A fome do segurança

Todos os dias é de costume eu ir para a copa do estacionamento esquentar minha janta. Lá na copa tem quase de tudo: desde banheiro até uma mini cozinha. Essa copa é de uso dos funcionários, mas geralmente quem usa são os seguranças e alguns alunos da faculdade.

Certo dia, resolvi ir esquentar minha janta — só que era sexta-feira, e na sexta mal tinha aula para os outros cursos, então a faculdade não tinha muito movimento nas sextas-feiras.

O estacionamento estava muito silencioso, então fui direto para a copa. Ao me aproximar, ouvi um som de água caindo que vinha do banheiro; deduzi que tinha alguém tomando banho. Não me importei muito, me encaminhei para a copa e me sentei para esperar minha janta esquentar.

De repente vejo um homem alto, negro, parrudo — tinha por volta de 1,79 m de altura — saindo do banheiro só de toalha no pescoço, calça e sandália. Ele se aproximou e me cumprimentou:

— Boa noite.

Eu respondi educadamente:

— Boa noite.

Ele continuou se secando e puxando assunto. Papo vai e papo vem, e a hora se passava sem percebermos. Já era quase 21h quando ele, do nada, falou:

— Chega essa hora dá uma fome insaciável. Estou aqui desde as 17h e já estou cheio de fome. Queria comer algo diferente.

Eu apenas sorri.

Perguntei:

— Tipo o quê?

Ele se virou e ficou pegando em seu pau sobre a calça, sorriu de canto e disse:

— Rapaz, depois de um bom banho eu queria relaxar e comer. Adivinha aí o que seria bom para relaxar e tentar matar a fome.

Minha boca salivava vendo aquele homem em minha frente pegar em seu pau. Só queria saber e me deliciar imaginando como era aquele pau dentro daquela calça. Então me aproximei dele e meti a mão em seu pau sobre a calça, e disse-lhe olhando nos olhos:

— O que você quer comer eu não sei, mas minha boca está sequinha e quero matar minha sede.

Por alguns instantes o tempo parou. O silêncio do estacionamento estava ensurdecedor; nossos corpos suspiravam de desejo, seu corpo exalava prazer e desejo. Ele desabotoou o cinto e pôs minha mão por dentro de sua cueca, e comecei a punhetá-lo por cima. Ele, respirando ofegantemente, me afastou e disse:

— Deixa eu dar uma olhada aqui, ver como está o perímetro.

Eu apenas me afastei e desliguei o fogo. Quando olho para o corredor da porta, vejo ele encostando a porta e passando o trinco. Quando vejo aquele homem grande e parrudo vindo na minha direção com as calças abaixadas e com seu pau duro para fora da cueca.

Seu pau não era muito grande nem muito pequeno; tinha em torno de uns 17 centímetros, escuro e cheio de veias. O que me deixava ainda mais com tesão era porque era bem grosso, a ponto de não fechar na minha mão. Ele se aproximou, pegou-me pelo pescoço e disse:

— Pronto, agora pode saciar sua sede.

Abaixou-me, me colocando de joelhos; eu estava cara a cara com aquele pau duro em minha frente. Não perdi mais tempo: passei a língua na cabeça de seu pau e comecei a lamber. Minha língua percorria aquele cacete que já se encontrava bem babadinho de tesão. Chupava seu pau como se não houvesse amanhã; a cada sucada que eu dava na cabeça daquele cacete, mais ele gemia, e sua voz rouca estremecia o ambiente.

Ele me levantou, me empurrou contra a parede me deixando de costas para ele. Eu me encontrava totalmente indefeso e submisso a ele, quando ele se aproximou do meu ouvido e disse:

— Agora eu vou te fazer de meu putinho. Empina esse cuzinho para mim, seu safado.

Abaixou minhas calças, tirou minha cueca e caiu de boca no meu cuzinho. Sua língua era bem grande que parecia que ele fudia meu cuzinho só com a língua. A cada lambida que ele dava no meu cuzinho me fazia querer subir pelas paredes. Meu corpo tremia de desejo.

Ele subiu lentamente lambendo minha bunda e passando a sua língua pelas minhas costas, até chegar ao meu ouvido e falar:

— Agora vou te comer. Não grita, só geme para o seu homem, porque de agora em diante vou ter essa comida diferente todas as sextas-feiras.

Me arrepiei na hora e apenas consenti; prometi ficar caladinho e só gemer baixinho. Ele tentou forçar a entrada do meu cuzinho com a cabeça do seu pau grosso; meu cuzinho estava bem molhadinho, o que facilitou a entrada da cabeça.

Mas quando passava da cabeça, eu sentia como se meu cuzinho estivesse sendo rasgado de fora para dentro. O pau grosso pulsava dentro do meu cuzinho; quanto mais ele forçava a entrada, mais o meu cuzinho ardia.

Então eu disse:

— Calma, está doendo. Vamos tentar outra posição.

Ele falou:

— Então fica de quatro aqui, põe as mãos sobre a cadeira e empina esse rabo. Deixa de frescura! Não era pau que você queria? Então pau você vai ter, e eu vou te dar leite de porra quente no seu rabo.

Obediente como eu sou, apenas abaixei mais minhas roupas até ficar completamente nu. Ele voltou a chupar meu cuzinho para tentar facilitar mais a entrada; então pôs novamente a cabeça do seu pau dentro do meu cuzinho e esperou que eu me acostumasse com aquela grossura dentro de mim.

Quando percebeu que eu já estava todo relaxado e gemendo de prazer, começou a socar lentamente até entrar todo o seu pau grosso dentro do meu cuzinho. Quando viu que já estava todo dentro de mim, começou a acelerar o ritmo, socando cada vez mais forte.

Sua respiração era tão forte que o silêncio ensurdecedor da copa e do estacionamento chegava a ecoar.

Ele me levantou, mandou eu pôr uma perna em cima da cadeira e as mãos na parede, e começou a me foder rapidamente. Falando:

— Isso, empina esse rabo para o seu negão. Vai...

— Rebola, isso, isso... Caralho, que cuzinho apertado! Não vou aguentar... Isso...

Eu gemia baixinho de tanto tesão, enquanto ele socava no meu cuzinho e eu sentia aquele pau grosso pulsar dentro de mim. A cada estocada mais eu queria sentir seu pau jorrar leite.

Ele socou com tanta força que dei um leve grito alto:

— Isso, caralho! Fode esse cuzinho, seu puto gostoso!

Parece que essa frase fez ele ir à loucura; empurrou de vez aquele cacete duro dentro de mim, que minhas pernas ficaram bambas e caí da cadeira, indo direto contra a parede, ficando totalmente indefeso. Ele pôs os braços por baixo dos meus e me levantou; nunca um homem tinha me fudido assim.

Ele sentou na cadeira e disse:

— Agora cavalga sobre o seu negão.

Eu fiquei de frente para ele; meu cacete duro batia em seu abdômen a cada movimento, e ele já estava todo babando. Tentei beijá-lo, mas ele se esquivava, virando o rosto para os lados e apenas gemendo e suspirando de prazer.

De repente, ele olha nos meus olhos, se aproxima do meu ouvido e fala:

— Quer que eu goze aonde?

Eu apenas respondi:

— Dá o leitinho no cuzinho do seu putinho, vai, negão.

Então ele me pegou nos braços, me jogou de quatro e fodeu com mais força ainda. Foi quando senti o pau pulsar mais forte e finalmente ele gritou:

— Aaaa, porraaaaa! Que cu gostosooo! Vou... vou gozaaaaar, caralhoooo!

Quando senti o jato de porra quente jorrar dentro do meu cuzinho, foi quando gozei junto. Ele me puxou com o pau ainda dentro de mim, mordeu minha orelha no canto e disse:

— Vai ser minha marmita das sextas-feiras agora?

Eu simplesmente balancei a cabeça confirmando que sim.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A fome do segurança

Codigo do conto:
267018

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
13/07/2026

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