. Estava louca, a ponto de gozar sem me tocar. Quando ele aumentou o ritmo e começou a me xingar de tudo que é nome, senti sua porra gostosa dentro do meu rabo.
Caímos exaustos, um para cada lado e adormecemos por uns 40 minutos. Fui acordada com minha mão em sua rola e ele me beijando na boca e falando: vagabunda, não te carquei de 4, não vamos embora até eu te colocar de quatro e foder muito esse rabo branco gostoso. Puta que é puta não recusa piroca, mesmo exausta e já atrasada para chegar em casa.
Mamei bastante até deixa-lo em ponto de bal. Ele dedilhava meu cu e falava, agora de 4 eu vou meter gostoso nesse viado casado, safado e que aguenta bastante rola. Ele me posicionou na beira da cama e nem passou KY dessa vez. Em pé, começou a penetrar meu cu e era delicioso como aquela rola com uma bela cabeça deslizava para dentro do meu rabo. Quando a cabeça passou ele nem me deu tempo de acostumar com o invasor e empurrou até fundo.
No seco, vi estrelas, mas mantive a pose da puta e pedi mais. Ele me empurrou pra frente, subiu na cama e começou a me carcar deliciosamente (acho maravilhoso ser carcada). JC me segurava pela cintura e colocava sua pica toda dentro de mim, dizendo que nunca uma puta aguentou a pica dele assim e que eu fudia melhor que muita mulher. Isso pro viado é o auge. Relaxei, aguentei o castigo e rebolei até levar a terceira leitada.
A seleção perdeu de dois e eu ganhei três leitadas.
Não posso dizer que fiquei triste.
A competição continua e no sábado ele quer mais.
Vou ou não? Digam para mim.
Entrem em contato, esse rabo abaixo pode ser seu, basta combinar direitinho.
Bjs, meus tesudos!
