Todos os dias quando chegava da faculdade acabava me deparando com meu vizinho que morava no andar de cima, todo dia nos víamos no elevador, nossos comprimentos não passavam de boa tarde a boa noite, até que um belo dia, quando eu estava chegando para pegar o elevador percebi que o elevador estava cheio, não entendi o porque afinal era sexta-feira, então resolvi subir pelas escadas, então caminhei para escada, ao caminhar notei como se tivesse alguém me seguindo e quando olho para trás, lá estava o vizinho do andar de cima, um rapaz alto negro dos olhos (cor) de mel, aparentava ter 1,78 de altura, seu peitoral morava na camisa regata que vestia, as veias pulsava em seus braços malhados, então ele vinha atrás eu já fiquei nervoso vendo aquele homão caminhando atrás de mim, quando abrir a porta que dá acesso à escada e entrei, ao fundo só ouço uma voz rouca:
— Segura, por favor.
Eu prontamente segurei a porta para aquele monumento passar, ele vinha carregando em uma das mãos uma sacola com caixas de cerveja, suas veias dos braços saltavam, eu já ficava imaginando se as veias do braço era assim imagina como seria as veias daquele paulzão preto, a boca chega saliva só de imaginar.
Ele se aproxima lentamente e agradece, por alguns momentos eu fiquei hipnotizado vendo aquele monumento.
Eu subi na frente dele lentamente, e ele atrás então o inesperado aconteceu, eu tropecei no cadarço do tênis, juro, não foi intencional, de repente sinto só aquele braço forte me segurando como se eu fosse algo bem frágil que não podia quebrar.
Eu pedi desculpas e prontamente me inclinei na frente dele, para amarrar o tênis, mas minha mente já imagina coisas, que braço forte, que volume marcando, como eu queria que o tempo parasse.
Foi quando ele pediu licença e subiu na frente, me ignorando completamente.
Então subi para meu apartamento, ao chegar no meu apartamento não tirava aquele negão da minha cabeça, guardei meus materiais, e fui direto para o banheiro, não me contive, fechei meus olhos e comecei a bater uma punheta para aquele negão, comecei imaginar aquele paulzão grosso, cheio de veias dentro da minha boca, e ele falando vai safado chupar esse pau, não é o que você queria o tempo todo, só de imaginar eu já ficava todo arrepiado, com a boca salivando e o meu cuzinho piscando, doido para sentar naquele mastro.
Na manhã seguinte do sábado não sabia ia ter uma confraternização do condomínio, decidi sair para comprar cervejas, quando olho para o elevador lá está ele parado aguardando abrir a porta, quando elevador abriu estava lotado e eu não queria descer pelas escada e perder a oportunidade de ficar perto daquele negão, eu queria marcar território então, pedi para segurar.
Ele entrou primeiro, entrei seguida, tava tão lotado que nossos corpos ficam muito próximo, quase grudados um no outro, eu conseguia sentir aquela respiração ofegante no meu pescoço, foi quando o pessoal começou a sair e restou só nós dois, eu fiquei tímido no canto e ele no outro.
Foi quando ele simplesmente perguntou:
— vai ficar na recepção ou no estacionamento?
Eu respondi: vou para o estacionamento estou aguardando o Uber chegar com as compras,
Ele apertou o botão e não falou mais nada, simplesmente o silêncio pairava entre nós no elevador, foi quando olhei para o painel do elevador percebi que ele também iria para o estacionamento.
Para minha alegria ainda iria poder aproveitar aquela companhia, ao chegamos no estacionamento o silêncio ainda reinava, as minhas compras chegou igual com a dele com o mesmo entregador, então tivemos que subir novamente junto, eu esperei porque minhas compras era pouca coisa então perguntei a ele se queria ajuda, ele pela primeira vez deu um sorriso e agradeceu, pqp que sorriso, que homem, então segurei a porta do elevador.
Já se passava das 15h, quando do nada o elevador para, sim, o elevador decidiu quebrar no segundo andar e eu morava no terceiro andar e ele no quarto.
Ele apertava o botão de emergência com frequência como se já estivesse aperreado, quando olho para ele diz:
— calma moço, vamos ligar para recepção, eles devem resolver isso rápido.
Ele nervoso começa a tirar a camisa e desabotoar a bermuda, como se só ele estivesse ali, quando ele fala desculpas, mas eu sou meio claustrofóbico, então abri minha sacola retirei uma água e ofereci tentando acalmar e distrair.
Quem diria um negão daquele, tão próximo de mim. Ele começou a puxar assunto, já tinha se passado 1h após a ligação para recepção, quando de repente ele diz que está apertado e quer mijar não se aguentava mais, então ele pega a garrafa vazia que dei para ele beber a água, quando do nada ele baixa a bermuda, e tira aquele monumento de pau para fora, quando ele arregaça a cabeça do pau para fora e encosta na boca da garrafa e começa a mijar, eu fiquei chocado ao ver aquele mastro aquele pau mole parecia ter uns 12 cm mole, imagina duro, minha mente começou a imaginar coisas. Sem que eu percebesse eu já estava vidrado olhando aquele pau pesado, grosso cheio de veias, tinha uns 21 centímetro, eu não tinha percebido que quanto mais eu olhava mais excitado eu ficava e meu pau já marcava a minha bermuda.
Quando do nada ele diz:
— pelo visto você gosta que ver né?
Eu apenas confirmei com um jeito bem safadinho, ele simplesmente pega minha mão e bota naquele pauzao, eu sentir aquele pau crescer na minha mão, quando mais eu masturbava ele, mas meu pau pulsava dentro da minha bermuda, foi então que ele não se conteve pegou pela minha cabeça e disse: mama aí vai, sei que você já está doido para cair de boca nesse pau.
Eu não contei conversa chupei tanto aquele pau como se não houvesse amanhã, eu dava umas sucada de leve descia com minha língua naquele pau cheios de veias, passava lentamente da cabeça até suas bolas, saboreando toda aquela tora de madeira, a cada sugada que eu dava ele dava uns gemidos forte, então decidi mostrar a ele o que eu sabia, passei a língua na cabecinha, fui botando a boca lentamente na cabecinha e fui enfiando aquele pau dentro de minha boca até chegar em minha garganta quando eu sentir todo aquele pau dentro da minha garganta, então ele começou a socar na minha garganta, quando do nada ele dá um gemido forte com aquela voz rouca eu vou gozaaaar, aaaa, então eu não deixei ele tirar o pau, aproveitei e engoli todo aquele leite quente e grosso, eu pude sentir o leitinho escorrendo pela minha garganta, finalmente pude saborear o gosto daquele vizinho negão.
