Ajoelhado no chão da entrada, o gordinho olhou para cima com aqueles olhos de fome que já não tava disfarcando nada. Desabotoei as calças e tirei o pau para fora, grosso e pesado, a pulsar diante da cara redonda dele. A mão se fechou nos cabelos do novinho e puxei a cabeça para a frente sem dó. "Abre essa boca, guloso." Ele abriu, a língua já de fora, e eu coloquei o caralho até ao fundo da garganta de uma vez. O som que ele fez foi meio engasgo meio gemido, mas não recuou. Pelo contrário — começou a mamar com uma vontade desesperada, a cabeça a vai-e-vem enquanto a baba lhe ficava caindo pelo queixo e pingava no chão.
Meti as duas mãos na cabeça dele e comecei a comer aquela boca gulosa com força, o pau preto a entrar e sair daquela boquinha molhada que não fechava. A baba descia pelo pescoço, caindo pelo saco, fazia fios grossos que ficavam saindo a cada estocada. "É mesmo guloso, né?" — e larguei um tapa na cara, seco, a pele branca a ficar vermelha. Ele gemeu com o pau na boca, os olhos a revirar. Outro tapa, do outro lado. "Toma, para aprender o que merece tomar seu safado" A boca dele não parou, chupou com mais fome a cada tapa, babando cada vez mais, o queixo todo lambuzado.
Agarrei pelos cabelos e o puxei para trás, o pau a sair da boca molhado. Ele ficou ali de joelhos, , a cara vermelha dos tapas e a baba caindo pelo peito. "Agora vamo à cama que eu quero comer esse cu." O arrastei pelos cabelos pelo corredor fora, o gordinho engatinhando atrás de mim, já gemendo antes mesmo de chegar no quarto.
O atirei de barriga para baixo na cama, o corpo gordinho a afundando na cama. Abri o rabão com as duas mãos, a pele branca e macia a cedendo, o cu apertadinho a piscando. Cuspi no cu dele, a saliva caindo devagar, e coloquei a cabeça do pau de uma vez. Ele soltou um grito rouco, as costas se contorcendo, as mãos a agarrando a cama. O cu me apertando com uma força que me fez gemer, aquele calor húmido a engolindo o meu pau preto centímetro a centímetro. "Aguenta, gordinho." Comecei dando com tapões duros, os meus quadris a batendo no rabão gordo com estalos secos que ecoavam pelo quarto. A cama rangindo, batendo na parede, e ele gritando como um louco, a voz subindo a cada estocada. Coloquei a mão direita na boca, os dedos a apertando as bochechas. "Cala a boca que os seus pais ouvem. Foi vc que procurou o pau do pretão, agora aguenta." Ele gemendo contra a minha palma, a baba a caindo entre os dedos. O comi com força, cada tapão mais fundo, o corpo dele tremendo todo. Senti o pau a pulsar, a pressão a subindo e soltei em jatos quentes dentro daquele cu apertado, a leitar tudo. Dei mais duas estocadas lentas, tirando as últimas gotas, o leite escorrendo quando tirei o pau para fora.
Tirei a mão da boca e ele ficou ali deitado, os olhos semicerrados, o corpo mole sobre a cama cheia de suor. As nádegas gordas ainda tremendo, o leite caindo da entrada apertada. "Levanta, gordinho. A sua mãe está esperando o sal." Ele gemeu, as pernas tremendo ainda quando se colocou de pé. Se vestiu rápido, a apertando o rabão dele sentindo bem o que eu deixei para ele. Pegou no pacote de sal em cima da mesa.
A campainha tocou.
Abri a porta com um sorriso satisfeito, o corpo ainda quente, os músculos relaxados. A Mãe do Vizinho estava ali, os braços cruzados, o olhar impaciente. "Me desculpa, ele demorou tanto. Preciso do sal para o almoço." Eu com um sorriso: "Sem problema. Ele acabou me ajudando aqui com um problema em casa. Me deu uma boa ajuda, o seu filho." O novinho apareceu atrás de mim, o pacote de sal na mão, a boca tremendo para não rir. Os olhos brilhando com o duplo sentido, as bochechas vermelhas. "Boa ajuda, sim", repetiu ele, a voz ainda rouca, e saiu porta fora com a mãe.
