— Posso ficar aqui com você? Lá na sala tá muito barulho — perguntou baixo.
— Claro — respondi, sem virar.
Ele entrou, se espremeu do meu lado na cama pequena e puxou o lençol fino para cobrir os dois. Ficamos quietos um tempo, mas senti ele se aproximando cada vez mais, o corpo quente grudando no meu. Logo depois percebi o movimento discreto: a mão dele desceu para dentro da calça, e ouvi ele respirar fundo, contendo um gemido.
Depois ele encostou o quadril bem na minha bunda, devagar, empurrando um pouco para que eu sentisse: já estava todo duro, o pau enorme e rijo marcando forte o tecido da sua bermuda. Meu coração disparou no peito, fiquei todo arrepiado, e fingi estar dormindo, respirei devagar e fiquei parado, mas eu queria que ele continuasse.
Ele entendeu o sinal. Começou a passar o pau duro e grosso por cima da bermuda, esfregando devagar, subindo e descendo, apertando contra mim. Sentia o calor que saía dele, a ponta molhada já manchando o tecido, e eu fiquei todo bobo, com a respiração ficando mais pesada, quase gemendo.
Então senti as mãos grandes e ásperas dele na minha cintura, puxando a bermuda devagar para baixo. Eu não me mexi nem um pouco, deixei ele baixar até os joelhos, deixando minha bunda inteira à mostra para ele. O ar bateu na pele, e logo depois senti ele passar a mão quente por mim, espalhando cuspo na entrada, preparando tudo.
Encostou a cabeça do pau ali, grande, grosso, preto e brilhando de vontade, e entrou devagar, abrindo tudo. Senti cada centímetro entrando, as veias grossas roçando por dentro, preenchendo meu cuzinho apertado até não caber mais. Não resisti mais: soltei um gemido alto, empurrei a bunda de volta para ele entrar mais fundo.
— Isso… deixa eu te foder direito, sussurrou ele, com a voz rouca de desejo.
Começou a bater devagar no começo, depois foi puxando e enfiando com força, batendo fundo a cada vez, fazendo a cama balançar. Segurou firme na minha cintura, apertando forte a carne, e fodeu com tudo, ritmado e gostoso. Eu gemia alto, apertava o lençol, sentia ele me invadir todo, e queria que nunca parasse.
Quando chegou ao limite, ele apertou mais forte, deu umas enfiadas profundas e rápidas, gemeu alto no meu ouvido e gozou tudo dentro, jorrando leite quente em grande quantidade, enchendo meu cuzinho até transbordar. Ficou parado ali por um tempo, ofegante, ainda pulsando dentro de mim, e eu sentia o calor escorrendo pelas minhas coxas.
Ninguém sabia daquilo, mas aquela tarde quente ficou marcada na minha pele para sempre.
Puta, que gostoso, que um amigo atrevido e safado assim.