Experiências - Não foi dessa vez, mas meu instinto tem me feito ousar cada vez mais...



Minha namorada saiu com as amigas para um chá de noiva, sei lá como se chama exatamente. "Vou demorar amor, não me espera", ela disse, me dando um beijo rápido antes de fechar a porta. A casa ficou em silêncio. Um silêncio que, confesso, me deixou inquieto.

Tomei um banho demorado, vesti uma bermuda larga e me joguei no sofá. A TV estava ligada em algum filme qualquer, mas minha atenção estava no celular. Abri o WhatsApp e, quase por reflexo, vi o nome dele lá embaixo. Paulo. Última vez online há poucos minutos. Ele estava viajando a trabalho, em algum hotel em São Paulo. Sozinho, eu sabia. Ele tinha me contado que a noiva ia ficar em BH.

A gente não conversava muito desde aquele dia no carro, quando fiz ele gozar na minha mão e depois chupei meus dedos com o gosto dele. Mas a provocação estava lá, latente. Eu sentia falta. E, pelo jeito, ele também.

Digitei:

"E aí, sumido. Como tá São Paulo?"

A resposta veio em segundos.

"Tá frio, chato, e eu só vou embora amanhã. Você?"

"Em casa, sozinho. A patroa saiu com as amigas."

"Então tá livre?"

"Tô. Por quê? Vai me fazer companhia?"

"Talvez. Depende do que você quer..."

Pronto. O jogo começou.

Eu podia ter respondido qualquer coisa, mas escolhi o caminho da provocação. Afinal, era o que eu fazia de melhor.

"Quero saber se pensou em mim algum momento aí..."

Ele demorou um pouco mais para responder. Eu imaginei ele deitado na cama do hotel, TV ligada, a mão hesitando sobre o teclado. Até que as palavras apareceram:

"Pior que pensei sim."

Meu pau reagiu antes de mim. Aquele frio na barriga, o coração acelerado. Eu estava no controle, mesmo à distância.

"Pensou no quê, exatamente?"

"No seu jeito de me provocar. De você falando no meu ouvido. Da sua mão."

"E da minha boca?" - Com aquele emoji de língua pra fora, nada discreto pelo que os dois já sabiam do que se tratava.

A setinha azul indicou que ele leu. E demorou.

"Fred... você vai me deixar de pau duro aqui, sozinho."

"Isso é um problema?"

"É um problema porque você não tá aqui pra resolver."

"Mas eu posso resolver de longe."

A provocação estava lançada. Eu estava adorando aquilo. A distância, o silêncio da casa, o brilho da tela no escuro — tudo contribuía para uma atmosfera íntima, secreta, só nossa.

Ele mandou uma foto. Era um reflexo no espelho do banheiro do hotel, mas ele aparecia deitado na cama, sem camisa, o peito definido, o braço dobrado atrás da cabeça. O rosto não aparecia — ele era cuidadoso —, mas dava para ver o volume na calça jeans.

"Olha o que você fez."

Eu ri alto. Sozinho no sofá, rindo e com o pau duro.

"Eu não fiz nada ainda. Isso aí é só sua imaginação ou sua noiva mandou algo..."

"Ela não mandou nada! É que minha imaginação anda fértil principalmente quando penso no que você faz comigo..."

"No que faço com você o que? Como assim? rs"

Ele demorou. Eu sabia que ele estava escolhendo as palavras.

"Com o jeito que você fica quando a gente tá no carro. Você falando baixinho, me provocando, olhando pra mim como se eu fosse o seu macho."

Essa palavra me acertou em cheio. "Seu macho". Era exatamente isso que eu queria que ele fosse. E era exatamente isso que eu estava descobrindo que gostava de provocar.

"Você gosta disso? De ser o meu macho?"

"Gosto. Gosto de como você me olha. Gosto de como você me obedece."

"Eu não obedeço. Eu provoco. Você que cai. rs"

"Vamos se não é seu macho que manda... se não é isso, você não vai me fazer eu cair agora na sua provocação e vai parar a conversa agora."

Respirei fundo. A casa silenciosa, e meu pau estralando na bermuda confirmando o tesão que eu estava.

"Você tá deitado? Sozinho mesmo?"

"Tô. E você me deixou assim."

"Assim como?"

Ele mandou outra foto. Agora a mão estava por cima da calça, apertando o volume.

"Tá vendo? É você que faz isso."

Eu estava sedento por mais. Ele me provocava, se posicionando como quem manda. Eu queria ver, queria ouvir, queria que ele mandasse. E então, num impulso, sugeri:

"Vamos fazer chamada de vídeo? Só a câmera, sem mostrar o rosto. Quero te ver." - Eu na real queria ver aquele pau que estava escondido na bermuda que vi na foto. Ele estava comandando e eu começando a ficar com água na boca, coisa que eu jamais imaginei que poderia acontecer: água na boca por vontade de chupar um pau.

Ele aceitou na hora. A chamada conectou e a tela se dividiu: de um lado, o quarto escuro do hotel, a cama bagunçada, o corpo dele estendido, sem camisa. Do outro, a penumbra da minha sala. Nossos rostos estavam fora do enquadramento — segurança em primeiro lugar —, mas o resto estava lá. O peito dele subindo e descendo. O volume na calça jeans. A mão que brincava com o elástico.

"Assim é melhor", eu disse, a voz mais baixa, como se estivesse falando ao pé do ouvido dele. "Agora eu posso ver você de verdade."

"E eu posso ver você", ele respondeu, a voz rouca. "Mostra mais."

Levantei a bermuda um pouco mais, mostrando a coxa, a virilha, o volume estralando por baixo do tecido. Ele moveu a câmera para baixo e abriu a calça. O pau saltou para fora, grosso, a glande brilhando com o pré-gozo.

"Olha o que você fez", ele repetiu. "Tá vendo?"

"Tô vendo. Nunca pensei que ia falar isso, mas... que pau, hein? Tá babando?"

"Tá. Tá molhado. Tá pulsando."

"Imagina que é a minha mão. Aquela punheta que eu bato em você, devagar, olhando pro seu pau..."

Ele gemeu. A mão dele começou a se mover. Eu assistia, hipnotizado, sentindo meu próprio pau doer de tesão, mas sem me tocar ainda. Eu queria que ele gozasse e sujasse toda barriga de porra.

"Você tá se tocando?" ele perguntou.

"Não Paulo, não é hora de você preocupar se tenho pau ou não, não é o que eu quero de você! Tô só olhando o seu. Saboreando."

"Você é maldito, Fred."

"Sou. Mas você gosta é assim, não é Paulo?"

Ele gemia, a respiração ofegante. Eu via o brilho do celular na mão dele, a imagem trêmula, o movimento ritmado. Eu queria mais. Queria levá-lo ao limite.

"Paulo", eu chamei.

"Hum?"

"Você já pensou em mim... de um jeito diferente? Além da mão, além da boca..."

"Como?"

"Você sabe como."

Ele ficou em silêncio por um segundo. A mão continuava se movendo, mas mais devagar.

"Já", ele confessou. "Já pensei. Muito."

"Me conta."

"Penso em você... deitado. De costas. Me esperando."

"Como uma fêmea espera o macho?"

"É."

"Você quer me fazer de sua fêmea, Paulo?"

"Quero."

"Então continua se tocando. E imagina que é isso que você vai fazer comigo quando voltar. Imagina que eu tô deitado, esperando meu macho para me transformar em fêmea... pela primeira vez. Mas promete que vai com calma, promete?"

"Prometo Fred, vou com calma... vou te fazer de fêmea e você vai amar!"

E entrando mais ainda no personagem, assistindo ele batendo uma e já doido para deixar ele maluco e gozar, disse: "Hummm... é o que eu mais quero agora Paulo, quero você me fazendo de fêmea... me iniciar como fêmea... bem evagar, sentindo tudo..."

Ele não aguentou a ininuação e imaginar o momento que eu relatava, ele gemeu mais alto, a mão acelerou e eu vi quando a barriga dele começou a contrair.

"Assim eu vou gozar", ele avisou.

"Espera", eu pedi. "Espera só mais um pouco. Deixa eu te mostrar uma coisa."

Pausei a câmera da chamada de vídeo por um instante — só o suficiente para ir até o quarto. Deitei na cama de barriga para baixo, ainda de cueca, os cotovelos apoiados no colchão, segurando o celular. Troquei para a câmera frontal e posicionei o aparelho apontando para o meu bumbum, daa para ver pela tela que estava com o bumbum em foco. Instintivamente, empinei um pouco, tentando arquear o corpo, realçar a curva... exatamente como eu andava treinando como se faz ao deitar na cama. Não ficou perfeito — ainda me falta prática nessa posição —, mas o efeito estava lá. A luz do abajur desenhava o volume, a cueca justa, a silhueta que insinuava sem mostrar tudo.

Reativei a câmera da chamada de vídeo. Agora, em vez do teto ou da parede, ele via ao vivo a imagem do meu corpo deitado de bruços, o bumbum empinado, a cueca marcando cada curva. Um ensaio silencioso do que poderia vir a ser.

— Olha aí — eu disse, a voz manhosa, arrastada. — Tava pensando em ficar assim pra mim primeira vez, ficar nessa posição pra você…

Ele ficou em silêncio por uns segundos. Depois, a voz saiu mais rouca:

— Caralho, Fred. Isso é um convite?

— Convite? — repeti, fazendo uma pausa longa, aquele silêncio provocante que eu sabia que o deixava maluco. — Não sei… Eu nunca fiz nada assim… Quem sabe um dia, né? — e dei uma risadinha baixa, manhosa. — Vai que é gostoso e eu gosto…

Ele gemeu, a mão acelerando no pau. Eu via tudo pela câmera: o membro pulsando, a barriga contraindo, o jorro quente que sujou a mão, o abdômen e foi até no peitoral... quase pegou no celular eu acho. Ele gozou assim, assistido, provocado, completamente rendido.

— Pronto — ele disse, a voz cansada e satisfeita. — Gozei.

— Eu vi. Foi lindo.

— E você? Gozou?

— Eu? — repeti, com aquele tom de quem vai fazer uma confissão, mas desvia no último segundo. — Ainda não. Acho que vou guardar essa… Para você me fazer gozar de uma forma diferente, quem sabe…

— Diferente como? — ele perguntou, e eu percebi pela voz que ele já tinha entendido, ou pelo menos desconfiava.

— Ah, sei lá… — desconversei, fingindo desinteresse. — Você que é o macho, não eu. O macho tem obrigação de fazer sua fêmea gozar...

— Você tá falando sério?

— Tô falando nada, Paulo. Só tô pensando… Vai que um dia você me faz gozar de uma forma diferente que eu nunca experimentei… — e deixei a frase morrer no ar, sem completar, sem confirmar.

Ele ficou em silêncio. Eu sabia que a mente dele estava trabalhando, juntando as peças. Mas eu não ia facilitar.

— Você é maluco — ele disse, por fim, mas a voz tinha um sorriso.

— Sou. Mas você gosta.

Ficamos mais um pouco em silêncio, as câmeras ainda ligadas, a respiração voltando ao normal. Depois nos despedimos, e a tela escureceu.

Mas eu ainda não tinha terminado. Deitado na cama, ainda de bruços, ajustei a cueca — puxei o tecido para cima, deixando-a mais "socada", mais cavada, o bumbum mais evidente. Empinei de novo, agora com mais calma, mais consciência do ângulo. A foto ficou melhor que a da chamada. Mais provocante. Mais perto do que eu realmente queria mostrar — mas ainda sem mostrar nada explícito.

Abri o WhatsApp e mandei a imagem. Na legenda, escrevi:

"Guarda com cuidado. E não me cobra nada… ainda. ??"

Ele visualizou. Não respondeu. Apenas mandou um emoji de assustado e um de carinha safada. Mas eu sabia que aquela foto ficaria salva na galeria dele por muito tempo. E que, quando a gente se reencontrasse, ele já não teria mais dúvidas sobre o que eu queria — mesmo que eu nunca tivesse dito com todas as letras. Poucos minutos depois mandou um emoji de uma banana e um de gostas de água voando; para um bom entendedor, dois emojis bastam. E para mim bastou: com certeza ele tinha batido mais uma vendo a foto do meu bumbum.

Respondi apenas com um emoji de vergonha e aquele outro de anjinho. Nada como uma provocação com aquele ar de ingenuidade juvenil e timidez para deixar um homem maluco, eu já tive uma namorada usava e abusava dessa técnico comigo, era minha vez de usar da mesma estratégia para deixar o Paulo maluco!

Fiquei deitado no escuro, olhando para o teto e pensando: O Paulo é mesmo naturalmente um macho, o alfa. Na perde a oportunidade de se impôr, mesmo que demonstrando preocupação, mesmo sem falar nada, tem uma postura que impõe sua dominância sobre sua presa. E eu? Eu sou a presa do Paulo — inclusive aquela presa que instiga, que se insinua, que deixa no ar a possibilidade e também institivamente aceita sua posição de presa prester a ser dominado... mas não apenas dominado como uma mulher é e que já natual, mas como um homem que - apersar dejá ter imaginado muito - está prestes a se despir de todos os costumes e preconceitos impostos pelo normalismo comportamental e aceitar que está prestes a assumir um novo papel: fêmera de um macho.

Ps.: Antes das críticas, eu entendo que existe todo um inifinito de possibilidades durante o sexo, no tesão... e que tem também o sexo entre homens que ambos curtem atuar como o macho naquele momento e respeito todos os tipos; mas o meu fetiche e meu tesão vem de me imaginar sendo feito de fêmea pelo macho, sem envolver uma total feminilização, não é o ponto. Eu curto é a insinuação e o uso de alguns dos elementos comportamentais usados pelas garotas que impactam mais no psicológico, como quando falo o nome do Paulo no ouvido dele bem baixinho, lembrá-lo que nunca fiz nada meio que reforçando uma virgindade, pedindo para ir com calma quando rolar tentando mostrar uma ansiedade, o jogo de ter mandado a foto com o bumbum empinado... então, por favor, sem palestrinhas, estou apenas relatando minhas descobertas nesse novo mundo de possibilidades de prazeres.


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Comentários


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alda Comentou em 06/07/2026

Já fiz sexo assim por chamada algumas vezes e é nom sim, ficarmos imaginando como será na prática e é sempre.bom demais.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Experiências - Não foi dessa vez, mas meu instinto tem me feito ousar cada vez mais...

Codigo do conto:
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Categoria:
Gays

Data da Publicação:
06/07/2026

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