Raquel era uma quarentona madura, poderosa e extremamente sensual. Responsável numa grande empresa, era conhecida pela sua competência, elegância e pela sua sensualidade. Tinha um corpo que continuava a virar cabeças: cintura bem marcada e um cu redondo, empinado e generoso. Usava sempre lingerie sexy preta por baixo da roupa de trabalho – rendas finas, tangas que mal cobriam o rego, soutien meia-taça que realçava os mamilos. Era casada com António, um homem que a fodia bem mas ela sentia um vazio sexual. O cunhado dela, o N tinha 51 anos, era dono de uma empresa que mantinha contratos regulares e parcerias importantes com a empresa onde Raquel trabalhava, o qud justificava encontros frequentes, reuniões depois do expediente e visitas inesperadas. O N era da altura do Antonio, um pouco mais forte e mais largo, musculado, com ombros largos, andava sempre bem vestido e o cabelo com alguns fios grisalhos que lhe davam um ar ainda mais maduro e atraente, e um olhar predador que parecia despir qualquer mulher. A tensão sexual entre eles era antiga, palpável e proibida. Olhares demorados em reuniões de negócio, toques “acidentais”, mensagens tarde da noite com duplo sentido. Raquel sonhava com o dia em que aquele homem maduro e experiente a fodesse sem piedade, especialmente no cu – o sítio onde mais gostava de ser enrabada. Era uma sexta-feira à noite, já passava das 17h30. O escritório estava completamente deserto. Raquel ficara para finalizar uma proposta importante de negócio com a empresa de N. Vestia uma saia curta preta justa que abraçava o seu cu redondo como uma segunda pele, uma blusa branca de seda semi-transparente e saltos altos que alongavam as suas pernas. Por baixo, a sua lingerie sexy preta favorita: um sutiã de renda transparente que mal escondia os mamilos escuros e uma tanga fio-dental preta que desaparecia entre as nádegas empinadas e generosas. O telemóvel vibrou. Era N. “Estou cá em baixo. Trouxe os documentos actualizados do contrato entre as nossas empresas. Subo?” Raquel sentiu um calor subir pela barriga e a cona começar a humedecer. Respondeu imediatamente: “Sim. Estou sozinha. Entra directamente.” Minutos depois, N apareceu no gabinete. Aos 51 anos, exalava maturidade, poder e força: camisa branca justa marcando o peito largo e os braços musculados, fato escuro que delineavam as coxas grossas. O cheiro dele – perfume amadeirado, homem maduro e testosterona – invadiu o espaço. “Raquel… estás espectacular esta noite. Sozinha aqui à noite… perigoso para uma mulher como tu,” disse ele, aproximando-se com um sorriso lento e predatório. “Negócios são negócios, N. A tua empresa e a minha precisam deste contrato fechado… mas hoje o escritório está vazio,” respondeu ela, a voz já rouca de desejo. Os olhos dele desceram para os seios e pararam no volume da saia, imaginando o cu redondo que tanto desejava foder. Sem mais palavras, N segurou-a pela cintura com mãos grandes e experientes e beijou-a com fome acumulada de anos. A boca dele dominou a dela, língua invadindo profunda, chupando, mordendo o lábio inferior. As mãos dele desceram imediatamente para o cu, apertando as nádegas generosas e redondas por cima da saia justa, separando-as, amassando a carne macia. “Este cu… aos 51 anos ainda sonho todas as noites com ele empinado para mim enquanto fecho negócios contigo,” disse N contra os lábios dela, apertando com mais força. Raquel gemeu alto, pressionando o corpo contra o dele. Sentiu o pau dele, já duro e grosso, roçando contra a sua barriga. As mãos dela abriram a camisa dele, tocando o peito peludo e os músculos ainda firmes. Ele desabotoou a blusa dela com impaciência, revelando o sutiã preto sexy. Puxou os copos para baixo e atacou os mamilos com a boca experiente – chupando forte, mordendo, lambendo em círculos rápidos. Raquel arquejou, agarrando o cabelo grisalho dele. N levantou a saia até à cintura, expondo a tanga preta minúscula. A mão grande dele deslizou por baixo, sentindo a cona já encharcada. “Molhada toda… e esta tanga sexy… estás a pedir para ser enrabada como mereces enquanto as nossas empresas fazem negócio.” Ele virou-a contra a mesa do gabinete, inclinou-a para a frente e deu várias palmadas fortes no cu redondo e empinado. A carne macia tremia a cada impacto, ficando rosada e quente. Depois puxou a tanga preta para o lado e enfiou dois dedos grossos na cona quente e molhada. Fodeu-a com os dedos enquanto o polegar experiente pressionava e circulava o cu apertado. “Quero este buraco hoje… vou enrabar-te até não aguentares mais,” murmurou ele com voz rouca. Raquel empinava o cu contra a mão dele, gemendo como uma puta: “Enraba-me, N… adoro ter o cu fodido por um homem maduro como tu, dono da empresa que fecha contratos comigo.” Ele sorriu, cuspiu na mão e trabalhou o dedo médio no cu dela, abrindo-a devagar, preparando o terreno. Depois levou-a pela mão até à grande sala de reuniões. A mesa enorme de madeira escura brilhava sob as luzes baixas. N fechou a porta, tirou o resto da roupa dela, deixando-a apenas com a lingerie preta sexy e os saltos altos. Sentou-a na borda da mesa, abriu-lhe bem as pernas e ajoelhou-se. A língua experiente dele lambeu a cona inchada, subindo devagar até ao cu, circulando o anel apertado com fome. Chupou e lambeu o cu dela com devoção, enfiando a língua dentro enquanto dois dedos fodiam a cona ritmadamente. Raquel segurava a cabeça dele, rebolando os quadris, gemendo alto na sala vazia. “Sim… come o meu cu… adoro isso… lambe-me toda…” Depois de a deixar à beira do orgasmo, N levantou-se, tirou o pau grosso, veioso e ainda muito duro para os 51 anos. Alinhou na cona e entrou com uma estocada profunda e experiente. Fodeu-a com força, os seios dela saltando, enquanto as mãos apertavam o cu redondo. Mudou para o cu. Cuspiu bastante, pressionou a cabeça grossa contra o anel e forçou devagar. Raquel respirou fundo, relaxando, adorando a sensação de ser aberta por aquele pau maduro. Centímetro a centímetro, o pau dele desapareceu completamente no cu redondo e empinado. Quando estava todo dentro, ele começou a foder com estocadas longas, ritmadas e profundas. “Que cu perfeito… apertado, quente, feito para ser enrabado… aos 51 anos ainda consigo foder assim enquanto fecho negócios contigo,” grunhiu ele. Raquel masturbava o clitóris inchado enquanto ele a enrabava na mesa. Os gemidos dela enchiam a sala. Ele dava palmadas sonoras nas nádegas, segurava as ancas com força, acelerando o ritmo. O som molhado e obsceno de pele contra pele ecoava. Virou-a de bruços sobre a mesa, o corpo dela deitado, o cu empinado para ele. Fodeu o cu com mais força, martelando fundo, alternando com a cona: tirava do cu e enfiava na cona encharcada, depois voltava ao cu, sentindo as diferenças de aperto e calor. Raquel gozou violentamente, o cu contraindo e pulsando à volta do pau grosso dele. N não parou. Puxou-a para o chão, fê-la de quatro e continuou a enrabá-la como uma cadela no cio. O cu redondo tremia a cada estocada poderosa. Ele puxava o cabelo comprido dela, dava palmadas ritmadas, chamava-a de puta traidora. “Traíste o António por este cu, não foi? Enquanto as nossas empresas fazem negócio, tu abres o cu para mim.” “Sim… sou a tua puta… enraba-me mais forte, N! Fode o meu cu!” Ele fodeu-a em todas as posições possíveis naquela mesa enorme: De lado, com uma perna dela levantada bem alto, o pau entrando fundo no cu. Ela por cima, cavalgando ao contrário, o cu redondo subindo e descendo no pau grosso, rebolando as ancas generosas enquanto a lingerie preta ficava cada vez mais suja. Missionário anal, pernas dela sobre os ombros dele, olhando nos olhos enquanto ele a sodomizava profundamente. Contra a parede da sala, ele segurando o peso dela no ar, mãos bem agarradas no cu enquanto enfiava com força. Sentada na borda da mesa, pernas bem abertas, ele de pé fodendo o cu com estocadas rápidas e curtas. A lingerie preta sexy ficava manchada de suor, saliva e porra. N tirava o pau do cu dela várias vezes para o meter na boca dela, fazendo-a saborear o próprio cu, depois voltava a enrabá-la com mais vontade. Goizou pela primeira vez fundo no cu, enchendo-a de jatos quentes e grossos de porra madura. Depois continuou, ainda duro, fodendo a cona novamente, depois o cu outra vez. Espalhou porra nos seios grandes, na cara, na língua dela. Raquel engolia avidamente, pedindo mais, completamente viciada. Durante horas, a sala de reuniões foi o palco da traição mais suja e intensa. N, com a experiência dos 51 anos e o poder da sua própria empresa, explorou cada centímetro do corpo dela – chupando os seios até ficarem marcados, mordendo o pescoço, lambendo o suor que escorria pelo cu redondo e empinado. Raquel perdia a conta dos orgasmos, o corpo tremendo, o cu latejando deliciosamente de tanto ser usado. Deitaram-se exaustos sobre a mesa grande. O cu de Raquel estava vermelho, aberto e pingando porra. Ela sorriu, satisfeita e saciada. “Os nossos negócios acabam sempre assim a partir de agora,” disse N, apertando uma das nádegas generosas. “Podes ter a certeza… sempre que a tua empresa precisar de fechar algo comigo,” respondeu ela, já pensando na próxima reunião depois do expediente
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