O Despertar de Xaiane – Parte 5 - Seguindo enrustida



O Despertar de Xaiane – Parte 5 - seguindo enrustida
Aos 18tinho eu já não era mais virgem. Depois daquela primeira vez no matagal ainda adolescente, meu corpo tinha virado um vulcão. Mas em casa a liberdade era quase zero. Ainda morando com a família, eu mal conseguia me arrumar com calma ou passar a noite fora. Isso me deixava maluca, desesperada. O tesão acumulado não me deixava dormir.
Quando não aguentava mais, eu saía escondida. Me arrumava rápido no banheiro, colocava uma roupa por cima e ia pra rua como Xaiane. Os lugares eram sempre arriscados: ciclovias desertas tarde da noite, construções abandonadas, terrenos baldios, becos escuros. Eu sabia que era perigoso. Nunca se sabe quem pode aparecer — um tarado bom, um maluco, ou coisa pior. Mas o risco só aumentava minha excitação.
Uma noite, vesti minha sainha jeans curtíssima, calcinha fio-dental branca enterrada fundo na bunda, top preto colado e a peruca loira. Fui pra uma ciclovia perto do rio, quase sem luz. Não demorou muito e um homem apareceu de moto. Parou, me olhou de cima a baixo e sorriu safado.
— Tá perdida, boneca?
Eu não falei nada. Só virei de costas, empinei a bunda e levantei a saia devagar, mostrando como a calcinha estava enfiada entre minhas nádegas grossas. Ele desceu da moto, me puxou pro mato ao lado da pista e me colocou de quatro. Abaixou a calça e enfiou o pau grosso em mim de uma vez. Gemi alto, sentindo ele me arrombar. Ele metia forte, segurando minha cintura, me chamando de putinha de rua, vadia enrustida, boneca safada.
Gozei tremendo inteira, meu pauzinho babando dentro da calcinha sem nem precisar tocar. Ele terminou gozando bem fundo, me enchendo de porra quente. Depois mandou eu limpar o pau com a boca. Engoli tudo, ainda de joelhos na terra.
Teve várias noites assim. Construções abandonadas eram minhas favoritas. Eu entrava num andar vazio, me encostava numa parede e esperava. Às vezes aparecia um só. Outras vezes dois ou três. Eu ficava apavorada e molhada ao mesmo tempo. Deixava eles me usarem como quisessem — de quatro, contra a parede, de joelhos chupando um enquanto outro me comia por trás.
O perigo era real. Coração disparado, o medo de ser roubada, agredida ou descoberta. Mas era exatamente isso que me fazia voltar. Eu precisava ser comida. Precisava sentir pau de verdade. Precisava ser tratada como a boneca enrustida que eu tinha virado.
Durante o dia, no trabalho, eu fingia ser normal. Mas por baixo da roupa de sapo, muitas vezes estava uma calcinha molhada, lembrando da noite anterior. Escondia tudo… por enquanto.
Foto 2 do Conto erotico: O Despertar de Xaiane – Parte 5 - Seguindo enrustida

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Despertar de Xaiane – Parte 5 - Seguindo enrustida

Codigo do conto:
266889

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
11/07/2026

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4